O Sul Em Cima 05 – FERNANDO LEITZKE

O SUL EM CIMA dessa edição é dedicado ao trabalho de FERNANDO LEITZKE.

Fernando Leitzke é pianista, compositor e arranjador. Gaúcho, natural de Pelotas iniciou sua trajetória aos 13 anos no meio erudito. Aluno do conservatório de música de Pelotas, estudou até os 17 anos. Neste meio tempo, obteve 2 premiações nos concursos nacionais de piano em São Paulo no conservatório Souza Lima e no Rio Grande do Sul no concurso professora Eugênia Stangler de Oliveira. Aos 17 anos, começou a frequentar as rodas de choro em Pelotas, no bar Liberdade onde iniciou seus estudos neste meio, junto com os músicos Avendano Júnior e Possidônio Tavares. Mudou-se para o Rio de Janeiro há 6 anos com o objetivo de se aprofundar no gênero do choro e do samba instrumental, onde desde então tem tocado com grandes nomes do meio. Faz parte de vários projetos atualmente junto com os músicos Rafael Malmith, Oscar Bolão, João Camarero e Ronaldo do bandolim.

Recentemente lançou seu primeiro disco chamado “Rios que Navego” com grandes nomes da música instrumental como Oscar Bolão, Guto Wirtti e João Camarero. É um repertório pianístico e percussivo, com composições próprias, além de outros grandes pianistas como Radamés Gnatalli, Tom Jobim e Rubén González além de músicas que vão além da fronteira Brasil, Uruguai e Argentina.
“Rios que Navego” faz esta viagem pelo samba, samba canção, candombe, zamba, choro e influências de todos estes rios. Rios que navego é um disco de fronteiras e tradições.
Atualmente é professor de piano na escola portátil de música presidida por Luciana Rabello e também é professor na casa do choro, recém inaugurada na rua da carioca. 

No programa O Sul em Cima, vamos ouvir as músicas desse ótimo CD que são:

1- Chaleira Quente – Fernando Leitzke
2- Vou andar por aí – Radamés Gnatalli
3- Mundo Melhor – Pixinguinha e Vinícius de Moraes
4- Melodia Del Rio – Rubén González
5- Sargento Borracho – Fernando Leitzke
6- Radamesiando – Fernando Leitzke
7- Segundas – Fernando Leitzke
8- Pequena Folha – Fernando Leitzke
9- Candombe para Gardel – Ruben Rada
10- Descendo o Morro – Tom Jobim e Billy Blanco

Vamos ouvir também  no início do programa um texto extraído de um dos mais belos livros já produzidos em todos os tempos no Sul do Brasil que é Contos Gauchescos e Lendas do Sul da autoria de Simões Lopes Neto. Ele está contido na lenda A Salamanca do Jarau que é uma das mais interessantes que já nasceram na cultura do sul do Brasil.

Divirtam-se e comentem!!

Ouçam Aqui – Programa  5/2016

Programa 05/2016 – FERNANDO LEITZKE  – Parte A

Programa 05/2016 – FERNANDO LEITZKE –  Parte B

Contatos Fernando Leitzke:

facebook.com/fernandoleitzkepiano
email: fernandolpiano@gmail.com
Fone:  (021) 98273-0501      

O Sul em Cima 04 – DANIEL DREXLER

O SUL EM CIMA dessa edição é dedicado a obra de DANIEL DREXLER.

Daniel Drexler
Músico uruguaio nascido em Montevidéu em 1969, formado em medicina, Daniel Drexler é considerado pela crítica como um dos principais artistas de sua geração.
Seu trabalho transita pelo pop eletroacústico com uma marcada influência de gêneros folclóricos da Cuenca del Rio De la Plata como a milonga pampeana, o candombe, a chamarrita e a murga montevideana. Desde 2005 usa o termo “Templadismo” para referir-se a uma nova e incipiente corrente estética integrada por músicos argentinos, uruguaios e do estado do Rio Grande do Sul, cujos pontos mais destacados seriam a busca da presença dos reflexos geográficos, climáticos e demográficos regionais sobre a criação e de uma atitude criativa aberta, que assimila as influências de um mundo globalizado.
Daniel Drexler – Foto: Carlos Lopez
Tem 5 CDs editados: “La Llave en La Puerta” AYI (Uruguay) (A/E195) 1998, “Full Time” AYUI (Uruguay) (A/E239) 2001, “Vacio” editado na Argentina, Uruguay e Espanha, indicado ao Prêmio Gardel 2007 da música argentina na categoria Melhor Álbum Pop Masculino. O quarto disco, “Micromundo”, foi gravado entre agosto de 2008 e janeiro de 2009 em Montevidéu, Buenos Aires, Madri e Barcelona com a produção artística de Matias Cella. Editado primeiro na Espanha, Uruguay, Chile e Brasil.
“Tres Tiempos” é o novo e primeiro DVD/Livro de Daniel Drexler, sucesso de “Mar Abierto” (2013), que recebeu o Prêmio Gardel de Melhor Disco do Ano de Autor e integrou a lista dos Melhores CDs de 2013 no Brasil, Uruguai e Espanha. O DVD foi gravado ao Vivo, no dia 24 de junho de 2014, nos estúdios ION, em Buenos Aires com direção de Ariel Hassan (indicado ao Grammy Latino 2010) e lançado em maio/2015.
Em Tres Tiempos”, Daniel Drexler realizou o reencontro com as principais canções de sua carreira, com versões inéditas, acompanhada de sua banda com nipe de cordas e sopros. O DVD vem acompanhado com um livro de ensaios sobre os três últimos CD’s conceituais do artista e sobre o Templadismo apresentando ao público o seu processo criativo, além de partituras e fotos inéditas.
Vamos ouvir nessa edição de O Sul em Cima  as músicas: Linda, Luna, 20-21, Be Kind, Lo que simpre Fue, Mar Abierto, La Serena, El Misterio Del Maracuyá, Não se esqueça de nós, Siestas de Verano, Dinero e La Simiente. Além de muita música, vamos ouvir também uma deliciosa entrevista feita por Kleiton Ramil em La Serena no Uruguai, onde Daniel Drexler conta muitas coisas interessantes….O programa está imperdível!!!

Ouçam Aqui – Programa 04/2016
CONTATOS:
https://www.facebook.com/danieldrexleroficial
MS2 PRODUTORA
Booking & Management
ms2prod@terra.com.br
+55 51 3024 2409 / 55 51 3019 5127
Sandra Narcizo e Diego Coiro Tortorelli
skype: sandra.narcizo e diegoct.prod 

Prensa: imprensa.ms2@gmail.com
https://www.facebook.com/ms2produtora

O Sul Em Cima 03 – CLARISSE GROVA

Clarisse Grova – Foto: Carlos Peder 

O SUL EM CIMA dessa edição é dedicado a obra de CLARISSE GROVA.
Clarisse Grova é cantora e compositora carioca de Música Popular Brasileira.
Começou sua carreira  no início dos anos 80, cantando em bailes e depois na noite carioca, em bares como Chiko’s Bar e Cálice Bar, acompanhada por Luizinho Eça, Edson Frederico, Osmar Milito, entre outros.
Cantora experiente, Clarisse Grova mudou-se para Porto Alegre em 2012. Atualmente está em estúdio, finalizando seu primeiro EP autoral: “Clarisse Grova – Do Redentor à Redenção“, documentando assim, sua experiência como compositora.

Em 1985, produzida por Renato Corrêa e direção artística da gravadora EMI-ODEON, gravou seu primeiro trabalho fonográfico, com arranjos de César Camargo Mariano, Eduardo Soutto Neto e Jota Moraes. No repertório, músicas de: Sueli Costa e Abel Silva, Flávio Venturini, Cláudio Cartier e Paulo César Feital.
Escolhida por Abel Silva para interpretar suas canções, abriu o projeto “Poeta Mostra Tua Cara”, elaborado e produzido por Manina Barreto, produtora cultural da Rádio MEC. Com ele percorreu o Estado do Rio, apresentando-se no show “É Poesia e é Canção”, a partir do sucesso no NightRio’s, na capital carioca.
Em 1996 participou da produção inglesa “Friends From Rio”, com a banda Cama de Gato, interpretando a música “Para Lennon e Mc Cartney”. O disco foi lançado em Londres, no mesmo ano.
Participou do CD “Estão Voltando as Flores”, produção de Paulinho Tapajós, com as cantoras Nana Caymmi, Aline, Kika Tristão e Fátima Regina. Participou, ainda, do CD 50 anos de Aldir Blanc, indicado para o Prêmio Sharp 1996, na categoria de “Melhor disco de MPB”.
Em 1997 foi convidada por Aldir Blanc para gravar seu primeiro CD, “Novos Traços”, produzido por Rildo Hora pelo Selo Alma, com canções de Cristovão Bastos e Aldir Blanc e arranjos de Cristovão.
Em 1999, encerrou o projeto “Nara, Uma Senhora Opinião”, realizado no CCBB. No ano seguinte participou do Festival de Música Brasileira realizado pela TV Globo, e apresentou seu espetáculo, “Brasileira”.
Em 2001 apresentou seu espetáculo: “BRasileira” no Teatro das Artes no Shopping da Gávea com elenco de bailarinos circenses da Intrépida Trupe com direção e coreografia de Dani Lima e direção geral de Alice Viveiros de Castro.
Em 2003, em parceria de Felipe Radicetti, lança seu primeiro CD autoral: “Superlisa”, também lançado no Japão pelo selo Koala. “Trata-se do mais bem sucedido casamento da MPB com a  música eletrônica.” (Hugo Sukman – O Globo).
Em 2009, Clarisse inaugura a “Oficina da Voz” e realiza workshops, com aulas de canto e orientações para a voz falada na publicidade, rádio e TV, percorrendo vários estados do Brasil.
Em 2011 foi convidada por Arthur Verocal para turnê realizada pelo Brasil, para lançamento do DVD gravado em Los Angeles no Luckman Theather. Nesse mesmo ano, convidada por Beth Carvalho, Clarisse passa  a integrar a banda da madrinha do samba.
Em 2012 foi convidada pelo bandolinista, músico, compositor e arranjador Afonso Machado, lançaram juntos o CD “Que Tal?”, com parcerias de Afonso com Elton Medeiros, Paulo César Pinheiro e Carlinhos Vergueiro entre outros.
Em 2013 participou do CD “The Chico Buarque experience“, com a faixa “Love List” (Folhetim), entre outros cantores consagrados da MPB. Este CD recebeu o prêmio de melhor CD de língua estrangeira no “Prêmio da Música Brasileira”;
Em agosto de 2015, ao lado do compositor Fred Falcão, lançou o CD “Premonições”, com arranjos de Cristovão Bastos, distribuido peça gravadora Sala de som.
Ainda em 2015, participou do CD “Mais que Perfeito” da compositora Carlota Marques como intérprete e compositora. Na canção “Aos Pedaços”, Clarisse é parceira de Carlota e Paulo César Pinheiro que, no CD, tem a interpretação do parceiro. Sua participação como intérprete está no samba de Carlota Marques: “Garnizé de quintal”;

Vamos ouvir no programa O SUL EM CIMA, as músicas:
Finesse – Clarisse Grova e Lúcia Santos
Um outro Fado –  Clarisse Grova e Paulo César Feital
Clara Carioca – Clarisse Grova e Leo Nogueira
Ladainha – Tavito e Etel Frota
Love List – Chico Buarque  e  O. J. Castro
Porto Alegre, meu sul, meu chão – Clarisse Grova
Qui lo sa (Tempestade de amor)  – Clarisse Grova e Carlos Di Jaguarão
Cravo e Ferradura – Clarisse Grova, Cristovão Bastos e Aldir Blanc
Aos Pedaços – Carlota Marques, Paulo César Pinheiro e Clarisse Grova
Aviso Prévio – Clarisse Grova
Marca registrada –  Clarisse Grova e Léo Nogueira
Acalanto pros netos – Cristovão Bastos e Aldir Blanc

O programa está imperdível!!! Divirtam-se e comentem!!

Ouçam Aqui – Programa 3

Programa 3/2016 – CLARISSE GROVA – Parte A

Programa 3/2016 – CLARISSE GROVA – Parte B

Contatos Clarisse Grova:
facebook.com/clarissegrova

OFICINA DA VOZ – Preparação e direção de voz cantada e falada – Práticas para o Canto Autoral, Voz para Publicidade, Rádio e TV (Clarisse Grova)
POA – (51) 9963-8148  (51) 3026-8806   RJ (21) 9156-3464

O Sul Em Cima 2 – JERÔNIMO JARDIM

Jerônimo Jardim  – Foto: Carlos Macedo/Agencia RBS

O SUL EM CIMA dessa edição é dedicado a obra de JERÔNIMO JARDIM, e mostra em especial músicas de seu novo CD “Singular e Plúrimo”.


Jerônimo é compositor, cantor, escritor, bacharel em direito, publicitário, servidor aposentado do Tribunal Regional do Trabalho, exerceu a advocacia e o cargo de professor de Direito e Processo do Trabalho na Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande. Apesar de ter nascido em Jaguarão, considera-se bageense, pelo fato de ter nessa cidade suas raízes familiares. Durante sua infância, morou em diversas cidades do Rio Grande do Sul.
Nos anos 1970, mudou-se para Porto Alegre (RS), onde iniciou sua carreira artística, além de ter atuado também como publicitário. De 1973 a 1977, integrou, juntamente com Ivaldo Roque, Loma,Yoli e Tenison Ramos, o Grupo Pentagrama. Com o conjunto gravou um LP produzido por Ayrton dos Anjos para a gravadora Continental. Em 1978, lançou seu primeiro disco solo, “Jerônimo Jardim”, para a recém inaugurada gravadora gaúcha Isaec. 
Jerônimo Jardim estourou no restante do país em 1980, quando Elis Regina gravou a sua Moda de Sangue, incluída na trilha da novela Coração Alado. Em evidência, emplacou a canção Purpurina em primeiro lugar no Festival MPB Shell, em 1981. Mas a música, interpretada por Lucinha Lins, foi recebida com vaia – isso se repetiria em 1985 na California da Canção Nativa durante a apresentação de Astro Haragano.
Ali ele decidiu largar a música e ficou oito anos afastado, se dedicando a escrever livros infantis.
A volta foi no início dos anos 1990, quando sua música Portal começou a ser regravada pela nova geração de cantores gaúchos e venceu etapas regionais de festivais nacionais. Em mais de 40 anos de carreira, fez de tudo – de baladas a rock, passando por samba-enredo, choro e MPB. Com o trabalho anterior, De Viva Voz, venceu o Prêmio Açorianos de Melhor Compositor de MPB em 2011.
Em 2015 Jerônimo lançou o CD Singular e Plúrimo, que ele considera o melhor disco de sua carreira. Gravado todo ao vivo em estúdio, o álbum possui várias parcerias. Jerônimo conta no encarte do CD:
“Nada mais singular e plúrimo do que o Universo, em que cada parte é importante e única como o ser que integram. “Plurimus”, em latim, significa mais de um, muitos. Em português, o uso corrente de “plúrimo” na linguagem jurídica é reconhecido pelo Instituto Euclides da Cunha, Achei a palavra adequada ante as minhas diversas caras, a variedade de gêneros musicais abordados na carreira, e o brilho próprio dos arranjadores, técnicos e artistas convidados.”
Além de Toneco da Costa, responsável pela direção musical, arranjos de base e primeiro violão, e Pedrinho Figueiredo, arranjador e instrumentista das flautas e do sax soprano, diretor técnico, responsável ainda pela mixagem e masterização, emprestaram seus talentos ao disco Mário Carvalho (baixo), Fernando do ó, Giovanni Berti e Edu Nascimento (percussão), Thiago Carretero (segundo violão e clarinete), Igara Paquola (violoncelo), Bernardo Zubaran (harmônica), Renato Müller (acordeon) e muitos outros músicos em Porto Alegre, Florianópolis e Osório.
A participação dos brilhantes convidados motivou a criação do título. Doaram seus excepcionais talentos, Sexto Sentido Cuba, O Samba, a Bossa e as Novas, Shana Muller, Danny Calixto, Simone Rasslan, Marcelo Delacroix, Luiz Coronel, Nelson Coelho de Castro, Greice Morelli, Gelson Oliveira, Zé Caradípia, Renata Adegas, Victor Hugo, Telmo Martins, Renato Borghetti, Isabela Fogaça, Neto Fagundes, Yoli Planagumá, Loma Pereira, Adriana Sperandir e Carlinhos Carneiro. Algumas canções são novíssimas. Outras, mais ou menos novas. Outras, bem antigas, que estavam esquecidas e inéditas.

COMPRA DE CD

Para adquirir o CD “Singular e Plúrimo” de Jerônimo Jardim é só procurar as instruções na sua página do Facebook: facebook.com/jeronimojardim  e também através do blog: http://jeronimojardim.zip.net/
Nesses locais tem todas as instruções para a compra.
Ou podem clicar direto nesse link para abrir o formulário de encomenda:

http://goo.gl/forms/KkOtjbhQ50

Vamos ouvir em O SUL EM CIMA as músicas desse lindo CD “Singular e Plúrimo” de Jerônimo Jardim.
Divirtam-se e comentem!!


Ouçam Aqui – Programa 2


Programa 2/2016 – JERÔNIMO JARDIM – Parte 1

Programa 2/2016 – JERÔNIMO JARDIM – Parte 2

O Sul Em Cima 01 – DIEGO DREXLER

O primeiro programa O Sul em Cima de 2016 está muito especial e apresenta o trabalho de DIEGO DREXLER, irmão de Jorge Drexler e Daniel Drexler, que lança seu primeiro disco solo intitulado “de nuevo”.

Em sua biografia, Diego conta um pouco sobre ele e seu trabalho:
“Desde que me recordo, sempre estive imerso em atividades vinculadas à criação e a expressão.
Por um lado sempre me fascinou a pintura, estudei artes  plásticas durante muitos anos e participei de um grupo de intervenção urbana chamado “La Tromba” que realizava murais pela cidade de Montevidéo. Foi por isso que estudei Design Gráfico na ORT e Arquitetura na UDELAR. Hoje sou Designer Gráfico e Arquiteto. Por outro lado, principalmente, sempre tive um pé no mundo da música. Venho de uma família de músicos, e estudei flauta, guitarra, baixo e me atrevo a tocar tambor e piano.
Em 1997 formei a banda Cursi, com a qual lançamos sete discos e um DVD. Tive a possibilidade de tocar por todo o Uruguai, Argentina e Paraguai.
Também gravei e produzi muitos artistas (Queyi, Sebastián Jantos, Mariana Lúcia, etc)
Em 2008 tive a honra de participar tocando, gravando e produzindo uma canção de meu irmão Jorge “A la sombra del Ceibal”, que se transformou no hino do Plan Ceibal.
Desde 2010, integro o Conselho Diretivo de Agadu (Associação Geral de Autores do Uruguai), onde impulsionei, junto com outros autores companheiros, o desenvolvimento do ciclo de Audiovisuais de Autores uruguaios chamado “Autores en Vivo”.
Faço parte como baixista nos projetos musicais de Queyi e Mariana Lúcia.

Em 2012, depois da apresentação  “Apocalipsis Samba” (sétimo disco da banda), Cursi entrou em um parêntesis. Em meados de 2013 me animei a tocar ao vivo alguns temas novos que iam aparecendo. No verão de 2014, em La Paloma (Uruguai), apareceram mais canções e aí me dei conta que já estava com um material para começar a gravar um disco solo.

O processo se deu muito rápido e em maio de 2014, comecei a gravação, em setembro desse mesmo ano, terminei o disco e a Ayui Discos se interessou em lançar em formato físico e em formato digital ( Itunes, Spotify, Deezer, Google Play, etc).
O nome desse primeiro disco é “de nuevo” e certos conceitos foram importantes no momento de tomar decisões estéticas: é um disco cru, austero, direto, com pouca instrumentação, com uma equipe de três músicos que tocam em todas as canções (Nicolás Constantin na bateria e percussões, Gonzalo Gutiérrez nos baixos e guitarras elétricas e eu nas vozes, coros, guitarras acústicas, elétricas, etc). A única convidada é Queyi que gravou pianos em 4 canções.
Nesse disco, trato de mostrar de forma mais sincera minha realidade atual. Foi por isso que o disco se chama “de nuevo”, porque para mim é como começar um novo ciclo na música.”

Kleiton Ramil e Diego Drexler – Gravação da entrevista em La Paloma -Uruguai (jan/2016)

Vamos ouvir no programa O Sul em Cima as músicas desse lindo disco “de nuevo” e ouvir uma deliciosa entrevista com Diego Drexler.  Imperdível!!!!

Ouçam Aqui – Programa 01/2016

Programa 01/2016 – DIEGO DREXLER – Parte A

Programa 01/2016 – DIEGO DREXLER – Parte B

http://www.diegodrexler.com/
https://www.facebook.com/diegodrexleroficial/?fref=ts

O Sul Em Cima 43 – SULIMAR RASS

O SUL EM CIMA dessa edição é dedicado ao trabalho de SULIMAR RASS.

Sulimar é músico, compositor, produtor fonográfico, escritor e professor de música. Já atuou ao lado de diversos artistas, tanto em estúdio quanto no palco. É proprietário da Rass Escola de Música, escola que atua há mais de 18 anos na arte de ensinar música em Pelotas. É graduado no curso de Tecnologia em Produção Fonográfica da UCPel (2010/2), onde foi aluno de renomados professores, como o consagrado músico Kleiton Ramil, da dupla Kleiton & Kledir, e do produtor e masterizador Marcos Abreu. Já estudou violão e guitarra com músicos como Daniel Sá, Gilberto Oliveira e Ary Pyazzarollo.
Também é um dos proprietários da NotaAzul – Produções Musicais, produtora de diversos CDs, realizadora de diversos eventos relacionados a música e criadora do Prêmio Brasil Sul de Música, evento de repercussão nacional que reuniu cerca de 100 artistas do RS em sua primeira edição, em 2013. Produziu e apresentou os programas televisivos Rass Música, TV Cidade, e Gravando, TV UCPel, entre 2001 e 2011.
Em 2006, Sulimar gravou e produziu o DVD “Sulimar Rass em Estúdio” que teve ótima repercussão e aceitação de crítica e público. A literatura entrou em sua vida a pouco mais de cinco anos, isso, é claro, sem contar as letras que escreveu para suas músicas. O que começou como divertimento, transformou-se em um livro de 200 páginas, que trazem contos e crônicas com uma visão bem humorada do cotidiano. Sulimar possui uma obra de, aproximadamente, 100 canções, trabalhos gravados em diferentes estilos e por vários intérpretes. Ele mesmo se define, simplesmente, como compositor popular. Participou como coprodutor no CD “Feito em Casa é assim” e como produtor musical do show de lançamento realizado no Theatro Guarany em outubro/2013. Em 08/01/2014 realizou o show de abertura do Projeto Verão Cultural 2014, da prefeitura de Rio Grande, no espaço Multi Palco da praia do Cassino.
Depois de aproximadamente 3 anos de trabalho árduo, nasce Conclusões Absurdas, primeiro disco da carreira de Sulimar Rass.
Participam do trabalho, diversos artistas conceituados, como o maestro Ney Marques (produtor de trabalhos de artistas consagrados como Secos e Molhados, Ney Matogrosso e Zélia Duncan), o violonista Thiago Colombo (referência do violão no Brasil) gravou a canção que dá nome ao disco, “Conclusões Absurdas”, e o maestro uruguaio Juan Schellemberg, (piano em duas canções gravadas em Montevidéu). Além dessas participações o disco conta com a qualidade musical de artistas do porte de André Rass, Gilberto Oliveira, Leonardo Oxley, Ottoni de Leon e Mano Jr, além, é claro, da voz, guitarras e violões e Sulimar Rass.
Conclusões Absurdas que está sendo lançado agora em dezembro/2015 é mais que uma marca na carreira de Sulimar Rass. O texto de apresentação que faz parte do encarte do CD é de Kleiton Ramil:


“Conclusões Absurdas” por Kleiton Ramil

“Quando conheci o Sulimar ele já era artista celebrado em nossa terra, o sul do Brasil. Apesar de morar no Rio de Janeiro, todos os meses, o encontrava no curso de Produção Fonográfica, onde eu dava aulas para um grupo seleto de pesquisadores que se tornariam (e se tornaram) produtores de discos com formação holística. Sulimar formou-se com destaque, dominando com facilidade os desafios propostos e encarando, sempre com seu eterno sorriso e enorme interesse, os projetos exigidos. Eu me perguntava muitas vezes: “O que ele está fazendo aqui?”. A dúvida surgia porque ele já tinha seu próprio programa cultural de televisão, diretor de uma ótima e bem articulada escola de música, proprietário de uma produtora com projetos já desenvolvidos… Ou seja, uma pessoa dinâmica e realizadora, de certa forma com a vida bem resolvida, diferente do perfil habitual de estudantes que chegam nas faculdades em busca de definições para o futuro.
Nesse meio tempo nos tornamos amigos e conhecendo seu original trabalho como compositor, perguntava sempre quando ia gravar um disco ao que ele respondia que ainda não estava preparado. Foi ficando claro que ele, como eu, era mais um perfeccionista incorrigível! E isso não tem fim…
Lembro que entre os infindos momentos desses encontros com seu grupo, um aspecto que sempre enfatizei para quando fizessem seus discos (a maioria dos alunos eram artistas e compositores) que buscassem a máxima perfeição no resultado final a ser apresentado. E acredito que Sulimar abraçou esse comentário de forma definitiva em sua vida.
Passaram-se os anos e finalmente o artista permite-se dividir suas criações. O que me deixa muito feliz, ao escutar suas músicas é que estamos diante de uma obra que poderá ser executada e apreciada em qualquer lugar desse planeta, para orgulho da cultura do sul do Brasil. O resultado harmonioso e vencedor é percebido desde a criação das canções bem concebidas (letras, melodias, harmonias) passando pelas interpretações, arranjos instrumentais, até a questãotécnica de gravação de qualidade irretocável.
A verdade é que “Conclusões Absurdas” poderia ter sido realizado muito antes porque, como falei, Sulimar já estava pronto antes mesmo de começar. Mas sua obstinada paciência em busca da pedra-filosofal, sua eterna insatisfação em busca da obra perfeita, é que o torna alguém um verdadeiro artista.”

Vamos ouvir no programa O Sul em Cima as músicas desse excelente CD Conclusões Absurdas de Sulimar Rass!


Divirtam-se e comentem!
Ouçam Aqui – Programa 43

Contatos SULIMAR RASS:

Email:  sulimarrass@hotmail.com
fanpage “Conclusões Absurdas”:  https://www.facebook.com/conclusoesabsurdas/?ref=hl
NotaAzul Produções Musicais:     https://www.facebook.com/NotaAzulProdutora/?ref=hl
Telefone:   (53) 3272-1390  

O Sul Em Cima 42 – GISELE DE SANTI

Gisele de Santi  – Foto: Alesi Ditadi

O SUL EM CIMA dessa edição é dedicado ao trabalho de GISELE DE SANTI.
Gisele nasceu e cresceu em Porto Alegre. Aos 14 anos de idade, compôs Outono, sua primeira canção. Já nesse momento, a personalidade de Gisele começava a se definir, com indicações de seu gosto pelo “frio” e de seu espírito melancólico, que não tardariam a aparecer de forma mais explícita em futuras composições.
Na época, Gisele já cantava em bares de Porto Alegre. Com o passar do tempo, começou a mostrar seu repertório autoral, atraindo a atenção do público, que passou a pedir por um registro.
“Gisele de Santi” é, também, o nome desse primeiro registro lançado em 2010, produzido por Gilberto Ribeiro Jr., coproduzido por Fabrício Gambogi e pós-produzido por Leo Bracht. As composições, todas autorais, passeiam pelos mais diversos estilos: bossa-nova, blues, jazz, chamamé, samba-rock, embora nunca de forma exatamente tradicional, muito mais como se retrabalhasse o gênero de forma pessoal. Outra característica que chama a atenção em seu trabalho é o flerte com a metalinguagem, intérprete essencialmente intimista e delicada.
Gisele foi premiada nas categorias Intérprete e Revelação na edição de 2010 do Prêmio Açorianos com esse trabalho.
Em 2013, a gaúcha foi convidada pelo Departamento Cultural do Itamaraty para participar do projeto “Novas Vozes do Brasil” em Portugal, parceria entre o departamento e a Casa da Música do Porto. Após esse show, a cantora e compositora seguiu em turnê pela Europa passando por países como Áustria, Alemanha, França, Inglaterra e Holanda com o show “Nossas e Bossas” (projeto duo com o cantor e compositor Rodrigo Panassolo).
O 2º CD intitulado “Vermelhor e Demais Matizes” foi lançado em 2013. Das canções do repertório, dez são de autoria de Gisele, há também canções de Vitor Ramil – compositor gaúcho renomado nacionalmente, que empresta sua voz ao disco, em dueto com Gisele – e Fabrício Gambogi, talentoso compositor da novíssima MPB.  O disco tem produção musical de Gilberto Ribeiro Jr e Fabrício Gambogi, que também foram os produtores do primeiro álbum da artista. Os percalços e dores do amor são a essência deste trabalho. Sua abordagem do tema é ampla e sua assinatura absolutamente pessoal. No encontro de sambas, bossas e chamamés foi gravado o trabalho que refletia a diversidade de influências que a formaram artista. As novas composições de Gisele, transitam com ainda mais propriedade pelos diversos universos da canção popular.

Faça parte da CASA de Gisele de Santi
Gisele está com novo projeto de crowdfunding para finalização do álbum CASA. Ela explica:
“CASA será o terceiro disco de minha carreira e fruto do momento mais especial de minha vida. As canções foram compostas, escolhidas e gravadas durante a gestação do meu primeiro filho, Francisco, inspiração para esse trabalho que reflete o maravilhoso estado de ser a casa de si mesmo e a de outro ser.
Além de canções autorais inéditas com os parceiros Vagner Cunha, Yamandu Costa, Rodrigo Panassolo e Giovanni Barbieri, o disco contará com 3 releituras (surpresas!) e duas versões que escrevi de canções de Gabriel Faurè e Cecile Chaminade (compositores do impressionismo francês).
Com produção de direção musical de Vagner Cunha, CASA somos Luiz Mauro Filho (piano) e eu (voz). Esse é um formato bastante desafiador e encantador para mim, o qual Vagner, sensivelmente, propôs para esse momento sereno e contemplativo que a chegada de um filho traz.”
Para apoiar o projeto, clique no link:
O projeto se encerra dia 19/12!!  PARTICIPE!!

Vamos ouvir no programa O SUL EM CIMA, um pouco da obra de Gisele de Santi.
Divirtam-se e comentem!!
Ouçam Aqui – Programa 42


O Sul Em Cima 41 – NETO FAGUNDES

O SUL EM CIMA dessa edição especial é dedicado a obra de NETO FAGUNDES!

Euclides Fagundes Neto, mais conhecido como Neto Fagundes (Alegrete, 15 de agosto de 1963) é um cantor, compositor, apresentador de TV e radialista. Neto é um dos mais conhecidos intérpretes da música regional gaúcha.
Membro da família Fagundes, conhecida pelo talento musical e dedicação a cultura gaúcha, quando criança costumava ouvir músicas italianas, do cantor Atahualpa Yupanqui, e chamamés e milongas argentinas no rádio do carro, nas diversas vezes em que sua família viajou cruzando o Rio Grande do Sul. Era comum acontecerem em muitos fins de semana saraus em sua casa, onde eram interpretados clássicos de Lupicínio Rodrigues, Catulo da Paixão Cearense, Pedro Raimundo e Luiz Gonzaga. Seu pai formou um trio com os filhos que participou de diversos festivais de música nativista, popular brasileira, de protesto e castelhana.
Em 1978, mudou-se para Porto Alegre. Na capital gaúcha começou a estudar Direito, ao mesmo tempo em que principiava a apresentar-se em bares. Em 1982, largou a faculdade e passou a dedicar-se exclusivamente à música.
Neto Fagundes
A voz e a imagem do gaúcho moderno são as marcas de Neto Fagundes no palco, em frente às câmeras, no rádio, em peças publicitárias e eventos. O cantor Neto Fagundes contou desde sempre com o estímulo do pai, Bagre Fagundes, e do avô Euclides Fagundes por quem foi intitulado “o cantor da família”. A sala da casa do avô foi o primeiro palco e a platéia era a família e convidados.
O contato com a diversidade cultural da fronteira e a experiência adquirida nos festivais nativistas tornaram Neto Fagundes um dos principais cantores da música gaúcha acumulando prêmios, muitos deles de melhor intérprete dos principais festivais do Estado. Iniciou a carreira de cantor ao lado do pai e do irmão Ernesto Fagundes no grupo Inhanduy nas primeiras apresentações e gravações de músicas como o Canto Alegretense e Origens, composições de Nico e Bagre Fagundes.
Em Porto Alegre formou dupla com Renato Borghetti no começo dos anos 80, no auge do movimento nativista. Neto Fagundes e Borghettinho foram aprimorando o contato com o público em apresentações nos bares da capital.
O primeiro registro solo foi o LP Gauchesco e Brasileiro, lançado em 1991 e relançado em CD dez anos depois. Nesse disco participaram o Ernesto Fagundes (percussão), João Vicente (gaita), Canela (baixo) que junto com o Neto formaram o grupo Contrabando e mais Bonitinho (violões e guitarra) e Jua Ferreira (bateria). Esse disco contou também com a participação especial de Loma. Em 1994, Neto lançou dois álbuns: Som do Sul e Neto Fagundes com composições próprias e canções premiadas em festivais. Neto Fagundes sempre defendeu a fusão musical com a presença do regionalismo gaúcho. Foi um dos pioneiros da música gaúcha ao se apresentar nos pincipais teatros de Porto Alegre, como o Teatro da OSPA, a Reitoria da UFRGS e o histórico Theatro São Pedro. Em 1997, lançou o CD Regional Brasileiro e em 1999 o CD Metendo Chamamé, conquistando todos os troféus do Prêmio Açorianos a que foi indicado: melhor cantor, melhor disco regional e melhor espetáculo. Em 2001 Neto Fagundes lança Festa em Porto Alegre, álbum com canções de um dos principais compositores da música regional gaúcha, Elton Saldanha. No início de 1997, apresentou-se no Teatro Alvear, em Buenos Aires. No ano seguinte, na França, cantou no projeto Sud a Sur, em Sanary Sur Mer e no evento Tempo de Brasil no Museu do Louvre, em Paris. Nessa época, passou a apresentar o programa “Encontro”, no Canal Rural e o programa “Regional Brasileiro”, na Rádio Pop Rock. 
Em 2000, Neto Fagundes assumiu a apresentação do Programa Galpão Crioulo na RBSTV. Desde a sua criação, o programa era apresentado por Nico Fagundes. Em 2000 o programa foi brevemente apresentado pelo sobrinho de Nico, Neto Fagundes, por causa de uma doença de Nico. Depois ambos passaram a apresentar juntos o programa. O Galpão Crioulo é exibido desde 1982 e atualmente é apresentado por Neto Fagundes e Shana Muller que assumiu em 2012 durante a Expointer. Nesse ano de 2015, Neto Fagundes comemora 15 anos de Galpão Crioulo. O programa apresenta aspectos da cultura gaúcha, mas sobretudo a música regional do RS.
Neto lançou em 2007 o CD do projeto Rock de Galpão ao lado da banda Estado das Coisas onde a guitarra distorcida se mistura ao toque da gaita gaúcha e abre caminhos com releituras de autores gaúchos.
Na Rádio Atlântida FM, Neto Fagundes participa como “estrela móvel” no programa humorístico Pretinho Básico e atua pela TVCOM na cobertura do Planeta Atlântida, um dos maiores festivais de rock do Brasil que acontece no litoral gaúcho.
No grupo Os Fagundes, Neto mostra o talento da sua voz e simpatia e representa “o moço que canta o pago em cada canção e traz na própria garganta o eco do seu violão”,

Vamos ouvir no programa, um pouco de sua obra, em especial músicas do seu trabalho “O Pago em cada Canção” de 2012. O programa está imperdível!!

Ouçam Aqui – Programa 41

Programa 41/2015 – NETO FAGUNDES – Parte A

Programa 41/2015 – NETO FAGUNDES – Parte B  

O Sul Em Cima 40 – GUSTAVO RIPA

O SUL EM CIMA Especial dessa edição é dedicado a obra de GUSTAVO RIPA.

Gustavo Ripa é músico, guitarrista e compositor uruguaio nascido em Salto. Foi integrante dos grupos Rumbo y Canciones Para No Dormir La Siesta nos anos 80-90 com os quais realizou centenas de apresentações no Uruguai, gravando vários discos e vídeos. Fez parte de uma banda que acompanhou vários artistas importantes em seu país.

Fundador e docente de “Casa de la Guitarra” junto a destacados músicos e docentes do Uruguai (Eduardo Larbanois, Numa Moraes, Popo Romano, Esteban Klisich, Fernando Yáñez, Jorge Nocetti, entre outros).
A partir de 2010 tem tido uma destacada carreira de solista, tendo publicado tres discos. Também tem se destacado como pesquisador e docente na área de musicoterapia.
Em 2010 lança seu primeiro CD solo “CALMA“, um trabalho de versões instrumentais para guitarra, de canções da música popular uruguaia de várias gerações. Este trabalho ganhou Disco de Ouro e Disco de Platina no Uruguai. 

Em 2012 lançou “MÁS CALMA” que recebeu Disco de Ouro e Platina em seu país e Prêmio Graffiti 2013 de melhor álbum de Música Instrumental. Esse trabalho teve participação de Popo Romano (contrabaixo), Alan Wiuker (tablas) e Nico Arnicho (percussão). Esse CD é uma continuação de CALMA, seu antecessor. Nesse trabalho o artista explora também outros instrumentos e timbres que levam a outras dimensões sonoras. O canto das aves, os Cuencos Tibetanos, o maravilhoso Cuatro Venezolano e o mágico Hang Drum artesanal, tudo isso leva a uma música simples, mântrica e meditativa.

Em 2013, lança um livro de partituras dos dois primeiros CDs Calma e Más Calma, com arte de Macachín e textos do próprio Gustavo e do jornalista e poeta Atílio Duncan Perez da Cunha (Macu).
Em dezembro de 2014, Gustavo Ripa lançou o CD CALMA 3 que recebeu o Disco de Ouro no Uruguai. 
Vamos ouvir no programa O Sul em Cima um pouco de sua belíssima obra.
Do CD Calma temos as músicas Príncipe Azul (E. Mateo / H. Buscaglia), Biromes y Servilletas (L. Masliah), El Fuego Sagrado (M. Ingold). Fazem parte do CD Más Calma, as músicas Ky Chororó (Anybal Sampaio), Tus Abrazos (Jorge Galemire), Y Hoy te Vi (Eduardo Mateo), Tema de Amor de Cinema Paradiso (Ennio Morricone). E do CD Calma 3, as músicas Adiós A La Rama / Muy Lejos Te Vas (Rubén Rada), Milonga En Do (Alfredo Zitarrosa), Luces en la Esquina (Gustavo Ripa), Carbón Y Sal (Jaime Roos / Estela Magnone) e Serenata para la Tierra de Uno (Maria Elena Walsh) interpretadas por Gustavo Ripa a quem esse programa é dedicado.

No início do programa vamos ouvir um belo trecho do novo livro de Kleiton Ramil chamado KYOTO, lançado no começo do mês na Feira do Livro de Porto Alegre. Lançamento da Editora InVerso.
http://www.editorainverso.com.br/produto/kyoto/

O programa está imperdível!!

Ouçam Aqui – Programa 40
Para quem quiser conhecer ou  entrar em contato para shows ou adquirir CDs e livros de Gustavo Ripa:

O Sul Em Cima 39 – RÉDEA SOLTA

Trio Rédea Solta – foto de Giovani Faganello

O SUL EM CIMA dessa edição é dedicado ao trabalho do TRIO RÉDEA SOLTA.

RÉDEA SOLTA
Alma de Campo em Cidade, tal folha que o vento leva!
Reverência ao antigo e entusiasmo com o novo!
Coração regional e mente universal!
O RÉDEA SOLTA é formado pelos compositores, cantores e instrumentistas Arthur Boscato, Rafael Vieira e Felipe Silveira, nascidos no interior de Santa Catarina e Filhos da “Era da Informação”, os quais viram na criação deste projeto autoral uma possibilidade de busca pelo Regional Catarinense interiorano. Um Regional marcado pela história, mas conectado com o agora!
O disco de estréia, intitulado FRUTIFICANDO, foi lançado em setembro de 2015 e  indicado ao Prêmio da Música Catarinense 2015, na categoria Melhor Álbum.
ARTHUR BOSCATO – Instrumentista, intérprete, compositor, arranjador e produtor. Iniciou seus estudos musicais aos 5 anos. Gravou seu primeiro disco, como acordeonista, aos 8. Aos 12, decidiu focar seus estudos no violão, como autodidata, aliando a técnica do instrumento com estudos de leitura e harmonia, passando posteriormente pelo conservatório Belas Artes, de Joinville, associado do Conservatório Souza Lima, de São Paulo. Participa de vários projetos autorais, além de acompanhar e produzir diversos artistas, principalmente da música regional sul-brasileira. Com o Entrevero Instrumental, se apresentou em vários estados do Brasil e também na Espanha, França e Uruguai, além de ter figurado em diversas listas de melhores discos de música brasileira de 2013.
Atualmente, é músico atuante do Rédea Solta e cursa música na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), em Florianópolis.

FELIPE SILVEIRA – O músico, compositor, instrumentista e intérprete Felipe Silveira, que é natural de Bom Retiro/SC, iniciou na música aos 10 anos de idade, e aos 15 compôs seus primeiros temas.Passou pelos projetos autorais Floreio Nativo e aLaCria, com os quais gravou um CD e um EP, respectivamente. Participou e foi premiado em importantes festivais de composição, sobretudo no sul do Brasil. Em 2013 nasce o Rédea Solta, com o qual Felipe atua como músico.
RAFAEL VIEIRA – Natural de Urubici/SC, músico, compositor e estudante de Direito, integrante do Trio Rédea Solta, iniciou sua vida musical aos 15 anos de idade cantando e aos 17 anos iniciou seus estudos de violão já com um grande interesse na área de composição. Participou de importantes festivais do gênero nativista com músicas de sua autoria e em parcerias. Atualmente participa do Projeto de música autoral Trio Rédea Solta, juntamente com seus amigos Felipe Silveira e Arthur Boscato, onde atuam fazendo show pela Região Sul do País.
Vamos ouvir nessa edição de O Sul em Cima, as músicas do CD FRUTIFICANDO que conta ainda com as participações de Pirisca Grecco, Alegre Corrêa e outros grandes músicos!

Ouçam Aqui – Programa 39
https://www.facebook.com/RedeaSoltaOficial/?fref=ts
http://www.redeasolta.com.br/