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O SUL EM CIMA 09 – BEBETO ALVES

Parte 1


Parte 2 

O SUL EM CIMA dessa edição mostra o mais novo trabalho de BEBETO ALVES, o álbum  Oh Blackbagual – Canção Contaminada.

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Bebeto nasceu Luís Alberto Nunes Alves no dia 4 de novembro de 1954 em Uruguaiana.
Participou da coletânea “Paralelo 30”, em 1978, só com artistas gaúchos. Seu primeiro disco solo, “Bebeto Alves”, é de 1981, mais tarde seguido por “Notícia Urgente”. Sempre buscou explorar músicas típicas do Rio Grande do Sul, como ranchos, toadas e milongas. Um de seus maiores sucessos foi “Quando Eu Chegar”, lançado em compacto em 1984. Ao longo da década de 80 incorporou ao seu estilo elementos pop, utilizando teclados, baixo elétrico, bateria eletrônica. Seus discos seguintes – “Novo País”, “Pegadas”, “Danço Só”, “Milonga de Paus”, “Paisagem” – mesclam a milonga e os ritmos gaúchos a diversos estilos como rock, reggae, pop e eletrônico. Nos anos 90 participou de uma trilogia dedicada à obra do compositor regionalista gaúcho Mauro Moraes, ao lado de outros músicos como Marcello Caminha, Clóvis “Boca” Freire, Lúcio Yanel. Integrou ainda o time de músicos que participou do disco “Porto Alegre Canta Tangos”, lançado inicialmente na Argentina. Em 2000, junto com o lançamento de “Bebeto Alves Y La Milonga Nova” (cujo show percorreu cidades européias), teve alguns discos da carreira relançados.

Em 2014 lança Milonga Orientao com produção de Marcelo Corsetti e Bebeto Alves.

Uma das principais parcerias da música brasileira contemporânea está de volta: Bebeto Alves (voz, guitarra e violões), Marcelo Corsetti (guitarras), Luke Faro (bateria) e Rodrigo Reinheimer (baixo e vocais) lançam em 2018 o mais novo álbum do grupo: Canção Contaminada. 

Canção Contaminada é um disco que nasce da urgência do momento, da urgência da palavra poética, da violência praticada contra todos nós todo o santo dia – da injeção de uma realidade que nos infecta com uma ideia de impotência, de indiferença e de imobilidade.

A vida, o mundo, como se fosse natural, se abrem para uma nova perspectiva – uma forma digital que nos entende assim em um futuro: transforma nossas relações e nos prevê incorpóreos, inumanos, aqui e agora e daqui mil anos, em uma origem que nos levou a pensar em liberdade, em participação e coletividade, mas, que na verdade, tem se configurado como uma prisão – um mundo, uma vida controlados por mais uma faceta do poder que nos encarcera na ilusão de que somos capazes através de uma ferramenta tecnológica, de mudar tudo em nossa volta. Sim, tudo está mudando em nossa volta e estamos sendo levados a mudar, não para um mundo melhor onde fazemos parte de uma vontade coletiva de mudança e transformação, mas sim de sua grande ilusão, a serviço de tudo que mais abominamos.

Oh Blackbagual – Canção Contaminada, são canções que se descobrem indignadas em um primeiro plano e que querem traduzir toda a série de bits e sequências de um pressuposto de liberdade. Parcerias com Walter Bordoni, cantautor montevideano, com André Bolivar, poeta visceral descoberto nas malhas da rede e de Humberto Gessinger, parceiro de Milonga Orientao, em uma nova composição chamada Outro Nada, fazem parte de uma incubadora de esperança.

E, de novo a ideia do alter ego Blackbagual – um alter ego coletivo que nos mistura, nos aproxima – eu, Marcelo Corsetti, Rodrigo Reinheimer e Luke Faro – músicos, parceiros, produtores, amigos, cúmplices e auto-replicantes – o bando blackbagual, diz Bebeto.

CAPA CD

FICHA TÉCNICA

Gravado e mixado em Porto Alegre/RS, no estúdio Tec Audio por Rodrigo Reinheimer

Produzido por Marcelo Corsetti, Rodrigo Reinheimer e Bebeto Alves

Masterizado por Marcos Abreu

 

MÚSICAS DO CD –  OH BLACKBAGUAL – CANÇÃO CONTAMINADA  (2018)

01 – O Espírito da Coisa, 02 – Um Dia, 03 – Religar, 04 – Outro Nada, 05 – Quimera, 06 – Bajo La Misma Ciudad, 07 – Águas Barrentas, 08 – Canção Contaminada, 09 – Tira Mancha, 10 – Você. 

Todas as canções de Bebeto Alves, exceto “Águas Barrentas” e “Você” por Bebeto Alves e André Bolivar

“Bajo La Misma Ciudad” e “Quimera” por Bebeto Alves e  Walter Bordoni

“Outro Nada” por Bebeto Alves e Humberto Gessinger 

 

Contatos:

https://www.facebook.com/bebeto.alves.393

http://www.bebetoalves.com.br/

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O Sul em Cima 8 – Duca Leindecker

O SUL EM CIMA dessa edição, mostra as músicas do álbum “BAIXAR ARMAS”, o mais recente trabalho de DUCA LEINDECKER

Parte 1

Parte 2

 

DUCA LEINDECKER
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Duca Leindecker é músico e escritor. Começou sua carreira aos treze anos de idade. De lá para cá construiu uma sólida trajetória como instrumentista, compositor, produtor artístico e escritor. No início dos anos 90 foi convidado por Bob Dylan para viajar pelo Brasil. Ganhou quatro troféus açorianos de música e seu primeiro livro, A Casa da Esquina, figurou como terceiro lugar na lista dos mais vendidos na Feira do livro de Porto Alegre e é amplamente adotado pelas escolas e universidades.

Foi líder da Banda Cidadão Quem com a qual lançou sete CDs. Depois criou o Pouca vogal (2008 a 2012), ao lado de Humberto Gessinger da banda Engenheiros do Hawaii. Com o projeto, os dois cruzaram o país na tour do CD e DVD gravado ao vivo em Porto Alegre.

Após as bandas Cidadão Quem, Pouca Vogal e os discos solo “Voz, Violão e Batucada” (2013) e “Plano Aberto” (2015), Duca Leindecker lançou dia 31 de março o álbum “Baixar Armas”, com 13 faixas inéditas, também disponibilizado  em todas as plataformas digitais.

BAIXAR ARMAS
1 CAPA BAIXAR ARMAS

O disco é um convite à reflexão sobre a epidemia de ódio e intolerância que assolou o Brasil nos últimos anos. Além da pegada roqueira, há influência da MPB e do regionalismo neste novo trabalho de um dos maiores expoentes do rock gaúcho. Solos intensos, letras diretas e melodias marcantes remetem à sonoridade dos últimos discos da Cidadão Quem.

O músico traz canções que ora soam como antídoto para a intolerância, ora como simples canções de amor, caso da hipnótica “Menina”, composta para a filha Laura. Em “Mais um Dia”, deixa evidente a dor com a perda do irmão e companheiro de banda, Luciano Leindecker. Duca aborda temas difíceis sem deixar de lado seu otimismo e leveza.

Todas as músicas são de Duca Leindecker, com exceção de Zumbis e Fadas (Duca Leindecker / Marcelo Truda) e  0x0 Ñ (Duca Leindecker / Humberto Gessinger).

Produção Artística: Duca Leindecker
Produção Executiva: Fábio Bolico
Produção Fonográfica: Produto Oficial

 

Participações:

DUCA LEINDECKER – Voz, Guitarras, Sintetizador, violões, piano,  baixo, vocais, orgão hammond  //   CLÁUDIO MATTOS – Bateria e Shaker  //  MAURÍCIO CHAISE – Vocais, Guitarra, Baixo, Bandolim, Guitarra slide  //   EDU BISOGNO – Piano, Órgão Hammond, wurlitzer, Sintetizador   //   LUCIANO ALBO (Os Cascavelletes) – Vocais  //   FÁBIO BOLICO – Percussão, bateria, bombo leguero e shaker   //   MUMU (Vera Loca) – Baixo e baixo fretless     //   VECO MARQUES (Nenhum de Nós) –  Guitarra Riff   //   SHANA MULLER – Voz   //   ALUÍSIO ROCKEMBACH – gaita   //   MECO DUTRA – Baixo   //   MARCELO TRUDA – Guitarras  //   HUMBERTO GESSINGER – baixo

Vamos mostrar no programa O Sul em Cima, as músicas do CD Baixar Armas (2018):

Baixar Armas, Menina, Moinhos Gigantes, Espinho e Flor, Eterno Agora, Mais um Dia, Crenças, Toda Verdade (participação de Shana Muller), Zumbis e Fadas, 0x0 Ñ (participação de Humberto Gessinger), Impacto das Bombas, I Love You e Chance de Gol.

CONTATOS:

https://www.facebook.com/ducaleindeckeroficial/
http://www.ducaleindecker.com.br/
https://www.facebook.com/produtooficial/

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O Sul em Cima 7 – Grupos Araucana e ÁRIA Trio

Parte 1

Parte 2 

O SUL EM CIMA dessa edição mostra o trabalho dos grupos ARAUCANA e ÁRIA TRIO.

GRUPO ARAUCANA

ARAUCANA

A estética da Milonga desconstrutivista

A desconstrução sonora por meio da fusão de vertentes da música latino-americana dá a cara ao som produzido pela Araucana: milonga, MPB, groove, rock, trip-hop misturam-se ao clima de temperaturas amenas do sul do Brasil, o ambiente ideal para as araucárias.

Originário de Caxias do Sul-RS, formado no final de 2016, o grupo passou 2017 produzindo seu primeiro álbum, Espirais em Aquarela, que conta com nove músicas, sendo cinco em português e quatro em espanhol. As letras, escritas por Maurício Kehrwald, tratam sobre existencialismo e o poder do ser humano na autogestão da mente e suas consequências.

A formação conta com integrantes atuantes no circuito musical do Rio Grande do Sul: Nina Fioreze (voz), Carlos Balbinot (guitarra), Rafael De Boni (acordeom), Maurício Kehrwald (violão), Lucas Chini (baixo) e Mateus Mussato (bateria).

O álbum foi lançado nas plataformas digitais em 12 de março de 2018 e está disponível para audição na íntegra.

O lançamento do CD aconteceu dia 25 de março, durante o Festival Brasileiro de Música de Rua, importante e tradicional evento que ocorre anualmente em Caxias do Sul e passa por diversas cidades da Serra Gaúcha.

capa cd ARAUCANA

Conheça os integrantes:

Nina Fioreze é cantora atuante na serra gaúcha e região metropolitana do RS ao lado do cantor William Monteiro. Carlos Balbinot assina a produção musical, guitarras, programações e charango do álbum Espirais em Aquarela. Como músico, atuou em bandas como Grandfúria, Volux e JL. Possui em seu currículo a produção de mais de 50 álbuns, dentre eles, de bandas como Cuscobayo, Grandfúria, Bob Shut, Salve Jurema, e Mindgarden. Rafael De Boni também desenvolve trabalho ao lado do músico Valdir Verona, com indicação ao prêmio Açorianos, além dos grupos CComa, De Boni & Henz e a cantora Tatiéli Bueno. Maurício Kehrwald possui em seu currículo produção musical e letras em trabalhos em Caxias do Sul, além de integrar também o projeto Pachamama Fusion. Lucas Chini gravou com Rafa Schuler, Cockeynne Bluesman, Ana Gazola, e Cia. de Dança Contemporânea Matheus Brusa. Além da Araucana, hoje participa dos projetos Não Alimente Os Animais e Azzy.

Mateus Mussato é também baterista da Mindgarden, vencedora do Prêmio da Música da Serra Gaúcha 2016 nas categorias Melhor Álbum de Rock e Álbum do Ano; Nei Lisboa & Salvagni Big Band, Bibi Jazz Band e Paradise Sessions.

ÁRIA TRIO

Ária Trio 1 foto FotoCine

Grupo instrumental com a rara combinação de piano, violão e harmônica mesclando as influências distintas de cada integrante. Iniciou os trabalhos no ano de 2000 na cidade de Caxias do Sul – RS. Após anos de pesquisa, composições, arranjos e shows com material próprio e releituras, em 2009 lança seu primeiro álbum, “AD LIBITUM”, que foi muito bem recebido e comentado pelo público e crítica especializada. Neste cd o grupo contou com Valdir Verona ao violão e teve a participação do percussionista caxiense Edemur Pereira e da percussionista mineira Rosa Amélia. No ano de 2012, Tomás Savaris assume os violões do trio e a sequência de shows e trabalhos permitiu que o grupo produzisse uma grande quantidade de material inédito. Em 2015 o trio, ainda mais coeso e maduro, lança seu segundo disco “ÁRIA TRIO II” trabalhando a proposta, seguida desde o início do grupo, de que cada membro tenha em suas composições a marca de sua trajetória pessoal. Esmeralda Frizzo (piano) tem a influência do estudo erudito, Tomás Savaris (violão) a força do regional brasileiro e sul-americano e Ricardo Biga por sua vez, a conexão com o blues/rock. Cada qual preserva as características de seu estilo em suas composições, mas abre espaço para que os outros integrantes do grupo coloquem sua musicalidade na interpretação e arranjos fazendo com que o produto final soe realmente único. O disco Ária Trio II contou com a participação do percussionista Marlon Castilhos (Porto Alegre) além do indígena Trio Manari (Pará). O grupo segue apresentando-se, em várias cidades do sul e também em outros estados do país como Pernambuco, Paraná e Minas Gerais.

Integrantes

Esmeralda Frizzo (piano)

Tomás Savaris (violão)

Ricardo Biga (harmônica)

ARIA TRIO 1- foto de Ricardo Fedumenti

Vamos apresentar no programa O SUL EM CIMA, as músicas:

01 – Espirais em Aquarela / 02 – Do Fogo que segue a queimar / 03 – Luz del fuego  / 04 –  Soy humano, Soy dios  / 05 –  Pós-apocalíptica / 06 – Pátria, Pampa y libertad  / 07 – De cada quântico salto  /  08 – Soy Pátria / 09 -Caem gotas multicoloridas do CD Espirais em Aquarela do Grupo Araucana. Todas as letras são de Maurício Alejándro Kehrwald e música de Araucana, com exceção da música Pátria, Pampa y Libertad que tem letra de Maurício Alejándro Kehrwald e música de Rafael Froner e Araucana.

Também vamos apresentar as músicas: 01 – Inesquecible (Esmeralda Frizzo) / 02 – Lucinda (Esmeralda Frizzo), música do CD Ad Libitum (2009)  / 03 –  Manhã Fria (Esmeralda Frizzo) / 04 – Meia Noite no Cais (Ricardo Biga), músicas do CD Ária Trio II de 2015.

Contatos:

ARAUCANA

araucanacxs@gmail.com

fb.com/araucanaoficial

instagram.com/araucanaoficial

ÁRIA TRIO

www.ariatrio.com https://www.facebook.com/ariatriocxs/

Telefone: (54) 3028.1746

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O Sul em Cima 6 – PAULINHO FAGUNDES

Parte 1 

Parte 2

O SUL EM CIMA dessa edição mostra o trabalho de PAULINHO FAGUNDES, em especial músicas dos álbuns Pedra Moura e Janeiro.

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A sonoridade de uma música universal é a principal característica do guitarrista Paulinho Fagundes. Nascido na cidade de Alegrete, o contato com música veio desde muito cedo, através de sua família. Com o passar dos anos, morando em Porto Alegre, Paulinho tornou-se um guitarrista bem conceituado, mostrando o seu trabalho em diversas cidades da América Latina, Europa, incluindo Cuba e Honk Kong.

Desde muito pequeno, Paulinho já observava o pai, Bagre Fagundes, e os dois irmãos, Neto e Ernesto Fagundes nas apresentações do grupo Inhanduy. O violão, sempre ao alcance como um objeto da casa no Alegrete era apenas um desafio para ele. A primeira manifestação do dom musical se deu durante os preparativos do grupo para uma apresentação em Porto Alegre quando Paulinho tinha cerca de seis anos. Enquanto a família preparava o palco do Teatro Dante Barone para a apresentação histórica que reunia Darcy Fagundes, Nico, Bagre, Neto e Ernesto, Paulinho teve o primeiro contato com um piano de calda. Sem cerimônias, se acomodou no instrumento e após um primeiro contato com o som das teclas, tocou a introdução de uma das músicas do grupo. A atitude despertou a atenção de todos e ao retornar para casa foi incentivado a ter aulas de piano. O interesse imediato não durou muito. Paulinho não gostava da proposta de tocar aquelas clássicas canções de iniciação em piano e não demorou para abandonar as aulas e voltar às brincadeiras de qualquer criança. Mas o violão ainda estava ali, ao alcance das mãos.

A carreira musical da família já estava consolidada quando Paulinho Fagundes decidiu que voltaria aos estudos. Desta vez começaria com aulas de violão para atingir o objetivo maior: queria ser guitarrista. Seu primeiro professor foi o guitarrista Edilson Ávila que orientou Paulinho pelos caminhos da teoria musical incentivando para todas as influências e gêneros existentes. Aos poucos ele foi percebendo e admirando a diversidade da chamada world music. Assim, a música instrumental, em especial o jazz, foi se tornando uma paixão. Paulinho já se sentia preparado para tocar profissionalmente ao lado dos irmãos e do pai. Em 1990, aos 18 anos, Paulinho Fagundes assumia como o mais novo integrante da banda do irmão Neto Fagundes . Com o outro mano Ernesto, Paulinho produziu três CD’s: Ernesto Fagundes, Guevara Vivo e A hora do mate, projetos que repercutiram em show em Havana, Hong Kong, e nos Açores.

Desde então, Paulinho Fagundes vive a música intensamente atuando também como arranjador e diretor musical. Passou a ser respeitado e admirado por grandes músicos e intérpretes. Participou de projetos nacionais e internacionais atuando ao lado de músicos conceituados mundialmente. Paulinho Fagundes orgulha-se de parcerias com músicos gaúchos como Alegre Corrêa, Guinha Ramires, Geraldo Flach, Totonho Villeroy, Bebeto Alves, entre tantos outros com quem ele teve a oportunidade de participar de grandes eventos como o Projeto Pixinguinha, Circular Brasil Instrumental, Jazz Fest, na Áustria, Festival de La Pataya, no Uruguai. Em 2006 Paulinho fez participação especial no show do músico Ivan Lins, no Theatro São Pedro.

No grupo Os Fagundes, Paulinho é o estudioso. Aquele que aconselha musicalmente o grupo e que empresta o seu virtuosismo para a música regional reconhecendo ali a origem de tudo.

Seu primeiro álbum, lançado em 2010, foi intitulado de Pedra Moura.

Lança agora em 2018 seu muito elogiado disco “Janeiro”. São sete faixas de um diálogo livre entre artistas que trazem em suas origens o sul do Brasil. Os músicos que fazem parte desse disco são Paulinho Fagundes (guitarra), Bebê Kramer (acordeon), Guto Wirtti (baixo) e Kiko Freitas (bateria).

Vamos apresentar no programa O Sul em Cima,  músicas dos álbuns Pedra Moura e Janeiro que são:  Pedra Moura e Cais do Porto (Paulinho Fagundes) do CD Pedra Moura de 2010. As músicas De Mano (Paulinho Fagundes / Alessandro Kramer ), Velho Zé (Guto Wirtti), Xamã (Alessandro Kramer), My Little Boat (Guto Wirtti), De Volta as Origens (Paulinho Fagundes / Kiko Freitas), O Sanfoneiro é Bom(Alessandro Kramer / Moacyr Luz) e Heleninha no Fervo (Paulinho Fagundes) do CD Janeiro de 2018.

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O Sul Em Cima 5 – Anaadi e Tess

O SUL EM CIMA dessa edição mostra o trabalho da cantora e compositora ANAADI em especial músicas do CD NOTURNO de 2017. Vamos ainda apresentar a música “Um Brinde” da cantora e compositora TESS.

Parte 1

Parte 2


ANAADI
ANAADI
A cantora Ana Lonardi abriu mão do sobrenome italiano para assumir a identidade de ANAADI, artista que canaliza suas diferentes influências musicais na apresentação de um som espontâneo e múltiplo, sem rótulos. A nova etapa é marcada pelo lançamento do primeiro disco da carreira da gaúcha, Noturno – início de uma trilogia que seguirá com os álbuns Iluminar e Vermelho.

– É o resultado de um processo em busca de leveza e autenticidade. Meu nome era mais formal, sisudo. Coisa de cantora de MPB classuda – explica a artista de 31 anos, cujo novo nome significa “eterno” na língua hindi. – Meu som está mais despojado, e Anaadi marca essa nova fase de se comunicar com o mundo – completa.

Noturno é um combo de sonoridades que embala o amor boêmio cativado na noite. Os caminhos percorridos por Anaadi em sua formação musical se apresentam nas 11 faixas do disco, atravessando gêneros como R&B, soul, reggae, afro, jazz, MPB e samba. As letras versam sobre o efêmero nas relações líquidas. falam sobre os desejos e desconfortos dos relacionamentos e dão poder de escolha à mulher.

Anaadi soa os sons de um mundo urbano, instigante, miscigenado. Com nuances afro, jazz, pop e samba, o disco reflete as interações musicais de seus 12 anos de carreira, e conta com participações como Roberto Menescal, Jorginho do Trompete e Serginho Moah. O álbum, inspirado no universo da noite, da sensualidade e dos prazeres da vida urbana, tem 9 composições próprias e duas releituras: “Samba e Amor”, de Chico Buarque e “A Flor e o Espinho”, de Nelson Cavaquinho.

Como cantora e compositora, já cativou ouvidos de grandes nomes da música como Ivan Lins, Ronaldo Bastos e Carlinhos Brown, trabalhando em colaborações com artistas nacionais e internacionais como Rick Wakeman, Roberto Menescal, Max de Castro e Guinga, de cujo próximo disco participa como intérprete convidada.

ANAADI começou aos 5 anos os estudos de canto e piano. Aos 16, passou a compor suas próprias canções e, descobrindo o jazz, aos 17 passou a se apresentar como intérprete, ao lado dos grandes músicos de sua cidade, Porto Alegre. Após concluir a faculdade de Psicologia da UFRGS, decidiu mergulhar, em 2010, na carreira musical.

Destaque na segunda edição do The Voice Brasil, ANAADI tornou-se comentarista oficial do programa RBSTV (afiliada Globo) em 2015, atuando como apresentadora semanal das novidades do programa na TV. No cinema interpretou “Maria Rosa”, ao lado de Arrigo Barnabé, dirigida por Maurice Capovilla no filme musical “Nervos de Aço”, inspirado na obra de Lupicínio Rodrigues. Ainda para as telas, idealizou e produziu o documentário “Arte das Musas?” (Canal Brasil/2015) sobre mulheres na Música, e compôs a trilha sonora do documentário “Madrepérola” (2016) sobre mulheres gordas, beleza e autoestima. O filme recebeu, entre outros, o Prêmio de Júri Popular da Mostra Film Series em Chicago (2017).

ANAADI foi eleita Melhor Intérprete no Festival das Rádios Públicas/RS. Seu show, voz e canções já percorrem palcos, rádios e festivais de Jazz no Brasil e na Europa. O disco “NOTURNO” faz parte de uma trilogia baseada em três estados de consciência: Purgatório, Céu e Inferno; e já se encontram pistas dos próximos capítulos nas redes sociais da artista.

Vamos apresentar no programa O SUL EM CIMA, as músicas de seu CD Noturno que são:

01 – INTRO NOTURNO (Anaadi/ Guto Wirtti/ Leo Bracht/ Luiz Mauro Filho),  02 – SEXYANTAGONISTA (Anaadi), 03 – É FAKE (HOMEM BARATO) (Anaadi/ Allan Dias Castro/ Angela dos Passos/ Eduardo Pitta/ Rodrigo Allende), 04 – SAMBA E AMOR (Chico Buarque), 05 – DEIXA DE PAPO (Anaadi / Allan Dias Castro / Eduardo Pitta / Rodrigo Allende), 06 – PLANO B (Anaadi / Rodrigo Panassolo), 07 – A FLOR E O ESPINHO (Nelson Cavaquinho / Guilherme de Brito / Alcides Caminha), 08 – JAZZY  (Anaadi), 09 – DE OLHOS FECHADOS  (Anaadi / Allan Dias Castro / Eduardo Pitta / Rodrigo Allende / Serginho Moah), 10 – POR QUERER ( Roberto Menescal / Anaadi / Allan Dias Castro), 11- BYE BYE, ADIÓS,  AU REVOIR  (Anaadi / Allan Dias Castro / Eduardo Pitta / Rodolpho Bittencourt / Rodrigo Allende)

Contatos:
https://www.anaadimusic.com/anaadi
https://www.facebook.com/perfilanaadimusic

TESS
TESS
Carioca, a cantora e compositora cresceu no meio artístico: seu pai é o músico Vermelho, tecladista da banda 14 Bis. Na adolescência, aprendeu a tocar violão e passou a estudar canto. Começou a compor e a partir de então seguiu paralelamente os estudos na faculdade de Direito com suas gravações musicais. Tem como influências musicais ícones da música nacional como: Adriana Calcanhotto, Marisa Monte, 14 Bis, Lô Borges, Beto Guedes.

A artista resgata nesse trabalho o melhor do Pop Contemporâneo, com diferentes ritmos e estilos musicais. A música de trabalho, Um Brinde, é seu primeiro single distribuído nas plataformas digitais, trazendo uma pegada latina. A cantora traz na bagagem musical e cultural grandes influências e muitos sonhos e não nega essa vertente que nos remete aos anos 70, onde sonhar era o melhor caminho para compor. E essa é, com certeza, sua maior característica; o toque sonhador em suas composições.

Contato: E-mail:
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