O SUL EM CIMA 19 / 2026

1) – ORDINARIUS  é um grupo que usa as vozes como instrumentos principais e a percussão como seu perfeito complemento tendo a brasilidade, em suas diversas possibilidades, como linguagem musical, e os arranjos vocais inéditos de Augusto Ordine como fio condutor. Com dezoito anos de estrada, o conjunto já passou por vários estados brasileiros e mais de uma dezena de países na Europa, América Latina, América do Norte e Ásia, levando o repertório de seus diversos projetos em festivais e turnês. O choro carioca, Pixinguinha, Carmen Miranda, Aldir Blanc, Bossa Nova e mesmo canções autorais dos componentes do grupo foram alguns dos temas visitados, e o álbum Brasuca é a primeira incursão do grupo em um repertório de compositores contemporâneos, de diversos estilos, abarcando todas as regiões do país. O sexteto é formado por Antonia Medeiros, Augusto Ordine, Beatriz Coimbra, Fabiano Salek, Maíra Martins e Matias Correa, sendo Augusto o diretor musical e arranjador e Maíra a produtora executiva do grupo.

De Cuiabá ao Rio Grande do Sul, de Brasília ao Rio de Janeiro, Brasuca é um retrato da pluralidade da canção brasileira em uma seleção de compositores, gêneros e localidades que pretende traçar um dos muitos retratos possíveis de uma nação de culturas tão diversas. “Brasuca” nasceu do desejo de valorizar o ofício do compositor, aquele artista que, na maior parte das vezes está fora dos holofotes, mas mantém viva a tradição da canção brasileira. O álbum é um mosaico de ritmos, sotaques e poéticas, transitando pela ciranda, o maracatu, o baião e o ijexá, com parcerias que cruzam o mapa e reafirmam o compromisso do Ordinarius com a diversidade da música popular. “Queríamos homenagear não apenas os grandes nomes, mas os compositores que estão vivos, criando, ensinando, compondo… Nossos parceiros e que seguem movidos por necessidade e impulso artístico. Músicos, professores, aquelas pessoas que fazem um trabalho incansável e de resistência pela música. É um testemunho sobre a importância desta função”, explica Maíra Martins, uma das componentes do grupo.  
Gravado ao longo de 2024 e 2025, “Brasuca” marca mais um capítulo da sólida trajetória do Ordinarius, um dos grupos vocais mais ativos e premiados do país, com turnês por mais de 60 cidades brasileiras e 50 internacionais, prêmios como o Profissionais da Música (Grupo Vocal) e participações em festivais em países como Alemanha, França, Panamá, Chile, Portugal e Suíça.  Músicas (álbum  Brasuca – Lado A)  : 01 – Balanceiro  – Juliana Linhares, Khrystal, Moyseis Marques e Sami Tarik  – com Ordinarius, Antonia Medeiros // 02 – Casca de Noz  – Kalu Coelho e Renato Frazão  – com Ordinarius, Beatriz Coimbra // 03 – Cirandeira – PC Castilho – com Ordinarius, Augusto Ordine –  Músicas  (álbum  Brasuca – Lado B)  : 04 – O Trem, O Tempo, O Menino  – Renato Frazão – com Ordinarius, Augusto Ordine, Beatriz Coimbra // 05 – Do Contra  – Iso Fischer, Lucina – com Ordinarius, Antonia Medeiros  // 06 – Num Ciúme Só – Hermínio Bello de Carvalho e Vidal Assis – com Ordinarius, Augusto Ordine, Fabiano Salek 

2) JULIE WEIN – A artista paranaense radicada no Rio de Janeiro JULIE WEIN, é   cantora, compositora, atriz, instrumentista e Doutora em Neurociências pela UFRJ. Com um currículo longo nas artes e na ciência, Julie Wein se destaca na nova cena musical brasileira. Seja na pesquisa acadêmica ou frente ao microfone, a música é a sua matéria-prima. Nascida em um meio regado de estímulos artísticos – o pai violoncelista de orquestra (Romildo Weingartner) e a mãe coreógrafa (Rocio Infante), Julie canta desde pequena. Como atriz, estreou aos 15 anos como Anne Frank na peça ‘O Diário de Anne Frank’.

Chegou às plataformas de música em junho / 2026,  “Pianos e Canções”, segundo álbum da discografia da cantora Julie Wein. Com “Pianos e Canções”, Julie Wein celebra a tradição do piano popular na canção brasileira, reunindo músicas de compositores como Johnny Alf, Tom Jobim, Ivan Lins e Benito di Paula. “A seleção desse repertório foi um mergulho na memória afetiva e um resgate da pluralidade que fundamenta a nossa identidade musical. Gravei compositores que sempre me inspiraram a escrever canções e a me acompanhar ao piano, cantando e tocando, aproximando no mesmo disco universos tão distintos quanto os de Benito di Paula e Tom Jobim”, pontua Julie Wein, que já participou de vários espetáculos musicais como atriz e cantora, além de ter sido preparadora vocal de outras montagens. Músicas: 01 – Homem Virtuoso  –  Julie Wein e Matheus Prevot  // 02 – Retalhos de Cetim  – Benito Di Paula // 03 – Bilhete  – Ivan Lins e Vitor Martins – Part especial  Ivan Lins // 04 – Trocando em Miúdos  – Francis Hime e Chico Buarque – part Esp: Francis Hime // 05 – Balada do Louco  – Arnaldo Baptista, Rita Lee

3) TATIÉLI BUENO  é cantora gaúcha, com 18 anos de trajetória dedicada à música popular brasileira, regional urbana e latino-americana. Em 2025, lançou o EP Meu Lugar, indicado quatro vezes ao prêmio Açorianos de Música RS 2025 na categoria MPB. Sua discografia inclui os álbuns Sensibilidade (2015) e Do Rio Grande do Passado ao Rio Grande do Futuro (2010). A cantora Tatiéli Bueno lançou dia 15 de maio de 2026 o single “Canário do Reino”, disponível em todas as plataformas digitais de áudio. A canção marca mais um passo importante no amadurecimento artístico da intérprete, reafirmando sua atuação na música brasileira e destacando seu timbre vocal em uma proposta vibrante que valoriza sua versatilidade artística e potência na música brasileira.  “Canário do Reino” dá continuidade ao movimento iniciado com o EP “Meu Lugar”, lançado em 2025, trabalho que oficializou o reposicionamento de Tatiéli Bueno no mercado musical. A nova fase se fortalece ainda mais em 2026 com o lançamento do espetáculo “Tatiéli Bueno visita Milton Nascimento”, que estréia em 3 de setembro em Caxias do Sul. O show consolida a postura artística da cantora, evidenciando sua conexão com a essência da música brasileira e com grandes referências da canção nacional.  Com uma interpretação alegre, livre e intensa, “Canário do Reino” simboliza liberdade, verdade e novos voos – conceitos que dialogam diretamente com o atual momento da carreira da artista.  Música:01 – Canário do Reino – Carvalho e Zapatta – interpretação: Tatiéli Bueno

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O SUL EM CIMA 18 / 2026

Artur Wais é cancionista. Recebeu cinco indicações ao Prêmio Açorianos de Música pelo álbum “Nós Nessa Cidade” (Rota de Pedestre, 2022). Em sua trajetória internacional, participou de uma residência artística em Bologna (Itália) em 2023, onde gravou o single “Sobreviver aos 30” (2024), e do “Festival de La Canción de La Serena” no Uruguai. Com forte presença na cena cultural de Porto Alegre, circulou por diversos espaços locais, como a Casa de Cultura Mário Quintana, a Sala Álvaro Moreyra, e o Espaço 373. Em 2025, realizou o projeto  “Formato Mínimo da Canção”, selecionado por edital do Ministério da Cultura e executado no Espaço Força e Luz. Além de sua atuação no Rio Grande do Sul, marcou presença em festivais em São Paulo e Montevidéu.  Em abril de 2026, Artur lançou nas plataformas digitais seu primeiro álbum, “Se Acostumar”, que também tem versão física em formato de fita K7 e de CD. O projeto, com produção musical de Marcelo Corsetti, é um álbum conceitual dividido em Lado A: “Chegadas” e Lado B “Partidas”, explorando as dualidades dos encontros e desencontros do cotidiano. O trabalho é um registro documental e artístico que transita entre as tradições do Sul e uma sonoridade contemporânea, fruto de um processo de maturação vivenciado em festivais de composição e residências artísticas. A extensa ficha técnica reforça o caráter colaborativo que Artur vem imprimindo em sua trajetória. Com produção musical de Marcelo Corsetti, o álbum conta com uma banda base formada por Miguel Tejera (baixo) e Dani Vargas (bateria), além de uma constelação de participações que inclui vozes como as de Brenda Billmann e Cecilia Tres, percussões, sopros e um quarteto de cordas. 

“É um projeto solo, mas que é também coletivo. Me encanta poder envolver vários amigos e amigas na construção desse repertório. Tem me agradado fazer assim”, comenta o artista.  Entre as parcerias de composição, figuram nomes como João Ortácio, Nandico Saldanha, Marília Kosby, Thayan Martins, Yuri ML, Zelito Ramos, Guilherme Saldanha e Guilherme Becker. O encerramento definitivo do ciclo se dá com a faixa-título, que sintetiza a filosofia da obra: a necessidade de aprender o tempo exato de ficar e o de partir. 
Músicas do Lado A “Chegadas”: 01 – Organizando todo Mundo Sonha – Artur Wais // 02 – Papazinho  – Artur Wais, Yuri ML e Zelito Ramos – part Yuri ML e Zelito // 03 – Sobre Nós  – Artur Wais e Guilherme Becker
Músicas do Lado B “Partidas”: 04 – Era pra eu ter sido um Beijo  – Artur Wais // 05 – Vida de Isqueiro  – Artur Wais, Nandico Saldanha, Marília Kosby, Guilherme Becker, Thayan Martins e Guiga Saldanha – participações:  Cecilia Tres, Brenda Billmann, Nandico Saldanha, Marília Kosby, Flashbecker e  LEME  // 06 – Se Acostumar  – Artur Wais – part Marcelo Corsetti 
 
BANDA DORA AVANTE – A banda Dora Avante anunciou o lançamento de seu primeiro álbum ao vivo, celebrando os 3 anos de estreia nos palcos com registro histórico do show realizado em 13 de maio de 2026 no Teatro Municipal Pedro Parenti, em Caxias do Sul. O trabalho marca mais um passo da trajetória do grupo gaúcho, vencedor do 8º Prêmio Profissionais da Música.
Dora Avante iniciou suas atividades em maio de 2020. Reunindo 4 músicos ecléticos e versáteis que se encontraram ao longo do curso de música da Universidade de Caxias do Sul, Dora Avante é uma banda gaúcha formada por Alexandre Fritzen (vocais, piano e teclado) Augusto Dosso (baixo, violão e guitarra), Bruno Borges (guitarra e violão) e Giovane Albarello (bateria e percussão). O repertório do grupo é totalmente autoral, com composições de Alexandre Fritzen. Trazendo a sonoridade da canção urbana gaúcha, Dora Avante mistura influências de MPB, pop rock e rock progressivo, englobando aspectos da música popular brasileira mescladas ao pop contemporâneo. As letras das músicas são repletas de metáforas, abordando aspectos do cotidiano, refletindo sobre o amor e a existência.   
Em 2024 a Dora Avante lançou seu primeiro álbum e em 2026 lança seu primeiro álbum ao vivo.   
MÚSICAS (Dora Avante Ao Vivo) – AUTORIA de Alexandre Fritzen da Rocha: 07 – Bem-te-vi // 08 – O Velejar da Vida  // 09 – Relato em Cartão Postal  // 10 – O Domínio de Kronos  // 11 – Te Dizer // 12 – Nascerá   
 
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O SUL EM CIMA 17 / 2026

Nesse programa, vamos apresentar o trabalho de LEANDRO MAIA, com entrevista do artista concedida a Kleiton Ramil e vamos mostrar também em primeira mão , uma música inédita que vai ser lançada nas plataformas de música em breve. É a música ‘Lampejo’, de autoria de Kleiton Ramil e João Victor Aiello, com interpretação de Leandro Maia.

NOVA MÚSICA EM BREVE!!
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Lampejo é um lançamento de Leandro Maia a partir da produção musical de Kleiton Ramil, que assina a composição ao lado do jovem letrista e escritor João Victor Aiello. A faixa retoma o espírito coletivo e o alto astral dos Almôndegas em seus temas mais existencialistas com forte trabalho vocal, arranjo delicado e mensagem profunda. O encontro de gerações marca este tema atemporal e místico. “Ao céu tudo, aos medos nada” convoca a seguir em frente sem esquecer das origens.

Você é nosso convidado para dia 20 as 20 hs, estar com Leandro Maia, João Aiello e Kleiton Ramil, onde eles vão contar a historia de Lampejo. e outras mais. No instagram: @leandromaiacompositor, @joao.aiello, @kleitonramil

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Leandro Maia é  Especialista em Letras – Práxis da Criação Textual (Uniritter), Mestre em Letras (UFRGS),  Licenciado em Música (UFRGS) e  PhD em Música (Songwriting) pela Bath Spa University / Reino Unido.   É professor do Centro de Artes da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), junto aos Cursos de Bacharelado em Música e Especialização em Artes  e coordena a AGIMOS – Agência de Indústria Criativa e Mobilização Social da UFPel.    Possui quatro discos autorais e em 2020, lançou o filme “Paisagens”, dirigido por Juliano Ambrosini e Nando Rossa. Recebeu o 1º Prémio Ibermúsicas de Composición de Canción Popular, concedido pela Organização dos Estados Ibero-Americanos. Recebeu o Troféu Brasil-Sul de Música como intérprete, melhor projeto visual e melhor disco infantil (para Mandinho). Possui cinco Prêmios Açorianos de Música,  um Troféu RBS Cultura e diversas indicações como compositor e melhor espetáculo.
“Palavreio”, produzido por Pedrinho Figueiredo, é seu CD-livro de estréia, considerado um dos dez melhores discos brasileiros de 2008, vencedor do Troféu Açorianos de Música, categoria Revelação e Troféu RBS Cultura, Menção Honrosa.  
“Mandinho” (2012, produzido por Leandro Maia e Luiz Ribeiro) é o seu segundo disco. Com acento regional e universalidade existencial, Mandinho mergulha na infância e sua relação com “o mundo”. Presente e passado, realidade e fantasia, cotidiano e estranhamento estão equilibrados no trabalho, que respeita a infância como um espaço de construção de pensamento, de poesia e de curiosidade.
Em 2014, Leandro lançou Suíte Maria Bonita e Outras Veredas, produzido por André Mehmari. Dedicado à figura feminina e uma ode ao mundo histórico-literário, o disco começou a ser gestado em 2009. Com 15 canções, o trabalho – dirigido e produzido por André Mehmari – propõe uma “Nova Canção Brasileira de Câmara” através da interface entre o dito “erudito” e o dito “popular”. Contemplado em 2013 com Prêmio Funarte de Música Brasileira.
“Guaipeca: uma ilusão autobiográfica” (2023, produzido por Luciano Mello). Guaipeca é como se chama o cachorro vira-lata. Uma palavra de origem indígena, muito utilizada no sul do país para o “cachorro de rua”, “bicho solto”. Guaipeca é avatar, o alter ego, o duplo que Leandro Maia escolheu para contar a sua “ilusão autobiográfica”, que se desenvolve em três eixos narrativos interligados: o amor, o humor e a política (crítica social).
Músicas do álbum Palavreio: 01 – Paisagens // 02 – Palavreio  – Músicas do álbum ‘Mandinho’: 03 – Bem Capaz // 04 – Samba da Páscoa –  Músicas do álbum Suíte Maria Bonita e outras Veredas: 05 – Eu Nuvem  – Leandro Maia e Vitor Ramil  – participação especial: Vitor Ramil // 06 – Histórias de Nós Dois  – Marcelo Delacroix e Leandro Maia – Participação especial: Marcelo Delacroix – Músicas do álbum Guaipeca: 07 – Deus na Laje – Pablo Lanzoni e Leandro Maia // 08 – Guaipeca  – Leandro Maia – incluindo trecho do poema Negritodes de Leandro Maia – participação de Maria Falkembach (voz) e Marcelo Callado (bateria) – Música inédita: 09 – LAMPEJO – Kleiton Ramil e João Victor Aiello – Interpretação: Leandro Maia 
 
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O SUL EM CIMA 16 / 2026

1) LIA DE ITAMARACÁ e DAÚDE – Encantador, potente e mágico: estas palavras definem perfeitamente o mar e também se aplicam ao álbum Pelos Olhos do Mar, lançamento do Selo Sesc. Este álbum marca a primeira parceria fonográfica entre Daúde e Lia de Itamaracá, unindo força ancestral e modernidade através das vozes vibrantes de duas mulheres que representam a cultura popular. Produzido por Pupillo e Marcus Preto, o álbum conta com dez faixas que mesclam composições inéditas e releituras de clássicos da música brasileira, celebrando o feminino, a negritude, a resistência, a tradição e o poder da coletividade. 
Com trajetórias distintas, Lia de Itamaracá é uma guardiã das tradições, símbolo vivo da cultura pernambucana, enquanto Daúde, baiana de origem e artista de vanguarda, é pioneira ao unir elementos da negritude e da música brasileira em linguagem contemporânea. As dez canções de Pelos Olhos do Mar formam um mosaico de tempos, ritmos e histórias. O repertório inclui boleros que evocam romantismo, cirandas que reafirmam identidade e composições inéditas.
Músicas: 01 – As Negras  – Chico César // 02 – Santo Antônio da Boa Fortuna  – Emicida // 03 – Pout-Pourri de Cocos – Bar do Hermínio  (Dona Celia do Coco) / Galo Cantou   (Selma do Coco) / Xô, Xô, Meu Sabiá  (Domínio Público) //  04 – Pelos Olhos do Mar  – Pupillo e Otto // 05 – Bordado – Karina Buhr // 06 – Se meu amor não chegar nesse São João  – Mestre Baracho 
 
2) CAROL PEDROSO – Mulher indígena, amazônida de Santarém, artevista socioambiental, cantora, compositora, escritora, vocalista do grupo de mulheres indígenas Suraras do Tapajós e fascinada pela dança, Carol Pedroso lança o seu primeiro EP, “Eu canto minha força, meu lugar”, com direção musical de Manoel Cordeiro e participações especiais de Dona Onete, Lia Sophia, O Som Que Vem Delas e Suraras do Tapajós.
Sobre o EP: Eu Canto Minha Força, Meu Lugar é um projeto musical que traduz minha trajetória como artista, em canções inspiradas na minha ancestralidade, na força das mulheres e na resistência dos povos da floresta. E destaco minhas referências musicais, através de grandes experimentações e colaborações artísticas, como instrumento de transformação e afirmação cultural. O projeto também evoca memórias afetivas, como a homenagem a minha avó Isabel Pedroso, e dialoga com as múltiplas linguagens artísticas que compõem minha vivência artística no cenário cultural, conta a artista. 
Músicas: 01 – Força Feminina  – Carol Pedroso, Janaína Aparecida Figarella Gouvêa e Maria Lídia Aires de Mendonça – part esp. O Som que vem delas e Suraras do Tapajós  // 02 – Carimbó da Beca – Ana Carolina da Cruz Pedroso, Ionete da Silveira Gama e Manoel Cordeiro – part esp. Dona Onete // 03 – Á Belém – Carol Pedroso // 04 – No Batuque de Alter – Carol Pedroso – part esp Lia Sophia 
 
3 – SURARAS DO TAPAJÓS – Formado em 2018 por mulheres indígenas do povo Borari, em Alter do Chão, no Pará, o grupo Suraras do Tapajós tornou-se uma referência nacional ao unir música, ancestralidade, ativismo e afirmação cultural. Surgiu dentro da Associação de Mulheres Indígenas Suraras do Tapajós, coletivo que faz luta em defesa do meio ambiente e pelos direitos das mulheres dentro do território indígena. Reconhecidas como primeiro grupo de carimbó formado exclusivamente por mulheres indígenas no Brasil, elas transformaram os palcos em espaços de encontro, memória e resistência, levando suas narrativas para festivais, projetos culturais e eventos em diferentes regiões do país. Suas canções são cantadas em português e nheengatu, língua indígena falada no Baixo Tapajós. O nome ‘Suraras’ é nheengatu e significa ‘guerreira’. 
Músicas: 01 – Da Nascente à Foz  – Carol Pedroso, Adelina Borari, Gilvana Borari e Val Munduruku – “Da Nascente à Foz” é um manifesto contra o avanço do garimpo ilegal na região do Rio Tapajós // 02 – Guerreira Surara  – Ianny Cristhian de Vasconcelos Alves, Keissiane Pereira Maduro e Silvan Galvão dos Santos
 
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O SUL EM CIMA 15 / 2026


LOULU GILBERTO –
Em seu disco de estreia, a cantora Loulu Gilberto se inspira no universo artístico do pai, João Gilberto (1931-2019). Aos 21 anos, ela grava canções que envolvem a memória paterna e o aprendizado musical na infância, os pontos de partida de seu canto. Ainda pequena, Loulu foi acompanhada inúmeras vezes pelo violão de João, seu primeiro mestre. O álbum “Loulu Gilberto” (Sony), com produção musical de Cézar Mendes e Mário Adnet, vai além do tributo a João, o definidor da batida da bossa nova, e ilumina a modernidade da tradição musical brasileira e americana, ao englobar o samba, o jazz, o samba-canção e cantigas de ninar.
Nascida em 2004, filha de João com a jornalista Cláudia Faissol, a carioca Luísa Carolina Gilberto (Loulu) perdeu o pai aos 15 anos, mas toda uma sensibilidade musical já havia sido estimulada pelo seu mestre maior. “Quando ele faleceu, parei de cantar. Porque eu cantava com ele. E aquilo foi me fazendo uma falta tremenda…” Foi aos 16 que ela percebeu que queria — ou precisava — voltar. A pandemia tinha acabado, tudo voltando à normalidade. E ela sentiu muita saudade de cantar. No Rio de Janeiro, ela procurou o violonista e compositor Cézar Mendes (Grammy Latino 2021), professor de violão que lhe encaminhou a uma professora de canto. Indo além, Mendes repetiu os antigos treinos de Loulu com o pai, passando a acompanhá-la com o violão na mesma sala de visita em que João a apresentou como futura cantora, dois anos antes.
Numa estreia madura, Loulu apresenta em 13 faixas seu compromisso com a modernidade atemporal da canção popular. Suas performances vocais são solares e lúdicas, filiadas à exatidão e à leveza de João, sempre com uma personalidade bem definida.
Músicas: 01 – O Amor nos encontrou  – Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli // 02 – Avarandado – Caetano Veloso – part especial Tom Veloso  // 03 – Manias  – Flávio Cavalcanti e Celso Cavalcanti // 04 – Jou-Jou e Balangandans  – Lamartine Babo – part especial: Maria Carvalhosa // 05 – Beija-me  – Mário Rossi e Roberto Martins  // 06 – Duas Contas  – Garoto // 07 – Qui nem Jiló  – Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira 
 
PEDRO LONGES – Pedro Longes é cantor, compositor, instrumentista e educador, com trabalhos que dialogam com a música popular brasileira, a música erudita e sonoridades latino-americanas. Pedro Longes lançou os álbuns Conexión (2015), Longes Canta Spinetta (2018), Canções de Amor e Solidão (2021), Sinestesias (2021) e Canciones con Drama, de Arthur de Faria & Pedro Longes e realizou diversos shows, inclusive no Chile, lugar em que viveu e estudou música durante quatro anos. 
Mágica Mistral é o sexto álbum de Pedro Longes lançado dia 29/05/2026. Reúne doze composições a partir de poemas de Gabriela Mistral (1889–1957), reconhecida escritora, educadora e diplomata chilena, além de um poema relacionado, de autoria desconhecida. O novo álbum  do artista propõe um encontro entre música e literatura, transitando entre a canção sul-americana e a MPB. Em Mágica Mistral, Longes coloca a tradução como gesto artístico central, explorando os intervalos entre o espanhol original e o português. Gravado no Estúdio SOMA em Porto Alegre, o álbum conta com banda de cordas, sopros e percussão, e as participações de Vitor Ramil, Paola Kirst, Marcelo Delacroix, María Segú, Arthur de Faria, Yasmini Vargaz e Cau Karam.
MÚSICAS do álbum Mágica Mistral : 01 – O Amor que Cala – Pedro Longes e Gabriela Mistral // 02 – Canción de Los que Buscan Olvidar – Pedro Longes e Gabriela Mistral  – Part Especial Vitor Ramil // 03 – A Água – Pedro Longes e Gabriela Mistral  – part Especiais de  Cau Karam e Paola Kirst // 04 – Amanhecer  – Pedro Longes – part especiais: Arthur de Faria e Yasmini Vargaz // 05 – Noite  – Pedro Longes e Gabriela Mistral – part especial: Marcelo Delacroix //063  – Palavras Serenas  – Pedro Longes e Gabriela Mistral 
 
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O SUL EM CIMA 14 / 2026

O Projeto Caleidoscópio  existe desde 1999 e teve reconhecimento de vários artistas de renome internacional.   Reúne nos seus álbuns, o maior casting de músicos de renome e feats do Brasil sendo ele autoral e independente. O Projeto é composto de músicas com influências de estilos como progressivo, Fusion, MPB, World Music, Folk, etc. A metáfora do Caleidoscópio é composta da idéia de que cada faixa dos CDs tem diversos músicos tocando, dando luz, forma, cores e matizes diferentes para cada uma, como se sonoramente formassem imagens de um lindo Caleidoscópio. O duo tem lançado os álbuns CarrosselO Sete e Luz & Sombra. 
O Projeto Caleidoscópio lançou dia 22 de maio de 2026,  o álbum “Estrangeiros”, novo trabalho do duo formado por Analu Paredes e Arthur Nogueira, reunindo 12 faixas inéditas e muitas participações especiais. O conceito do título “Estrangeiros” é uma reflexão do não pertencimento, daquele que não se encaixa, que vive buscando um lugar adequado, mas sempre nota que é diferente. Fala da angústia de não ser igual, mas também da virtude de ser único! 
O novo álbum do Projeto Caleidoscópio, “Estrangeiros”, traz novamente a participação do cantor e intérprete Ney Matogrosso,  que junto com Analu Paredes interpreta o passional bolero que dá título ao álbum. Ambos cantam embalados pelo arranjo do violonista Arthur Nogueira. O álbum “Estrangeiros” reúne 11 convidados em 12 canções. Além de Ney Matogrosso, o trabalho conta com participações de Leo Jaime, Rafael Portugal, Biafra, Thomas Roth, Isabella Taviani, Camila Paredes, Zé Maria Pescador, Zé Alexanddre, Natália Boere e Milton Guedes. O disco reúne ainda músicos convidados como Alberto Rosenblit no piano, Christiano Caldas, Fred Bertoli, Márcio Bahia, Cláudio Infante e Sérgio Melo nos teclados, além dos baixistas Adriano Giffoni, Francisco Falcon e Jorge Ailton. A produção executiva e a preparação vocal ficaram sob responsabilidade de Analu Paredes, enquanto a mixagem e masterização foram assinadas por Sidney Sohn Jr. A direção musical  ficou a cargo de Analu Paredes e Arthur Nogueira, enquanto os arranjos foram desenvolvidos por Arthur.   
Músicas do álbum Estrangeiros (todas de autoria de Analu Paredes e Arthur Nogueira): 01 – Diário de Giz – part especial de Biafra // 02 – A Mais Linda Sinfonia  – de Analu Pares, Arthur Nogueira e Thomas Roth – Part esp Thomas Roth // 03 – Tão Clara  – part esp Camila Paredes // 04 – Aurora Boreal  – part esp Isabella Taviani // 05 – Os Três  – de Analu Paredes, Arthur Nogueira e Zé Maria –  part esp Zé Maria Pescador // 06 – Pedra de Sal – part esp Natália Boere // 07 – Rabiscos  – part esp Leo Jaime // 08 – Estrangeiros  – part esp Ney Matogrosso // 09 – Trilhos da Cidade  – part esp Rafael Portugal // 10 – Viajante das Estrelas  – part esp Milton Guedes // 11 – Roda de Samsara  // 12 – Profética  – part esp Zé Alexanddre 

O SUL EM CIMA 13 / 2026

BENTO GIL – O cantor e compositor Bento Gil, neto de Gilberto Gil lançou dia 19 de maio de 2026 seu primeiro álbum solo, Silêncio Azul. Gravado em março deste ano, o disco reúne 11 faixas que exploram um universo musical marcado pelo violão, pela atmosfera praieira e pelas influências da música brasileira. Produzido por Bárbara Ohana, mãe do artista, o álbum conta com participações de nomes consagrados como Jaques Morelenbaum, Mestrinho, Clara Buarque, Moreno Veloso e do próprio Gilberto Gil, que aparece na faixa instrumental “Amazônia”.
Filho de Bem Gil e da produtora Bárbara Ohana, Bento é o mais novo artista de uma das famílias mais influentes da música brasileira, iniciada por seu avô, Gilberto Gil, de 83 anos. Com sua estreia, ele passa a integrar a terceira geração da linhagem musical, que reúne diferentes trajetórias artísticas ao longo das décadas.
No disco, Bento expõe de forma romântica e delicada em suas letras questões da natureza das coisas, do amor e das perdas, da praia e da areia, do vento e do seu assobio e das solidões de vivermos num mundo tão grande e tantas vezes solitário e a beleza de encontrar o amor nisso tudo.
Músicas: 01 –  Tardes de Janeiro – Bento Gil // 02 – Lugar Nenhum  – Bento Gil e Bárbara Ohana  // 03 – A Onda Quebra   – Bento Gil – part  Jaques Morelenbaum // 04 – Sereia do Mar  – Bento Gil e Bárbara Ohana // 05 – Amazônia  – Gilberto Gil  – part Gilberto Gil e Danilo Penteado // 06 – Samba do Bonfim  – Bento Gil – part Clara Buarque 
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JULIANA LINHARES – A cantora, autora, diretora e atriz natalense Juliana Linhares lança, seu segundo álbum, “Até Cansar o Cansaço”, que nasce como reação a um sentimento coletivo e atual de esgotamento. A obra musical, criada para transmutar cansaço em ações e movimentos oníricos, propõe a construção de futuros possíveis e ativa a força criativa como forma de reencantamento do mundo, em um sonho coletivo. Com direção artística de Marcus Preto e arranjos e produção musical do multi-instrumentista Elísio Freitas, o álbum “Até cansar o cansaço” sucede o aclamado “Nordeste ficção” na discografia solo de Juliana Linhares.
Cantora, compositora, diretora e atriz potiguar, Juliana Linhares é uma das vozes mais expressivas da música brasileira contemporânea. Além de sua festejada carreira solo, Juliana integra a banda Pietá e o projeto Iara Ira, com os quais lançou três álbuns. Sua trajetória inclui colaborações com artistas como Ney Matogrosso, Anastácia, Chico César, Larissa Luz, Khrystal, Letrux, Tom Zé, Zeca Baleiro e Agnes Nunes e apresentações em importantes palcos em todo o Brasil. 
Em 2021 aposta na carreira  solo com o disco Nordeste Ficção, que tem direção artística de Marcus Preto e produção musical de Elísio Freitas, imaginando-o como um roteiro de teatro, um romance de autoficção e um docudrama cinematográfico. Sua discografia inclui ainda o EP Perdendo o Juízo (2020), com produção musical de Josyara.
Músicas: 01 – Emaranhada  – Juliano Holanda // 02 – Depois do Breu  – Juliana Linhares e Rafael Barbosa de Araújo // 03 – Conseguiram Parabéns – Manduka // 04 – A Palo Seco – Belchior  // 05 – Mistério do Óbvio – Luiz Gabriel Lopes – part Ney Matogrosso // 06 – Até Cansar o Cansaço – Juliana Linhares e Jeff Lyrio
 
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O SUL EM CIMA 12 / 2026

O Grupo Chão de Areia nasceu no litoral norte do Rio Grande do Sul e vem fazendo, ao longo dos seus mais de 20 anos de carreira, um resgate da viola do sul do Brasil, instrumento que foi por muitos, esquecido na tradição gaúcha. O Grupo Chão de Areia é composto por Mário Tressoldi, Chico Saga e Flávio Júnior. Os integrantes começaram suas trajetórias artísticas acompanhando grupos de danças tradicionais gaúchos e hoje acumulam premiações em diversos festivais de música nos estados do Sul e Sudeste do país. O Grupo lançou em 2011, o álbum “Quem Somos Nós” e em 2021 o EP “Nos Sons do Litoral”. Eternizar memórias, construir legados e inspirar as próximas gerações a valorizar e enriquecer a cultura local foi o objetivo do projeto ‘Nos Sons do Litoral’, lançado em 2021. O trabalho reuniu artistas e compositores convidados que representam as diferentes inspirações étnicas dos municípios da costa do Rio Grande do Sul. O projeto foi realizado em 2021 pelo edital Criação e Formação Diversidade das Culturas do Governo Federal, governo do Estado do Rio Grande do Sul e Fundação Marcopolo, executado a partir da Lei Aldir Blanc. Idealizado para comemorar os 19 anos de existência do Grupo Chão de Areia, o projeto Nos Sons do Litoral é composto por EP, 7 video clipes e um video documentário sobre a música feita no litoral norte do Rio Grande do Sul.  Músicas do projeto ‘Nos Sons do Litoral’: 01 – Pescador de Sonhos  – Mário Tressoldi e Chico Saga – Part Tribo Maçambiqueira // 02 – Somos o Litoral  – Nilton Júnior  – part Nilton Júnior e Márcia Freitas // 03 – Recanto da Minha Gente – Chico Saga, Jaime Brum Carlos e Mário Tressoldi // 04 – Castelo de Areia – Mário Tressoldi e Chico Saga – part Carlos D’Lucka // 05 – Litorâneo – Mário Tressoldi e Chico Saga – part Indio Rufino // 06 – Quilombola – Chico Saga e Mário Tressoldi – part Loma // 07 – Um Terno pela Paz – Mário Tressoldi, Carlos Catuípe, Ivo Ladislau e Vaine Darde – part Monycah Ramos e Juliano Gonçalves

Loma – Loma Berenice Gomes Pereira nasceu em Recife, de pai pernambucano e mãe de Santo Antônio da Patrulha. Mas com dois meses já estava em Porto Alegre. Desde o grupo escolar sempre cantou, e a chance da carreira musical veio em 1973, quando passou a integrar o grupo Pentagrama, liderado por Ivaldo Roque e Jerônimo Jardim, primeiro a mesclar samba e música nativista. Depois de participar da Califórnia da Canção e gravar um disco com o grupo (1976), Loma foi tentar a sorte no Rio de Janeiro. Estudou música, participou como vocalista em discos de Gilberto Gil, Alceu Valença e Elza Soares, entre outros, voltando a Porto Alegre em 1983 para fazer seu primeiro disco. Entre idas e vindas, três anos depois resolveu entrar com força nos festivais. Um dos destaques da sua carreira foi com o Cantadores do Litoral, que divulgou pelo Brasil e Portugal o legado afro-açoriano no Rio Grande do Sul. Entre os discos lançados estão ‘Loma’, ‘Um Mate por Ti’, ‘Loma – Além Fronteiras’ e ‘Ziguezagueando’. Com recursos provindos do edital de Cultura Aldir Blanc, ‘Loma Preta Gaúcha’, o quinto rebento solo de sua discografia, reúne no repertório um conjunto de canções cuja vibrante musicalidade derrama-se em valsas, chacareras, milongas e reggae. ‘Já as letras versam sobre meio ambiente, mulheres, povos indígenas e comunidades afro-brasileiras. Ou seja, temas que resgatam a tradição, mas que, por outro lado, seguem relevantes na contemporaneidade’, ressalta a cantora. O novo álbum de Loma Solaris chegou às plataformas digitais no dia 08 de maio de 2026, reunindo parcerias e reafirmando a trajetória da artista. Nesses 50 anos de carreira, ela já foi Loma, Loma Pereira, e recentemente assumiu o sonoro Loma Solaris. A nova alcunha por ela agora assumida é repleta de significados. O mais imponente deles reflete justamente no resgate da história da cultura negra – dentro do cancioneiro regional sul-riograndense – promovido por ela no projeto Loma Preta Gaúcha. ‘Trata-se de uma obra essencialmente preta, enaltecendo e reafirmando em suas letras e melodias o vínculo do Rio Grande do Sul com a música latino-americana’, define a artista. ‘Quis fazer um trabalho rico de conteúdo cultural e popular com o que apurei das questões rítmicas afro-gaúchas, afro-açorianas e afro-litorâneas e também do nativismo’, explica Loma, um dos nomes fundamentais da música do estado. Músicas do pgm (do álbum Preta Gaúcha): 01 – Cantigas de Mar  – Ivo Ladislau e Carlos Catuípe // 02 – O Trigo  – Oliveira Silveira e Vladimir  do Nascimento Rodrigues // 03 – Gira das Ialodês – Loma Pereira e Thalma de Freitas – part Glau Barros, Marietti Fialho, Neuro Jr, Nina Fola e Tamiris Duarte // 04 – Caminhada – Colmar Duarte e Sérgio Rojas // 05 – Clara Clareou  – Jerônimo Jardim – part Arthur de Faria //06 – Valsa dos Vagalumes  – Nilton Junior da Silveira, Adriano Sperandir e Cristian Sperandir 

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O SUL EM CIMA 11 / 2026

1) ALICE CAYMMI – A cantora e compositora Alice Malaguti Caymmi, mais conhecida como Alice Caymmi nasceu em março de 1990 no Rio de Janeiro. Ela é neta de Dorival Caymmi, filha de Danilo  e Simone Caymmi e sobrinha de Nana e Dori Caymmi.  Alice Caymmi lançou no dia 30 de abril de 2026, o álbum “Caymmi”, dedicado à obra de Dorival Caymmi. O disco chegou às plataformas digitais pelo selo Daluz Música na data em que o compositor baiano, morto em 2008, completaria 112 anos. Longe de apostar em versões reverentes ou excessivamente fiéis aos arranjos originais, Alice opta por tensionar o repertório do avô, incorporando elementos contemporâneos e de outros gêneros musicais, como reggae, hip-hop, salsa e batidas eletrônicas. Nessa toada, busca uma linguagem que preserve a essência das versões originais.  A ficha técnica concentra boa parte da sonoridade em Iuri Rio Branco, responsável por bateria, baixo, guitarra, programação e percussão, além da produção e dos arranjos. O disco tem guitarra adicional de Theo Silva, trombone e trompete de Doug Bone, mixagem, masterização e edição de voz de Diogo Guedes. No álbum Caymmi, o cancioneiro de Dorival Caymmi é reprocessado com frescor e novas harmonias, mas com total respeito às letras e melodias. Alice Caymmi diz que “A intenção era manter o caráter popular e sofisticado das composições, sem aprisioná-las a uma ideia de passado”, acrescenta a cantora, destacando a importância de pensar o repertório do avô como algo vivo, em circulação.  Músicas do álbum ‘Caymmi’ (músicas de autoria de Dorival Caymmi): 01 – O que é que a baiana tem // 02 – Modinha para Gabriela // 03 – Maracangalha // 04 – Canto de Obá de Dorival Caymmi e Jorge Amado // 05 – Dois de Fevereiro // 06 – Eu não tenho onde Morar // 07 – Morena do Mar 

2) GIULIANO ERISTON – Giuliano Eriston é  cantor, violonista, compositor e arranjador cuja essência reflete a rica diversidade da música brasileira. Seu talento foi revelado já aos 13 anos, quando fez seu primeiro show solo no Festival Choro Jazz, em Jericoacoara, que rapidamente o projetou para a cena nacional. Em 2021, aos 24 anos, Giuliano conquistou o público ao vencer a 10a edição do The Voice Brasil, solidificando-se como uma das grandes promessas da música do país. Em 2022, lançou seu primeiro álbum autoral, “Universo em Si”, produzido por Kassin, com parcerias valiosas de Ronaldo Bastos, Dirceu Leite e participações especiais de Mariana Aydar e Pretinho da Serrinha. Em 2024, Giuliano homenageou o icônico músico Sérgio Sampaio com o lançamento do EP “Giuliano Eriston Canta Sérgio Sampaio”, uma produção refinada de Pedro Baby. “Politonia”, novo álbum de Giuliano Eriston, agrega composições que surgiram após Giuliano se mudar para o Rio de Janeiro vindo do Ceará, portanto, refletem saudades, novas paixões vividas, humores mais excitados e um tom mais crítico que ainda não havia experimentado nos seus lançamentos anteriores. “É uma espécie de contraposição ao meu primeiro álbum (‘Universo em si’) o qual tem uma paleta de cores bem restrita porque a instrumentação foi bem mais simples”, conta Giuliano. Entre maracatu, jazz, xote e R&B, Giuliano canta em português, inglês e francês sobre a saudade, a graça da paquera, o cenário político e suas questões existenciais e é essa diversidade que justifica o neologismo “Politonia”, que é um termo cunhado pelo artista para expressar a sua busca de se contrapor à monotonia de ideias, especialmente as musicais, mas não apenas, para abraçar a diversidade, multiplicidade, “multi-versatilidade” do mundo. No álbum Giuliano atua em múltiplas frentes, cantando, compondo, arranjando e tocando diversos instrumentos. A produção musical é de Giuliano e Pedro Baby, que criteriosamente investigou as minúcias do material gravado para chegar nas sonoridades que mais se encaixam em cada música.  Músicas (de Giuliano Eriston): 01 – Lucidez // 02 – Gosto do Gesto // 03 – Festa no Infinito // 04 – Waiting // 05 – Corpo de Candiá – feat Moreno Veloso 

3) PAULA SOUTO é cantora e compositora com 25 anos de carreira. Seu primeiro álbum – Toda Sorte do Mundo – está completando 10 anos agora em 2026. Em seu álbum de estréia colocou 3 composições próprias. De 2023 até agora já lançou uma série de singles, canções suas e em parceria com compositores e compositoras que admira.  Paula Souto está lançando o single Medo da Noite. Paula Souto diz que   “A Medo da Noite me chegou de maneira arrebatadora, num momento de muita angústia diante da crescente violência contra as mulheres que estamos vivenciando. Na gravação só mulheres maravilhosas e admiráveis, somando nessa corrente a favor da vida e pelo fim da violência de gênero”.  Single –  01 Medo da Noite – Paula Souto 

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O SUL EM CIMA 10 / 2026

DUDU TRENTIN – O instrumentista e compositor Eduardo Trentin é natural de Marau (RS). Em 1983 foi para Porto Alegre, onde integrou o grupo instrumental Cheiro de Vida. Em 1987, mudou-se para Viena (Áustria), onde estudou no Franz Schubert Konservatoriun e no Konservatoriun Der Stadt Wien. Retornou ao Brasil em 1996 e fixou residência no Rio de Janeiro. No final de 2000, lançou seu primeiro CD solo instrumental com composições e arranjos próprios, intitulado “Wherever I Go”, co-produzido por Alexandre Fonseca e Renato Alscher. Como instrumentista, participou de gravações de artistas como Nei Lisboa, Vitor Ramil, Kleiton & Kledir, Zélia Duncan, João Bosco, Paula Morelenbaum e Chico Buarque. Na música para audiovisual, Dudu Trentin assinou trilhas de novelas (‘Ciranda de Pedra”, “Celebridade”, “Belíssima”), minisséries (‘Dalva e Herivelto”, “Tudo Novo de Novo”, “Queridos Amigos”) e filmes (‘Avassaladoras”, “Lisbela e o Prisioneiro”, entre outros). Atuou como arranjador e produtor para a Rede Globo em projetos como “Criança Esperança” e “Dança dos Famosos”, além do “Especial Gilberto Gil” no Multishow. Em grandes eventos, destacou-se na produção musical da reinauguração do Estádio Beira-Rio (Porto Alegre), da visita do Papa Francisco ao Rio de Janeiro (2013) e do Natal Luz  de Gramado (2015). 
Dudu Trentin lançou em 24 de abril de 2026, novo disco com dez composições de Raul Boeira. Quando recebeu a ligação de Raul Boeira com a proposta de fazer os arranjos de algumas canções compostas por ele, o músico Dudu Trentin não imaginava que ali estava nascendo seu segundo álbum de carreira, após um intervalo de 26 anos desde o lançamento de Wherever I Go. O álbum Dudu Trentin interpreta músicas de Raul Boeira, já está disponível nas plataformas digitais. 
‘Sou amigo de Raul Boeira há quase cinco décadas. Sempre tivemos uma afinidade/cumplicidade musical muito forte. Ele é um grande compositor, dono de uma cultura musical ampla e aberta. Bom violonista, tem um senso melódico e harmônico aguçado, além de ser excelente letrista”, Diz Dudu.
Músicas do pgm (do álbum Dudu Trentin interpreta músicas de Raul Boeira): 01 – Chá de Sumiço // 02 – Na Pausa // 03 – Rios de Antes // 04 – Bélica Manhã // 05 – Psycho Bossa // 06 – Espero que Estejas Bem 
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RAUL BOEIRA – Nasceu em Porto Alegre em 1956. Embora nunca tenha atuado profissionalmente como músico, lançou três álbuns autorais, produzidos no Rio de Janeiro por DuduTrentin: Volume Um (2008), Cada qual com seu espanto (2016) com letras de Raul Boeira e Márcia Barbosa e Sambas e Canções (2024) com letras de Raul musicadas por parceiros diversos. Algumas de suas canções foram gravadas no exterior (Mato Grosso Group/1988 Viena, Alegre Correa Sextett/ 1996 Viena, Nuno Bastos/2017 Portugal) e no Brasil (Ana Paula da Silva, Leonardo Ribeiro, Lili Araújo, Mirianês Zabot, Ita Arnold e outros). O samba ‘Clariô’, uma de suas parcerias com Alegre Corrêa, integra o CD Joe Zawinul 75, premiado com o Grammy 2010 de melhor álbum de jazz contemporâneo. Em 2024, Raul Boeira lançou o álbum ‘Sambas e Canções’. O álbum conta com grandes músicas como Dudu Trentin, Marco Vasconcellos, André Vasconcellos, Jurim Moreira e André Siqueira. Dudu Trentin é responsável pelos teclados, piano, orquestra, arranjos e direção Musical. Todas as faixas do álbum “Sambas e Canções” são resultado de parcerias. Raul Boeira escreveu as letras e as entregou para seis parceiros, que compuseram as melodias. ‘Desde que voltei a viver em POA, em 2020, tenho escrito muitas letras, hábito que se intensificou na pandemia. Vi que não teria condições de musicar tanto material e passei a enviar as letras para alguns compositores. Felizmente, as parcerias têm sido muito gratificantes’.
Músicas do pgm: 01 – Clariô – Alegre Corrêa e Raul Boeira – do álbum Volume Um // 02 – Meu Rio – Raul Boeira – do álbum Cada qual com seu espanto // 03 – Aos que chegam – Raul Boeira e Márcia Barbosa – do álbum Cada qual com seu espanto // Músicas do álbum ‘Sambas e Canções’ (04,05 e 06): 04 – Garimpo – Roberto Haag e Raul Boeira // 05 – Floricultura – Mário Falcão e Raul Boeira – part Márcia Barbosa (dizendo o poema ‘Vaidade’ de Florbela Espanca (Livro de Mágoas 1919) // 06 – Cardiobeat – Zé Caradípia e Raul Boeira

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