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O Sul em Cima – Márcio Celli

O Sul em Cima dessa edição, mostra o trabalho de Márcio Celli, em especial músicas dos álbuns: “Márcio Celli canta Adriana Calcanhotto” e “Da Minha Janela”.

 

“Márcio Celli tem uma voz leve, feliz, e que acaricia os ouvidos de quem a escuta.”

ROSA PASSOS
Cantora e compositora

 

“Márcio Celli tem a chama poderosa dos vencedores, ouço falar e percebo que ele é desse tipo de pessoa de rara determinação, que tem como meta principal a autossuperação. Eu, de alma bem mais vagabunda, tenho profunda admiração (para não dizer uma ponta de inveja) pelos indivíduos desta estirpe e sei reconhecer um deles a quilômetros. É assim o Márcio, e nós ainda vamos ouvir falar muito a respeito.”

ADRIANA CALCANHOTTO
Cantora e compositora

 

Márcio Celli – Cantor/Compositor (Natural de Porto Alegre/RS) tem um trabalho focado essencialmente na música brasileira. Suas composições abordam estilos variados como o samba, a bossa nova, ijexás e baladas. Dentre as características de repertório observam-se também as regravações com arranjos diferenciados.

Ainda adolescente Celli teve aulas com Déa Mancuso, mestra em técnica vocal e professora de vários nomes da música gaúcha, entre eles Adriana Calcanhotto, Flora Almeida e Muni. Estreou na década de 90 no palco do Porto de Elis, em Porto Alegre, o Show “Bem Agosto” dirigido por Patsy Cecato. Também nos anos 90, Celli residiu em São Paulo, onde cantou na noite e apresentou-se em diversos espaços culturais como Bar Armazém, Bom Motivo, Vou Vivendo, Boca da Noite, Ilha Porchat, Olympia, bem como apresentações para convenções, Prefeituras e Governo do Estado de São Paulo.

Celli vem referendado por nomes como Adriana Calcanhotto e Rosa Passos, que assinam as contracapas dos seus mais recentes Discos “Márcio Celli canta Adriana Calcanhotto” e “Da Minha Janela“. Recebeu elogios dos maiores críticos da Música Brasileira, Tárik de Souza/RJ, Antonio Carlos Miguel/RJ e Juarez Fonceca/RS. Com o seu mais recente trabalho, o CD autoral “Da Minha Janela“, lançado em 2014, Celli foi indicado ao Prêmio Açorianos de Música de Porto Alegre/RS – 2014 em duas categorias, melhor cantor de MPB e melhor compositor de MPB. Foi pré-selecionado ao Prêmio da Música Brasileira e recebeu Menção Honrosa nos Melhores Álbuns da Música Brasileira de 2014.

Márcio Celli tem cumprido temporadas de shows em Porto Alegre e São Paulo, mostrando o seu trabalho autoral mesclado com regravações em Sescs, Bares e Teatros das capitais. No Rio de Janeiro foi convidado para participar do show “Eu vi Elis sorrindo”, do cantor Elohim Seabra, com direção e participação do saudoso Miele. Celli Já se apresentou também nas capitais Fortaleza/CE, Palmas/TO e Rio Branco/AC.

Márcio Celli lançou em 1998 o CD Um Novo Tom, em 2006 Márcio Celli canta Adriana Calcanhotto e em 2014 o álbum Da Minha Janela. Seu novo show faz um passeio por canções dos três CDs lançados por Celli além de clássicos da música brasileira e novas músicas autorais em parcerias com nomes como Zé Caradípia, Bebeto Alves , Monica Tomasi e Roberto Haag.

 

Contatos e mais informações:

https://www.facebook.com/marciocellioficial/

http://marciocelli.com.br/

 

PARTE 1:


PARTE 2:

 

RAUL E MARCIA

O Sul em Cima – Raul Boeira

O SUL EM CIMA dessa edição mostra o trabalho de RAUL BOEIRA, em especial músicas do seu mais recente CD – CADA QUAL COM SEU ESPANTO – lançado em 2016.

Sempre que perguntam sobre sua carreira, ele diz: “Não tenho carreira, sou um amador e toco violão pra brincar, nas horas vagas”. No entanto, ainda que nunca tenha atuado como músico profissional, o compositor RAUL BOEIRA é uma referência na música de Passo Fundo. Chegou à cidade em 1974, aos 17 anos, e desde então “vive rondando” – como gosta de dizer – a cena musical. Aos 60 anos de idade, acaba de lançar o seu segundo CD com canções próprias. “Cada qual com seu espanto” foi gravado em fevereiro de 2016, no Yahoo Estúdio (Rio), sob a direção musical de Dudu Trentin.

No final de 2014, Raul e sua esposa, Márcia Barbosa, professora de Literatura da Universidade de Passo Fundo, começaram a letrar algumas melodias que estavam na gaveta: “a parceria deu tão certo que, em dois meses, aprontamos dezessete canções muito boas, e só aí é que passamos a pensar em fazer um disco. Fomos ao Rio, mostramos o material a Dudu Trentin, que topou comandar a produção musical”.

A banda base que gravou tem Dudu Trentin (pianos, teclados e programações), Eduardo Farias (piano, flautas e sax soprano), Marco Vasconcellos (violão e guitarras), André Vasconcellos (baixo acústico e elétrico) e Jurim Moreira (bateria). Como convidados, atuaram Jessé Sadoc (flugelhorn e trompete), Bruno Santos (trompete), Marcelo Martins (sax tenor e flauta), João Carlos Coutinho (acordeom), Sidinho Moreira e Ian Moreira (percussão). Celso Fonseca: como convidado especial, tocou violão e cantou em uma faixa.

DADOS BIOGRÁFICOS

Raul Boeira (Porto Alegre-RS, 1956) ouve música desde que nasceu. O pai era gaiteiro. Em casa, o rádio tocava o dia todo. E quando tinha uns 11 anos, não perdia os programas musicais da TV: Jovem Guarda, O Fino da Bossa, os festivais da Record, os cartoons dos Beatles, Som-Livre Exportação, Concertos para a Juventude… Aos 15, foi trabalhar como office-boy de um escritório de advocacia e o primeiro salário se transformou em um violão usado. Dois amigos o ensinaram a tocar Beatles, Stones…

DEIXANDO A CAPITAL

Em 1974, quando tinha 17 anos, a família se mudou para Passo Fundo, no interior do Rio Grande do Sul. Arranjou emprego como auxiliar de escritório e, nas horas vagas, “grudava no violão”. Percebeu, então, que toda aquela música que ouvira antes de partir para o instrumento (bossa, tropicália, música orquestrada americana, a soul music, os concertos) estava gravada na sua mente. “Com os acordes naturais que havia aprendido tocando rock não era possível tocar canções com harmonias mais elaboradas.” Nessa época, começaram a surgir nas bancas as VIGU. Graças a elas, aprendeu a tocar Caetano, Chico, Milton, Elis… Havia, enfim, encontrado a sua praia, a MPB.

Em 1976 se aproximou de uma turma de garotos que tocava pelas esquinas da Vila Cruzeiro. Nessa época, já comprava discos de jazz, Hermeto, Gismonti, e, claro, muita MPB. Os amigos da esquina (Alegre Corrêa, Ronaldo Saggiorato, Guinha e outros) logo se tornaram ótimos instrumentistas e ganharam o mundo. Raul, por outro lado, seguia trabalhando e estudando, e não tinha como se dedicar à música a ponto de alcançar o mesmo nível técnico deles: “Eu nunca vou tocar tão bem assim… meu negócio é compor e ficar tocando em casa”.

SURGE O COMPOSITOR

Em 1977 fez a primeira música e não parou mais. Tem umas 150 prontas. As fitas cassete que gravava e presenteava aos amigos foram se multiplicando e ganhou a fama de compositor. Em 1979 ingressou no Ministério da Fazenda, de onde saiu em 2013. No início dos anos 80 teve aulas de harmonia com Dudu Trentin: “Passei a entender melhor aquilo que eu tocava, a formação dos acordes, suas funções, o campo harmônico maior…”.  Em 1989, teve duas canções lançadas na Europa, pelo Mato Grosso Group, do qual faziam parte Alegre, Ronaldo e Dudu Trentin, além de Fernando Paiva e Marcelo Onofri. A partir daí, seu trabalho musical passou a ter visibilidade e muitos artistas, como Leonardo Ribeiro, Ana Paula da Silva, Mirianês Zabot, Lili Araújo, Ita Arnold, Vitor Kardoso, Tiago de Moura e outros, gravaram suas canções. O samba Negro Coração, uma parceria com Alegre, é um hit nos bares e está no repertório de muitos intérpretes. “Clariô”, outra parceria com Alegre, integra o cd Joe Zawinul 75, premiado com o Grammy 2010 de Melhor Álbum de Jazz Contemporâneo.

Em 2008, Raul Boeira lançou “Volume Um”, com doze canções autorais, também produzido pelo amigo e antigo professor Dudu Trentin, e gravado no lendário estúdio Nas Nuvens (de Liminha e Gilberto Gil). Importantes instrumentistas do país, como Lula Galvão, Ricardo Silveira e Torcuato Mariano estão no disco.

Sobre Volume Um, o escritor Luiz Antonio de Assis Brasil, escreveu:

Assim como a onda é redonda e eterna, assim as tuas melodias parecem existir desde sempre. Não se sente o labor do músico em criá-las; esse é, penso eu, o melhor que se pode dizer acerca da qualidade artística de um criador. São assim as obras-primas: ninguém pensa que alguém as criou, um dia. Falo tudo isso como escritor que pensa ter adquirido algum juízo crítico quanto aos poemas, mas também como músico que fui por 15 anos, da OSPA [violoncelista]. E tanto o músico como o escritor te dizem, os dois, parabéns! Belo é saber de tua existência. E que sigas assim, alegrando-nos e fazendo-nos percorrer as ilhas musicais do Brasil.

Vamos ouvir no programa O SUL EM CIMA, as músicas de seu mais recente CD ” CADA QUAL COM SEU ESPANTO”. Músicas de Raul Boeira, letras de Raul Boeira e Márcia Barbosa e Direção Musical de Dudu Trentin. Gravado no Yahoo Estúdio (Rio), em fevereiro de 2016.

O programa ainda conta com a participação especial da Isabela Domingues nos comentáriosO programa está imperdível!!

PARTE 1:

PARTE 2:

 

Contato e pedidos:

facebook.com/raulboeiramarciabarbosa

raulboeira@gmail.com

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O Sul em Cima – Danadões

O Sul em Cima dessa edição, mostra o trabalho dos DANADÕES, um duo formado por Robson Almeida e Marcelo Astiazara e que a cada dia vem conquistando seu espaço com músicas alegres e contagiantes.

Robson Almeida e Marcelo Astiazara nasceram e cresceram em Tramandaí, cidade do litoral norte do Rio Grande do Sul, conhecida como a capital das praias gaúchas. Ambos começaram a carreira musical muito cedo, porém separadamente. Robson era guitarrista e vocalista da banda  Corte Real e Marcelo participava da banda Os Taxons e do projeto/tributo Sarau Beatles.  Acumularam muita experiência musical, participaram de festivais de música, aprenderam a criar composições e amadureceram como profissionais.

Ao fim de 2011, começam juntos o projeto: “DANADÕES”. A idéia do nome seria trazer algo da essência e da nostalgia da Jovem Guarda. Robson e Marcelo apresentam com os Danadões uma música pop vibrante influenciados pelo Pop Rock Britânico dos Anos 60, a música folk e a música popular brasileira.
Em 2012 lançaram o CD independente “Nosso Disco” com 11 faixas, sendo 10 autorais e 1 cedida por K&K (Autorretrato). O “Disco” foi gravado e produzido pelos músicos Robson Almeida, Marcelo Astiazara e por Thiago Henrich, da banda The Darma Lovers, em seu estúdio em Parobé (RS). Essencialmente, o disco traz o amor como tema principal.

“O Mundo” é o novo CD da dupla Danadões. O trabalho já está finalizado e chegou ao mercado no Final de ano (2016)cheio de novidades. O CD tem 12 músicas e a faixa título passa uma mensagem de otimismo, fala da busca por um mundo melhor. “Estamos passando por um momento complicado no mundo. As pessoas estão precisando de mais esperança. Até por isso decidimos lançar perto das festas de final de ano, já que nesta época as pessoas estão mais abertas a essas mensagens”, explica Robson Almeida. A dupla, por seu figurino e estilo teatral bem humorado, tem grande identificação com o público infantil. Mas, ao contrário do primeiro trabalho “Nosso Disco”, este CD trata de diferentes temas, sem esquecer da criançada. Tanto que a faixa título foi dedicada a este público. “Foi pensando nestes fãs que a canção foi produzida. Sempre vamos lembrar desses fãs, até porque as crianças são muito importantes nesta busca por um mundo melhor, que falamos na canção”, explica Robson Almeida. O novo trabalho tem participação especial da dupla Kleiton e Kledir, na faixa “Mágico Estrambólico.” Não é a primeira vez que as duplas se aproximam. A identificação veio ainda no primeiro CD. A canção, “Autorretrato” foi um presente da dupla pelotense para os guris de Tramandaí. “Eles já eram nossos ídolos. Fomos nos aproximando pela internet. Quando fizeram shows em Tramandaí e Porto Alegre cantamos juntos. Eles já cantaram músicas nossas em programas de rádio e a amizade foi crescendo, até o convite de participação no nosso novo trabalho”, conta Marcelo Astiazara. O CD tem ainda regravações da banda Pública, na faixa “Long Plays” e da banda Maria do Relento na canção “Nem todo dia é igual.” O CD foi gravado entre 2015 e 2016 no estúdio Áudio Works de Parobé, Vale do Paranhana. Conta ainda com participação dos músicos Thiago Heinrich, Duda Rocha, Chico Paz e Jef. E na faixa-título “O Mundo” tem participação de crianças da cidade.

Os Danadões vem buscando conquistar o seu espaço, realizando apresentações em programas de rádio e TV e fazendo shows vibrantes por onde passam. Os Danadões querem é fazer com que as canções da dupla cheguem aos ouvidos de todo o Brasil e do mundo e deixar a sua marca na música popular de boa qualidade.

 

Contatos:

https://www.facebook.com/danadoesoficial/

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Ouça agora:

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