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O Sul em Cima 37-VANESS e FDC – FIRE DEPARTMENT CLUB

O SUL EM CIMA dessa edição mostra os trabalhos de VANESS e FDC – FIRE DEPARTMENT CLUB que lança seu novo EP dia 14 de outubro de 2016.

VANESS

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Com uma mistura refrescante de “Folk” e “Dream Pop”, Vaness, uma jovem artista de Porto Alegre, RS, vem deixando fãs por onde passa. Desde que o vídeo da música “Shooting Star” foi apresentado no website da banda Coldplay, Vaness tem tocado em bares no famoso bairro Greenwich Village, Nova York. Em 2011, a cantora, e  compositora chamou a atenção de Leo Henkin, produtor musical e guitarrista do Papas da Língua. Desde então, suas músicas tem sido destaque em vários filmes e séries brasileiras – incluindo a canção “I Don’t Belong Here” para o filme “Insônia” do Diretor Beto Souza. Em 2014, surgiu a parceria com o Estúdio Soma de Porto Alegre e com o Produtor Luc Silveira. A partir dessa união nasceu o primeiro EP, My Home. O álbum foi lançado no Brasil pelo E. Soma Records e agora nos Estados Unidos e Canadá pelo Sonovibe.

Vaness encontra inspiração em sonhos, outono, filmes do diretor japonês Hayao Miyazaki, o que torna sua música melódica, doce e cativante; às vezes quase como um sonho.

Vaness lançou seu EP “My Home” em terras norte-americanas em abril de 2016, pelo selo independente de Los Angeles, Sonovibe Records. Esse é o primeiro passo da cantora rumo a terras estrangeiras. O álbum está disponível no iTunes, Spotify, dentre outros serviços de streaming e lojas virtuais.

FDC – FIRE DEPARTMENT CLUB

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Quatro caras de Porto Alegre com um sonho em comum: Através da música, dar às pessoas algo interessante e divertido, algo novo e emocionante. Fire Department Club é André Ache (vocais e baixo), Gabriel Gottardo (sintetizadores e guitarra), Meinel Waldow (guitarra) e Gui Schwertner (bateria), amigos de adolescência, juntos como

banda desde 2011. Com sonoridade ousada e letras em inglês, o FDC lançou seu EP de estréia “Colourise” no fim de 2011, de forma independente. Em 2013, após assinar com o selo eSoma em parceria com o Produtor Musical Luc Silveira (Los Angeles, CA), divulgou os Singles “Merry-Go-Round” e “Love Reconnected”, sendo escolhida entre as Top21 novas bandas brasileiras em blogs nacionais e estampada como “Brazil’s Hidden Jewel” pelo website nova iorquino One41.tv.

Em 2015, o quarteto apresentou “Best Intuition”, EP de 4 faixas que define e apresenta a banda ao mundo. É indie rock, é disco, é pop! “Pitfall”, o primeiro single do EP, ilustra quão único o som desses caras pode ser. A canção vem acompanhada de um lyric-video que mostra a banda em um visual retrô 8-bits, remetendo ao game homônimo

dos anos 90, incluindo elementos irreverentes e cenários comuns ao porto-alegrense. O disco ganhou projeção mundial e levou o Fire Department Club a participar do Lollapalooza Sideshows, dividindo o palco com The Kooks e Kasabian, no primeiro semestre de 2015. Luke Pritchard, do Kooks, fez fortes elogios à banda.

A qualidade do trabalho chamou a atenção do selo Sonovibe Records, de Los Angeles, que contratou o FDC para fazer parte de seu seleto time de artistas e indicou o caminho: entrar de vez no mercado norte-americano.

“Human Nature” – O novo EP do Fire Department Cub

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No ínicio de 2016, o Fire Department Club, retornou à América do Norte, desta vez para ser atração no Canadian Music Week, em Toronto, e não decepcionou: shows de impacto para um público que não conseguiu parar de dançar. Essa é a essência da banda!

No dia 14 de Outubro de 2016 , “Human Nature”, o novo EP do Fire Department Club, entra nas principais plataformas mundiais para download e streaming, como iTunes e Spotify. O terceiro EP do quarteto de Porto Alegre conserva a energia frenética de seu indie rock já característico, agora, adicionando refrões e sintetizadores ainda mais poderosos.”Human Nature” é o resultado de meses de trabalho, com a banda imersa em um mundo de referências oitentistas catapultadas por sua evolução musical e a experiência em festivais na América do Norte. As quatro faixas são complexas e diferentes entre si, mas surpreendem pelo tom “pop”. O vocalista André Ache afirma: “São canções fortes, cheias de nuances e elementos ocultos mas que você pode sair cantando junto na primeira ouvida!”.

Com instrumentais gravados no Estúdio Soma em Porto Alegre, e vocais no TDS Studio de Los Angeles, “Human Nature” tem a assinatura do produtor musical Luc Silveira. A

Mixagem, também feita no TDS Studio, é de Tiago D’Errico, e masterização de Dave Locke (Smashing Pumpkins).

Entre os colaboradores do projeto estão o artista plástico Patrick Rigon, responsável pela capa de “Human Nature,” além da escritora e liricista Gisele Firmino, que mais uma vez contribui nas letras da banda.

Sobre o FDC, Kleiton Ramil comenta: “Logo na primeira escuta fica evidente que o FDC não está para brincadeira. Sempre falo que a música do sul do Brasil, para ser bem aceita no centro do país, e no caso desse quarteto de Porto Alegre, nos grandes centros mundiais, tem que primar antes de tudo pela qualidade de suas gravações. Os registros do grupo são simplesmente espetaculares, comparando-se ao melhor do que existe hoje no planeta. Além disso os arranjos são muito ricos e surpreendem a todo instante, com a energia pulsante e envolvente que caracteriza o FDC. A performance individual e entrega, de cada componente do grupo,  é perfeita para esse tipo de som e portanto desejamos que abram todas as portas possíveis nesse mundo competitivo da música internacional, para o que vem do sul. Que chame atenção, e porque não dizer, seja cultuado!” 

Vamos ouvir no programa O SUL EM CIMA, as músicas do EP My Home de Vaness e músicas do EP Best Intuition e o novo EP Human Nature do FDC – Fire Department Club!

Imperdível!!!!

Parte A:

 

Parte B:

 

Contatos

Silverlast Productions

LucSilveira@silverlast.com

 

http://www.vanessmusic.com/

facebook.com/vanessmusic

http://www.firedepartmentclub.com/

facebook.com/FireDepartmentClub/

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O Sul Em Cima 36 – IAN RAMIL

O SUL EM CIMA dessa edição, mostra o trabalho de IAN RAMIL. O artista foi indicado ao GRAMMY Latino e concorre aos prêmios de ARTISTA REVELAÇÃO e MELHOR ÁLBUM DE ROCK pelo disco Derivacivilização. O Grammy Latino entregará os troféus  dos vencedores no dia 17 de novembro, em Las Vegas! Vamos torcer!!!

IAN RAMIL, vem de uma família de muitos talentos musicais e começou a compor e tocar aos 11 anos de idade; Filho de Vitor Ramil e  sobrinho de Kleiton e de Kledir , já era de se esperar que Ian fosse bom na música . Mas ele vai além. O compositor apresenta sua forte identidade musical e criou um estilo de compor que tem agradado críticos musicais e público e o tem garantido na lista  das boas surpresas musicais dos últimos anos.
Seu primeiro álbum IAN foi gravado em 2012 e lançado em 2014. O disco mais recente DERIVACIVILIZAÇÃO foi lançado em 2015. As 10 músicas foram compostas entre meio de 2012 e final de 2014.
10885206_365608786945201_5877502726999284239_nEm janeiro de 2015, Ian e sua banda, formada por Martin Estevez (bateria), Felipe Zancanaro (guitarra), Guilherme Ceron (baixo) e Pedro Dom (piano e clarinete), seus parceiros de estrada há tempos, foram para Pelotas e passaram 15 dias imersos na casa onde Ian viveu sua infância e adolescência. Lá gravaram o disco Derivacivilização. Ian produziu o disco junto com Guilherme Ceron e depois desse período em Pelotas, trabalharam incessantemente, gravando outras cerejas, editando as músicas, gravando as participações especiais de Gutcha Ramil, Alexandre Kumpinski e Filipe Catto. A mixagem foi feita pelo genial Moogie Canazio, masterização de André Dias, arte da capa e encarte por André Bergamin. Quatro, das dez músicas, são parcerias com Poty Burch, Leo Aprato, Daniel Mã e Guilherme Ceron.
“O disco tem colagem de áudios gravados com celular, que fiz nos meses anteriores ao mergulho, e de outros áudios catados por aí; tem experimentação sonoras de todos nós, seja explorando heterodoxamente nossos próprios instrumentos ou com outras ferramentas, mas ao mesmo tempo é fluido; tem massa sonora, tem espaços,  tem sons da rua, tem silêncios, tem a ambiência natural cuidadosamente captada, pondo a casa nos instrumentos; tem peso, tem sopapo, tem voz e violão, tem take-ao-vivo-olho-no-olho, tem pressão, tem alma.
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O fato é que eu não sabia onde chegaríamos. Mas tinha certeza de que se me juntasse aos amigos do peito, melhores profissionais que conheço, e se criássemos despretensiosamente livres, à deriva, sem amarras, dentro de um espaço cheio de boas memórias, envoltos por um clima de camaradagem e com equipamento foda, chegaríamos a um ótimo lugar. E acho que eu tinha razão! Não é fácil falar de dentro, mas vejo um disco que reflete lindamente essas forças externas em que amparei minha intuição” conta Ian.
As músicas do CD Derivacivilização, lançada pela Escápula Records são: Coquetel Molotov, Derivacilização (part. Filipe Catto), Salvo-Conduto, Corpo Vazio, Devagarinho, Artigo 5º (part. Gutcha Ramil),  A voz da Indústria (part. Alexandre Kumpinski), Quiproquó, Rita-Cassete (a re par ti ção),  Não vou ser chão pros teus pés.

Vamos ouvir no programa O Sul em Cima, as músicas do ótimo CD Derivacivilização! Imperdível!!!

Ouçam Aqui – Programa 36/2016

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O Sul Em Cima 35 – VALDIR VERONA

O SUL EM CIMA dessa edição é dedicado a obra de VALDIR VERONA.

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VALDIR VERONA, natural de Caxias do Sul – RS, é músico com 25 anos de carreira profissional, tendo trabalhado ao longo desse tempo com apresentações musicais em diversos formatos: Solo, duos, trios, grupos, músico acompanhante, aulas de música, produções e direções musicais.
Estudou teoria e leitura musical de 1987 a 1989 no Instituto Johan Sebastian Bach e Academia de Educação Musical em Caxias do Sul. De 1992 a 1996, estudou violão clássico, Harmonia e Improvisação na Prelúdio Centro Instrumental. Durante o ano de 2000, estudou técnica vocal na Sociedade de Cultura Musical – UCS Caxias do Sul.
Seu currículo é extenso, com participações em oficinas de música, seminários, produções e direções musicais, teatros, participações em projetos, festivais, participações em programas de TV. Dentre suas obras, podemos citar os CDs “Uma Viola ao Sul” de 2010, “Na Estrada” de 2013 e CD/DVD “Duo de Viola e Acordeon – Valdir Verona e Rafael de Boni”.
Em janeiro de 2012, Valdir Verona fez parte do elenco de artistas que representaram o Brasil no Fórum Econômico Mundial de Davos – Suíça na noite em que o país foi homenageado no evento. Em abril de 2012 volta a representar o país no exterior, fazendo dois shows na Feira Internacional do Livro de Bogotá – Colômbia, evento no qual o Brasil foi convidado de honra.
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No ano de 2010 foi selecionado com o Duo de Viola e Acordeon para o I Festival Voa Viola entre os 24 trabalhos mais representativos da viola, no atual cenário nacional.
Recebeu o Prêmio Excelência da Viola Caipira 2013 na categoria “Arranjador” e na edição de 2010 na categoria “Novas Vertentes” por seu trabalho com o instrumento, dirigido aos ritmos sulinos. Teve indicações ao Prêmio Açorianos de Música 2013 pelo CD “Na Estrada” nas categorias: Compositor, Instrumentista e melhor Álbum. Na edição de 2011 na categoria instrumentista pelo CD “Uma Viola ao Sul” e na edição de 2007 na categoria compositor pelo CD “Encontro das Águas”.
Valdir Verona é professor de música nas seguintes escolas de música: Academia de Educação Musical de 1989 a 1994; Prelúdio Centro Instrumental de 1995 a 1996; Sociedade de Cultura Musical de 1996 a 1998 e Pró Música no ano de 1998. Desde o ano de 1999 é sócio proprietário da Teclas & Cordas – Cursos de Música. Atualmente, Valdir Verona vem desenvolvendo um trabalho de resgate da viola de 10 cordas na música do Sul que vai desde recitais, shows, composições, gravações, edições de partituras e tablaturas etc.
Vamos ouvir no programa O SUL EM CIMA, músicas dos CDs  “Uma Viola ao Sul” de 2010 e “Na Estrada” de 2013. Imperdível!!

Ouçam Aqui  – Programa 35/2016


Programa 35/2016  – VALDIR VERONA – Parte A

Programa 35/2016  – VALDIR VERONA – Parte B
https://www.facebook.com/Valdir-Verona-968990343176256/?fref=ts
email: valdirverona@gmail.com

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O Sul Em Cima 34 – MURILO SILVESTRIM / ETEL FROTA

O SUL EM CIMA dessa edição, mostra os trabalhos de MURILO SILVESTRIM e ETEL FROTA.

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Murilo Silvestrim integra a nova leva de compositores que fazem música no sul do país. Residente em Curitiba, mergulhou desde cedo nos poemas e se apaixonou pelas canções. Com letras inteligentes e motes baseados no amor e nas relações interpessoais, ele vem ao mundo com seu primeiro CD, que abarca oito canções de autoria própria composta ao longo dos últimos 5 anos. Nessas canções, Murilo direciona os olhares para os sentimentos, as pessoas e suas singularidades.PRISMA é o primeiro trabalho do músico curitibano MURILOSILVESTRIM .. Foi lançado em agosto de 2016 e é distribuído pela Tratore. Contém oito faixas de autoria do compositor e apenas uma é parceria com o irmão, Ju Silvestrim. Conta com 15 músicos participantes e instrumentação densa e variada.

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O Prisma surgiu de uma cena quase onírica onde o compositor acorda de um sonho e se vê num quarto cheio de luzes projetadas. As luzes vinham de um feixe que entrava pelo blackout do quarto e se decompunha no aquário. Aquela visão e todos os questionamentos da fase de vida do compositor se sobrepuseram resultando no ímpeto de gravar um disco. Com mais de 300 canções compostas, Murilo filtrou alguns motes e resolveu também compor coisas novas. Buscou inspiração na sua infância, nos relacionamentos, na família e nos pequenos prazeres. Decantou a matéria prima em arranjos primorosos e sutis, explorando a emotividade e a sutileza de cada canção. A direção técnica ficou nas mãos do amigo Guilherme Silveira, a ilustração e projeto gráfico são assinados por Caroline Lemes e a mixagem e masterização foram feitas por Fred Teixeira.

O CD está disponível para escuta e venda na maioria das plataformas digitais e já existem shows de lançamentos previstos para Curitiba, no estado do Paraná.

Com simplicidade e equilíbrio, Prisma se apresenta como um ponto luminoso a se deter o olhar, os ouvidos e o coração durante alguns minutos. Um mergulhar de calmaria na confusão do dia a dia. Tome um fôlego e experimente um banho nesse rio corrente para um mar desconhecido, mas de beleza rara.

Vamos mostrar no programa O Sul em Cima as músicas de seu CD Prisma: Tocando a Vida, Deixa Chover, Imensidão, Menino de Mim, Junqueira (parceria com Ju Silvestrim),  Tudo que há de Ser, Casa de Verão e Quando Soarem os Sinos.

 

ETEL FROTA

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Etel Frota é paranaense de Cornélio Procópio, nascida em 1952. Viveu os anos 70 em Londrina e há 33 anos mora em Curitiba. Desde 1999, atua de forma exclusiva como escritora: poeta, letrista, roteirista, produziu alguns dos espetáculos que roteirizou: “de Ícaros e Dédalos”, “Alphonsus de Guimaraens, o poeta da Lua”, “Alice Ruiz, um Sol maior”. Várias indicações (e algumas premiações), em anos sucessivos, ao prêmio Saul Trumpete – os melhores da música no Paraná e ao Prêmio Gralha Azul, o prêmio do Teatro Paranaense. Como poeta, tem sido publicada em vários suplementos culturais do Paraná.

Em rádio produz e apresenta, em parceria com Alan Romero, o programa semanal “Poemoda, a canção em verso e prosa”, na Rádio eParaná, FM 97,1.

Atualmente, segue trabalhando em novas letras de canção e roteiros, na reedição de seus dois livros, e nos seguintes novos projetos: “O Herói Provisório”, romance; “A menina que engoliu uma estrela”, romance infanto-juvenil, “Santosha”, poesia. Escreve semanalmente na página “Dialógos Lunáticos”, coordenada pelo escritor/terapeuta Tônio Luna, no facebook. Acompanha com alegria renovada o projeto musical do trio vocal “O Tao do Trio” (Cris Lemos, Fernanda Sabag, Suzie Franco; direção musical Vicente Ribeiro), que lançou o álbum “Flor de Dor”, reunindo parte de sua obra.

Etel Frota tem várias parcerias musicais e no programa O Sul em Cima vamos mostrar 3 delas: ORIGAMI(Etel Frota/Iso Fischer), LUA DE MAIO (Luhli/ Etel Frota) e FRANCAMENTE (Iso Fischer/ Etel Frota).

O Programa está imperdível!!   Divirtam-se e comentem!!

Ouçam Aqui – Programa 34/2016

Programa 34/2016  –  MURILO SILVESTRIM / ETEL FROTA – Parte A

Programa 34/2016 –  MURILO SILVESTRIM /  ETEL FROTA  – Parte B

 

Contatos:

Murilo Silvestrim
https://www.facebook.com/musilvestrim/?fref=ts
(41) – 9658-6175
murilosilvestrim@hotmail.com

Etel Frota
etel.frota.01@gmail.com
https://www.facebook.com/etel.frota

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O Sul Em Cima 33 – ZELITO RAMOS SOUZA

O SUL EM CIMA dessa edição, mostra o trabalho de ZELITO RAMOS SOUZA.

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“Esse guri é a vitamina que a música gaúcha precisa”. A frase de Zé Caradípia, que acabou por dar nome ao CD Vitamina Z, lançado em 2008, retrata muito do compositor, instrumentista e cantor de Santo Antonio da Patrulha.
O “guri”, Joselito Ramos Souza, nasceu em uma família onde a cultura açoriana, manifestação essencialmente regional no RS e característica de sua terra natal, Santo Antonio da Patrulha, esteve sempre presente em sua vida. Aos oito anos Zelito tocava violão. Aos 12, o violino nos Ternos de Reis e a viola de 15 no grupo açoriano “Charamba”, formado pela família. Aos 17, já vivia profissionalmente como músico, tocando contrabaixo em bailes pelo Rio Grande do Sul afora.
A poesia e a composição já estavam presentes desde a infância e firmaram-se como característica principal do músico, o que o levou em 2006 ao Rio de Janeiro mostrar seu trabalho. Em 2007, de volta a capital gaúcha, Zelito efetivou suas parcerias musicais sem preconceito, fazendo uma música regional sempre com fusões da vida urbana. E foi em Porto Alegre que encontrou seus parceiros mais próximos ao nativismo gaúcho, como Pirisca Grecco, que participa cantando, tocando as percussões e assinando a produção musical  do primeiro CD. Também Érlon Péricles, compositor afirmado na nova geração da música regional do sul, com que tem participado mais frequentemente dos festivais de música. Além disso, Zelito tem composições gravadas nos trabalhos musicais de Shana Muller e Antonio Gringo.
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Vitamina Z, gravado em Santa Maria entre janeiro e fevereiro de 2008, conta com a participação de Pirisca Grecco na voz, percussões e produção do CD; de Paulinho Goulart e Guilherme Goulart, nos acordeons; Miguel Tejera, no baixo; Juliana Spanevello, Pedro Ribas e Luka nas interpretações. Zelito, é quem toca os violões e violinos. As composições trazem a parceria de Túlio Urach, Rafael Ovídio, Guilherme Ferrera, Tiago Munari, Pedro Ribas, Pirisca Grecco e Pedro Borghetti.
Zelito foi premiado em diversos festivais de música do Rio Grande do Sul, conquistou premiações nos festivais Barranca, de São Borja; Taipa; de Uruguaiana; Moenda, de Santo Antonio da Patrulha e o Troféu Mercedes Sosa no Festival Musicanto, de Santa Rosa, com a música “Eu quero ser do mundo” de sua autoria.
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As suas canções apresentam o universo poético regional e urbano. A riqueza das melodias vão de milongas, baladas, marchas, valsas, sambas até o rock que envolvem o seu público ao som do seu violão, guitarra elétrica, violino ou contrabaixo elétrico. Seus principais parceiros de composição são Pirisca Grecco, de Uruguaiana; Pablo Grinjot, de Buenos Aires e Daniel Drexler de Montevideú.
O seu 2º álbum, Vitamina A2 gravado em Montevidéu, foi produzido por Javier Cardelino e pós-produzido e masterizado por Gonzalo Gutierrez. O disco, lançado em 2014, conta com participações de Hugo Fattoruso, Daniel Drexler, Pirisca Grecco, Javier Cardelino e Dany López.
Zelito é um dos artistas entrevistados no documentário musical A linha fria do horizonte lançado em 2014, que mostra a obra e o pensamento de um grupo de cancionistas do sul do Brasil, Argentina e Uruguai em relação a questões de identidade local e global permeadas pelo frio.
Vamos ouvir no programa O Sul em Cima, músicas de seus CDs Vitamina Z e Vitamina A2!! Imperdível!!

Ouçam Aqui  – Programa 33/2016

Programa 33/2016 – ZELITO   – Parte A

Programa 33/2016 – ZELITO   – Parte B

https://www.facebook.com/zelito.ramossouza?fref=ts

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O Sul Em Cima 32 – FERNANDO LOBO

O SUL EM CIMA dessa edição, mostra o trabalho de FERNANDO LOBO,

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O Multi-instrumentista, produtor e arte educador, atua em diferentes segmentos musicais, relacionando suas experiências de músico profissional com educação musical. Graduado em Música pela Faculdade de Artes do Paraná – 2006, como instrumentista atuou em shows e gravações com diversos artistas, entre eles André Abujamra, Siba, Serenô, Kiko Dinucci, Karol Conka, Tião Carvalho, Letieres Leite, Alessandra Leão, Glauco Solter, Itaércio Rocha, Simone Sou, Real Coletivo, B Negão, Hélio Bentes (Ponto de equilíbrio), Confraria da Costa, Eek A Mouse, François Muleka, Manchinha Trio, Félix Bravo, Molungo, Romano Nunes, Universo em verso livre, Janaína Fellini. Participou de festivais e concertos no Brasil, Argentina, Uruguai, Portugal, Irlanda, França, Espanha e Ilhas Canárias.

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Atualmente, Fernando Lobo apresenta o repertório atual, composto por canções e temas instrumentais com referências na worl music, uma mescla de música pop, brasileira, africana,  beats e guitarra elétrica. Na performance ao vivo, Fernando explora o conceito de loop, somando vozes e instrumentos, criando texturas em tempo real. Na área de “loops” teve a experiência de ser finalista na etapa brasileira do Boss Loop contest 2012 em SP.
O primeiro disco solo “TAMBAKI”, tem previsão de lançamento para o segundo semestre de 2016. Outro lançamento do músico neste ano é o método “Somos som – Música Percussiva Brasileira”, em parceria com a percussionista Simone Sou. Enquanto o CD com a banda não sai do forno, Fernando Lobo apresenta  as composições em formato solo. Na performance o artista utiliza os recursos de loop e processadores de efeito, mesclando timbres orgânicos de percussão e voz com ferramentas digitais.

Para o programa O Sul em Cima, Fernando selecionou algumas músicas que fazem parte de seu EP, músicas compostas por ele e que foram interpretadas por outros artistas e músicas de grupos em que ele atuou como instrumentista ou produtor. As músicas são:

1- Candonga – Fernando Lobo
2- Tesouro do Céu – Fernando Lobo – Versão: Coral MPB UFPR
3- Giro de Peão – Fernando Lobo e Du Gomide – Grupo Serenô
4-Tchau! – Fernando Lobo e Mariana Barros
5- Fronteiras – Real Coletivo Dub
6- Lave a Alma – Real Coletivo Dub
7- Em Frente – Grupo Molungo
8- Emí – Grupo Molungo
9- Flecha de Oxóssi – Grupo Serenô
10- Saudação ao Sereno – Grupo Serenô
11- Tutuareg – Fernando Lobo
12 – Flecha e Espelho – Fernando Lobo e Carlito Birolli
13 – Filho de Fé – Fernando Lobo – Versão Loopstation

Ouçam Aqui – Programa 32/2016

Programa 32/2016 – FERNANDO LOBO – Parte 1

Programa 32/2016 – FERNANDO LOBO – Parte 2

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O Sul Em Cima 31 – RODRIGO GARCIA LOPES

O SUL EM CIMA dessa edição, mostra o trabalho de RODRIGO GARCIA LOPES.

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RODRIGO GARCIA LOPES (Londrina, PR, 1965) é poeta, compositor e tradutor. Autor de dois CDs e 15 livros (poesia, romance, tradução, entrevistas), é Mestre em Humanidades Interdisciplinares pela Arizona State University, com tese sobre William Burroughs e Doutor em Letras pela Universidade Federal de Santa Catarina, com tese sobre Laura Riding. Em 1997 lançou Vozes & Visões: Panorama da Arte e Cultura Norte-Americanas Hoje, (Iluminuras), com 19 entrevistas com nomes como Burroughs, John Cage, Laurie Anderson, Chick Corea, Meredith Monk e Allen Ginsberg.

Como cantor, violonista e compositor, começou sua carreira artística em Londrina nos anos 80, sob os eflúvios dos festivais de música e artistas como Arrigo e Paulo Barnabé ou com passagens por Londrina, como Itamar Assumpção. Assumindo a música como uma atividade que completa e expande sua pesquisa poética, desde os 16 anos ela ocupa lugar de destaque em sua criação. Compondo de forma mais madura a partir dos anos 90, o primeiro disco veio em 2001, com Polivox, gravado por Maurício Grassmann e que contou com a participação do músico e arranjador Sidney Giovenazzi (ex-Patife Band) e dos músicos Marco Scolari, do percussionista Ricardo Garcia e da cantora Neuza Pinheiro.

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Em marco de 2013, lançou o livro de poemas Estúdio Realidade e, em julho, o álbum de canções autorais Canções do Estúdio Realidade. Totalmente gravado e concebido em Londrina (PR), foi selecionado e patrocinado pelo Programa Municipal de Apoio à Cultura. Esse novo trabalho adensa as experiências musicais iniciadas no primeiro disco enquanto explora, formas possíveis de compor canções hoje em dia. As canções, assim, se tornam campos de possibilidades poético-musicais. Letras bem acabadas, fundem-se a melodias sofisticadas e surpreendentes. Na contramão da música comercial ou de mero “entretenimento”, e seguindo uma tradição de artistas da música brasileira que se especializaram na arte de combinar palavras e música, o novo disco desse cantautor, leva adiante sua pesquisa musical, sedimentando um diálogo entre a canção brasileira, o jazz, a tradição trovadoresca medieval (aqui situada num contexto urbano e globalizado), estilos como funk, rap, blues, a MPB e a música instrumental, comprovando a capacidade de reinvenção da música popular brasileira contemporânea.
Tendo a voz e violão de Rodrigo Garcia Lopes como centro dos arranjos impecáveis de André Siqueira (que tocou violões, guitarra, baixo e flauta), além de Neuza Pinheiro e Banda Cinemática, o álbum contou com participações de Gabriel Zara (baixo acústico), Mateus Gonsales (piano), Rodrigo Serra (bateria), Júlio Erthal (flauta, flautim), Marcello Casagrande (vibrafone), Vítor Gorni (clarone), Priscila Alves (violoncelo) e Banda Cinemática: Emílio Mizão (guitarra), Wesley Cesar (sax tenor, clarinete), Vinicius Lordelos (bateria) e Filipe Barthen (baixo elétrico)
Rodrigo também tem vários trabalhos como tradutor, participações em antologias e várias indicações a prêmios. Seus mais recentes trabalhos, Experiências Extraordinárias (poesia) e O Trovador (romance policial), foram semifinalistas do prêmio Oceanos de Literatura. Experiências Extraordinárias foi finalista do Prêmio Jabuti 2015. O Trovador concorreu também ao Prêmio São Paulo de Literatura 2015.

Vamos ouvir no programa O SUL EM CIMA, as seguintes músicas dos CDs Polivox e Canções do Estúdio Realidade:Polivox, Ítaca, Paradoxos do Tempo, O Amor é uma mulher de olhos invisíveis, Minuto, Quaderna, Vertigem (Um corpo que cai), Fugaz, Cerejas, Álibis, Adeus, Iluminações, Butterfly e New York. 

Divirtam-se e comentem!!

Ouçam Aqui – Programa 31/2016

Programa 31/2016 – RODRIGO GARCIA LOPES – Parte 1

Programa 31/2016 – RODRIGO GARCIA LOPES – Parte 2

http://rgarcialopes.wix.com/site
facebook.com/RGLoficial

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O Sul Em Cima 30 – SELTON

O SUL EM CIMA dessa edição, mostra o trabalho da banda SELTON!

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Consolidado na Itália após dar os primeiros passos na Espanha, o quarteto brasileiro Selton lança “Loreto Paradiso”, quarto CD da banda, álbum que reúne composições em inglês, italiano e português.

O Selton é formado por: Ramiro Levy, Ricardo Fischmann (voz e guitarra), Eduardo Stein Dechtiar (voz e baixo) e Daniel Plentz (voz, bateria). Tudo começou em Barcelona quando, por acaso, os gaúchos Eduardo Dechtiar e Ramiro Levy encontraram os antigos colegas de escola Ricardo Fischmann e Daniel Plentz, em 2006. Estavam na faculdade e resolveram fazer intercâmbio pela Europa. Então, para se manterem nesse período, resolveram montar uma banda, tocando em parques e ruas da cidade espanhola. Passados dois anos, o som dos porto-alegrenses agradou aos ouvidos de um produtor da MTV italiana. Daquele encontro, surgiu o convite do produtor musical Gaetano Cappa para trocar o espanhol pelo italiano e se mudar para Milão.
Primeiro disco: Inspirados pelo compositor Enzo Jannacci, o Selton regravou canções tradicionais da Itália, numa estética mais roqueira e com letras em português, resultando no disco Banana à Milanesa (Barlumen Records, 2008), que chamou atenção da crítica local. Em 2010, a banda expandiu sua repercussão na Itália, com um surpreendente álbum de composições próprias, escritas em português e inglês: o CD Selton.
Saudade (Ghost Records 2013) – Movido pelo espírito aventureiro de permanecer como se estivesse na terra pátria em cada um dos países que acolheram sua música, o Selton convocou para a produção de Saudade, o engenheiro de som italiano Tommaso Colliva, conhecido por trabalhos com Franz Ferdinand e Muse. Mas é o Brasil que o grupo celebra na primeira faixa do disco. “Qui Nem Giló (Saudade)”, de autoria do rei do baião Luiz Gonzaga, que conta com a colaboração do multi-instrumentista Arto Lindsay. Outro músico que colabora no álbum é o compositor Dente, importante nome da cena italiana atual.

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O novo álbum: Loreto Paradiso (2016)
O disco, sucessor de Saudade (2013), conta com dez faixas que conta com a produção de Tommaso Colliva. Loreto Paradiso foi gravado em Londres, Milão e Brasil. Loreto Paradiso mostrou ser um momento bastante específico e benéfico na carreira do grupo Selton. É como se, agora, a banda não fosse mais o adolescente ácido e sarcástico da época de Saudade, mas um jovem adulto maduro e seguro das responsabilidades que tem. É dificil superar o álbum de estréia, mas certamente o novo trabalho traz perspectivas bem interessantes para um futuro promissor.
Vamos ouvir no programa O Sul Em Cima, músicas do novo CD Loreto Paradiso e também músicas do CD Saudade! As músicas são: Qui Nem Giló (Saudade), Across the See, Ghost Song, Drunken Sunshine, Eu nasci no meio de um monte de gente, Loreto Paradiso, Cemitério de Elefante, Be my Life, Don’t play with Macumba, Junto Separado, Duty Free Romance, Up to me, Qualcuno mi Ascolta, Feliz Ano Velho e Hokkaido Goodbye. Nessa última faixa tem um belo trecho de poema escrito por Miguel Souza Tavares, do livro Equador que diz:

“As ilhas são lugares de solidão e nunca isso é tão nítido como quando partem os que apenas vieram de passagem e ficam no cais, a despedir-se, os que vão permanecer. Na hora da despedida, é quase sempre mais triste ficar do que partir e, numa ilha, isso marca uma diferença fundamental, como se houvesse duas espécies de seres humanos: os que vivem na ilha e os que chegam e partem. ”

Divirtam-se e comentem!!!!
Ouçam Aqui – Programa 30/2016

Programa 30/2016 – BANDA SELTON – Parte A
Programa 30/2016 – BANDA SELTON – Parte B

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O Sul Em Cima 29 – CRISTIAN SPERANDIR

O SUL EM CIMA dessa edição mostra o trabalho de CRISTIAN SPERANDIR,photo
Vencedor do Prêmio Açorianos de Música (categoria Melhor Instrumentista de MPB/2013), o pianista, tecladista, compositor, arranjador e produtor musical Cristian Sperandir , considerado uma das revelações da música contemporânea no país, vem atuando ao lado de grandes nomes da música do Rio Grande do Sul e dando continuidade ao trabalho com sua família – grupo Sperandires. Em seu toque, referências de Brad Mehldau, Michel Camilo, Chick Korea, André Mehmari e Geraldo Flach estão expressas em vários momentos e na sua forma de pensar e ver a música.
Cristian herdou de sua família a afinidade musical (seu pai e seu irmão também são músicos) e começou a interessar-se por música já muito cedo, e desde então, o aprimoramento é constante. Iniciou seus estudos ao piano com treze anos através de vídeos-aula (Wilson Cúria, Nelson Ayres, Jordan Rudess, entre outros) e livros didáticos sobre música. Em Osório/RS ingressou na Academia de Música Rima-Aperfeiçoamento onde cursou Linguagem e Estrutura Musical (teoria musical e harmonia gradual) tendo como professor o maestro Paulo de Campos e no piano foi aluno de Nilton Júnior da Silveira e do maestro Carlos Garofalli; em Porto Alegre/RS estudou piano com o maestro Paulo Dorffman e, por último teve aulas com Rafael Vernet.

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Foto: Adriano, Adriana e Cristian Sperandir

Paralelamente aos estudos, Cristian já atuava como tecladista e arranjador do Estúdio A3, e produzia vários trabalhos em estilos diferentes. Depois de produzir inúmeros artistas, 2010 foi o ano em que lançou seu primeiro trabalho autoral ao lado do irmão Adriano e da cunhada Adriana, o CD Outono dos Sentidos com o grupo Sperandires.
Em 2011, foi convidado a fazer homenagens ao pianista Geraldo Flach, um dos maiores ícones da música instrumental do Rio Grande do Sul. Além disso, Cristian foi o vencedor da 1ª edição do Festival Moenda Instrumental com o tema Flamboiã, composta por ele e pelo irmão Adriano Sperandir, Depois de ter participado, em 2012, das gravações do DVD do Samuca do Acordeon, Cristian gravou o DVD-Show em comemoração aos 50 anos de carreira do acordeonista e cantor Luiz Carlos Borges. um dos maiores artistas do sul do país. Produziu o CD de Victor Hugo, um dos maiores intérpretes do Rio Grande do Sul. Em 2015 gravou o DVD da cantora nativista Shana Muller e realizou um concerto popular dom a Ospa (Orquestra sinfônica de Porto Alegre);
Atuando em festivais em todo o Brasil, Cristian já foi premiado na maioria deles como compositor, arranjador e instrumentista, obtendo destaques e prêmios de 1º, 2º e 3º lugares, dentre outras premiações paralelas. Festivais como Fenac (MG), Moenda (RS), Fampop (SP), Reponte (RS), Femupo (SP) e muitos outros. Foi um dos cinco selecionados pela comissão julgadora do Samsung e-Festival, liderada pelo curador artístico Thomas Roth, na categoria instrumental, além de já ter participado em diversos festivais de Jazz, tais como Poa Jazz Festival, Canoas Jazz, Tum Instrumental, dentre outros. Trabalha também como arranjador e produtor musical em vários projetos de artistas do Rio Grande do Sul e do país, além de gravar e acompanhá-los em espetáculos, shows e festivais. Já tocou com Gabriel Valim, Luiz Carlos Borges, Samuca do Acordeon, Shana Muller, Victor Hugo, Sperandires, Luiz Brasil (guitarrista e produtor musical que já trabalhou com nomes como Cássia Eller e Caetano Veloso), Cantadores do Litoral, entre outros.
Cristian Sperandir foi o vencedor do Prêmio Açorianos de Música na categoria Melhor Instrumentista de MPB pelo disco “Brasileirice”, de Paola Matos. A cerimônia de entrega da premiação aconteceu em abril de 2014 no Auditório Araújo Vianna em Porto Alegre/RS.

Vamos ouvir no programa O Sul em Cima, algumas músicas selecionadas pelo Cristian Sperandir que são Que bons ventos lhe trazem? (Cristian Sperandir), Tiro de Brazuca (Cristian Sperandir e Samuca do Acordeon), Fotografia (Beto Bollo e Luiz Carlos Borges), Olhar Além (Cristian Sperandir e Caio Martinez), Canção do Mar (Jociel Lima), Pensei que Fosse em Vão (Thiago Carreri e Samuca do Acordeon), Rancheirinha e Piano Azul (Geraldo Flach), Flor em Flor (Adriano Sperandir e Caio Martinez) e Rosa Branca (Cristian Sperandir e Caio Martinez). As músicas Canção do Mar e Rosa Branca estarão no próximo disco dos Sperandires!
Ouçam Aqui – Programa 29/2016
Programa 29/2016 – CRISTIAN SPERANDIR – Parte A
Programa 29/2016 – CRISTIAN SPERANDIR – Parte B

 

Links:
www.youtube.com/CristianSperandir
www.facebook.com/cristian.sperandir
soundcloud.com/cristiansperandir

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O Sul Em Cima 28 – GISELE DE SANTI

O SUL EM CIMA dessa edição, mostra o trabalho de GISELE DE SANTI, em especial músicas do seu novo CD “CASA”.

milene-rebollo-de-santiGisele nasceu e cresceu em Porto Alegre. Aos 14 anos de idade, compôs Outono, sua primeira canção. Já nesse momento, a personalidade de Gisele começava a se definir, com indicações de seu gosto pelo “frio” e de seu espírito melancólico, que não tardariam a aparecer de forma mais explícita em futuras composições. Na época, Gisele já cantava em bares de Porto Alegre. Com o passar do tempo, começou a mostrar seu repertório autoral, atraindo a atenção do público, que passou a pedir por um registro.
“Gisele de Santi” é, também, o nome desse primeiro registro lançado em 2010, produzido por Gilberto Ribeiro Jr., coproduzido por Fabrício Gambogi e pós-produzido por Leo Bracht. As composições, todas autorais, passeiam pelos mais diversos estilos: bossa-nova, blues, jazz, chamamé, samba-rock, embora nunca de forma exatamente tradicional, muito mais como se retrabalhasse o gênero de forma pessoal. Outra característica que chama a atenção em seu trabalho é o flerte com a metalinguagem, intérprete essencialmente intimista e delicada.

Gisele foi premiada nas categorias Intérprete e Revelação na edição de 2010 do Prêmio Açorianos com esse rodrigo-panassolo-e-gisele-de-santi-by-tielle-mello-1024x559trabalho. Em 2013, a gaúcha foi convidada pelo Departamento Cultural do Itamaraty para participar do projeto “Novas Vozes do Brasil” em Portugal, parceria entre o departamento e a Casa da Música do Porto. Após esse show, a cantora e compositora seguiu em turnê pela Europa passando por países como Áustria, Alemanha, França, Inglaterra e Holanda com o show “Nossas e Bossas” (projeto duo com o cantor e compositor Rodrigo Panassolo).

O 2º CD intitulado “Vermelhos e Demais Matizes” foi lançado em 2013. Das canções do repertório, dez são de autoria de Gisele, há também canções de Vitor Ramil – compositor gaúcho renomado nacionalmente, que empresta sua voz ao disco, em dueto com Gisele – e Fabrício Gambogi, talentoso compositor da novíssima MPB. O disco tem produção musical de Gilberto Ribeiro Jr e Fabrício Gambogi, que também foram os produtores do primeiro álbum da artista. Os percalços e dores do amor são a essência deste trabalho.. Sua abordagem do tema é ampla e sua assinatura absolutamente pessoal. No encontro de sambas, bossas e chamamés foi gravado o trabalho que refletia a diversidade de influências que a formaram artista. As novas composições de Gisele, transitam com ainda mais propriedade pelos diversos universos da canção popular.

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“CASA” lançado esse ano (2016), conta Gisele, é “…o terceiro disco de minha carreira e fruto do momento mais especial de minha vida. As canções foram compostas, escolhidas e gravadas durante a gestação do meu primeiro filho, Francisco, inspiração para esse trabalho que reflete o maravilhoso estado de ser a casa de si mesmo e a de outro ser”.
Os arranjos, produção e direção musical é de Vagner Cunha, pré produção de Rodrigo Panassolo e Vagner Cunha. Além da voz de Gisele de Santi, o trabalho conta com o piano de Luiz Mauro Filho e Vagner Cunha nas cordas. A gravação, mixagem e masterização foram feitas por Leo Bracht (Transcendental Audio).
Vamos ouvir no programa O Sul em Cima, as músicas desse mais recente trabalho “CASA” de Gisele de Santi! Imperdível!!

Ouçam Aqui – Programa 28/2016
Programa 28/2016 – GISELE DE SANTI – Parte A
Programa 28/2016 – GISELE DE SANTI – Parte B

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