O SUL EM CIMA 15 / 2026


LOULU GILBERTO –
Em seu disco de estreia, a cantora Loulu Gilberto se inspira no universo artístico do pai, João Gilberto (1931-2019). Aos 21 anos, ela grava canções que envolvem a memória paterna e o aprendizado musical na infância, os pontos de partida de seu canto. Ainda pequena, Loulu foi acompanhada inúmeras vezes pelo violão de João, seu primeiro mestre. O álbum “Loulu Gilberto” (Sony), com produção musical de Cézar Mendes e Mário Adnet, vai além do tributo a João, o definidor da batida da bossa nova, e ilumina a modernidade da tradição musical brasileira e americana, ao englobar o samba, o jazz, o samba-canção e cantigas de ninar.
Nascida em 2004, filha de João com a jornalista Cláudia Faissol, a carioca Luísa Carolina Gilberto (Loulu) perdeu o pai aos 15 anos, mas toda uma sensibilidade musical já havia sido estimulada pelo seu mestre maior. “Quando ele faleceu, parei de cantar. Porque eu cantava com ele. E aquilo foi me fazendo uma falta tremenda…” Foi aos 16 que ela percebeu que queria — ou precisava — voltar. A pandemia tinha acabado, tudo voltando à normalidade. E ela sentiu muita saudade de cantar. No Rio de Janeiro, ela procurou o violonista e compositor Cézar Mendes (Grammy Latino 2021), professor de violão que lhe encaminhou a uma professora de canto. Indo além, Mendes repetiu os antigos treinos de Loulu com o pai, passando a acompanhá-la com o violão na mesma sala de visita em que João a apresentou como futura cantora, dois anos antes.
Numa estreia madura, Loulu apresenta em 13 faixas seu compromisso com a modernidade atemporal da canção popular. Suas performances vocais são solares e lúdicas, filiadas à exatidão e à leveza de João, sempre com uma personalidade bem definida.
Músicas: 01 – O Amor nos encontrou  – Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli // 02 – Avarandado – Caetano Veloso – part especial Tom Veloso  // 03 – Manias  – Flávio Cavalcanti e Celso Cavalcanti // 04 – Jou-Jou e Balangandans  – Lamartine Babo – part especial: Maria Carvalhosa // 05 – Beija-me  – Mário Rossi e Roberto Martins  // 06 – Duas Contas  – Garoto // 07 – Qui nem Jiló  – Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira 
 
PEDRO LONGES – Pedro Longes é cantor, compositor, instrumentista e educador, com trabalhos que dialogam com a música popular brasileira, a música erudita e sonoridades latino-americanas. Pedro Longes lançou os álbuns Conexión (2015), Longes Canta Spinetta (2018), Canções de Amor e Solidão (2021), Sinestesias (2021) e Canciones con Drama, de Arthur de Faria & Pedro Longes e realizou diversos shows, inclusive no Chile, lugar em que viveu e estudou música durante quatro anos. 
Mágica Mistral é o sexto álbum de Pedro Longes lançado dia 29/05/2026. Reúne doze composições a partir de poemas de Gabriela Mistral (1889–1957), reconhecida escritora, educadora e diplomata chilena, além de um poema relacionado, de autoria desconhecida. O novo álbum  do artista propõe um encontro entre música e literatura, transitando entre a canção sul-americana e a MPB. Em Mágica Mistral, Longes coloca a tradução como gesto artístico central, explorando os intervalos entre o espanhol original e o português. Gravado no Estúdio SOMA em Porto Alegre, o álbum conta com banda de cordas, sopros e percussão, e as participações de Vitor Ramil, Paola Kirst, Marcelo Delacroix, María Segú, Arthur de Faria, Yasmini Vargaz e Cau Karam.
MÚSICAS do álbum Mágica Mistral : 01 – O Amor que Cala – Pedro Longes e Gabriela Mistral // 02 – Canción de Los que Buscan Olvidar – Pedro Longes e Gabriela Mistral  – Part Especial Vitor Ramil // 03 – A Água – Pedro Longes e Gabriela Mistral  – part Especiais de  Cau Karam e Paola Kirst // 04 – Amanhecer  – Pedro Longes – part especiais: Arthur de Faria e Yasmini Vargaz // 05 – Noite  – Pedro Longes e Gabriela Mistral – part especial: Marcelo Delacroix //063  – Palavras Serenas  – Pedro Longes e Gabriela Mistral 
 
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O SUL EM CIMA 14 / 2026

O Projeto Caleidoscópio  existe desde 1999 e teve reconhecimento de vários artistas de renome internacional.   Reúne nos seus álbuns, o maior casting de músicos de renome e feats do Brasil sendo ele autoral e independente. O Projeto é composto de músicas com influências de estilos como progressivo, Fusion, MPB, World Music, Folk, etc. A metáfora do Caleidoscópio é composta da idéia de que cada faixa dos CDs tem diversos músicos tocando, dando luz, forma, cores e matizes diferentes para cada uma, como se sonoramente formassem imagens de um lindo Caleidoscópio. O duo tem lançado os álbuns CarrosselO Sete e Luz & Sombra. 
O Projeto Caleidoscópio lançou dia 22 de maio de 2026,  o álbum “Estrangeiros”, novo trabalho do duo formado por Analu Paredes e Arthur Nogueira, reunindo 12 faixas inéditas e muitas participações especiais. O conceito do título “Estrangeiros” é uma reflexão do não pertencimento, daquele que não se encaixa, que vive buscando um lugar adequado, mas sempre nota que é diferente. Fala da angústia de não ser igual, mas também da virtude de ser único! 
O novo álbum do Projeto Caleidoscópio, “Estrangeiros”, traz novamente a participação do cantor e intérprete Ney Matogrosso,  que junto com Analu Paredes interpreta o passional bolero que dá título ao álbum. Ambos cantam embalados pelo arranjo do violonista Arthur Nogueira. O álbum “Estrangeiros” reúne 11 convidados em 12 canções. Além de Ney Matogrosso, o trabalho conta com participações de Leo Jaime, Rafael Portugal, Biafra, Thomas Roth, Isabella Taviani, Camila Paredes, Zé Maria Pescador, Zé Alexanddre, Natália Boere e Milton Guedes. O disco reúne ainda músicos convidados como Alberto Rosenblit no piano, Christiano Caldas, Fred Bertoli, Márcio Bahia, Cláudio Infante e Sérgio Melo nos teclados, além dos baixistas Adriano Giffoni, Francisco Falcon e Jorge Ailton. A produção executiva e a preparação vocal ficaram sob responsabilidade de Analu Paredes, enquanto a mixagem e masterização foram assinadas por Sidney Sohn Jr. A direção musical  ficou a cargo de Analu Paredes e Arthur Nogueira, enquanto os arranjos foram desenvolvidos por Arthur.   
Músicas do álbum Estrangeiros (todas de autoria de Analu Paredes e Arthur Nogueira): 01 – Diário de Giz – part especial de Biafra // 02 – A Mais Linda Sinfonia  – de Analu Pares, Arthur Nogueira e Thomas Roth – Part esp Thomas Roth // 03 – Tão Clara  – part esp Camila Paredes // 04 – Aurora Boreal  – part esp Isabella Taviani // 05 – Os Três  – de Analu Paredes, Arthur Nogueira e Zé Maria –  part esp Zé Maria Pescador // 06 – Pedra de Sal – part esp Natália Boere // 07 – Rabiscos  – part esp Leo Jaime // 08 – Estrangeiros  – part esp Ney Matogrosso // 09 – Trilhos da Cidade  – part esp Rafael Portugal // 10 – Viajante das Estrelas  – part esp Milton Guedes // 11 – Roda de Samsara  // 12 – Profética  – part esp Zé Alexanddre 

O SUL EM CIMA 13 / 2026

BENTO GIL – O cantor e compositor Bento Gil, neto de Gilberto Gil lançou dia 19 de maio de 2026 seu primeiro álbum solo, Silêncio Azul. Gravado em março deste ano, o disco reúne 11 faixas que exploram um universo musical marcado pelo violão, pela atmosfera praieira e pelas influências da música brasileira. Produzido por Bárbara Ohana, mãe do artista, o álbum conta com participações de nomes consagrados como Jaques Morelenbaum, Mestrinho, Clara Buarque, Moreno Veloso e do próprio Gilberto Gil, que aparece na faixa instrumental “Amazônia”.
Filho de Bem Gil e da produtora Bárbara Ohana, Bento é o mais novo artista de uma das famílias mais influentes da música brasileira, iniciada por seu avô, Gilberto Gil, de 83 anos. Com sua estreia, ele passa a integrar a terceira geração da linhagem musical, que reúne diferentes trajetórias artísticas ao longo das décadas.
No disco, Bento expõe de forma romântica e delicada em suas letras questões da natureza das coisas, do amor e das perdas, da praia e da areia, do vento e do seu assobio e das solidões de vivermos num mundo tão grande e tantas vezes solitário e a beleza de encontrar o amor nisso tudo.
Músicas: 01 –  Tardes de Janeiro – Bento Gil // 02 – Lugar Nenhum  – Bento Gil e Bárbara Ohana  // 03 – A Onda Quebra   – Bento Gil – part  Jaques Morelenbaum // 04 – Sereia do Mar  – Bento Gil e Bárbara Ohana // 05 – Amazônia  – Gilberto Gil  – part Gilberto Gil e Danilo Penteado // 06 – Samba do Bonfim  – Bento Gil – part Clara Buarque 
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JULIANA LINHARES – A cantora, autora, diretora e atriz natalense Juliana Linhares lança, seu segundo álbum, “Até Cansar o Cansaço”, que nasce como reação a um sentimento coletivo e atual de esgotamento. A obra musical, criada para transmutar cansaço em ações e movimentos oníricos, propõe a construção de futuros possíveis e ativa a força criativa como forma de reencantamento do mundo, em um sonho coletivo. Com direção artística de Marcus Preto e arranjos e produção musical do multi-instrumentista Elísio Freitas, o álbum “Até cansar o cansaço” sucede o aclamado “Nordeste ficção” na discografia solo de Juliana Linhares.
Cantora, compositora, diretora e atriz potiguar, Juliana Linhares é uma das vozes mais expressivas da música brasileira contemporânea. Além de sua festejada carreira solo, Juliana integra a banda Pietá e o projeto Iara Ira, com os quais lançou três álbuns. Sua trajetória inclui colaborações com artistas como Ney Matogrosso, Anastácia, Chico César, Larissa Luz, Khrystal, Letrux, Tom Zé, Zeca Baleiro e Agnes Nunes e apresentações em importantes palcos em todo o Brasil. 
Em 2021 aposta na carreira  solo com o disco Nordeste Ficção, que tem direção artística de Marcus Preto e produção musical de Elísio Freitas, imaginando-o como um roteiro de teatro, um romance de autoficção e um docudrama cinematográfico. Sua discografia inclui ainda o EP Perdendo o Juízo (2020), com produção musical de Josyara.
Músicas: 01 – Emaranhada  – Juliano Holanda // 02 – Depois do Breu  – Juliana Linhares e Rafael Barbosa de Araújo // 03 – Conseguiram Parabéns – Manduka // 04 – A Palo Seco – Belchior  // 05 – Mistério do Óbvio – Luiz Gabriel Lopes – part Ney Matogrosso // 06 – Até Cansar o Cansaço – Juliana Linhares e Jeff Lyrio
 
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O SUL EM CIMA 12 / 2026

O Grupo Chão de Areia nasceu no litoral norte do Rio Grande do Sul e vem fazendo, ao longo dos seus mais de 20 anos de carreira, um resgate da viola do sul do Brasil, instrumento que foi por muitos, esquecido na tradição gaúcha. O Grupo Chão de Areia é composto por Mário Tressoldi, Chico Saga e Flávio Júnior. Os integrantes começaram suas trajetórias artísticas acompanhando grupos de danças tradicionais gaúchos e hoje acumulam premiações em diversos festivais de música nos estados do Sul e Sudeste do país. O Grupo lançou em 2011, o álbum “Quem Somos Nós” e em 2021 o EP “Nos Sons do Litoral”. Eternizar memórias, construir legados e inspirar as próximas gerações a valorizar e enriquecer a cultura local foi o objetivo do projeto ‘Nos Sons do Litoral’, lançado em 2021. O trabalho reuniu artistas e compositores convidados que representam as diferentes inspirações étnicas dos municípios da costa do Rio Grande do Sul. O projeto foi realizado em 2021 pelo edital Criação e Formação Diversidade das Culturas do Governo Federal, governo do Estado do Rio Grande do Sul e Fundação Marcopolo, executado a partir da Lei Aldir Blanc. Idealizado para comemorar os 19 anos de existência do Grupo Chão de Areia, o projeto Nos Sons do Litoral é composto por EP, 7 video clipes e um video documentário sobre a música feita no litoral norte do Rio Grande do Sul.  Músicas do projeto ‘Nos Sons do Litoral’: 01 – Pescador de Sonhos  – Mário Tressoldi e Chico Saga – Part Tribo Maçambiqueira // 02 – Somos o Litoral  – Nilton Júnior  – part Nilton Júnior e Márcia Freitas // 03 – Recanto da Minha Gente – Chico Saga, Jaime Brum Carlos e Mário Tressoldi // 04 – Castelo de Areia – Mário Tressoldi e Chico Saga – part Carlos D’Lucka // 05 – Litorâneo – Mário Tressoldi e Chico Saga – part Indio Rufino // 06 – Quilombola – Chico Saga e Mário Tressoldi – part Loma // 07 – Um Terno pela Paz – Mário Tressoldi, Carlos Catuípe, Ivo Ladislau e Vaine Darde – part Monycah Ramos e Juliano Gonçalves

Loma – Loma Berenice Gomes Pereira nasceu em Recife, de pai pernambucano e mãe de Santo Antônio da Patrulha. Mas com dois meses já estava em Porto Alegre. Desde o grupo escolar sempre cantou, e a chance da carreira musical veio em 1973, quando passou a integrar o grupo Pentagrama, liderado por Ivaldo Roque e Jerônimo Jardim, primeiro a mesclar samba e música nativista. Depois de participar da Califórnia da Canção e gravar um disco com o grupo (1976), Loma foi tentar a sorte no Rio de Janeiro. Estudou música, participou como vocalista em discos de Gilberto Gil, Alceu Valença e Elza Soares, entre outros, voltando a Porto Alegre em 1983 para fazer seu primeiro disco. Entre idas e vindas, três anos depois resolveu entrar com força nos festivais. Um dos destaques da sua carreira foi com o Cantadores do Litoral, que divulgou pelo Brasil e Portugal o legado afro-açoriano no Rio Grande do Sul. Entre os discos lançados estão ‘Loma’, ‘Um Mate por Ti’, ‘Loma – Além Fronteiras’ e ‘Ziguezagueando’. Com recursos provindos do edital de Cultura Aldir Blanc, ‘Loma Preta Gaúcha’, o quinto rebento solo de sua discografia, reúne no repertório um conjunto de canções cuja vibrante musicalidade derrama-se em valsas, chacareras, milongas e reggae. ‘Já as letras versam sobre meio ambiente, mulheres, povos indígenas e comunidades afro-brasileiras. Ou seja, temas que resgatam a tradição, mas que, por outro lado, seguem relevantes na contemporaneidade’, ressalta a cantora. O novo álbum de Loma Solaris chegou às plataformas digitais no dia 08 de maio de 2026, reunindo parcerias e reafirmando a trajetória da artista. Nesses 50 anos de carreira, ela já foi Loma, Loma Pereira, e recentemente assumiu o sonoro Loma Solaris. A nova alcunha por ela agora assumida é repleta de significados. O mais imponente deles reflete justamente no resgate da história da cultura negra – dentro do cancioneiro regional sul-riograndense – promovido por ela no projeto Loma Preta Gaúcha. ‘Trata-se de uma obra essencialmente preta, enaltecendo e reafirmando em suas letras e melodias o vínculo do Rio Grande do Sul com a música latino-americana’, define a artista. ‘Quis fazer um trabalho rico de conteúdo cultural e popular com o que apurei das questões rítmicas afro-gaúchas, afro-açorianas e afro-litorâneas e também do nativismo’, explica Loma, um dos nomes fundamentais da música do estado. Músicas do pgm (do álbum Preta Gaúcha): 01 – Cantigas de Mar  – Ivo Ladislau e Carlos Catuípe // 02 – O Trigo  – Oliveira Silveira e Vladimir  do Nascimento Rodrigues // 03 – Gira das Ialodês – Loma Pereira e Thalma de Freitas – part Glau Barros, Marietti Fialho, Neuro Jr, Nina Fola e Tamiris Duarte // 04 – Caminhada – Colmar Duarte e Sérgio Rojas // 05 – Clara Clareou  – Jerônimo Jardim – part Arthur de Faria //06 – Valsa dos Vagalumes  – Nilton Junior da Silveira, Adriano Sperandir e Cristian Sperandir 

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O SUL EM CIMA 11 / 2026

1) ALICE CAYMMI – A cantora e compositora Alice Malaguti Caymmi, mais conhecida como Alice Caymmi nasceu em março de 1990 no Rio de Janeiro. Ela é neta de Dorival Caymmi, filha de Danilo  e Simone Caymmi e sobrinha de Nana e Dori Caymmi.  Alice Caymmi lançou no dia 30 de abril de 2026, o álbum “Caymmi”, dedicado à obra de Dorival Caymmi. O disco chegou às plataformas digitais pelo selo Daluz Música na data em que o compositor baiano, morto em 2008, completaria 112 anos. Longe de apostar em versões reverentes ou excessivamente fiéis aos arranjos originais, Alice opta por tensionar o repertório do avô, incorporando elementos contemporâneos e de outros gêneros musicais, como reggae, hip-hop, salsa e batidas eletrônicas. Nessa toada, busca uma linguagem que preserve a essência das versões originais.  A ficha técnica concentra boa parte da sonoridade em Iuri Rio Branco, responsável por bateria, baixo, guitarra, programação e percussão, além da produção e dos arranjos. O disco tem guitarra adicional de Theo Silva, trombone e trompete de Doug Bone, mixagem, masterização e edição de voz de Diogo Guedes. No álbum Caymmi, o cancioneiro de Dorival Caymmi é reprocessado com frescor e novas harmonias, mas com total respeito às letras e melodias. Alice Caymmi diz que “A intenção era manter o caráter popular e sofisticado das composições, sem aprisioná-las a uma ideia de passado”, acrescenta a cantora, destacando a importância de pensar o repertório do avô como algo vivo, em circulação.  Músicas do álbum ‘Caymmi’ (músicas de autoria de Dorival Caymmi): 01 – O que é que a baiana tem // 02 – Modinha para Gabriela // 03 – Maracangalha // 04 – Canto de Obá de Dorival Caymmi e Jorge Amado // 05 – Dois de Fevereiro // 06 – Eu não tenho onde Morar // 07 – Morena do Mar 

2) GIULIANO ERISTON – Giuliano Eriston é  cantor, violonista, compositor e arranjador cuja essência reflete a rica diversidade da música brasileira. Seu talento foi revelado já aos 13 anos, quando fez seu primeiro show solo no Festival Choro Jazz, em Jericoacoara, que rapidamente o projetou para a cena nacional. Em 2021, aos 24 anos, Giuliano conquistou o público ao vencer a 10a edição do The Voice Brasil, solidificando-se como uma das grandes promessas da música do país. Em 2022, lançou seu primeiro álbum autoral, “Universo em Si”, produzido por Kassin, com parcerias valiosas de Ronaldo Bastos, Dirceu Leite e participações especiais de Mariana Aydar e Pretinho da Serrinha. Em 2024, Giuliano homenageou o icônico músico Sérgio Sampaio com o lançamento do EP “Giuliano Eriston Canta Sérgio Sampaio”, uma produção refinada de Pedro Baby. “Politonia”, novo álbum de Giuliano Eriston, agrega composições que surgiram após Giuliano se mudar para o Rio de Janeiro vindo do Ceará, portanto, refletem saudades, novas paixões vividas, humores mais excitados e um tom mais crítico que ainda não havia experimentado nos seus lançamentos anteriores. “É uma espécie de contraposição ao meu primeiro álbum (‘Universo em si’) o qual tem uma paleta de cores bem restrita porque a instrumentação foi bem mais simples”, conta Giuliano. Entre maracatu, jazz, xote e R&B, Giuliano canta em português, inglês e francês sobre a saudade, a graça da paquera, o cenário político e suas questões existenciais e é essa diversidade que justifica o neologismo “Politonia”, que é um termo cunhado pelo artista para expressar a sua busca de se contrapor à monotonia de ideias, especialmente as musicais, mas não apenas, para abraçar a diversidade, multiplicidade, “multi-versatilidade” do mundo. No álbum Giuliano atua em múltiplas frentes, cantando, compondo, arranjando e tocando diversos instrumentos. A produção musical é de Giuliano e Pedro Baby, que criteriosamente investigou as minúcias do material gravado para chegar nas sonoridades que mais se encaixam em cada música.  Músicas (de Giuliano Eriston): 01 – Lucidez // 02 – Gosto do Gesto // 03 – Festa no Infinito // 04 – Waiting // 05 – Corpo de Candiá – feat Moreno Veloso 

3) PAULA SOUTO é cantora e compositora com 25 anos de carreira. Seu primeiro álbum – Toda Sorte do Mundo – está completando 10 anos agora em 2026. Em seu álbum de estréia colocou 3 composições próprias. De 2023 até agora já lançou uma série de singles, canções suas e em parceria com compositores e compositoras que admira.  Paula Souto está lançando o single Medo da Noite. Paula Souto diz que   “A Medo da Noite me chegou de maneira arrebatadora, num momento de muita angústia diante da crescente violência contra as mulheres que estamos vivenciando. Na gravação só mulheres maravilhosas e admiráveis, somando nessa corrente a favor da vida e pelo fim da violência de gênero”.  Single –  01 Medo da Noite – Paula Souto 

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O SUL EM CIMA 10 / 2026

DUDU TRENTIN – O instrumentista e compositor Eduardo Trentin é natural de Marau (RS). Em 1983 foi para Porto Alegre, onde integrou o grupo instrumental Cheiro de Vida. Em 1987, mudou-se para Viena (Áustria), onde estudou no Franz Schubert Konservatoriun e no Konservatoriun Der Stadt Wien. Retornou ao Brasil em 1996 e fixou residência no Rio de Janeiro. No final de 2000, lançou seu primeiro CD solo instrumental com composições e arranjos próprios, intitulado “Wherever I Go”, co-produzido por Alexandre Fonseca e Renato Alscher. Como instrumentista, participou de gravações de artistas como Nei Lisboa, Vitor Ramil, Kleiton & Kledir, Zélia Duncan, João Bosco, Paula Morelenbaum e Chico Buarque. Na música para audiovisual, Dudu Trentin assinou trilhas de novelas (‘Ciranda de Pedra”, “Celebridade”, “Belíssima”), minisséries (‘Dalva e Herivelto”, “Tudo Novo de Novo”, “Queridos Amigos”) e filmes (‘Avassaladoras”, “Lisbela e o Prisioneiro”, entre outros). Atuou como arranjador e produtor para a Rede Globo em projetos como “Criança Esperança” e “Dança dos Famosos”, além do “Especial Gilberto Gil” no Multishow. Em grandes eventos, destacou-se na produção musical da reinauguração do Estádio Beira-Rio (Porto Alegre), da visita do Papa Francisco ao Rio de Janeiro (2013) e do Natal Luz  de Gramado (2015). 
Dudu Trentin lançou em 24 de abril de 2026, novo disco com dez composições de Raul Boeira. Quando recebeu a ligação de Raul Boeira com a proposta de fazer os arranjos de algumas canções compostas por ele, o músico Dudu Trentin não imaginava que ali estava nascendo seu segundo álbum de carreira, após um intervalo de 26 anos desde o lançamento de Wherever I Go. O álbum Dudu Trentin interpreta músicas de Raul Boeira, já está disponível nas plataformas digitais. 
‘Sou amigo de Raul Boeira há quase cinco décadas. Sempre tivemos uma afinidade/cumplicidade musical muito forte. Ele é um grande compositor, dono de uma cultura musical ampla e aberta. Bom violonista, tem um senso melódico e harmônico aguçado, além de ser excelente letrista”, Diz Dudu.
Músicas do pgm (do álbum Dudu Trentin interpreta músicas de Raul Boeira): 01 – Chá de Sumiço // 02 – Na Pausa // 03 – Rios de Antes // 04 – Bélica Manhã // 05 – Psycho Bossa // 06 – Espero que Estejas Bem 
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RAUL BOEIRA – Nasceu em Porto Alegre em 1956. Embora nunca tenha atuado profissionalmente como músico, lançou três álbuns autorais, produzidos no Rio de Janeiro por DuduTrentin: Volume Um (2008), Cada qual com seu espanto (2016) com letras de Raul Boeira e Márcia Barbosa e Sambas e Canções (2024) com letras de Raul musicadas por parceiros diversos. Algumas de suas canções foram gravadas no exterior (Mato Grosso Group/1988 Viena, Alegre Correa Sextett/ 1996 Viena, Nuno Bastos/2017 Portugal) e no Brasil (Ana Paula da Silva, Leonardo Ribeiro, Lili Araújo, Mirianês Zabot, Ita Arnold e outros). O samba ‘Clariô’, uma de suas parcerias com Alegre Corrêa, integra o CD Joe Zawinul 75, premiado com o Grammy 2010 de melhor álbum de jazz contemporâneo. Em 2024, Raul Boeira lançou o álbum ‘Sambas e Canções’. O álbum conta com grandes músicas como Dudu Trentin, Marco Vasconcellos, André Vasconcellos, Jurim Moreira e André Siqueira. Dudu Trentin é responsável pelos teclados, piano, orquestra, arranjos e direção Musical. Todas as faixas do álbum “Sambas e Canções” são resultado de parcerias. Raul Boeira escreveu as letras e as entregou para seis parceiros, que compuseram as melodias. ‘Desde que voltei a viver em POA, em 2020, tenho escrito muitas letras, hábito que se intensificou na pandemia. Vi que não teria condições de musicar tanto material e passei a enviar as letras para alguns compositores. Felizmente, as parcerias têm sido muito gratificantes’.
Músicas do pgm: 01 – Clariô – Alegre Corrêa e Raul Boeira – do álbum Volume Um // 02 – Meu Rio – Raul Boeira – do álbum Cada qual com seu espanto // 03 – Aos que chegam – Raul Boeira e Márcia Barbosa – do álbum Cada qual com seu espanto // Músicas do álbum ‘Sambas e Canções’ (04,05 e 06): 04 – Garimpo – Roberto Haag e Raul Boeira // 05 – Floricultura – Mário Falcão e Raul Boeira – part Márcia Barbosa (dizendo o poema ‘Vaidade’ de Florbela Espanca (Livro de Mágoas 1919) // 06 – Cardiobeat – Zé Caradípia e Raul Boeira

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O SUL EM CIMA 09 / 2026

NATASCHA FALCÃO – Nascida e criada em Recife, radicada no Rio de Janeiro há mais de 10 anos, Natascha é atriz, cantora e compositora indicada 2x ao Grammy Latino, como Artista Revelação (2023) e Melhor Álbum de Raízes em Língua Portuguesa (2025).
Atriz premiada pelo espetáculo Luas de Há Muito Sóis, do dramaturgo Moncho Rodriguez, e no Prêmio de Humor de 2020 pelo espetáculo Las Panamericanas, que une comédia física, música e burlesco. Atuou na novela No Rancho Fundo (TV Globo), na qual também fez parte da trilha sonora, cantando o tema de abertura ao lado de Elba Ramalho. Participou tbm das novelas Vai Na Fé, Mar do Sertão, entre outros. De sua discografia constam o EP “Kitsch Completo” (2019); o single “Banho de Flor” (2021); o álbum “Ave Mulher” (2023), que lhe rendeu a indicação ao Grammy, e o EP “Universo de Paixão” (2024).
No dia 13 de junho de 2025, chegou às plataformas de música “Universo de Paixão II”, o novo EP de Natascha Falcão. Quarto da discografia da cantora, compositora e atriz pernambucana, o EP Universo de Paixão II dá continuidade ao projeto lançado em 2024. É o segundo ato de uma história de amor entre Natascha Falcão e a cultura nordestina. “Universo de Paixão II é, com certeza, fruto do meu desejo de continuar cantando a música da minha terra…”, pontua Natascha. A paixão pelas raízes nordestinas se traduz na presença de compositores como Zé Ramalho, Alceu Valença, Dominguinhos e Anastácia no repertório, mas sobretudo por trazer todas as canções para o universo do forró, incluindo as garimpadas de outros estilos musicais. Juntas, as cinco canções do EP contam uma história. “Estou narrando principalmente minha trajetória depois que saí de Recife, e o universo de paixão que é a cultura de onde eu venho, minha vivência nordestina, meu jeito de falar, de cantar, de sentir. Eu canto forró porque eu não saberia viver de outro jeito”, finaliza.
Músicas do EP Universo de Paixão II : 01 – Beija Flor – Raimundo Nuvem Branca / Xexeu  // 02 – Farol das Estrelas  – Altay Velloso e Paulo César Feital // 03 – Banquete dos Signos  – Zé Ramalho // 04 – Desilusão  – Anastácia e Dominguinhos // 05 – Solidão – Alceu Valença 
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SILVA – Lúcio Silva de Souza nasceu para fazer música. Ainda menino, aprendeu a tocar violino, piano e flauta. Sua mãe, professora da área, queria garantir que, caso um dia seu filho quisesse virar maestro, ele tivesse todas as oportunidades e atendesse aos requisitos. Depois de anos em orquestras e um bacharelado em música com habilitação em violino, Lúcio abandonou a música clássica —e o primeiro nome. Se tornou Silva. Explorou a cena alternativa por um tempo, mas se encontrou mesmo no pop. Siva lançou dia 08 de abril de 2026 seu novo álbum, “Rolidei”. O título vem da versão abrasileirada da palavra inglesa “holiday” e tem referência direta ao filme “Bye Bye Brasil” (1979), de Cacá Diegues. Composta em março de 2025, durante as férias do artista, a safra autoral do álbum “Rolidei” – quase toda assinada por Silva com o irmão Lucas Silva, parceiro habitual – inclui músicas em estilo good vibes como o “Areia” e  “Deus de batom” entre a faixa-vinheta “Dias assim”, interlúdio feito de sons de mar, vocais e violão. Musicalmente, o álbum abandona harmonias mais complexas, para trabalhar com estruturas simples, às vezes de três acordes. A ideia é tornar as músicas mais acessíveis — tanto para quem ouve quanto para quem toca. Ao mesmo tempo, o álbum carrega uma camada mais profunda de reflexão. Em um mundo atravessado por excesso de informação e crises constantes, Silva vê na alegria um gesto de resistência. Para ele, criar músicas luminosas não significa negar a realidade, mas propor uma forma de atravessá-la com mais humanidade.
Músicas do álbum Rolidei: 01 – Sudamérica  – Silva / Lucas Silva // 07 – Areia – Silva / Lucas Silva // 08 – Dias Assim  – Silva // 09 – Deus de Batom  – Silva / Lucas Silva // 10 – Ouvir a Maré  – Silva / Lucas Silva // 11 – Algo Bom  – Silva / Samuel Emery // 12 – Rolidei – Silva / Lucas Silva  // 13 – Sorriso de Pura Beleza – Silva / Samuel Emery 
 
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O SUL EM CIMA 08 / 2026

LUAN CARBONARI é cantor, compositor e multi-instrumentista, natural de Botucatu (SP).  Iniciou sua jornada musical ainda na infância, dedicando-se ao piano, guitarra e violão. Na adolescência, descobriu sua paixão pelo canto e pela composição. Se destacou no programa “Canta Comigo” , da TV Record, onde emocionou ao levantar os 100 jurados com sua bela e desafiadora interpretação de “Beatriz” , de Chico Buarque e Edu Lobo, chegando à final.
Luan também brilhou no Prêmio Multishow, transmitido pela TV Globo, ao lado do artista Jão. Atualmente, integra o projeto “Uma Canção para Tom Zé” , que foi lançado pela renomada gravadora Biscoito Fino, projeto dirigido pela atriz global Ana Beatriz Nogueira, e consolida sua presença no cenário musical com apresentações em SESCs e diversas casas de show pelo Brasil. Recentemente, levou seu trabalho autoral a Lisboa, Portugal, conquistando o público com sua sensibilidade artística e versatilidade.  
Músicas do pgm: 01 – Não Desista de Mim – Luan Carbonari – do  EP Quando Parei de Contar Segredos // 02 – Natureza Dela – Luan Carbonari – do EP Quando Parei de Contar Segredos // 03 – Beatriz – Chico Buarque e Edu Lobo // 04 – Vira Virou (trecho) – Kleiton Ramil – com Luan Carbonari //05 – Pra Sempre Nós  – Luan Carbonari  // 06 – A Volta do Trem das Onze  (8,5 milhões de Km²)  – Tom Zé – com Luan Carbonari e Gabriel Rojas  – do álbum “Uma Canção para Tom Zé”
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RICARDO BARBA – Ricardo Ornellas, conhecido como “ Ricardo Barba”, nasceu em 1958, filho caçula de cinco irmãos. Todos estudaram música , duas irmãs formadas em piano e dois irmãos em violão. Por ser o último filho, chegou num momento de muita dificuldade financeira, por esse motivo não teve a oportunidade de ingressar no estudo formal de música. Autodidata, começou a tocar muito novo,“ batucava”, como dizia sua mãe, no piano e no violão dos irmãos, usava as almofadas, baldes e bancos como bateria, ouvia muito rádio e cantarolava acompanhando o que ouvia.
Assim foi sua formação musical. Começou a compor muito cedo para dar vazão à sua criatividade. Começou a tocar em bares, bateria e percussão, coisa que aconteceu até se casar, quando teve que abandonar a música, para trabalhar no sistema bancário, onde ficou por 18 anos, e a música se limitou as suas composições, até que saiu do banco e com muita dificuldade,  conseguiu trabalhar em um estúdio, onde conheceu muitos músicos e aí veio o convite para trabalhar como Roadie, coisa que faz até hoje. Construiu seu estúdio de ensaios e gravações, onde gravava suas composições, formulando assim o seu acervo musical. Ricardo Barba gravou fisicamente quatro CD’s, de forma que se tornaram arquivos de trabalho e as restantes estão à espera de outra oportunidade.  Os CD’s são: 01 – Violão, 02 – Sob o Olhar da Noite, existe um coração cinzento, 03 – Amor e Carnaval  e 04 – Emaranhado.
Músicas (todas do Ricardo Barba): 01 – Emaranhado  // 02 – Samba de Gringo // 03 – Forró na Ilha  // 10 – Quando a noite cai // 11 – Galope Urbano 
 
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O SUL EM CIMA 07 / 2026

O compositor multi-premiado Alexandre Fritzen da Rocha apresenta ao público seu novo trabalho, Rastro, quarto álbum solo de sua carreira. A obra nasce como trilha sonora original do espetáculo de dança homônimo, desenvolvido pelas bailarinas Andressa FormoloMélany Marsiglio e Milena Baldissarelli. O espetáculo e o álbum abordam, com sensibilidade e profundidade, a complexidade dos transtornos mentais, da psiquiatria e da psicologia. A música traduz em sons as fragilidades e resistências humanas, inspiradas nas vivências pessoais das criadoras intérpretes, transformando experiências íntimas em arte universal.  
Rastro explora a música eletroacústica, misturando elementos de neoclassical new-age com instrumentos eletrônicos, orquestrais e objetos sonoros. O resultado é uma atmosfera imersiva e contemporânea, que dialoga diretamente com o corpo em movimento e amplia a experiência estética do espetáculo. Mais do que um álbum, Rastro é um convite à escuta sensível das marcas que a mente e o corpo carregam. A obra busca estimular debates sobre saúde mental e reforça o papel da arte como espaço de acolhimento, reflexão e transformação.
Alexandre Fritzen da Rocha ao longo de quase 35 anos de carreira, tem uma trajetória versátil na música. Doutor e Mestre em Práticas Interpretativas/órgão pela UFRGS, bacharel em Composição Musical e licenciado em música, construiu uma carreira que une excelência acadêmica e inovação artística. Sua trajetória soma apresentações em nove estados brasileiros e países como Argentina, Espanha, Letônia e Uruguai. Na área acadêmica, é professor adjunto da Universidade de Caxias do Sul (UCS), lecionando música e produção audiovisual. Publicou livros e artigos científicos, além de atuar como professor convidado em universidades de Moçambique e México. Músicas do pgm (todas de Alexandre Fritzen da Rocha): 01 – Abandono // 02 – Dead Space I // 03 – Clausura // 04 – Dead Space II // 05 – Sombras no Vazio 
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RENATO BRAZ  é cantor, violonista e percussionista.  Paulistano, cresceu em um ambiente muito musical. Aos quinze, iniciou-se na percussão e começou a tocar nas noites como baterista. Aos poucos foi desenvolvendo-se como cantor e, assim, iniciou sua carreira em festivais. Já dividiu palco com nomes como Miúcha, Áurea Martins, Luiz Melodia, Ney Matogrosso, Cristovão Bastos  entre muitos outros.  Seu primeiro disco gravado em 1996, foi indicado para o Prêmio Sharp de Música Brasileira. Em outubro de 2025, Renato Braz lançou Canário do reino – Uma homenagem a Tim Maia com 15 faixas produzidas por Braz com Mário Gil. O álbum chegou às plataformas no dia 13 de outubro de 2025, aniversário de Renato Braz, intérprete que tem lugar destacado entre os melhores do Brasil em atividade.
Além da qualidade do canto de Renato Braz, “Canário do reino” se destaca pela seleção do repertório, capaz de abarcar várias fases da trajetória artística de Tim Maia (1942-1998), de megahits de rádio de sua autoria a sucessos alheios que ajudou a imortalizar. “A Lua e Eu”  surge eternizada neste disco: foi a última gravação de Nana Caymmi.  Por telefone, a cantora irradiava alegria com o registro feito por Renato, Mário Gil e Cristovão Bastos  em sua casa, no Rio. Nana nos deixou em 01 de maio de 2025. Músicas do pgm: 01 – Você – Tim Maia // 02 – Coroné Antonio Bento  – Luiz Wanderley e João do Vale  // 03 – Você e eu, eu e você (Juntinhos) / Sossego  – Tim Maia // 04 – A Lua e eu   –  Cassiano e Paulo Zdanowski / Citação – Azul da Cor do Mar   (Tim Maia) | Participação especial Nana Caymmi // 05 – Um dia de domingo  – Michael Sullivan e Paulo Massadas – Part Especial:  Beatriz Id // 06 – O Descobridor dos Sete Mares  – Michel e Gilson Mendonça
 
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O SUL EM CIMA 06 / 2026

1) PAYSANOS – O Grupo combina elementos da música tradicional, folclórica e nativa com sonoridades, linguagens e arranjos contemporâneos. O trio é  formado por Luiz Dallastra (acordeon e voz), Matheus Krummenauer (violão sete cordas) e João Bauken (bateria).  Desde 2023 eles atuam nessa formação principalmente na cidade de Porto Alegre, onde a banda está sediada. Fazem parte de um movimento crescente do nativismo gaúcho e buscam adicionar à sonoridade do trio, influências do folk mundial, além do jazz, rock e da MPG (Música Popular Gaúcha).
O Paysanos é formado por:  Luiz Dallastra, acordeon e voz – Licenciado em Música pelo Instituto Ivoti, atuou como acordeonista solista na Caxias Ensemble Orchestra e participou da turnê Europa com a Camerata Ivoti, apresentando-se em países como Alemanha, Portugal, Holanda, Espanha e França. João Bauken, bateria  – Estuda Licenciatura em Música na Ufrgs e percussão sinfônica na Escola da Ospa. Acompanhou uma vasta gama de artistas do Rio Grande do Sul e outros estados. Membro fundador da comparsa Candombe POA. Como músico contratado, integrou a Ospa em concertos no Teatro Colón, em Buenos Aires, e na Sala São Paulo, na capital paulista, além de dezenas de concertos na Casa da Ospa em Porto Alegre. Matheus Krummenauer, violão 7 cordas – Estudou música desde criança. Acompanhou o grande instrumentista Samuca do Acordeon, com quem estudou por algum tempo. Atua nos festivais nativistas do estado há quase dez anos e teve a oportunidade de tocar com grandes nomes da música gaúcha e latino-americana.

Músicas: 01 – Cantiga do Oferecido  – Talo Pereyra, Robson Barenho e Zé Caradípia // 02 – Primavera – Albino  Manique // 03 – Aroma Y Piel  – Luiz Gustavo Dallastra // 04 – Eu e a Baia  –  Renato Fagundes, Diego Müller, Antonio Flores e José Atanásio Borges Pinto  // 05 – Em Cima do Laço  – Mauro Moraes // 06 – Llanto de La Tierra  – Luiz Gustavo Dallastra 

2) SONIA DI MORAIS  desenvolve uma trajetória artística marcada pela atuação consistente como cantora, maestra e diretora musical, com foco na valorização da música popular brasileira e em projetos que articulam qualidade artística, formação de público e acesso à cultura. Sua carreira é sustentada por sólida formação em canto lírico, regência e especialização em canção popular, o que lhe permite transitar com fluidez entre o repertório popular, projetos sinfônicos e ações de caráter educativo. Nos últimos anos, sua produção artística tem se intensificado por meio de espetáculos autorais e temáticos, evidenciando uma atuação contemporânea e alinhada às demandas atuais do setor cultural. Sonia Di Morais celebra um novo momento em sua carreira com o lançamento de seu primeiro EP autoral. Com três canções inéditas de sua autoria e uma emocionante releitura de “Onde Estará o Meu Amor” do compositor Chico César, Sonia imprime sua assinatura vocal e poética em um trabalho que transita entre a MPB, a canção brasileira contemporânea e toques sutis de jazz e música regional.  Com uma carreira marcada por sua atuação como regente, educadora e intérprete, Sonia Di Morais apresenta neste EP uma faceta mais íntima e autoral. Suas canções falam de amor, tempo, memória e identidade com lirismo e profundidade, tudo isso envolvido por uma sonoridade refinada e envolvente. Músicas: 01 – Vem Menina – Sonia Di Morais e Alexandre Filordi // 02 – Além Alma  (Depois do Vazio) – Sonia Di Morais e Paulo Leminsky // 03 – Eu, você e o mar  – Sonia Di Morais // 04 – Onde estará o meu amor  – Chico César 

3) BANDO GRAMELÔ  é formado pelos experientes músicos e compositores: Leandro Maia, Cardo Peixoto, Kako Xavier e Sulimar Rass. Artistas de carreiras distintas, bem sucedidas que neste projeto vão na contramão do individualismo. Com o propósito de criar canções com pitadas de bom humor e irreverência, o bando surge como um alento no cenário musical. Em agosto de 2025, o Bando Gramelô lançou a música/videoclipe Mejuja (Joga na Panela e Mexe)  – Música: 01 – Mejuja (Joga na Panela e Mexe) – Cardo Peixoto, Kako Xavier, Leandro Maia e Sulimar Rass

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