
LOULU GILBERTO – Em seu disco de estreia, a cantora Loulu Gilberto se inspira no universo artístico do pai, João Gilberto (1931-2019). Aos 21 anos, ela grava canções que envolvem a memória paterna e o aprendizado musical na infância, os pontos de partida de seu canto. Ainda pequena, Loulu foi acompanhada inúmeras vezes pelo violão de João, seu primeiro mestre. O álbum “Loulu Gilberto” (Sony), com produção musical de Cézar Mendes e Mário Adnet, vai além do tributo a João, o definidor da batida da bossa nova, e ilumina a modernidade da tradição musical brasileira e americana, ao englobar o samba, o jazz, o samba-canção e cantigas de ninar.
Nascida em 2004, filha de João com a jornalista Cláudia Faissol, a carioca Luísa Carolina Gilberto (Loulu) perdeu o pai aos 15 anos, mas toda uma sensibilidade musical já havia sido estimulada pelo seu mestre maior. “Quando ele faleceu, parei de cantar. Porque eu cantava com ele. E aquilo foi me fazendo uma falta tremenda…” Foi aos 16 que ela percebeu que queria — ou precisava — voltar. A pandemia tinha acabado, tudo voltando à normalidade. E ela sentiu muita saudade de cantar. No Rio de Janeiro, ela procurou o violonista e compositor Cézar Mendes (Grammy Latino 2021), professor de violão que lhe encaminhou a uma professora de canto. Indo além, Mendes repetiu os antigos treinos de Loulu com o pai, passando a acompanhá-la com o violão na mesma sala de visita em que João a apresentou como futura cantora, dois anos antes.
Numa estreia madura, Loulu apresenta em 13 faixas seu compromisso com a modernidade atemporal da canção popular. Suas performances vocais são solares e lúdicas, filiadas à exatidão e à leveza de João, sempre com uma personalidade bem definida.
Músicas: 01 – O Amor nos encontrou – Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli // 02 – Avarandado – Caetano Veloso – part especial Tom Veloso // 03 – Manias – Flávio Cavalcanti e Celso Cavalcanti // 04 – Jou-Jou e Balangandans – Lamartine Babo – part especial: Maria Carvalhosa // 05 – Beija-me – Mário Rossi e Roberto Martins // 06 – Duas Contas – Garoto // 07 – Qui nem Jiló – Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira
PEDRO LONGES – Pedro Longes é cantor, compositor, instrumentista e educador, com trabalhos que dialogam com a música popular brasileira, a música erudita e sonoridades latino-americanas. Pedro Longes lançou os álbuns Conexión (2015), Longes Canta Spinetta (2018), Canções de Amor e Solidão (2021), Sinestesias (2021) e Canciones con Drama, de Arthur de Faria & Pedro Longes e realizou diversos shows, inclusive no Chile, lugar em que viveu e estudou música durante quatro anos.
Mágica Mistral é o sexto álbum de Pedro Longes lançado dia 29/05/2026. Reúne doze composições a partir de poemas de Gabriela Mistral (1889–1957), reconhecida escritora, educadora e diplomata chilena, além de um poema relacionado, de autoria desconhecida. O novo álbum do artista propõe um encontro entre música e literatura, transitando entre a canção sul-americana e a MPB. Em Mágica Mistral, Longes coloca a tradução como gesto artístico central, explorando os intervalos entre o espanhol original e o português. Gravado no Estúdio SOMA em Porto Alegre, o álbum conta com banda de cordas, sopros e percussão, e as participações de Vitor Ramil, Paola Kirst, Marcelo Delacroix, María Segú, Arthur de Faria, Yasmini Vargaz e Cau Karam.
MÚSICAS do álbum Mágica Mistral : 01 – O Amor que Cala – Pedro Longes e Gabriela Mistral // 02 – Canción de Los que Buscan Olvidar – Pedro Longes e Gabriela Mistral – Part Especial Vitor Ramil // 03 – A Água – Pedro Longes e Gabriela Mistral – part Especiais de Cau Karam e Paola Kirst // 04 – Amanhecer – Pedro Longes – part especiais: Arthur de Faria e Yasmini Vargaz // 05 – Noite – Pedro Longes e Gabriela Mistral – part especial: Marcelo Delacroix //063 – Palavras Serenas – Pedro Longes e Gabriela Mistral
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