O SUL EM CIMA 06 / 2026

1) PAYSANOS – O Grupo combina elementos da música tradicional, folclórica e nativa com sonoridades, linguagens e arranjos contemporâneos. O trio é  formado por Luiz Dallastra (acordeon e voz), Matheus Krummenauer (violão sete cordas) e João Bauken (bateria).  Desde 2023 eles atuam nessa formação principalmente na cidade de Porto Alegre, onde a banda está sediada. Fazem parte de um movimento crescente do nativismo gaúcho e buscam adicionar à sonoridade do trio, influências do folk mundial, além do jazz, rock e da MPG (Música Popular Gaúcha).
O Paysanos é formado por:  Luiz Dallastra, acordeon e voz – Licenciado em Música pelo Instituto Ivoti, atuou como acordeonista solista na Caxias Ensemble Orchestra e participou da turnê Europa com a Camerata Ivoti, apresentando-se em países como Alemanha, Portugal, Holanda, Espanha e França. João Bauken, bateria  – Estuda Licenciatura em Música na Ufrgs e percussão sinfônica na Escola da Ospa. Acompanhou uma vasta gama de artistas do Rio Grande do Sul e outros estados. Membro fundador da comparsa Candombe POA. Como músico contratado, integrou a Ospa em concertos no Teatro Colón, em Buenos Aires, e na Sala São Paulo, na capital paulista, além de dezenas de concertos na Casa da Ospa em Porto Alegre. Matheus Krummenauer, violão 7 cordas – Estudou música desde criança. Acompanhou o grande instrumentista Samuca do Acordeon, com quem estudou por algum tempo. Atua nos festivais nativistas do estado há quase dez anos e teve a oportunidade de tocar com grandes nomes da música gaúcha e latino-americana.

Músicas: 01 – Cantiga do Oferecido  – Talo Pereyra, Robson Barenho e Zé Caradípia // 02 – Primavera – Albino  Manique // 03 – Aroma Y Piel  – Luiz Gustavo Dallastra // 04 – Eu e a Baia  –  Renato Fagundes, Diego Müller, Antonio Flores e José Atanásio Borges Pinto  // 05 – Em Cima do Laço  – Mauro Moraes // 06 – Llanto de La Tierra  – Luiz Gustavo Dallastra 

2) SONIA DI MORAIS  desenvolve uma trajetória artística marcada pela atuação consistente como cantora, maestra e diretora musical, com foco na valorização da música popular brasileira e em projetos que articulam qualidade artística, formação de público e acesso à cultura. Sua carreira é sustentada por sólida formação em canto lírico, regência e especialização em canção popular, o que lhe permite transitar com fluidez entre o repertório popular, projetos sinfônicos e ações de caráter educativo. Nos últimos anos, sua produção artística tem se intensificado por meio de espetáculos autorais e temáticos, evidenciando uma atuação contemporânea e alinhada às demandas atuais do setor cultural. Sonia Di Morais celebra um novo momento em sua carreira com o lançamento de seu primeiro EP autoral. Com três canções inéditas de sua autoria e uma emocionante releitura de “Onde Estará o Meu Amor” do compositor Chico César, Sonia imprime sua assinatura vocal e poética em um trabalho que transita entre a MPB, a canção brasileira contemporânea e toques sutis de jazz e música regional.  Com uma carreira marcada por sua atuação como regente, educadora e intérprete, Sonia Di Morais apresenta neste EP uma faceta mais íntima e autoral. Suas canções falam de amor, tempo, memória e identidade com lirismo e profundidade, tudo isso envolvido por uma sonoridade refinada e envolvente. Músicas: 01 – Vem Menina – Sonia Di Morais e Alexandre Filordi // 02 – Além Alma  (Depois do Vazio) – Sonia Di Morais e Paulo Leminsky // 03 – Eu, você e o mar  – Sonia Di Morais // 04 – Onde estará o meu amor  – Chico César 

3) BANDO GRAMELÔ  é formado pelos experientes músicos e compositores: Leandro Maia, Cardo Peixoto, Kako Xavier e Sulimar Rass. Artistas de carreiras distintas, bem sucedidas que neste projeto vão na contramão do individualismo. Com o propósito de criar canções com pitadas de bom humor e irreverência, o bando surge como um alento no cenário musical. Em agosto de 2025, o Bando Gramelô lançou a música/videoclipe Mejuja (Joga na Panela e Mexe)  – Música: 01 – Mejuja (Joga na Panela e Mexe) – Cardo Peixoto, Kako Xavier, Leandro Maia e Sulimar Rass

Contatos:

O SUL EM CIMA 05 / 2026

VÂNIA BASTOS nasceu em Ourinhos em maio de 1956 – Vânia lançou no final de 2025, o EP “Elas” com duas músicas inéditas e outra já gravada por sua filha Rita Bastos. Os arranjos, os violões e toda a parte sonora são de Ronaldo Rayol, que já tem uma parceria com Vânia há muitos anos. Vânia, nessa nova homenagem às compositoras brasileiras, canta Márcia Tauil, Débora Maranhão e Rita Bastos.
Márcia Tauil é uma compositora que tem parcerias com grandes nomes, como Cristovão Bastos, Roberto Menescal e Rildo Hora. É também cantora de voz marcante, com vários álbuns gravados. Débora Maranhão é compositora e reside em Recife. Nunca teve uma música sua gravada, mas tem um trabalho muito interessante e inspirado. Rita Bastos é filha de Vânia, tem dois discos gravados e tem composições muito diferenciadas, com linhas melódicas surpreendentes e ritmos também. Dela é a faixa “Pode Ser”, que gravou em seu primeiro disco e Vânia regrava agora depois de cantá-la em shows há algum tempo. 
Vânia Bastos é um dos expoentes da chamada “Vanguarda Paulista” e foi solista da Banda Sabor de Veneno, de Arrigo Barnabé nos discos Clara Crocodilo e Tubarões Voadores, antes de iniciar a carreira solo em 1986. Tem doze CDs gravados, alguns dedicados a compositores como Tom Jobim, Caetano Veloso, Eduardo Gudin, além de Edu Lobo, Clube da Esquina e Pixinguinha. 
Músicas do EP ‘Elas’ (músicas 01 à 03): 01 – Pode Ser – Rita Bastos  // 02 – Essa Manhã – Leandro Dias e Márcia Tauil  // 03 -Ando Tão Frágil – Débora Maranhão  // 04 – Paisagem da Janela  – Lô Borges e Fernando Brant  – do álbum Vânia Bastos canta Clube da Esquina (2002) // 05- Forró do Zé Lagoa  – Anastácia e Dominguinhos – do álbum Belas e Feras (1999) // 06 – Dançar pra não Dançar  – Rita Lee – do álbum Belas e Feras (1999)
.
DUDU GODOI – O compositor, cantor, flautista e violonista Dudu Godói é natural de Santa Catarina. Cresceu na cidade do Rio de Janeiro. Dudu iniciou seus estudos musicais aos oito anos no Conservatório de Música da Ilha do Governador, onde teve os primeiros contatos com a teoria e a diversidade musical.Como flautista, integrou diversos grupos como Gafieira de Minuta, Forró d’Uma Figa e Roda de Bamba, entre outros, e acompanhou nomes como: Wilson das Neves, Elza Soares e Jorge Aragão, em teatros, bares e festivais pelo país, experimentando diferentes gêneros musicais.
Em 2011, Dudu gravou seu primeiro disco autoral, em Florianópolis, consolidando um novo momento em sua carreira como compositor, arranjador e intérprete de seu próprio trabalho. Dentre seus álbuns lançados estão: Eu Agradeço (2024), Esquece a Mágoa (EP 2023), Dudu Godoi (2019) e alguns singles. 
Músicas do álbum Dudu Godói (2019) de 07 à 09 e 12:  07 – Brisa do Mar – Lars Hokerberg  (Pianista , acordeonista, compositor, arranjador) // 08 – Filha de Donnana – Dudu Godoi e Gabriel Grossi  // 09 – Balaio da Nega – Dudu Godoi  // 10 – Esquece a Mágoa – Dudu Godoi  – do álbum Esquece a Mágoa (2023) // 11 – Eu Agradeço – Dudu Godoi e Márcio Local – do álbum Eu Agradeço (2024) // 12 – Forró do Edmilson – Dudu Godoi  
 
Contatos:

O SUL EM CIMA 04 / 2026

GRUPO TRÊS MARIAS – Nascido em  Brasília,  mas radicado em Porto Alegre, o grupo de percussão Três Marias celebrou seus 10 anos de trajetória na música popular com o lançamento  do álbum Não se Cala em 2023, o primeiro disco do conjunto formado pelas musicistas Dessa Ferreira, Gutcha Ramil, Pâmela Amaro,Tamiris Duarte e Thayan Martins — que são cinco, apesar do nome. Gutcha Ramil é uma das fundadoras das Três Marias ao lado de Dessa Ferreira e Kika Brandão, que deixou a banda quando as companheiras se mudaram de Brasília para Porto Alegre, mas segue contribuindo esporadicamente com o grupo. A entrada de Pâmela Amaro, Tamiris Duarte e Thayan Martins ocorreu já na capital gaúcha, em meados de 2015. Assim, as Marias viraram cinco. Nunca foi um problema, já que o nome do grupo remete ao conjunto de estrelas homônimas, conforme explica Gutcha.
O CD Não Se Cala reúne composições inéditas de integrantes do grupo e parcerias com o Mestre Tião Carvalho (MA/SP), Mamau de Castro (RS) e Adiel Luna (PE), além de composições da Mestra Martinha do Coco (PE/DF) e do Mestre Paraquedas (RS). Ritmos como forró, bumba meu boi, jongo, coco, ijexá e samba são expressos por meio da percussão, vozes e cordas. As letras abordam temas como ancestralidade, memória, a importância da percussão e dos mestres da cultura popular, feminismo, fé, amor, culto aos orixás e relação com a natureza, entre outros.
Músicas: 01 – Mariê Mariô – Dessa Ferreira e Pâmela Amaro – part Dona Conceição // 02 – Yagô Laroiê – Mestre Paraquedas – part Dona Conceição e Tião Carvalho // 03 – Banto Yorubá – Pâmela Amaro e Mamau de Castro // 04 – Passarinho Já Acordou – Martinha do Coco – participação: Martinha do Coco // 05 – Òsún Sèngèsé – Ìdòwú Akínrúlí – participação: Ìdòwú Akínrúlí// 06 – Tartaruga  – Gutcha Ramil e Dessa Ferreira // 07 – Não se Cala  – Dessa Ferreira – part Nina Fola e Sankofa Drums
.
MARCELO AMARO – Celebrando 50 anos de vida e 30 de trajetória musical, Marcelo Amaro lança “Axé do Canjerê”, um álbum que costura ancestralidade,samba e identidade afro-gaúcha. O álbum foi lançado em  26 de setembro de 2025, e as músicas estão disponíveis nas plataformas digitais e também em formato físico. Gravado no Apê Estúdio, com produção musical orquestrada pelo artista com o percussionista Tuti Rodrigues e com Daniel Delavusca.
Marcelo tem se destacado nas rodas de samba e na cena artística carioca há mais de 20 anos, e traz nessa nova obra uma reverência às religiões de matriz africana. Nascido e criado em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, ele apresenta neste disco um pouco da ancestralidade rítmica das suas origens. Marcelo Amaro é sambista, percussionista, cantor, compositor e educador musical com mais de 30 anos de trajetória. Sua relação com a música nasceu ainda na infância, batucando em latas e panelas no quintal de casa. Autodidata em mais de dez instrumentos de percussão, consolidou-se como uma das vozes e mãos mais ativas na difusão do samba e das culturas afro-brasileiras, tanto no Brasil quanto na Europa. 
É graduado em Música pelo Conservatório Brasileiro de Música (RJ), fundador do Instituto Caminhos Percussivos, e idealizador de projetos como Viva a Percussão, Canjerê do Amaro e Caminhos Percussivos, que conectam a tradição afro-brasileira com a contemporaneidade musical.  
Músicas: 08 – Servido Primeiro –  Mamau de Castro, Alex Rodrigues // 09 – Ocutá  –  Marcelo Amaro / Mamau de Castro / Diego Xavier // 10 – Curimbá Sopapo  – Sandro Sampaio e Marcelo Amaro// 11 – Aliança da Paixão  – Marcelo Amaro / Mamau de Castro / Diego Xavier // 12 – Ancestralidade Yorubá  – Alex Rodrigues // 13 – Os Reis da Verdade  – Lula Matos / Leandro Matos / Binho Sá // 14 – Axé do Canjerê  – Marcelo Amaro / Mamau de Castro / Diego Xavier
 
Contatos:

O SUL EM CIMA 03 / 2026

FOLCLORE GAÚCHO
 
A dupla gaúcha Kleiton & Kledir lançou o álbum Clássicos do Sul em 1999. Uma produção Universal Music, dirigida por Marco Mazzola, com direção e concepção musical de Kleiton & Kledir. Programações e concepção rítmica de Ramiro Musotto e K&K. O álbum Clássicos do Sul é considerado uma obra importante na trajetória dos irmãos gaúchos, consolidando sua fusão entre a música regional e a MPB.
Uma das mais icônicas músicas do folclore do RS, a canção ‘Prenda Minha’ foi gravada por artistas de todos os matizes, incluindo a lenda do jazz norte-americano. Miles Davis gravou uma versão de “Prenda Minha”, clássico do folclore gaúcho, no início dos anos 1960. A faixa foi registrada com o nome de “Song No. 2” no álbum Quiet Nights (1963), com arranjos de Gil Evans, e creditada a ambos, gerando controvérsia por omitir a origem da música popular.
Almôndegas foi uma das bandas pioneiras em criar uma linguagem particular para a música pop gaúcha. Formado em Porto Alegre, o grupo misturava velhas canções do folclore gaúcho, MPB e rock. O trabalho do Almôndegas virou referência para artistas posteriores do pop rock gaúcho. Depois de muitos anos de espera, finalmente aconteceu em 2023 o aguardado encontro dos integrantes originais do Almôndegas que  se reuniram em um espetáculo  inédito em Porto Alegre e em Pelotas para celebrar a banda que é um marco na história da música popular do Rio Grande do Sul. Também em 2024, o Almôndegas fizeram duas apresentações em São Paulo. 
Conjunto Farroupilha – O grupo foi criado em 1948 na Rádio Farroupilha em Porto Alegre. Inicialmente dedicou-se a interpretar um repertório de canções típicas do Rio Grande do Sul. Em 1952 gravaram o primeiro disco pela Copacabana, que foi o quarto LP a ser prensado no Brasil. Em 1956 o conjunto transferiu-se para São Paulo iniciando uma série de excursões pelo Brasil e exterior. O Conjunto Farroupilha foi o primeiro a projetar nacional e internacionalmente a música gaúcha. 
grupo Caverá foi fundado em Porto Alegre, no meio universitário na década de 1970, dentro do Grupo Folclórico Gaúcho do Projeto Rondon. A banda é composta por Alex Hohenberger, Cezar Mattos, Mauro Harff, Rolf Dreher e Rubim Jacoby. Em 2019, fizeram o show Reencontro onde puderam reviver os grandes momentos da trajetória do grupo Caverá. 
A artista gaúcha Elis Regina Carvalho Costa nasceu em 1945, na cidade de Porto Alegre. Conhecida internacionalmente por sua competência vocal, musicalidade, presença de palco e forte personalidade, foi comparada a cantoras como Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan e Billie Holiday.
Na versão de Roda Carreta, clássico do cancioneiro gaúcho apresentado no programa, a jovem Cecília Maia , filha de Luciano Maia, oferece uma interpretação marcante com sua voz suave, acompanhada apenas pelo acordeon de seu pai. A simplicidade do arranjo destaca a beleza da melodia e a força da canção, criando um clima nostálgico e profundo.
João Carlos D’Ávila Paixão Côrtes (1927–2018) foi um folclorista, pesquisador e radialista, fundamental na preservação da cultura gaúcha e na fundação do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG). Paixão Côrtes foi o modelo para a estátua do Laçador,  ícone de Porto Alegre.
Músicas: 01 – Balaio  – Folclore // 02 – Gaúcho de Passo Fundo  – Teixeirinha  // 03 – Felicidade  – Lupicínio Rodrigues //  04 – Carreta de Quitanda   – Folclore // 05 – Haragana  – Quico Castro Neves  // 06 – Prenda Minha – Folclore – com Kleiton & Kledir (músicas de 1 à 6 do álbum Clássicos do Sul) // 07 – Song nº 2  (Prenda Minha)  – com Miles Davis do álbum Quiet Nights (1963) // 08 – Velha Gaita – Gilnei Silveira e João Baptista  – Adaptação de temas folclóricos do Rio Grande do Sul – com Almôndegas  – obs.: nessa gravação consta as músicas Velha Gaita / Felicidade de Lupicínio Rodrigues/ Pezinho/ Prenda Minha  // 09 – Me dá um mate  – Barbosa Lessa – com Conjunto Farroupilha // 10 – Negrinho do Pastoreio – Barbosa Lessa – com Conjunto Farroupilha // 11 –  Os Homens de Preto – Paulo Ruschel – Com grupo Caverá // 12- Boi Barroso – Folclore – com Elis Regina // 13 – Roda Carreta  – Paulo Ruschel – com Luciano e Cecília Maia //  14 – Hino ao Rio Grande   – Simão Goldman – Interpretação: Paixão Côrtes
 

Contatos:

O SUL EM CIMA 02 / 2026

ARTUR WAIS é natural de Porto Alegre. Lançou em 09/12/25 o lado A do “Se Acostumar”, seu primeiro álbum. Ele (o lado A) se chama “Chegadas” e foi lançado  em formato de EP, com sete canções que funcionam como crônicas de encontros, explorando a euforia e a ironia que fazem parte da construção do amor e da paixão.

Artur Wais é cancionista, canta, toca violão e é produtor musical. Conhecido por sua atuação na cena musical contemporânea, recebeu cinco indicações ao Prêmio Açorianos de Música pelo álbum “Nós Nessa Cidade” (banda Rota de Pedestre, 2022). Em 2023, Artur participou de uma residência artística em Bologna, na Itália, onde se apresentou em diversos locais na Itália e em Portugal.  Foi selecionado no edital da Casa de Cultura Mário Quintana e no edital do Espaço Força e Luz para se apresentar em Porto Alegre. Participou dos festivais Cultura 24 Horas, em Marau, do Festival Coletivo, em Caxias do Sul e do festival Selva, em Montevidéu (Uruguai). Em 2025, Artur teve o projeto “Formato Mínimo da Canção” selecionado em edital do Ministério da Cultura e do Espaço Força e Luz.  Atualmente, Artur Wais prepara o lançamento de seu primeiro álbum, “Se Acostumar”. O projeto, com produção musical de Marcelo Corsetti, é um álbum conceitual dividido em Lado A: “Chegadas” e Lado B: “Partidas”, explorando as dualidades dos encontros e desencontros do cotidiano. Dia 09 de dezembro o Lado A “Chegadas” chegou ao ar em formato de EP e no primeiro semestre de 2026 será lançado o trabalho completo.  Músicas: 01 – Organizando todo mundo sonha – Artur Wais // 02 – Cabe no Coração – Artur Wais e João Ortácio //  03 – Papazinho – Artur Wais, Yuri ML e Zelito Ramos //  04 – Menina Bethânia – Artur Wais // 05 –  Meinhas de Algodão – Artur Wais // 06 – Três – Artur Wais // 07 – Sobre Nós – Artur Wais e Guilherme Becker

BEMTI – Nascido em Serra da Saudade.  no interior de  Minas Gerais, o cantor, compositor e instrumentista Bemti usa a Viola Caipira de dez cordas como base da sua sonoridade emocional e cinematográfica que transita por gêneros como indie pop, MPB e folk. O cantor e compositor também é formado em Audiovisual pela USP e traz as experiências como diretor, roteirista, redator e montador de filmes para seu trabalho na música. Sua estreia autoral, o álbum “era dois” (2018), conta com participações de Johnny Hooker e da banda Tuyo, e foi muito bem recebido pela crítica. Já o segundo disco, “Logo Ali”, conta com participações de Fernanda Takai, Jaloo, Josyara, ÀVUÀ e do músico português Hélio Morais. O terceiro álbum solo de Bemti, Adeus Atlântico, foi lançado em 22 de janeiro de 2026 com 10 músicas autorais. Cantor, compositor e violeiro mineiro revelado como integrante da banda Falso Coral, Bemti criou o repertório de Adeus Atlântico entre Brasil, Portugal e Inglaterra. As travessias geográficas e afetivas que envolvem o trabalho se traduzem em canções que combinam traços da música de raíz mineira, elementos do indie pop e experimentação com estilos musicais como Amapiano (África do Sul)  e Ziglibithy (Costa do Marfim). O resultado é uma obra que dialoga com a musicalidade das diferentes margens do Atlântico, sem abandonar a complexidade instrumental e o cuidado artesanal característicos de Bemti.

“As mudanças mais significativas do “Adeus Atlântico” estão no fato de ser um disco objetivamente mais “pra cima” do que os outros dois, e eu me aventurando por gêneros inéditos pra mim, como house, rap, disco, ou o uso de samples… Mas tudo isso dentro do meu registro geral de música Indie Pop/Alternativa e sempre com a Viola Caipira como instrumento base”, conta Bemti.  Músicas: 08 – Lua em Libra – Bemti  – Part. Especial: Marissol Mwaba – Voz  – a Marissol  é Brasileira, filha de Congoleses e mora em Paris onde estuda Astrofísica // 09 – Euforia – Bemti e FBC  – Participações: FBC e Luar // 10 – Miragem – Bemti – Participação: Alex D’Alva (artista nascido em Luanda, Angola e residente em Portugal) // 11 – Melhor de Três – Bemti, Luis Calil e Ernesto Djédjé – a música conta com um riff de guitarra de “Ziglibithiens”, música lançada em 1978 pelo artista costa-marfinense Ernesto Djédjé // 12 – Só pra ter você – Bemti –  Participações: do britânico Fyfe Dangerfield, vocalista do Guillemots  e Thu // 13 – Quase Sertão – Bemti – participação: Haroldo Bontempo // 14 – Adeus Atlântico – Bemti 

Contatos:

https://www.instagram.com/arturwais/

https://www.instagram.com/bemti/

O SUL EM CIMA 01 / 2026

 
DALMO MEDEIROS – Após ter lançado o livro autobiográfico “Estava escrito nas Estrelas”, escrito durante a pandemia da Covid, onde Dalmo Medeiros descreve os 81 fenômenos que ocorrem, desde o falecimento de sua mãe Iracema Peixoto em 1985, com a canção Carinhoso de Pixinguinha e João de Barro, Dalmo começou a pensar em aumentar essa produção autoral com um projeto de disco autoral. Em 2025,  Dalmo havia lançado dois singles e agora em janeiro , o álbum completo ‘Estava Escrito nas Estrelas’ foi lançado pela Mills Records. Produção Musical de Paulo Brandão e Dalmo Medeiros, direção musical de Paulo Brandão, Dalmo Medeiros, Paulo Malaguti Pauleira e Fábio Girão, gravado, mixado e masterizado no Brand Studio. 
Nesse projeto, ele estruturou um repertório em que apresentaria uma parte autoral gravada por diversos artistas da música brasileira com quem teve contato ao longo da carreira, que já vai acima de 40 anos, misturando-as com autorais inéditas que sempre teve vontade de gravar. 
O jornalista e músico carioca Dalmo Medeiros nasceu em novembro de 1951, no RJ. O pai (Geraldo Medeiros dos Santos) e o tio (Genaldo Medeiros) foram uns dos fundadores da Orquestra Tabajara, a Orquestra mais longeva no mundo e autor da trilha Zé Carioca no frevo, personagem de Walt Disney e autor da música ‘O Sanfoneiro só tocava isso’, sucesso nas festas juninas e que tem 400 regravações, inclusive fora do Brasil. E sendo sobrinho de Cauby Peixoto, Dalmo Medeiros cresceu num ambiente totalmente musical. Sua mãe Iracema Peixoto de Medeiros foi backing vocal do Dorival Caymmi e de Paulo Tapajós nos áureos tempos da Rádio Nacional. O primo Nonô, foi um dos primeiros parceiros de Noel Rosa e depois veio outro primo famoso, Ciro Monteiro. Todos da família Peixoto eram músicos. 
Dalmo Medeiros atua também na publicidade. Cria e produz jingles comerciais para rádio e TV, para diversos estúdios ou agências de publicidade. Iniciou sua carreira musical no Rio de Janeiro, no início da década de 70, participando de vários grupos vocais e instrumentais, até que, em 79, foi convidado para cantar no grupo vocal ‘Céu da Boca’, com participações em shows, Projetos Pixinguinha e gravações de discos de artistas, tais como: Elis Regina, Milton Nascimento, Chico Buarque, Caetano Veloso, entre muitos outros artistas. Nos anos 90, Dalmo foi para Salvador, onde gravou vocais em mais de 400 discos de artistas baianos. Voltou ao Rio no ano de 2001 e em março de 2004, foi convidado para integrar o grupo MPB4 em substituição ao cantor Ruy Faria. Há 20 anos é a primeira voz do MPB4. 
MÚSICAS: 01 – A PIPA E O TEMPO – Dalmo Medeiros e Cacau Ferreira Castro – part especial: Elizah // 02 – BÚSSOLA SEM PONTEIRO – Dalmo Medeiros // 03 – PROIBIR PRA QUÊ? – Dalmo Medeiros e Carlos Pitta – part especial: Priscilla Frade // 04 – KIT BEBUM – Dalmo Medeiros e Max Júnior – part especial: Max Jr // 05 – TÔ DOIDO – Dalmo Medeiros e e Cacau Ferreira Castro // 06 – O VENTO E O TEMPO – Miltinho e Dalmo Medeiros – part especial: Miltinho // 07 – A FLOR DA PELE – Dalmo Medeiros e Maurício Gaetani // 08 – A FESTA DA FIRMA – Dalmo Medeiros – part especial: MPB4 // 09 – PORTA RETRATO – Danilo Caymmi e Dalmo Medeiros – part especial: Danilo Caymmi // 10 – FILME AMERICANO – Dalmo Medeiros e Ricardo Moraes // 11 – ALTA COSTURA – Dalmo Medeiros e Angela Medeiros – part especial: Zé Renato 
 
Contatos:

O SUL EM CIMA 41 / 2025

BEL MEDULA – A cantora, compositora e pianista Bel Medula apresenta Fermentação, álbum construído a partir da predominância do piano e da voz. Parte de um ciclo de quatro trabalhos – iniciado com os EPs Manifesto e Grão da Escuta (agosto/2025) – o disco marca um terceiro ato que será concluído com um quarto álbum previsto para 2026. Marcado pelo caráter experimental de improvisos vocais e pela força da performance ao vivo, as doze faixas de Fermentação propõem uma escuta em que poesia, piano e respiração constroem imagens e atmosferas em tempo real. O disco emerge – através de quatro releituras e oito canções inéditas – da relação com elementos como o silêncio e do registro da essência da criação em seu momento de nascimento. O projeto foi concebido em 2024 como um show solo de canções e poemas dirigido por Paola Kirst, e manteve esse espírito na gravação realizada no estúdio Pimenta Caseira, em Porto Alegre, por onde o processo de captação privilegiou o fluxo: voz e piano foram gravados simultaneamente, sem cortes ou edições, permitindo que inflexões, improvisos e acasos se tornassem parte da obra. A produção foi compartilhada entre Bel, Diogo Brochman e Luciano Zanatta (LucZan), parceiro frequente da artista.  Ao lado da voz e do piano, somam-se as participações de Tania Mello Neiva no cello; Nando Peters, Dionísio Souza e Kelvin Machado no contrabaixo; Sara Oliveira na voz e LucZan no sax barítono. Juntos, eles expandem a espacialidade das faixas, construindo imagens, cenários e sensações que convidam a uma escuta lenta e degustativa. 
Músicas: 01 TEMPO PRA BAILINHO – Bel Medula – part Dionísio Souza // 02 – AMULETOS – Bel Medula e Daniela Delias – part Daniela Delias e Tânia Mello Neiva //  03 – VERTIGEM – Bel Medula e Marília Kosby – part Marília Kosby e Nando Peters // 04 – A MEDULA DA NOZ – Bel Medula – part Nando Peters // 05 – CANÇÃO DE AMOR – Aimée Spolidoro e Bel Medula – part Kelvin Machado e Oliva // 06 – JANDIRA – Bel Medula
 
MARCOS DELFINO –  Cantor, compositor e intérprete gaúcho. Apaixonado por música desde a adolescência, ele começou tocando em rodas de violão na época da escola. Em 2000 montou sua primeira banda Sigma 7, projeto que ainda permanece ativo. Junto da banda, ele participou de vários festivais promovidos por entidades culturais, inclusive sendo premiados com canções autorais. ‘DELFINO’ é o nome do primeiro álbum solo de Marcos Delfino. Marcos é conhecido pelos Tributos Cazuza (CAZUZA – O Poeta Vive) e o Secos e Molhados (Secos & Molhados – Especial 50 anos). Com o lançamento do álbum, ele busca uma afirmação no cenário nacional com suas próprias produções. 
No dia 5 de dezembro, o cantor e compositor Marcos Delfino apresentou ao público o single “Certeiro”, uma releitura delicada e intensa de uma canção reflexiva e profunda, composta por Duca Leindecker, nome marcante da música gaúcha e membro das bandas Cidadão Quem e Pouca Vogal. Nessa nova versão, Duca Leindecker assume também a produção musical, a mixagem e a gravação de todos os instrumentos de corda, trazendo sua assinatura estética para o universo sonoro de Marcos Delfino. A faixa ainda conta com a força e precisão da bateria de Cláudio Mattos, acrescentando textura e movimento à releitura. A masterização é assinada por Marcos Abreu, garantindo clareza e profundidade ao resultado final. A direção artística é de Fábio Bolico.
Músicas: 01 – AGORA – Gerson Conrad e Márcio Celli // 02 – ROMANCE – Nei Lisboa // 03 – FLOR DA SECA – Antonio Carlos Falcão // 04 – QUE CRIME É ESSE? –  Tiago Ramos, Rodrigo Viegas e Cassiano Andrade // 05 – LIVRO ABERTO – Marcos Delfino // 06- CERTEIRO – Duca Leindecker
 
Contatos:
 
 

O SUL EM CIMA 40 / 2025

ALICE PASSOS é cantora e intérprete, reconhecida por sua voz expressiva e por sua atuação na Música Popular Brasileira (MPB), com um repertório que inclui desde clássicos do gênero até composições contemporâneas. Ela é conhecida por sua habilidade em misturar elementos do samba, bossa nova e MPB, destacando-se também pela qualidade de suas apresentações ao vivo. A cantora carioca Alice Passos tem se destacado como importante intérprete da música popular brasileira. Tem 3 discos lançados: “Voz e violões” (2016), “Ary” (2020) e “Milagres” (2024).  Alice é filha da cavaquinhista maranhense Ignez Perdigão e irmã da cantora e cavaquinhista Mariana Bernardes. Aos oito anos entrou para os Flautistas da Pro Arte, passando em seguida a se apresentar com a Orquestra de Sopros da Pro Arte. Integrou a Orquestra Corações Futuristas, fundada e regida por Egberto Gismonti. Alice Passos  gravou e cantou ao lado de artistas como Gilberto Gil, Dori Caymmi, Guinga, Áurea Martins, Roberta Sá, Teresa Cristina, entre muitos outros.  Músicas do pgm: 01 – MESTRE – Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro  – Feat. Dori Caymmi  – do álbum Voz e Violões // 02 – CANÇÃO EM TOM MAIOR – Ary Barroso  – com Alice Passos · André Pinto Siqueira · Maurício Massunaga – do álbum Ary // 03 – MORENA BOCA DE OURO – Ary Barroso  – com Alice Passos · André Pinto Siqueira · Maurício Massunaga – do álbum Ary // 04 – MILAGRES – Breno Ruiz e Paulo César Pinheiro – com Alice Passos e Breno Ruiz –  do álbum Milagres // 05 – CONTRADANÇA – Breno Ruiz e Paulo César Pinheiro  – com Alice Passos e Breno Ruiz –  do álbum Milagres // 06 – ROMARIA – Renato Teixeira  – Interpretada por Alice Passos e Renato Frazão –  faz parte do Projeto MPB Ano Zero que celebra os 60 anos da Música Popular Brasileira.

GRUPO SARASVATI: Mantras e Fusão Cultural – Homenageando a Deusa Hindu da música e sabedoria, o Grupo Sarasvati celebra 23 anos de uma sonoridade distinta. O sexteto se destaca por combinar o poder ancestral dos mantras indianos com arranjos modernos da música ocidental. Essa fusão vibrante é criada por uma rica instrumentação que mistura instrumentos orientais – como o Harmonium, Mrdanga, Sitar e Karatals – com o violão e a flauta transversal. Liderado pela voz de Jambavati, ao lado de Cala Chandra, Gudo Gubert, Daniel Petersen, Eduardo Riter e Roma Pada, o Grupo Sarasvati oferece uma ponte sonora entre o misticismo e a contemporaneidade. Músicas do pgm: 01 – Rādhe Jaya Jaya  – Luiz Afonso Benvenutti  e Shanti Juká // 02 – Nila Chala Chandra  – Candra Muka Swami · Luiz Afonso Benvenutti e  Shanti Juká // 03 – Sita Ram  –  Luiz Afonso Benvenutti  e Shanti Juká // 04 – Om Param Shanti – Luciano Cesa – participação: Luciano Cesa // 05 – Govinda Jaya, Gopala Jaya – Luiz Afonso Benvenutti e Shanti Juká 

Contatos:

https://www.instagram.com/alicepassoscantora/

https://www.instagram.com/grupo.sarasvati/

https://www.instagram.com/jambavatidevidasi/

O SUL EM CIMA 39 / 2025

O professor, compositor, pesquisador e escritor Valdir Cechinel Filho nasceu em novembro de 1962, em Urussanga, no sul de Santa Catarina, filho de Valdir Cechinel e Amélia Coppetti Cechinel. É casado com Lenita Cecconi Cechinel. 
Graduou-se Bacharel em Química em 1987, Mestre em 1991 e Doutor em 1995 pela Universidade Federal de Santa Catarina, na área de Química Orgânica, desenvolvendo estudos de Química Medicinal e Produtos Bioativos. Valdir Cechinel Filho é professor da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), e atualmente está como reitor dessa Universidade. Sua passagem pela pró reitoria de cultura permitiu seu engajamento organizando eventos musicais e conheceu muitos artistas, sendo que alguns se tornaram amigos e/ou parceiros. Sua inserção como compositor de letras iniciou em 2008, mas o primeiro álbum com suas composições, só foi lançado em 2018, denominado Pedaço de Mim, com a presença de artistas nacionais e regionais. 
Valdir Cechinel Filho foi eleito reitor da Universidade do Vale do Itajaí e presidente da Fundação Univali pela primeira vez em 2018 e reeleito para o quadriênio de gestão 2022-2026. Foi Pró-reitor e vice-reitor da Universidade do Vale do Itajaí de 2002 até 2018. É docente/pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da Univali e desenvolve projetos de pesquisa em colaboração com pesquisadores nacionais e internacionais. Cechinel  é também pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), coordenador internacional da Rede Iberoamericana de Estudo e Aproveitamento Sustentável da Biodiversidade Regional de Interesse Farmacêutico (Ribiofar) e da Rede Iberoamericana de Investigação em Câncer (Ribecancer). Atua como editor associado e assessor científico para inúmeros periódicos e é autor de 60 livros, capítulos de livros e de mais de 400 artigos científicos publicados em periódicos especializados nacionais e internacionais. Em 2022, Valdir Cechinel Filho foi classificado como finalista do Prêmio Caspar Stemmer de Inovação promovido pela Fapesc, na modalidade Pesquisador-Inovador. Em 2023, representou Santa Catarina na categoria Pesquisador Destaque na área de Ciências da Vida no Prêmio Nacional Confap de Ciência, Tecnologia e Inovação. 
Músicas: 01 – ENQUANTO A CIDADE DORME , de autoria de Valdir Cechinel Filho, Max Gasperazzo e Zé Geraldo, interpretada por Max Gasperazzo e Zé Geraldo (do álbum Pedaço de Mim) // 02 -PONTEIOS E DEVANEIOS, de Valdir Cechinel Filho e Cleiton de Oliveira, interpretada pelo artista gaúcho Carlos Magrão, do álbum Urbano e Rural (2019)  // 03 – SIMPLICIDADE, de Valdir Cechinel Filho e Luiz Vicentini, interpretada pelo Luiz Vicentini com participação especial de Renato Teixeira, do álbum Eu Nunca Chegarei Só (2021) // 04 – I AM GOING TO LIVE IN NASHVILLE – Valdir Cechinel Filho e Max Gasperazzo – interpretação: Carol Hends – do álbum Eu nunca chegarei só // 05 – AS CANÇÕES DO CORAÇÃO – Max Gasperazzo e Valdir Cechinel Filho – interpretação: Louise Lucena – do álbum As Canções do Coração // 06 – UMA CANÇÃO DE ESPERANÇA, composição de Valdir Cechinel Filho e Kleiton Ramil, da dupla Kleiton & Kledir, interpretada pelo grupo Tamanduá, de Florença, Itália, do álbum As Canções do Coração (2022) // 07 – NOSSO CHÃO, de Valdir Cechinel Filho e Juraildes da Cruz, interpretada pelo artista catarinense Fernando Zampieri, do álbum Semente do Amanhã (2023) // 08 – LOBO BOM – Valdir Cechinel Filho e Max Gasperazzo – interpretação: Bilora, Coral Univali e Kleiton Ramil – do álbum O Tempo Não Espera // 09 – CANÇÃO PRA TE ESPERAR, de Valdir Cechinel Filho, Clemente Manoel e João Ormond, interpretada pela artista gaúcha Isabela Fogaça, do álbum O Tempo Não Espera (2024) //  10 – UMA CANÇÃO PARA LENNON – Jani Cargnin e Valdir Cechinel Filho – interpretação: Zé Geraldo – do álbum O Tempo Não Espera // 11 – VEIO DE AROEIRA – Lino Violeiro e Valdir Cechinel Filho – interpretação: Lino Violeiro e Chico Lobo – do álbum O Tempo não Espera // 12 – ALMA RURAL  canção de Valdir Cechinel Filho e Fernando Marangon, na interpretação de Fernando Marangon e participação especial de Maurício Antunes, do álbum Alma Rural (2025)
 
Contato:

O SUL EM CIMA 38 / 2025

LULA RIBEIRO – Cantor, compositor, violonista e arranjador  sergipano, Lula Ribeiro é uma espécie de embaixador da música de seu estado Brasil afora. Nascido em 1960,  começou sua trajetória musical, em sua cidade natal, Aracaju (SE), participando de shows coletivos com outros artistas sergipanos. Em 1986 passa a morar no Rio de Janeiro, onde começa a trilhar sua história longe do seu estado e inicia uma trajetória de parcerias com a nata da MPB.
Durante o programa, vamos ouvir trechos de uma entrevista que Lula Ribeiro concedeu à Kleiton Ramil. Com uma trajetória sólida na música popular brasileira, Lula fala sobre sua carreira, suas influências, novos projetos e os caminhos que percorreu ao longo dos anos.
Lula Ribeiro lançou os discos “Cajueiro dos Papagaios” em 1985, com os também sergipanos Paulo Lobo e Irineu Fontes, “Janeiros” em 1993, O Sono de Dolores em 1996, “Muito Prazer” em 1999, “Algum Alguém” em 2002, “Palavras que não dizem tudo”, lançado também em DVD, no ano 2008. Esse trabalho, gravado ao vivo, conta com as participações especiais de Moska e Luiz Melodia. Em 2009, Lula Ribeiro apresentou o show “Palavras que não dizem tudo”, com o Projeto Música na Urna, contando com as participações especiais do grupo A Cor do Som, Kleiton & Kledir, Doces Cariocas, Edu Krieger, Vander Lee, Zé Renato, Sá & Guarabyra e Bossacucanova, embrião do projeto “Lula Ribeiro Convida”, lançado em 2010 em Belo Horizonte e há nove anos também em Aracaju, onde já dividiu o palco com Flavio Venturini, Zeca Baleiro, Vander Lee, Fernanda Takai, Flávio Renegado, Roberta Campos, entre outros.    
Em 2018 lançou o CD “O amor é sempre assim”, última produção do baixista Arthur Maia, onde apresenta parcerias com compositores como: Zeca Baleiro, Vander Lee, Pierre Aderne, Gabriel Moura, Paulinho Pedra Azul, Alexandre Nero, e outros, e participações especiais de Zeca Baleiro, Chico César, Flavio Venturini, Fernanda Takai, Tony Bellotto e Flávio Renegado. Durante a pandemia lançou alguns singles e EP’s em parceria com Zeca Baleiro, Kleiton & Kledir, Zé Renato, Sergio Guizé e Paulinho Moska. No final de 2022, Lula Ribeiro, lançou o álbum “Vida haverá”, com todas as canções compostas em parceria com Sérgio Rodrigues, escritor premiado, com vários livros editados. Nesse ano de 2025, no mês de outubro, Lula Ribeiro lançou o single “Sai dor”, composição de Lula Ribeiro, em parceria com Vander Lee e participação especial de Fernanda Takai, dividindo a canção com ele, e Tony Bellotto, tocando as guitarras.
MÚSICAS: 01 – O Amor é Sempre Assim – de Lula Ribeiro e Gabriel Moura – feat Zeca Baleiro  // 02 – Você não tava lá – de Lula Ribeiro e Pierre Aderne  // 03 – Mercê de Você – de Lula Ribeiro e Ismar Barreto – feat Paulinho Moska // 04 – Congênito – de Luiz Melodia – feat Luiz Melodia  // 05 – Sai Dor – de Lula Ribeiro e Vander Lee – feat Fernanda Takai   // 06 – Céu de Santo Amaro – de Bach e Flávio Venturini  // 07 – Paixão – de Kledir Ramil – feat Kleiton & Kledir  // 08 – Carne Tua – de Lula Ribeiro e Alexandre Nero – feat Flávio Venturini  // 09 – Rua da Amargura – de Lula Ribeiro e Zeca Baleiro – feat Chico César  // 10 – Vida Haverá – de Lula Ribeiro e Sérgio Rodrigues 
 
Contatos: