O SUL EM CIMA 15 / 2026


LOULU GILBERTO –
Em seu disco de estreia, a cantora Loulu Gilberto se inspira no universo artístico do pai, João Gilberto (1931-2019). Aos 21 anos, ela grava canções que envolvem a memória paterna e o aprendizado musical na infância, os pontos de partida de seu canto. Ainda pequena, Loulu foi acompanhada inúmeras vezes pelo violão de João, seu primeiro mestre. O álbum “Loulu Gilberto” (Sony), com produção musical de Cézar Mendes e Mário Adnet, vai além do tributo a João, o definidor da batida da bossa nova, e ilumina a modernidade da tradição musical brasileira e americana, ao englobar o samba, o jazz, o samba-canção e cantigas de ninar.
Nascida em 2004, filha de João com a jornalista Cláudia Faissol, a carioca Luísa Carolina Gilberto (Loulu) perdeu o pai aos 15 anos, mas toda uma sensibilidade musical já havia sido estimulada pelo seu mestre maior. “Quando ele faleceu, parei de cantar. Porque eu cantava com ele. E aquilo foi me fazendo uma falta tremenda…” Foi aos 16 que ela percebeu que queria — ou precisava — voltar. A pandemia tinha acabado, tudo voltando à normalidade. E ela sentiu muita saudade de cantar. No Rio de Janeiro, ela procurou o violonista e compositor Cézar Mendes (Grammy Latino 2021), professor de violão que lhe encaminhou a uma professora de canto. Indo além, Mendes repetiu os antigos treinos de Loulu com o pai, passando a acompanhá-la com o violão na mesma sala de visita em que João a apresentou como futura cantora, dois anos antes.
Numa estreia madura, Loulu apresenta em 13 faixas seu compromisso com a modernidade atemporal da canção popular. Suas performances vocais são solares e lúdicas, filiadas à exatidão e à leveza de João, sempre com uma personalidade bem definida.
Músicas: 01 – O Amor nos encontrou  – Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli // 02 – Avarandado – Caetano Veloso – part especial Tom Veloso  // 03 – Manias  – Flávio Cavalcanti e Celso Cavalcanti // 04 – Jou-Jou e Balangandans  – Lamartine Babo – part especial: Maria Carvalhosa // 05 – Beija-me  – Mário Rossi e Roberto Martins  // 06 – Duas Contas  – Garoto // 07 – Qui nem Jiló  – Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira 
 
PEDRO LONGES – Pedro Longes é cantor, compositor, instrumentista e educador, com trabalhos que dialogam com a música popular brasileira, a música erudita e sonoridades latino-americanas. Pedro Longes lançou os álbuns Conexión (2015), Longes Canta Spinetta (2018), Canções de Amor e Solidão (2021), Sinestesias (2021) e Canciones con Drama, de Arthur de Faria & Pedro Longes e realizou diversos shows, inclusive no Chile, lugar em que viveu e estudou música durante quatro anos. 
Mágica Mistral é o sexto álbum de Pedro Longes lançado dia 29/05/2026. Reúne doze composições a partir de poemas de Gabriela Mistral (1889–1957), reconhecida escritora, educadora e diplomata chilena, além de um poema relacionado, de autoria desconhecida. O novo álbum  do artista propõe um encontro entre música e literatura, transitando entre a canção sul-americana e a MPB. Em Mágica Mistral, Longes coloca a tradução como gesto artístico central, explorando os intervalos entre o espanhol original e o português. Gravado no Estúdio SOMA em Porto Alegre, o álbum conta com banda de cordas, sopros e percussão, e as participações de Vitor Ramil, Paola Kirst, Marcelo Delacroix, María Segú, Arthur de Faria, Yasmini Vargaz e Cau Karam.
MÚSICAS do álbum Mágica Mistral : 01 – O Amor que Cala – Pedro Longes e Gabriela Mistral // 02 – Canción de Los que Buscan Olvidar – Pedro Longes e Gabriela Mistral  – Part Especial Vitor Ramil // 03 – A Água – Pedro Longes e Gabriela Mistral  – part Especiais de  Cau Karam e Paola Kirst // 04 – Amanhecer  – Pedro Longes – part especiais: Arthur de Faria e Yasmini Vargaz // 05 – Noite  – Pedro Longes e Gabriela Mistral – part especial: Marcelo Delacroix //063  – Palavras Serenas  – Pedro Longes e Gabriela Mistral 
 
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O SUL EM CIMA 14 / 2026

O Projeto Caleidoscópio  existe desde 1999 e teve reconhecimento de vários artistas de renome internacional.   Reúne nos seus álbuns, o maior casting de músicos de renome e feats do Brasil sendo ele autoral e independente. O Projeto é composto de músicas com influências de estilos como progressivo, Fusion, MPB, World Music, Folk, etc. A metáfora do Caleidoscópio é composta da idéia de que cada faixa dos CDs tem diversos músicos tocando, dando luz, forma, cores e matizes diferentes para cada uma, como se sonoramente formassem imagens de um lindo Caleidoscópio. O duo tem lançado os álbuns CarrosselO Sete e Luz & Sombra. 
O Projeto Caleidoscópio lançou dia 22 de maio de 2026,  o álbum “Estrangeiros”, novo trabalho do duo formado por Analu Paredes e Arthur Nogueira, reunindo 12 faixas inéditas e muitas participações especiais. O conceito do título “Estrangeiros” é uma reflexão do não pertencimento, daquele que não se encaixa, que vive buscando um lugar adequado, mas sempre nota que é diferente. Fala da angústia de não ser igual, mas também da virtude de ser único! 
O novo álbum do Projeto Caleidoscópio, “Estrangeiros”, traz novamente a participação do cantor e intérprete Ney Matogrosso,  que junto com Analu Paredes interpreta o passional bolero que dá título ao álbum. Ambos cantam embalados pelo arranjo do violonista Arthur Nogueira. O álbum “Estrangeiros” reúne 11 convidados em 12 canções. Além de Ney Matogrosso, o trabalho conta com participações de Leo Jaime, Rafael Portugal, Biafra, Thomas Roth, Isabella Taviani, Camila Paredes, Zé Maria Pescador, Zé Alexanddre, Natália Boere e Milton Guedes. O disco reúne ainda músicos convidados como Alberto Rosenblit no piano, Christiano Caldas, Fred Bertoli, Márcio Bahia, Cláudio Infante e Sérgio Melo nos teclados, além dos baixistas Adriano Giffoni, Francisco Falcon e Jorge Ailton. A produção executiva e a preparação vocal ficaram sob responsabilidade de Analu Paredes, enquanto a mixagem e masterização foram assinadas por Sidney Sohn Jr. A direção musical  ficou a cargo de Analu Paredes e Arthur Nogueira, enquanto os arranjos foram desenvolvidos por Arthur.   
Músicas do álbum Estrangeiros (todas de autoria de Analu Paredes e Arthur Nogueira): 01 – Diário de Giz – part especial de Biafra // 02 – A Mais Linda Sinfonia  – de Analu Pares, Arthur Nogueira e Thomas Roth – Part esp Thomas Roth // 03 – Tão Clara  – part esp Camila Paredes // 04 – Aurora Boreal  – part esp Isabella Taviani // 05 – Os Três  – de Analu Paredes, Arthur Nogueira e Zé Maria –  part esp Zé Maria Pescador // 06 – Pedra de Sal – part esp Natália Boere // 07 – Rabiscos  – part esp Leo Jaime // 08 – Estrangeiros  – part esp Ney Matogrosso // 09 – Trilhos da Cidade  – part esp Rafael Portugal // 10 – Viajante das Estrelas  – part esp Milton Guedes // 11 – Roda de Samsara  // 12 – Profética  – part esp Zé Alexanddre 

O SUL EM CIMA 13 / 2026

BENTO GIL – O cantor e compositor Bento Gil, neto de Gilberto Gil lançou dia 19 de maio de 2026 seu primeiro álbum solo, Silêncio Azul. Gravado em março deste ano, o disco reúne 11 faixas que exploram um universo musical marcado pelo violão, pela atmosfera praieira e pelas influências da música brasileira. Produzido por Bárbara Ohana, mãe do artista, o álbum conta com participações de nomes consagrados como Jaques Morelenbaum, Mestrinho, Clara Buarque, Moreno Veloso e do próprio Gilberto Gil, que aparece na faixa instrumental “Amazônia”.
Filho de Bem Gil e da produtora Bárbara Ohana, Bento é o mais novo artista de uma das famílias mais influentes da música brasileira, iniciada por seu avô, Gilberto Gil, de 83 anos. Com sua estreia, ele passa a integrar a terceira geração da linhagem musical, que reúne diferentes trajetórias artísticas ao longo das décadas.
No disco, Bento expõe de forma romântica e delicada em suas letras questões da natureza das coisas, do amor e das perdas, da praia e da areia, do vento e do seu assobio e das solidões de vivermos num mundo tão grande e tantas vezes solitário e a beleza de encontrar o amor nisso tudo.
Músicas: 01 –  Tardes de Janeiro – Bento Gil // 02 – Lugar Nenhum  – Bento Gil e Bárbara Ohana  // 03 – A Onda Quebra   – Bento Gil – part  Jaques Morelenbaum // 04 – Sereia do Mar  – Bento Gil e Bárbara Ohana // 05 – Amazônia  – Gilberto Gil  – part Gilberto Gil e Danilo Penteado // 06 – Samba do Bonfim  – Bento Gil – part Clara Buarque 
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JULIANA LINHARES – A cantora, autora, diretora e atriz natalense Juliana Linhares lança, seu segundo álbum, “Até Cansar o Cansaço”, que nasce como reação a um sentimento coletivo e atual de esgotamento. A obra musical, criada para transmutar cansaço em ações e movimentos oníricos, propõe a construção de futuros possíveis e ativa a força criativa como forma de reencantamento do mundo, em um sonho coletivo. Com direção artística de Marcus Preto e arranjos e produção musical do multi-instrumentista Elísio Freitas, o álbum “Até cansar o cansaço” sucede o aclamado “Nordeste ficção” na discografia solo de Juliana Linhares.
Cantora, compositora, diretora e atriz potiguar, Juliana Linhares é uma das vozes mais expressivas da música brasileira contemporânea. Além de sua festejada carreira solo, Juliana integra a banda Pietá e o projeto Iara Ira, com os quais lançou três álbuns. Sua trajetória inclui colaborações com artistas como Ney Matogrosso, Anastácia, Chico César, Larissa Luz, Khrystal, Letrux, Tom Zé, Zeca Baleiro e Agnes Nunes e apresentações em importantes palcos em todo o Brasil. 
Em 2021 aposta na carreira  solo com o disco Nordeste Ficção, que tem direção artística de Marcus Preto e produção musical de Elísio Freitas, imaginando-o como um roteiro de teatro, um romance de autoficção e um docudrama cinematográfico. Sua discografia inclui ainda o EP Perdendo o Juízo (2020), com produção musical de Josyara.
Músicas: 01 – Emaranhada  – Juliano Holanda // 02 – Depois do Breu  – Juliana Linhares e Rafael Barbosa de Araújo // 03 – Conseguiram Parabéns – Manduka // 04 – A Palo Seco – Belchior  // 05 – Mistério do Óbvio – Luiz Gabriel Lopes – part Ney Matogrosso // 06 – Até Cansar o Cansaço – Juliana Linhares e Jeff Lyrio
 
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O SUL EM CIMA 12 / 2026

O Grupo Chão de Areia nasceu no litoral norte do Rio Grande do Sul e vem fazendo, ao longo dos seus mais de 20 anos de carreira, um resgate da viola do sul do Brasil, instrumento que foi por muitos, esquecido na tradição gaúcha. O Grupo Chão de Areia é composto por Mário Tressoldi, Chico Saga e Flávio Júnior. Os integrantes começaram suas trajetórias artísticas acompanhando grupos de danças tradicionais gaúchos e hoje acumulam premiações em diversos festivais de música nos estados do Sul e Sudeste do país. O Grupo lançou em 2011, o álbum “Quem Somos Nós” e em 2021 o EP “Nos Sons do Litoral”. Eternizar memórias, construir legados e inspirar as próximas gerações a valorizar e enriquecer a cultura local foi o objetivo do projeto ‘Nos Sons do Litoral’, lançado em 2021. O trabalho reuniu artistas e compositores convidados que representam as diferentes inspirações étnicas dos municípios da costa do Rio Grande do Sul. O projeto foi realizado em 2021 pelo edital Criação e Formação Diversidade das Culturas do Governo Federal, governo do Estado do Rio Grande do Sul e Fundação Marcopolo, executado a partir da Lei Aldir Blanc. Idealizado para comemorar os 19 anos de existência do Grupo Chão de Areia, o projeto Nos Sons do Litoral é composto por EP, 7 video clipes e um video documentário sobre a música feita no litoral norte do Rio Grande do Sul.  Músicas do projeto ‘Nos Sons do Litoral’: 01 – Pescador de Sonhos  – Mário Tressoldi e Chico Saga – Part Tribo Maçambiqueira // 02 – Somos o Litoral  – Nilton Júnior  – part Nilton Júnior e Márcia Freitas // 03 – Recanto da Minha Gente – Chico Saga, Jaime Brum Carlos e Mário Tressoldi // 04 – Castelo de Areia – Mário Tressoldi e Chico Saga – part Carlos D’Lucka // 05 – Litorâneo – Mário Tressoldi e Chico Saga – part Indio Rufino // 06 – Quilombola – Chico Saga e Mário Tressoldi – part Loma // 07 – Um Terno pela Paz – Mário Tressoldi, Carlos Catuípe, Ivo Ladislau e Vaine Darde – part Monycah Ramos e Juliano Gonçalves

Loma – Loma Berenice Gomes Pereira nasceu em Recife, de pai pernambucano e mãe de Santo Antônio da Patrulha. Mas com dois meses já estava em Porto Alegre. Desde o grupo escolar sempre cantou, e a chance da carreira musical veio em 1973, quando passou a integrar o grupo Pentagrama, liderado por Ivaldo Roque e Jerônimo Jardim, primeiro a mesclar samba e música nativista. Depois de participar da Califórnia da Canção e gravar um disco com o grupo (1976), Loma foi tentar a sorte no Rio de Janeiro. Estudou música, participou como vocalista em discos de Gilberto Gil, Alceu Valença e Elza Soares, entre outros, voltando a Porto Alegre em 1983 para fazer seu primeiro disco. Entre idas e vindas, três anos depois resolveu entrar com força nos festivais. Um dos destaques da sua carreira foi com o Cantadores do Litoral, que divulgou pelo Brasil e Portugal o legado afro-açoriano no Rio Grande do Sul. Entre os discos lançados estão ‘Loma’, ‘Um Mate por Ti’, ‘Loma – Além Fronteiras’ e ‘Ziguezagueando’. Com recursos provindos do edital de Cultura Aldir Blanc, ‘Loma Preta Gaúcha’, o quinto rebento solo de sua discografia, reúne no repertório um conjunto de canções cuja vibrante musicalidade derrama-se em valsas, chacareras, milongas e reggae. ‘Já as letras versam sobre meio ambiente, mulheres, povos indígenas e comunidades afro-brasileiras. Ou seja, temas que resgatam a tradição, mas que, por outro lado, seguem relevantes na contemporaneidade’, ressalta a cantora. O novo álbum de Loma Solaris chegou às plataformas digitais no dia 08 de maio de 2026, reunindo parcerias e reafirmando a trajetória da artista. Nesses 50 anos de carreira, ela já foi Loma, Loma Pereira, e recentemente assumiu o sonoro Loma Solaris. A nova alcunha por ela agora assumida é repleta de significados. O mais imponente deles reflete justamente no resgate da história da cultura negra – dentro do cancioneiro regional sul-riograndense – promovido por ela no projeto Loma Preta Gaúcha. ‘Trata-se de uma obra essencialmente preta, enaltecendo e reafirmando em suas letras e melodias o vínculo do Rio Grande do Sul com a música latino-americana’, define a artista. ‘Quis fazer um trabalho rico de conteúdo cultural e popular com o que apurei das questões rítmicas afro-gaúchas, afro-açorianas e afro-litorâneas e também do nativismo’, explica Loma, um dos nomes fundamentais da música do estado. Músicas do pgm (do álbum Preta Gaúcha): 01 – Cantigas de Mar  – Ivo Ladislau e Carlos Catuípe // 02 – O Trigo  – Oliveira Silveira e Vladimir  do Nascimento Rodrigues // 03 – Gira das Ialodês – Loma Pereira e Thalma de Freitas – part Glau Barros, Marietti Fialho, Neuro Jr, Nina Fola e Tamiris Duarte // 04 – Caminhada – Colmar Duarte e Sérgio Rojas // 05 – Clara Clareou  – Jerônimo Jardim – part Arthur de Faria //06 – Valsa dos Vagalumes  – Nilton Junior da Silveira, Adriano Sperandir e Cristian Sperandir 

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