O SUL EM CIMA 02 / 2026

ARTUR WAIS é natural de Porto Alegre. Lançou em 09/12/25 o lado A do “Se Acostumar”, seu primeiro álbum. Ele (o lado A) se chama “Chegadas” e foi lançado  em formato de EP, com sete canções que funcionam como crônicas de encontros, explorando a euforia e a ironia que fazem parte da construção do amor e da paixão.

Artur Wais é cancionista, canta, toca violão e é produtor musical. Conhecido por sua atuação na cena musical contemporânea, recebeu cinco indicações ao Prêmio Açorianos de Música pelo álbum “Nós Nessa Cidade” (banda Rota de Pedestre, 2022). Em 2023, Artur participou de uma residência artística em Bologna, na Itália, onde se apresentou em diversos locais na Itália e em Portugal.  Foi selecionado no edital da Casa de Cultura Mário Quintana e no edital do Espaço Força e Luz para se apresentar em Porto Alegre. Participou dos festivais Cultura 24 Horas, em Marau, do Festival Coletivo, em Caxias do Sul e do festival Selva, em Montevidéu (Uruguai). Em 2025, Artur teve o projeto “Formato Mínimo da Canção” selecionado em edital do Ministério da Cultura e do Espaço Força e Luz.  Atualmente, Artur Wais prepara o lançamento de seu primeiro álbum, “Se Acostumar”. O projeto, com produção musical de Marcelo Corsetti, é um álbum conceitual dividido em Lado A: “Chegadas” e Lado B: “Partidas”, explorando as dualidades dos encontros e desencontros do cotidiano. Dia 09 de dezembro o Lado A “Chegadas” chegou ao ar em formato de EP e no primeiro semestre de 2026 será lançado o trabalho completo.  Músicas: 01 – Organizando todo mundo sonha – Artur Wais // 02 – Cabe no Coração – Artur Wais e João Ortácio //  03 – Papazinho – Artur Wais, Yuri ML e Zelito Ramos //  04 – Menina Bethânia – Artur Wais // 05 –  Meinhas de Algodão – Artur Wais // 06 – Três – Artur Wais // 07 – Sobre Nós – Artur Wais e Guilherme Becker

BEMTI – Nascido em Serra da Saudade.  no interior de  Minas Gerais, o cantor, compositor e instrumentista Bemti usa a Viola Caipira de dez cordas como base da sua sonoridade emocional e cinematográfica que transita por gêneros como indie pop, MPB e folk. O cantor e compositor também é formado em Audiovisual pela USP e traz as experiências como diretor, roteirista, redator e montador de filmes para seu trabalho na música. Sua estreia autoral, o álbum “era dois” (2018), conta com participações de Johnny Hooker e da banda Tuyo, e foi muito bem recebido pela crítica. Já o segundo disco, “Logo Ali”, conta com participações de Fernanda Takai, Jaloo, Josyara, ÀVUÀ e do músico português Hélio Morais. O terceiro álbum solo de Bemti, Adeus Atlântico, foi lançado em 22 de janeiro de 2026 com 10 músicas autorais. Cantor, compositor e violeiro mineiro revelado como integrante da banda Falso Coral, Bemti criou o repertório de Adeus Atlântico entre Brasil, Portugal e Inglaterra. As travessias geográficas e afetivas que envolvem o trabalho se traduzem em canções que combinam traços da música de raíz mineira, elementos do indie pop e experimentação com estilos musicais como Amapiano (África do Sul)  e Ziglibithy (Costa do Marfim). O resultado é uma obra que dialoga com a musicalidade das diferentes margens do Atlântico, sem abandonar a complexidade instrumental e o cuidado artesanal característicos de Bemti.

“As mudanças mais significativas do “Adeus Atlântico” estão no fato de ser um disco objetivamente mais “pra cima” do que os outros dois, e eu me aventurando por gêneros inéditos pra mim, como house, rap, disco, ou o uso de samples… Mas tudo isso dentro do meu registro geral de música Indie Pop/Alternativa e sempre com a Viola Caipira como instrumento base”, conta Bemti.  Músicas: 08 – Lua em Libra – Bemti  – Part. Especial: Marissol Mwaba – Voz  – a Marissol  é Brasileira, filha de Congoleses e mora em Paris onde estuda Astrofísica // 09 – Euforia – Bemti e FBC  – Participações: FBC e Luar // 10 – Miragem – Bemti – Participação: Alex D’Alva (artista nascido em Luanda, Angola e residente em Portugal) // 11 – Melhor de Três – Bemti, Luis Calil e Ernesto Djédjé – a música conta com um riff de guitarra de “Ziglibithiens”, música lançada em 1978 pelo artista costa-marfinense Ernesto Djédjé // 12 – Só pra ter você – Bemti –  Participações: do britânico Fyfe Dangerfield, vocalista do Guillemots  e Thu // 13 – Quase Sertão – Bemti – participação: Haroldo Bontempo // 14 – Adeus Atlântico – Bemti 

Contatos:

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https://www.instagram.com/bemti/

O SUL EM CIMA 01 / 2026

 
DALMO MEDEIROS – Após ter lançado o livro autobiográfico “Estava escrito nas Estrelas”, escrito durante a pandemia da Covid, onde Dalmo Medeiros descreve os 81 fenômenos que ocorrem, desde o falecimento de sua mãe Iracema Peixoto em 1985, com a canção Carinhoso de Pixinguinha e João de Barro, Dalmo começou a pensar em aumentar essa produção autoral com um projeto de disco autoral. Em 2025,  Dalmo havia lançado dois singles e agora em janeiro , o álbum completo ‘Estava Escrito nas Estrelas’ foi lançado pela Mills Records. Produção Musical de Paulo Brandão e Dalmo Medeiros, direção musical de Paulo Brandão, Dalmo Medeiros, Paulo Malaguti Pauleira e Fábio Girão, gravado, mixado e masterizado no Brand Studio. 
Nesse projeto, ele estruturou um repertório em que apresentaria uma parte autoral gravada por diversos artistas da música brasileira com quem teve contato ao longo da carreira, que já vai acima de 40 anos, misturando-as com autorais inéditas que sempre teve vontade de gravar. 
O jornalista e músico carioca Dalmo Medeiros nasceu em novembro de 1951, no RJ. O pai (Geraldo Medeiros dos Santos) e o tio (Genaldo Medeiros) foram uns dos fundadores da Orquestra Tabajara, a Orquestra mais longeva no mundo e autor da trilha Zé Carioca no frevo, personagem de Walt Disney e autor da música ‘O Sanfoneiro só tocava isso’, sucesso nas festas juninas e que tem 400 regravações, inclusive fora do Brasil. E sendo sobrinho de Cauby Peixoto, Dalmo Medeiros cresceu num ambiente totalmente musical. Sua mãe Iracema Peixoto de Medeiros foi backing vocal do Dorival Caymmi e de Paulo Tapajós nos áureos tempos da Rádio Nacional. O primo Nonô, foi um dos primeiros parceiros de Noel Rosa e depois veio outro primo famoso, Ciro Monteiro. Todos da família Peixoto eram músicos. 
Dalmo Medeiros atua também na publicidade. Cria e produz jingles comerciais para rádio e TV, para diversos estúdios ou agências de publicidade. Iniciou sua carreira musical no Rio de Janeiro, no início da década de 70, participando de vários grupos vocais e instrumentais, até que, em 79, foi convidado para cantar no grupo vocal ‘Céu da Boca’, com participações em shows, Projetos Pixinguinha e gravações de discos de artistas, tais como: Elis Regina, Milton Nascimento, Chico Buarque, Caetano Veloso, entre muitos outros artistas. Nos anos 90, Dalmo foi para Salvador, onde gravou vocais em mais de 400 discos de artistas baianos. Voltou ao Rio no ano de 2001 e em março de 2004, foi convidado para integrar o grupo MPB4 em substituição ao cantor Ruy Faria. Há 20 anos é a primeira voz do MPB4. 
MÚSICAS: 01 – A PIPA E O TEMPO – Dalmo Medeiros e Cacau Ferreira Castro – part especial: Elizah // 02 – BÚSSOLA SEM PONTEIRO – Dalmo Medeiros // 03 – PROIBIR PRA QUÊ? – Dalmo Medeiros e Carlos Pitta – part especial: Priscilla Frade // 04 – KIT BEBUM – Dalmo Medeiros e Max Júnior – part especial: Max Jr // 05 – TÔ DOIDO – Dalmo Medeiros e e Cacau Ferreira Castro // 06 – O VENTO E O TEMPO – Miltinho e Dalmo Medeiros – part especial: Miltinho // 07 – A FLOR DA PELE – Dalmo Medeiros e Maurício Gaetani // 08 – A FESTA DA FIRMA – Dalmo Medeiros – part especial: MPB4 // 09 – PORTA RETRATO – Danilo Caymmi e Dalmo Medeiros – part especial: Danilo Caymmi // 10 – FILME AMERICANO – Dalmo Medeiros e Ricardo Moraes // 11 – ALTA COSTURA – Dalmo Medeiros e Angela Medeiros – part especial: Zé Renato 
 
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