O SUL EM CIMA 18 / 2026



Você é nosso convidado para dia 20 as 20 hs, estar com Leandro Maia, João Aiello e Kleiton Ramil, onde eles vão contar a historia de Lampejo. e outras mais. No instagram: @leandromaiacompositor, @joao.aiello, @kleitonramil





O Grupo Chão de Areia nasceu no litoral norte do Rio Grande do Sul e vem fazendo, ao longo dos seus mais de 20 anos de carreira, um resgate da viola do sul do Brasil, instrumento que foi por muitos, esquecido na tradição gaúcha. O Grupo Chão de Areia é composto por Mário Tressoldi, Chico Saga e Flávio Júnior. Os integrantes começaram suas trajetórias artísticas acompanhando grupos de danças tradicionais gaúchos e hoje acumulam premiações em diversos festivais de música nos estados do Sul e Sudeste do país. O Grupo lançou em 2011, o álbum “Quem Somos Nós” e em 2021 o EP “Nos Sons do Litoral”. Eternizar memórias, construir legados e inspirar as próximas gerações a valorizar e enriquecer a cultura local foi o objetivo do projeto ‘Nos Sons do Litoral’, lançado em 2021. O trabalho reuniu artistas e compositores convidados que representam as diferentes inspirações étnicas dos municípios da costa do Rio Grande do Sul. O projeto foi realizado em 2021 pelo edital Criação e Formação Diversidade das Culturas do Governo Federal, governo do Estado do Rio Grande do Sul e Fundação Marcopolo, executado a partir da Lei Aldir Blanc. Idealizado para comemorar os 19 anos de existência do Grupo Chão de Areia, o projeto Nos Sons do Litoral é composto por EP, 7 video clipes e um video documentário sobre a música feita no litoral norte do Rio Grande do Sul. Músicas do projeto ‘Nos Sons do Litoral’: 01 – Pescador de Sonhos – Mário Tressoldi e Chico Saga – Part Tribo Maçambiqueira // 02 – Somos o Litoral – Nilton Júnior – part Nilton Júnior e Márcia Freitas // 03 – Recanto da Minha Gente – Chico Saga, Jaime Brum Carlos e Mário Tressoldi // 04 – Castelo de Areia – Mário Tressoldi e Chico Saga – part Carlos D’Lucka // 05 – Litorâneo – Mário Tressoldi e Chico Saga – part Indio Rufino // 06 – Quilombola – Chico Saga e Mário Tressoldi – part Loma // 07 – Um Terno pela Paz – Mário Tressoldi, Carlos Catuípe, Ivo Ladislau e Vaine Darde – part Monycah Ramos e Juliano Gonçalves
Loma – Loma Berenice Gomes Pereira nasceu em Recife, de pai pernambucano e mãe de Santo Antônio da Patrulha. Mas com dois meses já estava em Porto Alegre. Desde o grupo escolar sempre cantou, e a chance da carreira musical veio em 1973, quando passou a integrar o grupo Pentagrama, liderado por Ivaldo Roque e Jerônimo Jardim, primeiro a mesclar samba e música nativista. Depois de participar da Califórnia da Canção e gravar um disco com o grupo (1976), Loma foi tentar a sorte no Rio de Janeiro. Estudou música, participou como vocalista em discos de Gilberto Gil, Alceu Valença e Elza Soares, entre outros, voltando a Porto Alegre em 1983 para fazer seu primeiro disco. Entre idas e vindas, três anos depois resolveu entrar com força nos festivais. Um dos destaques da sua carreira foi com o Cantadores do Litoral, que divulgou pelo Brasil e Portugal o legado afro-açoriano no Rio Grande do Sul. Entre os discos lançados estão ‘Loma’, ‘Um Mate por Ti’, ‘Loma – Além Fronteiras’ e ‘Ziguezagueando’. Com recursos provindos do edital de Cultura Aldir Blanc, ‘Loma Preta Gaúcha’, o quinto rebento solo de sua discografia, reúne no repertório um conjunto de canções cuja vibrante musicalidade derrama-se em valsas, chacareras, milongas e reggae. ‘Já as letras versam sobre meio ambiente, mulheres, povos indígenas e comunidades afro-brasileiras. Ou seja, temas que resgatam a tradição, mas que, por outro lado, seguem relevantes na contemporaneidade’, ressalta a cantora. O novo álbum de Loma Solaris chegou às plataformas digitais no dia 08 de maio de 2026, reunindo parcerias e reafirmando a trajetória da artista. Nesses 50 anos de carreira, ela já foi Loma, Loma Pereira, e recentemente assumiu o sonoro Loma Solaris. A nova alcunha por ela agora assumida é repleta de significados. O mais imponente deles reflete justamente no resgate da história da cultura negra – dentro do cancioneiro regional sul-riograndense – promovido por ela no projeto Loma Preta Gaúcha. ‘Trata-se de uma obra essencialmente preta, enaltecendo e reafirmando em suas letras e melodias o vínculo do Rio Grande do Sul com a música latino-americana’, define a artista. ‘Quis fazer um trabalho rico de conteúdo cultural e popular com o que apurei das questões rítmicas afro-gaúchas, afro-açorianas e afro-litorâneas e também do nativismo’, explica Loma, um dos nomes fundamentais da música do estado. Músicas do pgm (do álbum Preta Gaúcha): 01 – Cantigas de Mar – Ivo Ladislau e Carlos Catuípe // 02 – O Trigo – Oliveira Silveira e Vladimir do Nascimento Rodrigues // 03 – Gira das Ialodês – Loma Pereira e Thalma de Freitas – part Glau Barros, Marietti Fialho, Neuro Jr, Nina Fola e Tamiris Duarte // 04 – Caminhada – Colmar Duarte e Sérgio Rojas // 05 – Clara Clareou – Jerônimo Jardim – part Arthur de Faria //06 – Valsa dos Vagalumes – Nilton Junior da Silveira, Adriano Sperandir e Cristian Sperandir

1) ALICE CAYMMI – A cantora e compositora Alice Malaguti Caymmi, mais conhecida como Alice Caymmi nasceu em março de 1990 no Rio de Janeiro. Ela é neta de Dorival Caymmi, filha de Danilo e Simone Caymmi e sobrinha de Nana e Dori Caymmi. Alice Caymmi lançou no dia 30 de abril de 2026, o álbum “Caymmi”, dedicado à obra de Dorival Caymmi. O disco chegou às plataformas digitais pelo selo Daluz Música na data em que o compositor baiano, morto em 2008, completaria 112 anos. Longe de apostar em versões reverentes ou excessivamente fiéis aos arranjos originais, Alice opta por tensionar o repertório do avô, incorporando elementos contemporâneos e de outros gêneros musicais, como reggae, hip-hop, salsa e batidas eletrônicas. Nessa toada, busca uma linguagem que preserve a essência das versões originais. A ficha técnica concentra boa parte da sonoridade em Iuri Rio Branco, responsável por bateria, baixo, guitarra, programação e percussão, além da produção e dos arranjos. O disco tem guitarra adicional de Theo Silva, trombone e trompete de Doug Bone, mixagem, masterização e edição de voz de Diogo Guedes. No álbum Caymmi, o cancioneiro de Dorival Caymmi é reprocessado com frescor e novas harmonias, mas com total respeito às letras e melodias. Alice Caymmi diz que “A intenção era manter o caráter popular e sofisticado das composições, sem aprisioná-las a uma ideia de passado”, acrescenta a cantora, destacando a importância de pensar o repertório do avô como algo vivo, em circulação. Músicas do álbum ‘Caymmi’ (músicas de autoria de Dorival Caymmi): 01 – O que é que a baiana tem // 02 – Modinha para Gabriela // 03 – Maracangalha // 04 – Canto de Obá de Dorival Caymmi e Jorge Amado // 05 – Dois de Fevereiro // 06 – Eu não tenho onde Morar // 07 – Morena do Mar
2) GIULIANO ERISTON – Giuliano Eriston é cantor, violonista, compositor e arranjador cuja essência reflete a rica diversidade da música brasileira. Seu talento foi revelado já aos 13 anos, quando fez seu primeiro show solo no Festival Choro Jazz, em Jericoacoara, que rapidamente o projetou para a cena nacional. Em 2021, aos 24 anos, Giuliano conquistou o público ao vencer a 10a edição do The Voice Brasil, solidificando-se como uma das grandes promessas da música do país. Em 2022, lançou seu primeiro álbum autoral, “Universo em Si”, produzido por Kassin, com parcerias valiosas de Ronaldo Bastos, Dirceu Leite e participações especiais de Mariana Aydar e Pretinho da Serrinha. Em 2024, Giuliano homenageou o icônico músico Sérgio Sampaio com o lançamento do EP “Giuliano Eriston Canta Sérgio Sampaio”, uma produção refinada de Pedro Baby. “Politonia”, novo álbum de Giuliano Eriston, agrega composições que surgiram após Giuliano se mudar para o Rio de Janeiro vindo do Ceará, portanto, refletem saudades, novas paixões vividas, humores mais excitados e um tom mais crítico que ainda não havia experimentado nos seus lançamentos anteriores. “É uma espécie de contraposição ao meu primeiro álbum (‘Universo em si’) o qual tem uma paleta de cores bem restrita porque a instrumentação foi bem mais simples”, conta Giuliano. Entre maracatu, jazz, xote e R&B, Giuliano canta em português, inglês e francês sobre a saudade, a graça da paquera, o cenário político e suas questões existenciais e é essa diversidade que justifica o neologismo “Politonia”, que é um termo cunhado pelo artista para expressar a sua busca de se contrapor à monotonia de ideias, especialmente as musicais, mas não apenas, para abraçar a diversidade, multiplicidade, “multi-versatilidade” do mundo. No álbum Giuliano atua em múltiplas frentes, cantando, compondo, arranjando e tocando diversos instrumentos. A produção musical é de Giuliano e Pedro Baby, que criteriosamente investigou as minúcias do material gravado para chegar nas sonoridades que mais se encaixam em cada música. Músicas (de Giuliano Eriston): 01 – Lucidez // 02 – Gosto do Gesto // 03 – Festa no Infinito // 04 – Waiting // 05 – Corpo de Candiá – feat Moreno Veloso
3) PAULA SOUTO é cantora e compositora com 25 anos de carreira. Seu primeiro álbum – Toda Sorte do Mundo – está completando 10 anos agora em 2026. Em seu álbum de estréia colocou 3 composições próprias. De 2023 até agora já lançou uma série de singles, canções suas e em parceria com compositores e compositoras que admira. Paula Souto está lançando o single Medo da Noite. Paula Souto diz que “A Medo da Noite me chegou de maneira arrebatadora, num momento de muita angústia diante da crescente violência contra as mulheres que estamos vivenciando. Na gravação só mulheres maravilhosas e admiráveis, somando nessa corrente a favor da vida e pelo fim da violência de gênero”. Single – 01 Medo da Noite – Paula Souto
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