O Sul Em Cima 18 – Nei Lisboa / Duca Leindecker / Humberto Gessinger e Bebeto Alves
O Sul Em Cima dessa edição mostra músicas de Nei Lisboa, Duca Leindecker, Humberto Gessinger e Bebeto Alves!
HUMBERTO GESSINGER nasceu em 24 de dezembro de 1963, em Porto Alegre/RS. Em 1985, com colegas da Escola de Arquitetura da UFRGS, montou a Banda Engenheiros do Hawaii. O nome fazia brincadeira com estudantes de engenharia e surfistas que frequentavam o bar da faculdade.
Estes 28 anos de carreira estão materializados em 19 CDs e 6 DVDs. O sucesso destes discos lhe rendeu 8 Discos de Ouro, 1 Disco de Platina e 3 DVDs de Ouro. Ao longo da estrada, foram mais de 2500 shows por todos os estados brasileiros, além do exterior. Apesar de se considerar, principalmente, um compositor, Humberto é músico autodidata, e, nas várias fases de sua carreira, tocou diversos instrumentos como baixo, guitarra, viola caipira, violão, teclados, bandolim, harmônicas e acordeon.
Em 2008 foi anunciada uma pausa por tempo indeterminado nos Engenheiros do Hawaii e Humberto foi para a estrada com o projeto Pouca Vogal, um power duo em parceria com Duca Leindecker.
Em 2013, Humberto lança seu 20ª álbum e primeiro como artista solo. O disco é o primeiro com músicas inéditas em 10 anos e traz participações especiais de grandes nomes da música gaúcha como Luis Carlos Borges, Bebeto Alves e Frank Solari. Vamos mostrar algumas músicas desse CD chamado “Insular”.
BEBETO ALVES nasceu Luis Alberto Nunes Alves no dia 4 de novembro de 1954. Gaúcho de Uruguaiana, participou da coletânea “Paralelo 30” em 1978, só com artistas gaúchos. Seu primeiro disco solo, “Bebeto Alves” é de 1981, mais tarde seguido por “Notícia Urgente”. Sempre procurou explorar músicas típicas do Rio Grande do Sul, como ranchos, toadas e milongas. Um de seus maiores sucessos foi “Quando Eu Chegar”, lançado em compacto em 1984. Ao longo da década de 80 incorporou ao seu estilo elementos pop, utilizando teclados, baixo elétrico, bateria eletrônica. Seus discos seguintes – “Novo País”, “Pegadas”, “Danço Só”, “Milonga de Paus”, “Paisagem” – mesclam a milonga e os ritmos gaúchos a diversos estilos como rock, reggae, pop e eletrônico. Nesse programa vamos mostrar músicas de seu novo CD Milonga Orientao lançado em 2014.
Divirtam-se e comentem!!
Ouçam Aqui – Programa 18
Programa 18/2014 – Nei Lisboa / Duca Leindecker/Humberto Gessinger e Bebeto Alves – Parte 1
Programa 18/2014 – Nei Lisboa/ Duca Leindecker/ Humberto Gessinger e Bebeto Alves – Parte 2
O Sul Em Cima 17 – Poemas Musicados
O Sul Em Cima Especial dessa edição é um programa dedicado a música e a literatura.
Vamos apresentar escritores e poetas do RS, PR e Argentina que tiveram seus textos musicados. Os intérpretes deram voz as palavras de Mário Quintana e narraram as histórias dos personagens de Caio Fernando Abreu e do maior autor argentino: Jorge Luis Borges. Passando também por Jaime Vaz Brasil.
No Paraná, Paulo Leminski tem uma intensa ligação com música desde a década de 70, tendo seus textos musicados por Caetano Veloso e tantos outros. Alice Ruiz ainda hoje percorre o Brasil ministrando oficinas de escrita em Haikai e seus poemas foram musicados por alguns nomes da música como Alzira E. Tetê Espíndola, Zélia Duncan e Zeca Baleiro. Sem esquecer de Estrela Ruiz, filha de Paulo Leminski e Alice Ruiz.
Vamos mostrar no programa as seguintes músicas:
Luzes – Paulo Leminski – intérprete: Arnaldo Antunes
Na Roda da Saia Vermelha – Janaína Fellini / Estrela Leminski – intérprete: Janaina Fellini
Ímpar ou Ímpar – Paulo Leminski / Estrela Leminski – intérprete: Estrela Leminski e Téo Ruiz
Milágrimas – Alice Ruiz / Itamar Assumpção – intérprete: Alzira Espíndola
Dorme, Sonha – baseado no texto de Caio Fernando Abreu – da obra Caixinha de Música – intérprete: Angela Ro Ro
Presságios – Jaime Vaz Brasil / Ricardo Freire – intérprete: Victor Hugo
A Palavra no Escuro ou os Dialetos do Poço – Jaime Vaz Brasil / Hique Gomez – intérprete: Hique Gomez
De Homero a Borges – Jaime Vaz Brasil / Kleiton Ramil – Vozes: Jaime Vaz Brasil e José Édil de Lima Alves
Deixo teu Nome nos Muros Caiados – Jaime Vaz Brasil e Pery Souza – intérpretes: Kleiton & Kledir e Pery Souza
O Velho Leon e Natália em Coyoacán – Paulo Leminski / Vitor Ramil – intérprete: Juliana Cortes com participação de Vitor Ramil
Milonga de los Morenos – Jorge Luis Borges – intérpretes: Caetano Veloso e Vitor Ramil
O Mapa – música de Juli Manzi e Gustavo Steffens sobre a poesia de Mário Quintana – intérprete: Adriana Deffenti
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| Alice Ruiz |
Alice Ruiz – Poeta e haikaista, Alice Ruiz nasceu em Curitiba, PR, em 22 de janeiro de 1946. Alice publicou até agora, 21 livros, entre poesia, traduções e uma história infantil. Tem diversas canções gravadas por parceiros e intérpretes. Lançou, em 2005, seu primeiro CD, o Paralelas, em parceria com Alzira Espíndola, pela Duncan Discos, com participações de Zélia Duncan e Arnaldo Antunes.
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| Caio Fernando Abreu |
Caio Fernando Abreu – Escritor e dramaturgo, de Santiago/RS. Traduziu A Arte da Guerra, de Sun Tzu, 1995.
Estrela Leminski – poetisa, cantora e compositora de Curitiba. Escreve desde os 8 anos de idade. Em 2009 participou da Antologia “XXI poetas de hoje em dia(nte). É filha de Paulo Leminski e Alice Ruiz.
Jaime Vaz Brasil – nasceu em Bagé/RS. É médico e também escritor e autor de mais de 130 letras de música. Preside o Instituto Fernando Pessoa em Porto Alegre.
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| Jorge Luis Borges |
Jorge Luis Borges – O maior escritor, poeta e ensaista argentino. Faleceu em 1986 em Genebra.
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| Mário Quintana |
Mário Quintana – Poeta, tradutor e jornalista de Alegrete. Em 1980 recebeu o prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto da obra.
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Paulo Leminski: Escritor, poeta e crítico literário, de Curitiba/PR. É autor com a obra mais extensa, com centenas de parcerias incluindo Haroldo de Campos. A música sempre esteve presente na sua obra, sendo gravada por Caetano Veloso, o grupo “A Cor do Som” e a banda de punk rock “Beijo AA Força” entre 1970 e 1989. Tem parcerias com Gilberto Gil, Moraes Moreira, Itamar Assumpção, José Miguel Wisnik, Arnaldo Antunes e Wally Salomão.
Divirtam-se e comentem!!!
Ouçam Aqui – Programa 17
Programa 17/2014 – Poemas Musicados – Parte 1
Programa 17/2014 – Poemas Musicados – Parte 2
Agradecimentos: Cristiane Fonseca de Pelotas/RS
O Sul Em Cima 16 – Pelotas
O Sul Em Cima dessa edição é uma homenagem aos 202 anos de PELOTAS, completados dia 7 de julho de 2014.
Pelotas está localizado as margens do Canal São Gonçalo que liga as Lagoas dos Patos e Mirim, as maiores do Brasil, no estado do Rio Grande do Sul e está a 250 quilômetros de Porto Alegre, a capital do estado.
Na história econômica do município, destaca-se a produção do charque, que era enviado para todo o Brasil e que fez a riqueza de Pelotas em tempos passados.
Tanto a zona urbana quanto a rural de Pelotas conta com monumentos, paisagens e belas vistas, que levaram a televisão brasileira a escolher o município já por três vezes como cenário para suas produções: Incidente em Antares, cuja locação foi feita na zona do porto; A Casa das Sete Mulheres, gravada numa charqueada na zona rural e do filme O Tempo e o Vento, cujas filmagens ocorreram no fim de abril de 2012.
Em Pelotas é realizada todos os anos, a tradicional Fenadoce – Feira Nacional do Doce, festa de eventos ancorada pelos famosos doces de origem portuguesa que fazem a fama de Pelotas.
A principal imigração ocorrida na região foi a vinda de portugueses. Outra imigração importante na região foi a de alemães, embora tenham preferido fixar-se na zona rural do município, ao contrário dos portugueses, que o fizeram na zona urbana. Também são dignas de nota outras etnias que em Pelotas fixaram residência, como os negros africanos, italianos, poloneses, franceses, judeus, árabes libaneses, etc.
Com a mistura étnica que caracteriza Pelotas, não é surpreendente que seja um rico centro cultural e político, sendo conhecida como a Atenas Rio-Grandense.
Berço e morada de inúmeras personalidades da cultura nacional, como do escritor regionalista João Simões Lopes Neto, de Hipólito José da Costa – patrono da Imprensa no Brasil, do pintor Leopoldo Gotuzzo, do escultor Antonio Caringi, entre outros.
O município teve forte influência da estética portuguesa, com seus casarões com cerâmica portuguesa na fachada. Pelotas é muito rica em tesouros arquitetônicos e monumentos, muitos tombados pelo patrimônio histórico do município e do Estado.
Um exemplo de monumento do acervo do município é o Chafariz “As Três Meninas”. Destaca-se na arquitetura do município suas igrejas, o Grande Hotel e o Mercado Público.
A Catedral do Redentor, também conhecida como “Igreja Cabeluda”, ficou conhecida por sua característica cobertura vegetal. Ela abriu suas portas em 1892. Sua torre possui 27 metros de altura e os vitrais vieram de Nova Iorque. Enfim, há muito mais para se conhecer em Pelotas…
No programa O SUL EM CIMA, vamos ouvir músicas de alguns artistas que nasceram ou que moram em Pelotas. Vamos ouvir as belas interpretações de Kleiton & Kledir, Vitor Ramil, Leandro Maia, Avendano Jr, Bella Stone, Gahuer Carrasco, Cardo Peixoto, Giba Giba. A música Lagoa dos Patos é interpretada por Kleiton & Kledir com participação especial de MPB4. A gravação é de 1981.
Divirtam-se e comentem!!
Ouçam Aqui – Programa 16
Programa 16/2014 – PELOTAS (Homenagem aos 202 anos) – Parte 1
Programa 16/2014 – PELOTAS (Homenagem aos 202 anos) – Parte 2
O Sul Em Cima 15 – Zé Caradípia
| Zé Caradípia – Foto: Nilton Santolin |
O programa O SUL EM CIMA dessa semana é dedicado a obra de ZÉ CARADÍPIA
José Luiz Fernandes, mais conhecido pelo pseudônimo de Zé Caradípia, atua no meio artístico porto-alegrense desde 1976 quando fez parte do grupo Cordas & Rimas.
Em 1982, Zé Caradípia teve seu trabalho como compositor reconhecido nacionalmente através da cantora Zizi Possi que gravou em disco homônimo sua música Asa Morena, considerada pelas revistas Veja, Playboy, Caras e os jornais O Globo, JB, Folha de São Paulo, Zero Hora, entre outros, como uma das 100 músicas mais populares do século XX no Brasil. Citada entre os destaques do ano de 1982 no livro “A Canção no Tempo” (1998), de Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello, Asa Morena, composição gravada há mais de 30 anos, ainda é sucesso nas rádios, videokês e karaokês do Brasil, sendo regularmente relançada em coletâneas.
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| Zé Caradipia – Foto Paulo Botafogo -arte: Ricky Bols |
Ouçam Aqui – Programa 15
Programa 15/2014 – ZÉ CARADÍPIA – Parte 1
Programa 15/2014 – ZÉ CARADÍPIA – Parte 2
https://www.facebook.com/caradipia?fref=ts
Contatos: caradipia@yahoo.com.br; caradipia1@hotmail.com; zecaradipia@gmail.com
cel: 51 9313 1730
O Sul Em Cima 14 – Paola Matos
Divirtam-se e comentem!
Ouçam Aqui – Programa 14
Programa 14/2014 – PAOLA MATOS – Parte 1
Programa 14/2014 – PAOLA MATOS – Parte 2
http://www.paolamatos.com.br/
https://www.facebook.com/paola.matos.148?fref=ts
O Sul Em Cima – Guilherme Curi
O Sul Em Cima 13 – Porto Alegre é Demais!
O Sul Em Cima dessa edição mostra músicas do projeto do CD “Porto Alegre é Demais!” que são canções que falam dessa maravilhosa cidade!
A cidade de Porto Alegre tem como data oficial de fundação 26 de março de 1772 com a criação da Freguesia de São Francisco do Porto dos Casais, um ano depois alterada para Nossa Senhora da Madre de Deus de Porto Alegre. O povoamento, contudo, começou em 1752, com a chegada de 60 casais portugueses açorianos trazidos por meio do Tratado de Madri para se instalarem nas Missões, região do Noroeste do Estado que estava sendo entregue ao governo português em troca da Colônia de Sacramento, nas margens do Rio da Prata. A demarcação dessas terras demorou e os açorianos permaneceram no então chamado Porto de Viamão, primeira denominação de Porto Alegre.
Em 24 de julho de 1773, Porto Alegre se tornou a capital da capitania, com a instalação oficial do governo de José Marcelino de Figueiredo. A partir de 1824, passou a receber imigrantes de todo o mundo, em particular alemães, italianos, espanhóis, africanos, poloneses, judeus e libaneses. Este mosaico de múltiplas expressões, variadas faces e origens étnicas, religiosas e linguísticas, faz de Porto Alegre, hoje com quase 1,5 milhão de habitantes, uma cidade cosmopolita e multicultural, uma demonstração bem sucedida de diversidade e pluralidade.
Uma corrida no Gasômetro, na contraluz do vermelho do pôr-do-sol. Mate no Parque da Redenção.
Caminhada no Parcão. O viaduto Otávio Rocha, perfeitamente simétrico, engole a luz dos carros que cortam a velha avenida Borges de Medeiros à noite. Um barco costeia o Cais do Porto, enquanto jovens confraternizam nos bares da Cidade Baixa e senhoras compram peixes no Mercado Público. Essa é a descrição de alguns cartões postais da cidade. Mas tem muito mais…
Ao lado, podemos ver o Beira Rio, Santander Cultural, Brique da Redenção, Largo dos Açorianos, Parque Moinhos de Vento, Museu Iberê C amargo, Mercado Público, Usina do Gasômetro, Casa de Cultura Mário Quintana, Redenção, Laçador, Pôr do Sol, Arena do Grêmio. São alguns dos lugares que vale a pena conhecer em Porto Alegre.
O Sul Em Cima mostra nessa edição, músicas que falam sobre Porto Alegre interpretadas por Isabela Fogaça (Porto Alegre é Demais), Kleiton & Kledir (Deu Pra Ti), Victor Hugo e Angela Jobim (Horizontes), Cigano (Porto City), Lourdes Rodrigues e Geraldo Flach (Alto da Bronze), Elis Regina (Porto dos Casais), Kleiton Ramil (Porto é meu Porto), Bebeto Alves (Pegadas), Hermes Aquino (Porto Alegre, Porto Alegre), Raul Ellwanger (Pialo de Sangue), Victor Hugo (Coração Porto-Alegrense), Neto Fagundes (Beirando o Rio) e Paulo José interpretando um poema de Luiz Coronel chamado “Pequena canção para uma cidade muito amada”.
Divirtam-se e comentem!!
Ouçam Aqui – Programa 13
Programa 13/2014 – Porto Alegre é Demais! – Parte 1
Programa 13/2014 – Porto Alegre é Demais! – Parte 2
Fonte:
http://www2.portoalegre.rs.gov.br/
O Sul Em Cima 12 – Lupicínio Rodrigues
| Arquivo UH/ Folha Imagem – foto de 1959 |
O Sul Em Cima Especial dessa semana faz uma homenagem a LUPICÍNIO RODRIGUES.
Considerado um precursor das canções de “dor-de-cotovelo”, o gaúcho de Porto Alegre Lupicínio Rodrigues (16/09/1914 – 27/08/1974), é um dos nomes do estilo samba-canção. Suas quase 150 composições gravadas começaram a ganhar popularidade no fim da década de 30. A ascensão da obra musical de Lupi, como era chamado desde criança, foi desencadeada em 1938, pela gravação por Cyro Monteiro da música “Se Acaso Você Chegasse“, parceria com Felisberto Martins, que morava no Rio de Janeiro e trabalhava em gravadoras, o que propiciou a divulgação de suas obras na então Capital Federal e centro da Indústria Fonográfica nacional em troca de parceria.
Lupicínio Rodrigues começou a compor numa época em que a construção e o apogeu da música popular brasileira aconteciam no Rio. Ele não precisou deixar sua terra natal Porto Alegre para fazer sucesso e aparecer como um dos grandes compositores das décadas 40 e 50. Foi nessa última, que suas músicas ganharam fama nas vozes de Francisco Alves, Orlando Silva, Linda Batista, Nora Ney, Elza Soares e Jamelão. A projeção de Lupicínio se deu em um período em que a “Época de Ouro” do rádio e do samba carioca começa a entrar em declínio, no início da década de 50. As composições das marchinhas carnavalescas, que tanto sucesso fizeram até o fim da década de 30, também desaceleram. Foi a partir daí que o estilo conhecido como samba-canção, com letras românticas, de amores fracassados, traições, ganha espaço e tem em Lupicínio um de seus expoentes.
A música Felicidade, umas das composições mais conhecidas de Lupicínio, foi composta em 1933. Originalmente essa música foi lançada na Continental em 1947, pelo conjunto Quitandinha Serenaders. O programa O Sul Em Cima mostra um registro de uma gravação do próprio Lupicínio com as Três Marias de 1952 e que tem versos que não foram incluídos na primeira gravação, por serem demais regionalistas. Saiu pela Star em maio-junho de 1952. A música Felicidade também é mostrada no programa na interpretação da dupla Kleiton & Kledir em uma gravação que está no CD “Clássicos do Sul” lançada em 1999.
Vamos apreciar também, músicas interpretadas pelo próprio Lupicínio e por outros intérpretes como Kleiton & Kledir (Felicidade), Zizi Possi (Nunca), Zé Caradípia (Esses Moços), Nelson Gonçalves (Quem há de dizer), Elis Regina (Cadeira Vazia), Adriana Calcanhotto (Nervos de Aço) e Neto Fagundes & Estado das Coisas (Cevando o Amargo). Porém, até hoje, muitos artistas ainda interpretam suas canções.
O Sul Em Cima Especial em homenagem ao centenário de Lupicínio está imperdível!! V ale conferir!!!!
Ouçam Aqui – Programa 12
Programa 12/2014 – Lupicínio Rodrigues – Parte 1
Programa 12/2014 – Lupicinío Rodrigues – Parte 2
Agradecimentos a Rogério Ratner, Gisele D’avila, Lindsay Korth e Isaac Silva
fontes:
http://raizesmpb.folha.com.br/vol-6.shtml
http://aochiadobrasileiro.webs.com/Biografias/BiografiaLupicinioRodrigues.htm
http://coraldocmpa.blogspot.com.br/2012/05/curiosidades-em-1952-lupicinio.html
O Sul Em Cima 11 – Bebeto Alves
O Sul Em Cima dessa semana é dedicado ao trabalho de Bebeto Alves.
Bebeto nasceu Luís Alberto Nunes Alves no dia 4 de novembro de 1954.
Gaúcho de Uruguaiana, participou da coletânea “Paralelo 30”, em 1978, só com artistas gaúchos. Seu primeiro disco solo, “Bebeto Alves”, é de 1981, mais tarde seguido por “Notícia Urgente”. Sempre buscou explorar músicas típicas do Rio Grande do Sul, como ranchos, toadas e milongas. Um de seus maiores sucessos foi “Quando Eu Chegar”, lançado em compacto em 1984. Ao longo da década de 80 incorporou ao seu estilo elementos pop, utilizando teclados, baixo elétrico, bateria eletrônica. Seus discos seguintes – “Novo País”, “Pegadas”, “Danço Só”, “Milonga de Paus”, “Paisagem” – mesclam a milonga e os ritmos gaúchos a diversos estilos como rock, reggae, pop e eletrônico. Nos anos 90 participou de uma trilogia dedicada à obra do compositor regionalista gaúcho Mauro Moraes, ao lado de outros músicos como Marcello Caminha, Clóvis “Boca” Freire, Lúcio Yanel. Integrou ainda o time de músicos que participou do disco “Porto Alegre Canta Tangos”, lançado inicialmente na Argentina. Em 2000, junto com o lançamento de “Bebeto Alves Y La Milonga Nova” (cujo show percorreu cidades européias), teve alguns discos da carreira relançados.
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| Bebeto Alves y los blackbagualnegovéio – Rodrigo Rheinheimer, Bebeto Alves, Luke Faro e Marcelo Corsetti |
Vamos mostrar nessa edição de O Sul Em Cima o disco mais recente chamado MILONGA ORIENTAO com Bebeto Alves y los blackbagualnegovéio, lançado em 2014 e com produção de Marcelo Corsetti e Bebeto Alves.
Todas as músicas são do próprio Bebeto, e alguns em parceria com Rodrigo Rheinheimer (Vapt Vupt), Humberto Gessinger (Milonga Orientao), Gastão Villeroy (Até Onde o Coração Mandar), Fernando Corona (De Luz e Fogo) e Reinaldo Arias (Canção da Esperança).
Os músicos participantes do CD Milonga Orientao são: Marcelo Corsetti (guitarras), Luke Faro (Bateria e Percussão), Rodrigo Reinheimer (Baixo, Ukelele, violões, teclado, voz) , Bebeto Alves (voz, violões, programação) e participação de Humberto Gessinger (voz em Milonga Orientao).
Vale conferir esse lindo e interessante trabalho de Bebeto Alves!!
Divietam-se e comentem!!
Ouçam Aqui – Programa 11
Programa 11/2014 – Bebeto Alves – Parte 1
Programa 11/2014 – Bebeto Alves – Parte 2
http://www.bebetoalves.com.br/
http://cliquemusic.uol.com.br/artistas/ver/bebeto-alves
https://www.facebook.com/bebeto.alves.393?fref=ts











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