O Sul Em Cima 26

O SUL EM CIMA dessa edição é dedicado a obra de LUCIANO ALBO.

Músico, compositor e produtor musical, Luciano atua há mais de 20 anos no mercado gaúcho.
Dossiê Camaleão de 2002 é a sua estréia na carreira solo e em 2012 foi lançado o 2º CD chamado A Ordem Natural das Coisas.
Entre outros, já tocou e gravou com Cascavelletes, Papas da Língua, Nico Nicolaiewsky, Fernando Noronha & Black Soul.
Já produziu CDs de Acústicos & Valvulados, Locomotores, Maria do Relento, Armazen e Alter Ego.

Seu CD atual, A Ordem Natural das Coisas, ganhou o Prêmio Açorianos de Música 2012 como Melhor Compositor  (Luciano Albo) e Instrumentista (Luciano Leães) no gênero POP. A produção desse trabalho é de Luciano Albo e a mixagem e masterização foram feitas nos EUA.
São doze faixas ótimas e divertidas que exalam otimismo, além de mostrar uma grande qualidade artística.

Vídeo da música “Bem Melhor do que Tudo” de Luciano Albo do CD “A Ordem Natural das Coisas”

Vamos ouvir no programa O SUL EM CIMA, as músicas desse excelente trabalho. Vale conferir!!
Divirtam-se e comentem!!

Ouçam Aqui – Programa 26


Programa 26/2013 – Luciano Albo – Parte 1

Programa 26/2013 – Luciano Albo – Parte 2




O Sul Em Cima 25

Da esquerda para a direita: Álvaro RosaCosta, Simone Rasslan e Beto Chedid – Crédito da Imagem: Tiago Coelho

Em O SUL EM CIMA dessa edição vamos mostrar o trabalho XAXADOS E PERDIDOS, que é formado por Simone Rasslan (voz, piano e percussão), Álvaro RosaCosta (vocal, viola caipira e percussão) e Beto Chedid (vocal, violão, guitarra e percussão).

Simone Rasslan é cantora, instrumentista, compositora e educadora musical com uma carreira artística reconhecida em Porto Alegre e no Rio Grande do Sul. Veio de Dourados – MS para cursar Regência Coral pela UFRGS escolhendo Porto Alegre como a cidade ideal para sua atuação artística desde 1988.
Álvaro RosaCosta nasceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. É formado em Artes Plásticas pela UFRGS, bacharel em gravura. Cursou a faculdade de Artes Cênicas de 1994 a 1998, tendo participado de diversas oficinas de interpretação teatral e técnica vocal. Atua profissionalmente como ator e músico desde 1990.

Esse trabalho musical reúne um repertório de canções brasileiras valorizando, sobretudo, o trabalho criativo dos grandes compositores da nossa cultura que mantiveram a linhagem da canção, da modinha (originária de Portugal), do maxixe. Origem da nossa Música Popular e da nossa identidade musical. No repertório encontramos compositores das regiões Sul, Sudeste, Centro Oeste e Nordeste do Brasil, fazendo um apanhado da produção nacional.
O nome escolhido “Xaxados e Perdidos” é um trocadilho com o ritmo da dança xaxado e o lugar pra onde vai aquilo que se perdeu, ou que não serve mais. As canções são verdadeiros achados na imensidão de perdidos da nossa Mpb e foram selecionadas por sua excelência na construção formal. A ênfase do trabalho está nos arranjos, tanto vocais como instrumentais.

O CD Xaxados e Perdidos recebeu o Prêmio Açorianos de Música 2012 na categoria Disco do Ano, Álvaro RosaCosta, Simone Rasslan e Beto Chedid na categoria  Arranjador, Simone Rasslan como melhor intérprete MPB, e Xaxados e Perdidos como melhor Disco MPB.

“Portal” de Jerônimo Jardim – CD Xaxados e Perdidos de Simone Rasslan

Vale conferir esse lindo e interessante trabalho!! Divirtam-se e comentem!!

Ouçam Aqui – Programa 25


Programa 25/2013 – Xaxados e Perdidos – Parte 1

Programa 25/2013 – Xaxados e Perdidos – Parte 2


O Sul Em Cima 24

O SUL EM CIMA dessa edição apresenta o trabalho da banda DAMADERA de Florianópolis.

A banda é formada por Vicente Piacentini (vocal e guitarra), Pablo Serrano (Baixo e voz), Henrique Soares (Bateria) e Bruno Jacomel (violino e voz).
Misturando ritmos fortes e swingados, guitarras distorcidas e melodias de violino com o balanço das ondas marítimas e sonoras da ilha, a banda Damadera cria seu Rock Surf. No repertório composições próprias que trazem em suas letras o cotidiano, os encontros e desencontros da vida e da cultura ilhéu.
Nos palcos desde 2008, Damadera dividiu a cena com grandes bandas. Em 2012, lançou o single “Quem vai dizer ou calar?” e a faixa Chega e Dale na coletânea d’O Clube, núcleo de arte musical contemporâneo no qual a banda faz parte. Em 2013 está lançando seu primeiro disco Damadera Surf & Som e o clipe da música Chega e Dale produzido por Johnny Duluti.

Um mix de Surf & Som, Ritmos Africanos & Swing Brasileiro, temperado com Rock, Reggae e Rap marcam as apresentações da banda.

Após 5 anos de trabalho, Damadera lança seu primeiro álbum. Damadera surf & som traduz em ondas sonoras um pouco da relação homem/natureza na busca da verdade e da evolução do ser.
Inspirado nas gotas salgadas do mar de Florianópolis e em suas relações, o disco conta com participações de notáveis músicos e compositores da ilha trazendo seus talentos e impressões com excelência e muita musicalidade.
No álbum podemos ouvir as vozes de Moriel Costa (Dazaranha), Rael LDC, Leo Vieira (Marelua), Marcelo Mancha, Heráclito Maia e Jean Martins (EUTHA), Ataíde Silva, Guga Arruda e os baixos de Marcelo Colin e Andrey Riley que coloca um segundo baixo em algumas músicas do disco dando um tom inovador em uma experiência que resultou em um disco com duas linhas de baixo que tocam simultaneamente.
A fim de promover e divulgar o som da ilha e emprol da vontade de fazer música, Damadera disponibiliza o disco surf & som, para download em seu site: www.damadera.com.br

Um outro assunto interessante mencionado no programa e que acontece em Florianópolis é o projeto “A Barca dos Livros“, que é uma biblioteca comunitária e ponto de cultura, mantida pela Sociedade Amantes da Leitura, com sede na Lagoa da Conceição e que defende a importância da leitura para o desenvolvimento comunitário e individual. Parabéns a Tânia e Tanira Piacentini e toda a equipe da “A Barca dos Livros“.
Saiba mais em: http://barcadoslivros.org

Divirtam-se e comentem!!

Ouçam Aqui – Programa 24


Programa 24/2013 – Damadera – Parte 1

Programa 24/2013 – Damadera – Parte 2


O Sul Em Cima 23

O Programa O SUL EM CIMA dessa edição apresenta o  talentoso bailarino JOHN GAUCHO, que na entrevista concedida especialmente para Kleiton Ramil, fala um pouco da vida e sua arte.

Os fundamentos da arte de João Silveira, conhecido como John Gaucho, estão em suas raízes. Foi em Cruz Alta, Rio Grande do Sul, sua terra natal, que ele começou a dançar aos 10 anos de idade. Com 14, já profissional, passou a criar coreografias e dar aulas de dança. Desde então, participa de grandes produções nacionais e internacionais, com um trabalho autoral. Suas apresentações mesclam técnicas de boleadeiras (ou boleadoras), balé folclórico, sapateado, percussão, dança tradicional gaúcha, música eletrônica e qualquer outra referência que se alinhe às suas performances.
John Gaucho acumula no currículo mais de 3000 shows, em mais de 300 cidades brasileiras, além de países como França, Estados Unidos, Argentina, Japão, Líbano, Uruguai, Paraguai, Romênia, Alemanha e no Principado de Mônaco.
A convite do Scala Rio, o artista se mudou para o Rio de Janeiro em 2005. Na casa de espetáculos, foi uma das atrações do show Star Brazil em 170 apresentações consecutivas.
Hoje, é um dos principais nomes a compor o elenco do Plataforma 1, o show folclórico mais tradicional do Brasil, no qual já foi aplaudido por mais de 200.000 espectadores, vindos dos mais diversos lugares do mundo.

Disposto a embaralhar tradição e modernidade e conduzido pela pulsação do ritmo conhecido como “6×8”, o espetáculo “A Vida em Seis por Oito” tem o ciclo da vida como temática inspiradora e faz o intercâmbio de linguagens na fusão do balé folclórico sulino com a dança contemporânea.
Com estilo próprio e transgressor, o trabalho também flerta com diferentes modalidades de dança como o flamenco e a dança percussiva.
No palco, quatro coreógrafos-intérpretes são conduzidos pelas músicas inéditas executadas, ao vivo, por seis músicos em uma performance impregnada de energia, sensibilidade e impacto visual.
Este projeto foi premiado pelo programa Apoio à Difusão e Popularização da Ciência e Tecnologia – 2012, da A Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro.

As músicas executadas na espetáculo são CHACA DE IPANEMA, que é uma versão da música Garota de Ipanema e arranjada por Miguel Azambuja, CHACARERA DO TEMPO, música de Angelo Franco, arranjada por Miguel Azambuja, DE VENTURA A PACO, arranjada por Miguel Azambuja e John Gaucho, MONICA, música de Ney Conceição gentilmente cedida para o projeto A Vida em Seis por Oito, CORES E AROMAS, O QUE RESTOU DA TARDE E PORTEIRAS, músicas de Miguel Azambuja para o projeto A Vida em Seis por Oito.

Vamos ouvir as músicas e a ótima entrevista de John Gaucho concedida com exclusividade a Kleiton Ramil.
Vale a pena conferir!!!

Divirtam-se e comentem!!

Ouçam Aqui – Programa 23 – John Gaucho (P1)


Programa 23/2013 – John Gaucho P1  – Parte 1

Programa 23/2013 – John Gaucho P1  – Parte 2





Ouçam Aqui – Programa 23 – John Gaucho  (P2)


Programa 23/2013 – John Gaucho P2 – Parte 1

Programa 23/2013 – John Gaucho P2 – Parte 2

PROMOÇÃO “O SUL EM CIMA”

Promoção encerrada!!
Os ganhadores do CD SIM são:

ANDRÉ BENEDET ZILLI
HÉRCIO VALDECY MOLINA DIAS
LETÍCIA FONSECA

PARABÉNS e obrigado a todos que participaram da promoção!

O SUL EM CIMA está comemorando seu aniversário esse ano, lançando um projeto de crowdfunding para lançamento de um CD Comemorativo que vai contar com participações muito especiais de alguns artistas que participaram do programa!

Também preparamos uma promoção onde vamos sortear 3 CDs SIM de Kleiton Ramil. Esse disco foi gravado originalmente em setembro de 1990 na Flórida, Estados Unidos , no Criteria Recording Studios com produção de Gary Campbell e relançada em CD em 2002. Para os que cultuam o grupo ALMÔNDEGAS (primeira banda de Kleiton) importante saber que a gravação da música RUÍDOS que está nesse CD, é um registro histórico, pois essa canção deveria estar no primeiro disco do grupo, mas a canção foi extraviada pela gravadora.

Para concorrer a esse CD, é só enviar seu email e  responder nos “Comentários”  a seguinte pergunta:

EM 2013, O SUL EM CIMA COMEMORA QUANTOS ANOS?
Sorteio – Dia 22/10 às 20h!!


UMA DICA!!!!! 
Para saber a resposta e conhecer nosso projeto de crowdfunding, acesse o site do “TRAGA SEU SHOW” no link:

http://www.tragaseushow.com.br/projeto/osulemcima

Participem do nosso projeto! Contamos com seu apoio!!

O Sul Em Cima 22

O Programa O SUL EM CIMA dessa edição é dedicado a obra de DANIEL DREXLER.

Músico uruguaio nascido em Montevidéu em 1969, formado em medicina, Daniel Drexler é considerado pela crítica como um dos principais artistas de sua geração.
Seu trabalho transita pelo pop eletroacústico com uma marcada influência de gêneros folclóricos da Cuenca del Rio De la Plata como a milonga pampeana, o candombe, a chamarrita e a murga montevideana. Desde 2005 usa o termo “Templadismo” para referir-se a uma nova e incipiente corrente estética integrada por músicos argentinos, uruguaios e do estado do Rio Grande do Sul, cujos pontos mais destacados seriam a busca da presença dos reflexos geográficos, climáticos e demográficos regionais sobre a criação e uma atitude criativa aberta, “antrofofágica” que assimila as influências de um mundo globalizado.
Tem 5 CDs editados: “La Llave en La Puerta” AYI(Uruguay) (A/E195) 1998, “Full Time” AYUI (Uruguay) (A/E239) 2001, “Vacio” editado na Argentina , Uruguay e Espanha, indicado ao Prêmio Gardel 2007 da música argentina na categoria Melhor Álbum Pop Masculino. O quarto disco, “Micromundo”, foi gravado entre agosto de 2008 e janeiro de 2009 em Montevidéu, Buenos Aires, Madri e Barcelona com a produção artística de Matias Cella. Editado primeiro na Espanha, Uruguay, Chile e Brasil. Em 2013 lança o disco “MAR ABIERTO” com distribuição no Brasil, Argentina, Canadá, Estados Unidos e Espanha.

De mãos dadas com o público brasileiro, Drexler participa de crowdfunding para realizar a edição brasileira de “Mar Abierto”, quinto disco de inéditas da carreira do ‘cantautor’ uruguaio Daniel Drexler.

Para participar e apoiar esse projeto, é só entrar no site do TRAGA SEU SHOW:
http://tragaseushow.com.br/projeto/danieldrexler

e escolher uma das ofertas disponíveis!

É uma edição especial e limitada, digipack, com encarte especial, mas precisa do apoio  das pessoas para o projeto acontecer!  PARTICIPEM!!!!

Depois de superar o “Vacio” (2006) e cantar o azar e incertezas do mundo em “Micromundo” (2010) Drexler navega nas águas de “Mar Abierto”, onde o templadismo e o intercâmbio entre os países são o norte estético e musical de sua obra. Com produção de Dany López, o disco foi gravado entre 2011 e agosto de 2012, nas cidades de Buenos Aires, Montevidéu e Porto Alegre. Drexler navega entre a milonga, candombe, conversa com a estética do frio e diverte-se nas ondas do pop. A motivação de Daniel Drexler em gravar MAR ABIERTO foi a liberdade de poder ir a qualquer direção, de registrar a intensa produção e intercâmbio musical entre os países do sul da América Latina. Gravado em três países, todas as canções do disco são de autoria de Drexler em parceria com músicos, portes e arranjadores do Uruguai, Brasil e Argentina. Mar Abierto foi lançado na Argentina em dezembro de 2012 e na Espanha e Uruguai nos meses de abril e maio e será o primeiro CD de Daniel Drexler a ser lançado nos Estados Unidos e Canadá. Ganhou o Prêmio Gardel de Música, principal premiação entre os países de língua hispânica na América Latina, na categoria de “Melhor Disco do Ano de Cantautor”.

Vamos ouvir em dois programas (semana que vem tem outro) algumas músicas dos discos Vacio, Micromundo e Mar Abierto e ouvir uma deliciosa entrevista com Daniel Drexler!!

Divirtam-se e comentem!!!

Ouçam Aqui – Programa 22 – Daniel Drexler – P1


Programa 22 – Daniel Drexler P1  –  Parte 1

Programa 22 – Daniel Drexler P1   –  Parte 2

Ouçam Aqui – Programa 22 – Daniel Drexler – P2

Programa 22 – Daniel Drexler P2  –  Parte 1

Programa 22 – Daniel Drexler P2  –  Parte 2




http://danieldrexler.com/
https://www.facebook.com/danieldrexleroficial?fref=ts
https://www.facebook.com/MS2Produtoraa?fref=ts

O Sul Em Cima 21

O SUL EM CIMA dessa semana apresenta o trabalho da excelente cantora JULIANA CORTES, mostrando as músicas do disco INVENTO.

Concebido inicialmente como um show comemorativo aos 40 anos do Teatro Paiol que recebeu a presença de Vitor Ramil, ‘INVENTO” é o primeiro disco de Juliana Cortes. A voz suave da cantora curitibana revela a imagem do sul do país no inverno, suas geadas, neblinas, por meio da fusão harmônica de elementos dos gêneros musicais da região a elementos minimalistas e ao jazz. “Pensei nas canções do cone-sul, nas milongas, nos tangos, nas cidades de fronteira, na poesia sulista e numa linguagem característica que temos” define a cantora.
Ao lado dos músicos Luis Otávio Almeida (guitarra), Ronaldo Saggiorato (baixo), Vina Lacerda (percussão), Romildo Weingarther (violoncelo) e Du Gomide (viola caipira), a cantora expõe em canções um movimento íntimo de invenção de uma possibilidade estética curitibana. As canções, em sua grande parte, são de compositores do sul e se inspiram no inverno dessa região. A única exceção é “Santana”, do pernambucano Junio Barreto. Porém, a escolha do repertório não tira a brasilidade do disco. As músicas foram escolhidas de forma que não isolassem o trabalho do contexto do Brasil.
O álbum conta ainda com a participação de Vitor Ramil, que divide os vocais e recita um poema de Paulo Leminski com Juliana na Faixa “O Velho Leon e Natália em Coyoacán”, um dos destaques do disco.

Ao lado do guitarrista Luis Otávio Almeida, que também é o arranjador e diretor musical, o cantor teve sua obra como ponto de partida de “INVENTO”. A proposta girou em cima da Estética do frio, do Vitor Ramil. Pensamos em como usar esse caminho, que fala de um sul Rio Grandense, para um pensamento de inverno Curitibano.”, reforça Juliana. “Ao longo do tempo, a estética do frio transcendeu e o disco se tornou um desdobramento dessa proposta.”.
No programa vocês vão poder ouvir como bônus, uma música chamada Taheñoi Jevy  M’Bae (Cayo Fretes) que é uma improvisação sobre uma canção em guarani  do repertório paraguaio composta nos anos 70.
O disco INVENTO foi gravado ao vivo e foi produzido por Fred Teixeira.

Vamos ouvir esse lindo trabalho com seleção de músicas ótimas,  interpretação e voz belíssima de Juliana Cortes!!
Divirtam-se e comentem!!!

Ouçam Aqui – Programa 21

Programa 21/2013 – Juliana Cortes  –  Parte 1

Programa 21/2013 – Juliana Cortes   – Parte 2

Site: www.julianacortes.com.br
SoundCloud: https://soundcloud.com/invento-julianacortes

O Sul Em Cima 20

O SUL EM CIMA dessa semana mostra o trabalho de um jovem artista chamado GUILHERME CURI.

Dançando entre a ambição e a ironia, Guilherme Curi quer “descobrir de novo o mundo que ninguém mais vê”.
Aos 32 anos, o compositor gaúcho que hoje vive no Rio de Janeiro lança seu primeiro trabalho solo com canções compostas ao longo de sua jornada que começa em sua terra natal, Rio Grande/RS, e vai até Dublin Irlanda, cidade onde o artista residiu por seis anos. O porto que conecta as duas cidades com o resto do planeta é o mote central do disco intitulado Samba Colours.

Ao longo dos anos, Guilherme já estudou música e sociologia, hoje faz doutorado em comunicação, tocou em festivais pela Europa, teve música gravada por um dos artistas expoentes da cena gaúcha da atualidade, Marcelo Fruet (é dele a bela canção Song For Tom), e agora, de volta ao Brasil, coloca a cara para bater com seu álbum de estréia, reunindo nove faixas autorais que misturam letras em inglês e português. Melodias que vão desde o rockabilly e folk, passando pelo reggae, bossa nova e jazz até o ijexá com milonga na faixa Mata Virgem ou na elotroacústica Ser Teu Humano. São as cores da música que nasce na África, navega pelos oceanos e desembarca ao cais do mundo ao som da voz e do violão desse novo artista acompanhado de uma banda pra lá de competente e criativa.
O instrumental parte do clássico quarteto de violão (Curi), piano (Fernando Leitzke), baixo (Leonardo Leôpa/Guilherme Ceron) e bateria (Eduardo Escalier), acrescido aqui e ali de uma flauta, um trompete, um violoncelo.
“O grande conceito do disco é a música que vem do mar, do cais portuário” diz Curi. Também podemos entender esse conceito como uma música do mundo. E, de fato, apesar do samba do título e de três faixas de ritmo mais identificadamente brasileiro, a sonoridade é internacional, com letras que misturam português e inglês. (Juarez Fonseca).
O disco foi gravado e mixado no A Vapor Estúdio, Pelotas/RS, Brasil, por Lauro Maia, Luciano Mello e Rodrigo Esmute, entre os meses da Janeiro e Junho de 2012, exceto “Ser Teu Humano“, produzida e mixada por Luciano Mello, “Mata Virgem“, gravada por Rodrigo Delacroix no Ministereo Estúdio, Rio de Janeiro/RJ, Brasil, no mês de julho de 2012 e “Fallen Wings” também gravado por Mick Fahy, Dublin, Irlanda.
Masterizado por Marcos Abreu – Porto Alegre/RS.

Vamos ouvir esse interessante trabalho do talentoso GUILHERME CURI.
Divirtam-se e comentem!!!!


Ouçam Aqui – Programa 20

Programa 20/2013 – Guilherme Curi  – Parte 1

Programa 20/2013 – Guilherme Curi – Parte 2

http://www.facebook.com/pages/Guilherme-Curi/318167351616516?fref=ts
https://soundcloud.com/guilhermecuri
http://guilhermecuri.wordpress.com/

Traga Seu Show lança o Projeto O SUL EM CIMA

Alô amigos,

Vocês querem o disco comemorativo de 3 anos de meu programa O SUL EM CIMA?
Vejam o projeto e artistas convidados em:

http://www.tragaseushow.com.br/projeto/osulemcima

Contamos com seu apoio!!  Faça parte do projeto!!

O Sul Em Cima 19

O SUL EM CIMA dessa semana é dedicado a obra de DUCA LEINDECKER.

Duca Leindecker é músico e escritor. Começou sua carreira aos treze anos de idade. De lá para cá construiu uma sólida trajetória como instrumentista, compositor, produtor artístico e escritor. No início dos anos 90 foi convidado por Bob Dylan para viajar pelo Brasil. Ganhou quatro troféus açorianos de música e seu primeiro livro, A Casa da Esquina, na décima edição, figurou como terceiro lugar na lista dos mais vendidos na Feira do livro de Porto Alegre e é amplamente adotado pelas escolas e universidades.

Foi líder da Banda Cidadão Quem com a qual lançou sete CDs e um DVD. Mais recentemente criou o Pouca Vogal, ao lado de Humberto Gessinger da banda Engenheiros do Hawaii. Com o projeto, os dois cruzaram o país na tour do CD e DVD gravado ao vivo em Porto Alegre.

Agora Duca Leindecker volta em carreira solo e traz o disco “Voz, violão e batucada”. Nele junta técnica e inspiração tocando tapping, batucando na caixa do violão, no bombo leguero, no pandeiro e cantando.
As composições são todas inéditas e a parceria com Humberto continua na música Missão. Forma e conteúdo nas dez canções do disco que foi produzido entre Porto Alegre, Rio de Janeiro e Nova York.
As músicas são executadas única e exclusivamente por Duca Leindecker, com exceção de “Cachecol Vermelho” e “Ronco do Vulcão” que tem participação de Luciano Leindecker no baixo fretless.
A produção artística é assinada por Álvaro Alencar e Duca Leindecker.

É com prazer que apresentamos no programa O SUL EM CIMA as músicas desse maravilhoso CD “Voz, violão e batucada” de Duca Leindecker.
Divirtam-se e comentem!!  

Ouçam Aqui – Programa 19 

Programa 19/2013 – Duca Leindecker  – Parte 1

Programa 19/2013 – Duca Leindecker  – Parte  2