O Sul Em Cima 5 – Felipe Mello

Felipe Mello  – Foto:  Marcos Gruhn

O  SUL EM CIMA dessa edição é dedicado ao trabalho de FELIPE MELLO.

O cantor e compositor Felipe Mello apresenta seu primeiro álbum solo, O Som da Paisagem. O disco faz parte do projeto Aeroflip, no qual o músico reúne composições próprias e parcerias com letristas, poetas e arranjadores.
O Som da Paisagem traz músicas inéditas, compostas ao longo de 20 anos de carreira. São 10 faixas, com letras e melodias que conferem ao trabalho uma sonoridade que transita entre o folk, o rock, o pop e a MPB.
Natural de Cruz Alta (RS), Felipe Mello é vocalista da banda Doidivanas, com a qual lançou quatro discos. Participou dos principais festivais de música do Rio Grande do Sul e realizou shows em todo o estado, além de tocar em Florianópolis, Brasília, São Paulo e no Uruguai.
Participaram de O Som da Paisagem, o baterista Luke Faro, os guitarristas Fabiano Queiroz e Lucas Esvael, os baixistas Miguel Tejera e Ozeias Ramos e o percussionista Cristiano Panigas. O projeto Aeroflip conta ainda com Ale Ravanello, na gaita harmônica, Alexandre Takahama, na flauta, Protásio Jr., nos teclados e Marcelo Mello, no violino e viola.

Capa do CD O Som da Paisagem – projeto Aeroflip – projeto gráfico: Cuca Moreira

Foram quatro anos de pesquisa e produção para o lançamento do disco, que resultou na reunião de músicas escritas por Felipe e colaborações com o publicitário Daniel ‘Cuca’ Moreira, os poetas Juca Moraes, Juarez Machado de Farias e Sílvio Luzardo, o músico Hugo Tagliani e o jornalista e escritor Rodrigo dMart.
As gravações aconteceram no estúdio Luna, em Cruz Alta. Foi mixado no estúdio Submarino Amarelo, por Protásio Jr., em Porto Alegre. A produção artística é de Felipe Mello. O álbum O Som da Paisagem foi masterizado nos Estados Unidos, na butique de áudio TurtleTone Studio, em Nova York.
O cantor e compositor acredita que há muito pouco do Doidivanas no Aeroflip. “Queria me distanciar de tudo o que já havia feito na esfera autoral. Buscar uma nova sonoridade, falar de outras coisas. Considerava que esse isolamento seria artisticamente interessante para o resultado do trabalho”, afirma.
Aeroflip, como conceito, é para integrar outras manifestações artísticas, sendo que o foco agora é a música”, afirma, completando ao dizer que o nome fora criado para simbolizar essa simbiose em sua carreira.

Então, vamos ouvir em O SUL EM CIMA as músicas do CD  O Som da Paisagem que integra o projeto Aeroflip  de Felipe Mello!
Divirtam-se e comentem!!

Ouçam Aqui – Programa 5

Programa 5/2014 – Felipe Mello –  Parte 1

Programa 5/2014 – Felipe Mello –  Parte 2

https://www.facebook.com/projeto.aeroflip?ref=ts&fref=t

O Sul Em Cima 4 – Nei Lisboa

O Programa O SUL EM CIMA dessa semana é dedicado a obra de NEI LISBOA, mostrando em especial as músicas do seu mais recente CD “A Vida Inteira”.

Nei Tejera Lisboa nasceu em Caxias do Sul (RS) em 18 de janeiro de 1959 e reside em Porto Alegre desde os seis anos de idade, tendo vivido largas temporadas em outras capitais brasileiras e também nos EUA, onde concluiu o segundo grau. Mas sua ligação mais forte é mesmo com a capital gaúcha, onde mantém um público fiel.
Nei tem dez discos lançados ao longo de mais de três décadas, além de dois livros: uma coletânea de crônicas e um romance, este editado no Brasil e na França.

Sua carreira artística inicia em 1979, com os espetáculos “Lado a lado” e “Deu pra ti anos 70”.
O primeiro disco, “Pra viajar no cosmos não precisa gasolina”, é uma produção independente de 1983. Um ano depois, em 1984, por intermédio de uma gravadora regional (ACIT), ele lança seu segundo disco, “Noves Fora”. Ao final de 1986, Nei assina contrato com a gravadora EMI-Odeon, que resultaria em dois discos: “Carecas da Jamaica” de 1987, pelo qual recebe o Prêmio Sharp de revelação pop/rock e “Hein?!”, lançado em 1988, obra que também marca sua trajetória de forma indelével. Em 1990, parte para sua primeira incursão na literatura, o romance “Um morto pula a janela” lançado em 1991 pela editora Artes & Ofícios, e relançado pela editora Sulina em 1999, com uma tradução francesa editada pela L’Harmattan em 2000.
Em 1993, depois de algumas temporadas entre Porto Alegre e Montevidéu, Nei grava ao vivo no Theatro São Pedro o disco Amém, reunindo canções próprias e clássicos da música popular uruguaia, acompanhado por nove músicos de ambos os países. É seu primeiro trabalho a sair simultaneamente em vinil e CD, distribuído pela Som Livre.
Nei volta ao disco em 1998, e excursiona pelo sul do Brasil embalado pelo sucesso de “Hi-fi”, um apanhado de clássicos da música pop e do repertório folk que influenciou o seu início de carreira nos anos 70. Lançado pela Paradoxx e gravado também ao vivo no Theatro São Pedro, em Porto Alegre, o CD provoca uma onda de relançamentos dos trabalhos anteriores.
Em 2000, Nei retoma a composição, e “Cena beatnik”, seu primeiro trabalho em estúdio depois de mais de uma década, é lançado em maio de 2001 pelo selo Antídoto, da gravadora ACIT. Em 2002, bandas e artistas gaúchos unem-se em um CD tributo, intitulado “Baladas do Bom Fim” e lançado pelo selo Orbeat, com releituras de quatorze músicas do compositor.
As músicas de Nei participam também da trilha de vários filmes da cinematografia gaúcha, como “Deu pra ti, anos 70”, “Verdes anos” e “Houve uma vez dois verões”. Em “Meu tio matou um cara”, de Jorge Furtado, um dos principais temas é a canção “Pra te lembrar”, na interpretação de Caetano Veloso, música que também faz parte do CD “Relógios de Sol” – lançado em julho de 2003 pelo selo Antídoto.
O CD  “Translucidação”, lançado ao final de 2006, é uma produção independente distribuída pela ACIT e em boa parte disponilizada pelo artista em seu site oficial.
Em 2007, Nei volta à literatura, reunindo crônicas suas publicadas ao longo da década na imprensa gaúcha sob o título “É Foch!”, lançamento da editora L&PM, indicado ao Prêmio Açorianos de Literatura no ano seguinte.


O CD A VIDA INTEIRA de 2013 é o décimo CD da carreira de Nei Lisboa e foi viabilizado através do financiamento coletivo (crowdfunding) pela plataforma Catarse. Aproveitando as facilidades que a internet traz, Nei pôde compartilhar todas as etapas do processo de produção e gravação do disco com os colaboradores, permitindo que se sentissem ainda mais parte do projeto. A Vida Inteira foi gravado em Porto Alegre na primavera de 2013, com produção de Leo Henkin, e traz onze músicas inéditas de autoria do próprio Nei.



V amos ouvir no programa  O Sul Em Cima, as músicas desse ótimo CD! 
Divirtam-se e comentem!!


Ouçam Aqui – Programa 4


Programa 4/2014 – Nei Lisboa (A vida Inteira) – Parte 1


Programa 4/2014 – Nei Lisboa (A Vida Inteira) – Parte 2 





http://www.neilisboa.com.br/
https://www.facebook.com/neilisboa?fref=ts


O Sul Em Cima 3 – Festival Brasileiro de Música de Rua

O SUL EM CIMA especial dessa edição mostra alguns dos talentos que participam  do FESTIVAL BRASILEIRO DE MÚSICA DE RUA.

A Serra Gaúcha receberá de 26 de Abril à 4 de maio, a terceira edição do Festival Brasileiro de Música de Rua.
Além de Caxias do Sul, o festival promoverá apresentações nas cidades de Bento Gonçalves, Nova Prata, Nova Petrópolis, Vacaria, Flores da Cunha e São Marcos, tornando-o assim, um festival de âmbito regional.

Com financiamento do Pró- Cultura RS – Fundo de Apoio à Cultura – da Secretaria de Estado da Cultura RS e Lei de Incentivo à Cultura da cidade de Caxias do Sul e apoio cultural das Empresas RANDON S/A, UNIMED Nordeste e AGRALE S/A, realização de De Guerrilha Produções e Varsóvia Educação e Cultura e SESC-RS, o festival tem como objetivos:
– resgatar o valor da música, levando música bem elaborada onde as pessoas estão.
– aproximar músicos e espectadores.
– contribuir efetivamente para formação de público  para a música artística.
– promover o encontro de músicos de distintos gêneros, fomentando a diversidade cultural.
– deixar as cidades mais felizes.
– unir as cidades da Serra Gaúcha pelos laços da música, promovendo trocas entre artistas locais e internacionais.
-promover o encontro entre os músicos e agentes da cultura através das conferências “Negócio da Música”.
-promover artistas e grupos estreantes.
– democratizar  o acesso à música artística.
– contribuir para a divulgação de música de raiz.
– fomentar a Criatividade e a Inovação.

Temos o prazer de mostrar no programa O SUL EM CIMA algumas das atrações que participam do Festival como o ÁRIA TRIO, BRENDA VALER,  BOB SHUT , GRANDFÚRIA,  DE ROS  e VELHO HIPPIE de Caxias do Sul/RS.
Vale a pena conferir!!

No começo do programa, Kleiton Ramil mostra a música SOBE DESCE que é interpretado por seus filhos Kamila, Karina e Kaio e que faz parte do seu livro musical infantil Sobe Desce com a Nina que terá lançamento dia 30 de abril às 19h na Livraria Vanguarda no Shopping Pelotas/ RS.
A obra tem versão em espanhol do escritor Alcy Cheuiche e ilustração de Ana Terra.
Estão todos convidados!

Ouçam aqui – Programa 3

Programa 3/2014 – Festival Brasileiro de Música de Rua – Parte 1

Programa 3/2014 – Festival Brasileiro de Música de Rua – Parte 2

maiores informações sobre o Festival Brasileiro de Música de Rua:
http://www.festivalbrasileirodemusicaderua.com/
https://www.facebook.com/fmusicaderua?fref=ts

O Sul Em Cima – Jerônimo Jardim

 O SUL EM CIMA dessa edição reprisa o programa dedicado a JERÔNIMO JARDIM.

Jerônimo é compositor, cantor, escritor, bacharel em direito, publicitário, servidor aposentado do Tribunal Regional do Trabalho, exerceu a advocacia e o cargo de professor de Direito e Processo do Trabalho na Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande. Apesar de ter nascido em Jaguarão, considera-se bageense, pelo fato de ter nessa cidade suas raízes familiares. Durante sua infância, morou em diversas cidades do Rio Grande do Sul.

Nos anos 1970, mudou-se para Porto Alegre (RS), onde iniciou sua carreira artística, além de ter atuado também como publicitário. De 1973 a 1977, integrou, juntamente com Ivaldo Roque, Loma,Yoli e Tenison Ramos, o Grupo Pentagrama. Com o conjunto gravou um LP produzido por Ayrton dos Anjos para a gravadora Continental. Em 1978, lançou seu primeiro disco solo, “Jerônimo Jardim”, para a recém inaugurada gravadora gaúcha Isaec. Em 1979, sua canção “Moda de Sangue” (com Ivaldo Roque) foi gravada por Elis Regina e incluída na trilha sonora da novela “Coração Alado” (TV Globo).
Em 1981, venceu o Festival MPB Shell, da Rede Globo de Televisão, com sua música “Purpurina”, defendida por Lucinha Lins.

Jerônimo e sua esposa Clair  -foto: James Santos

Autor de três peças para teatro e de cinco livros infantis, Jerônimo lançou também dois bons romances: In extremis – Na alça da Mira (2010), e Serafim de Serafim (2011).

Um problema de saúde o forçou a interromper por algum tempo sua produção literária e musical, porém Jerônimo vem seguindo firme e nos presenteando com lindos trabalhos, como o CD “De Viva Voz” de 2011, que vamos apresentar no programa O SUL EM CIMA dessa edição.

Os músicos que participam desse trabalho são: Toneco da Costa (direção musical, arranjos, cifras, violão), Pedrinho Figueiredo (produção artística, arranjos de sopros, flauta e sax soprano), João Vicente (violão de sete cordas), Luis Arnaldo (cavaquinho), Fernando do Ó (percussão). Participação especial de Greice Morelli (vocal).

Divirtam-se e comentem!!

Ouçam Aqui – Programa Jerônimo Jardim


Programa 15/2011 – Jerônimo Jardim  – Parte 1

Programa 15/2011 – Jerônimo Jardim  – Parte 2

http://www.mpb4.com.br/um-disco-hist%C3%B3rico
http://www.dicionariompb.com.br/jeronimo-jardim

O Sul Em Cima – Arthur de Faria

O SUL EM CIMA dessa edição reprisa o programa com ARTHUR DE FARIA & SEU CONJUNTO.

Arthur de Faria é um pianista, compositor, produtor musical, arranjador e jornalista de Porto Alegre/RS.

Em 1995 montou seu próprio grupo, Arthur de Faria & Seu Conjunto hoje formado por  Adolfo Almeida Jr (Fagote, Acordeom e Flauta), Júlio Rizzo (Trombone), Marcão Acosta (Guitarras), Arthur de Faria (Voz, Piano e Acordeom), Clóvis Boca Freire (Baixos e Contrabaixo) e Jorge Martte (Bateria e Percussão).
Lançaram o primeiro CD em 1996,  Música para Gente Grande, com canções e temas instrumentais de Arthur, Leo Maslíah e Túlio Piva. Em 1997, compôs e gravou com o Seu Conjunto e muitos convidados (Nei Lisboa, Vitor Ramil, N elson Coelho de Castro, Hique Gomez e Nico Nicolaiewsky, entre outros) a trilha sonora do musical infantil Flicts, que ganhou o Prêmio Tibicuera como Melhor Trilha Infantil, entre outros prêmios.

Em 2005 é a vez de Música pra Bater Pezinho, basicamente de canções de Arthur. O disco sai no Brasil pela gravadora Yb e na Argentina pela Random Records. Em 2011 lança Música pra ouvir Sentado.
A orientação estética do grupo, quer em seu trabalho vocal, quer em seus projetos instrumentais, é misturar linguagens da música folclórica dos países Brasil, Uruguai e Argentina, com improvisações coletivas que podem remeter ao jazz ou à música contemporânea, mas também aberto ao rock, ao pop.

Arthur de Faria escreveu mais de 25 trilhas para teatro, cinema e televisão e produziu cerca de 25 discos, além de escrever arranjos para mais de duas dezenas de artistas do Brasil e Argentina.

Vamos ouvir no programa O SUL EM CIMA, músicas do CD Música pra ouvir sentado!

Divirtam-se e comentem!!

Ouçam Aqui – Programa Arthur de Faria

Programa 13/2011 – Arthur de Faria  – Parte 1

Programa 13/2011 – Arthur de Faria  – Parte 2

O Sul Em Cima 2 – Isabela Fogaça

O programa O SUL EM CIMA dessa edição é dedicado a obra de ISABELA FOGAÇA.

Isabela Fogaça canta com sucesso desde pequena. Acostumou-se aos palcos participando dos festivais estudantis e dos festivais regionais de música nativa e popular que dominaram a cena cultural do Rio Grande do Sul nos anos 70 e 80.
Destacou-se como intérprete, vencendo inúmeros festivais e deixando e cada cidade por onde andou a marca do seu talento, em um período de extraordinária efervescência cultural.

Foi, no entanto, quando decidiu radicar-se em Porto Alegre que a voz de Isabela ganhou grande popularidade. Com a interpretação da música “Porto Alegre é demais”, de autoria de seu marido José Fogaça, Isabela arrebatou a alma da cidade e dos gaúchos. A partir da gravação desta música, tem recebido aplauso e reconhecimento a seu talento como artista.
Em 2003, Isabela gravou o CD “Natal em Família”, interpretando tradicionais canções natalinas com um estilo renovado. Com esse trabalho, formava-se uma parceria promissora: Isabela e o músico, arranjador e instrumentista Cau Netto.
Em 2011 lança seu próprio CD, “Sons da minha vida” que produziu em parceria com o marido, José Fogaça, para o selo Nossa Música da gravadora Biscoito Fino. Os arranjos são de Cau Netto. No disco, Isabela Fogaça canta músicas de Kleiton & Kledir, Bebeto Alves, Paulinho Pedra Azul, Emannuel Tugny, Orlando Morais, Marcos Valle, Maurício Poeta, Luis Coronel, dela própria. José Fogaça também participa do álbum como  compositor. O CD foi lançado em novembro de 2011, no Teatro Bourbon em Porto Alegre.

O programa O SUL EM CIMA mostra as músicas desse mais recente trabalho  chamado “Sons da minha vida”.
Vamos então ouvir a linda e encantadora voz da querida Isabela Fogaça!!

Divirtam-se e comentem!!

Ouçam Aqui – Programa Isabela Fogaça

Programa 02/2014 – Isabela Fogaça – Parte 1

Programa 02/2014 – Isabela Fogaça  – Parte 2

http://www.isabelafogaca.com.br/
https://www.facebook.com/pages/Isabela-Foga%C3%A7a/211509595580666?fref=ts

O Sul Em Cima – Jacarandá

O SUL EM CIMA dessa edição reprisa o programa com a Banda JACARANDÁ.

A Jacarandá foi formada em 2008, pelos músicos Evandro Vedovelli (Voz, Violão), Giordano Gasperin (Baixo), Antonio Dal Bó (Guitarra) e Estevan Gallas (Bateria). As composições da banda misturam o swing brasileiro e os ritmos latinos, como o Funk, o Soul e o Rock. A união entre a beleza poética e a simplicidade fonética das letras, se tornou uma das marcas mais conhecidas da banda.

A banda Jacarandá, que nasceu na cidade de Farroupilha no Rio Grande do Sul, se mudou em 2012 para o Rio de Janeiro, para poder estar no centro da música brasileira e dar sequência ao crescimento profissional.
Em 6 anos de formação, a banda também se apresentou em diversos shows e festivais importantes no sul do país. Entre eles, eventos da rádio Ipanema, uma das mais importantes rádios do RS. Em seus shows, a Jacarandá sempre obteve retornos muito positivos do público, sem restrições de idade e cultura, chamando assim a atenção dos produtores da região serrana do estado gaúcho.

A Jacarandá também realiza projetos sociais na favela da Rocinha no Rio de Janeiro, dando aulas para as crianças no projeto Maré Mansa, criado pelo Delão Alan Garcia, realizado na Rocinha Surfe Escola e na Escola de Artes do Tio Lino.

O programa O SUL EM CIMA dessa edição está recheado de ótimas canções e tem também uma entrevista deliciosa feita por Kleiton Ramil com os integrantes da Banda Jacarandá.

Divirtam-se e comentem!!

Ouçam Aqui – Programa Jacarandá


Programa 13/2013 – Jacarandá  – Parte 1

Programa 13/2013 – Jacarandá  – Parte 2

https://www.facebook.com/Jacarandaoficial
Site: http://www.jacarandaoficial.com.br

O Sul Em Cima – Gabriela Di Laccio

O Programa O SUL EM CIMA dessa semana é dedicado a obra da cantora lírica GABRIELA DI LACCIO.

Gaúcha nascida em Canoas/RS, Gabriela começou sua carreira sob a orientação da soprano brasileira Neyde Thomas e formou-se com distinção na Universidade de Música e Belas Artes do Paraná. Ainda na faculdade se juntou ao Teatro Guaíra no Brasil. Depois continuou sua educação no Royal College of Music em Londres.
Gabriela Di Laccio reside em Londres desde 2001 e vem conquistando prestígio no exterior por sua performance, tendo se apresentado como solista em diversos concertos na Inglaterra e diversos outros países da Europa.
É vencedora dos prêmios Peter Pears e Richard III para cantores de concerto (Reino Unido).
Ganhou notoriedade nos últimos anos devido ao seu tom expressivo, interpretações impressionantes e grande presença de palco. É elogiada especialmente por suas interpretações do repertório Barroco e Clássico.
Vamos apresentar no programa O SUL EM CIMA, as músicas do CD Encounter lançado em 2011, com músicas de Monteverdi, Caccini, G. Sanz, A. Ramirez, J. Marin, Ramón Sixto Rios, Merula, Luis Bonfá, D. Ortiz, Hidalgo e M. Lambert. Também mostraremos suas ótimas interpretações para músicas de Vivaldi.
Participaram do CD Encounter os músicos: Layil Barr (Viol & Recorder), James Akers (Theorbo & Baroque Guitar), Victor Alarcon (Guitar) e Andres Ticino (Percussion).

Vamos então nos deliciar ouvindo a maravilhosa interpretação e a linda voz de Gabriela Di Laccio.

Apreciem e comentem!!

Ouçam Aqui – Programa Gabriela Di Laccio 

Programa 24/2012 – Gabriela Di Laccio  –  Parte 1

Programa 24/2012  – Gabriela Di Laccio –  Parte 2

O Sul Em Cima – Projeto Ccoma

O SUL EM CIMA dessa semana reprisa o programa dedicado ao Projeto Ccoma, que ganhou ano passado o prêmio de Melhor Álbum Eletrônico na 24ª edição do Prêmio da Música Brasileira com o CD Peregrino.

Projeto CCOMA é um duo de jazz instrumental contemporâneo e é formado pelo trompetista Roberto Scopel e pelo percussionista e produtor Swami Sagara. Une tambores à música produzida eletronicamente e o raro hang drum ao trompete, para criar o que poderíamos chamar de Future Jazz.
Lançaram dois CDs, Das CCOMA Projekt em 2009 e Incoming Jazz em 2010 (finalista de Prêmio da Música Brasileira em 2012 como melhor álbum eletrônico). Em 2011 produziram com o cineasta colombiano Daniel Vargas o documentário, “Profissão: Músico (46 min)” com imagens realizadas no Brasil, Uruguai, Colômbia, Alemanha e Grécia e conta com depoimentos de músicos de rua da França e Inglaterra, Djs e instrumentistas de diferentes gêneros musicais.

PEREGRINO é o mais novo álbum do Projeto Ccoma. Foi gravado entre janeiro e junho de 2012, nas montanhas do extremo sul do Brasil. Lançado no outono de 2012, pisa forte nas raízes da música eletrônica e dá as mãos aos ritmos e melodias regionais de diferentes lugares do planeta Terra.

Divirtam-se e comentem!!!

Ouçam Aqui – Programa Projeto Ccoma


Programa 36/2012  – Projeto Ccoma –  Parte 1

Programa 36/2012   -Projeto Ccoma –  Parte 2

O Sul Em Cima – Alex Alano

Alex Alano –  foto de Arthur Michaelsen

O  O SUL EM CIMA dessa semana reprisa o programa dedicado a ALEX ALANO.

Alex Alano iniciou seus estudos de música com o maestro Voltaire Paes em 1976. Cursou a Faculdade de Composição e Regência da UFRGS. Em 1984, mudou-se para a França fixando residência em Paris, onde ingressou no C.I.M. École de Jazz. Durante sua estada em Paris tocou em diversas casas noturnas integrando o grupo “Aquele Um” com o gaúcho Luizinho Santos (saxofone) e o francês Christian Davèe (percussão). Também se apresentou em Milão, Ibiza e Portugal.
Em 1986, de volta ao Brasil, lança o show “Singular, Plural e Outras”. Em 1988 lança em Porto Alegre e Belo Horizonte o LP Canibal com a participação de músicos como Alegre Correa, Renato Mujeiko, Gringo Saggiorato, Guinha Ramirez e Jua Ferreira.
Tem composições em parceria com Antonio Villeroy, Rodolfo Mendes, Orestes Dornelles, Fausto Prado, Marisa Rotenberg e outros. Alex Alano também criou a versão brasileira de Marseillaise (Hino Nacional da França) gravada em Paris pelo Quarteto Canela para o CD do trumpetista e jazzman francês Jean Loup Lognon, além de ter sido parceiro de Kleiton Ramil na criação de versões em francês para as canções da dupla Kleiton e Kledir.

Seu mais recente CD, REDONDAS, lançado em 2012, marca a retomada da carreira solo de Alex Alano que nos últimos anos esteve atuando em bandas como Venerável Lama e Cidade Baixa, da qual ainda é um dos atuais cantores. Seguindo a linha de seu primeiro trabalho solo, CANIBAL, o cantor e compositor vem com 13 canções que exploram a diversidade dos gêneros musicais, resultando numa música brasileira com pitadas de pop mas com sotaque universal. As canções, as quais o artista chama carinhosamente de “redondas”, foram garimpadas dentro de um universo de 70 composições e a escolha recaiu sobre as de concepção estética mais bem resolvidas, mais maduras, independendo do gênero: “…existem as canções mais espinhentas e as canções redondinhas. Este é um disco suave, de canções redondas, sem arestas, onde eu estou cantando manso; as canções são ao mesmo tempo simples e originais e com uma roupagem criativa e universal!! Pra mim, um disco…REDONDO!!! Este conceito de redondas, na verdade, transcende a questão das canções, ele reflete o momento que estou vivendo: o fechamento de um ciclo e o começo de outro! Parte da minha história, dinâmica, cíclica e evolutiva!”
O CD tem produção de Marisa Rotenberg e Gelson Oliveira e conta com um super time de músicos: Guto Wirtti nos baixos, Jefferson Marx nas guitarras e violões, Matheus Kleber no piano e teclados, Giovani Berti na percussão e as participações especiais de Ana Kruger na voz, Jorginho do Trumpete (Fluguelhorn e trumpete), Paulinho Fagundes (violão), Milene Aliverti (violoncello), e arranjo de cordas do uruguaio Monico Aguilera. O CD inaugura o selo ENGENHO MUSIC do compositor.

Em 2013, Alex Alano ganhou o Prêmio Açorianos de Música de Melhor Compositor MPB por esse trabalho, além de muitas outras indicações. Prêmio mais que merecido!!!!

Divirtam-se e comentem!!

Ouçam Aqui – Programa Alex Alano

Programa 06/2013 –  Alex Alano –  Parte 1

Programa 06/2013 –  Alex Alano  –  Parte 2

http://www.alexalano.com.br/
https://www.facebook.com/alex.alano.790?fref=ts