O Sul Em Cima 14 – Paola Matos

O SUL EM CIMA dessa edição apresenta o trabalho de PAOLA MATOS.
Cantora natural de Pelotas, radicada em Santa Maria, iniciou sua carreira musical cantando em festivais estudantis da cidade aos 10 anos de idade. Entre 2005 e 2008, participou de diversos festivais infantis de música regional no Rio Grande do Sul, em alguns obtendo premiações. No entanto, Paola Matos sempre teve como referências grandes cantoras da MPB, identificando-se, assim, com o gênero.
Em 2008 e 2009 idealizou e realizou duas edições do espetáculo “Especial Maria Rita”, trazendo ao público os sucessos da cantora, uma de suas grandes influências. Em 2010, participou de duas edições do show “Santa Maria Canta Elis”. Aos 17 anos, em 2011 pela primeira vez subiu ao palco de um festival de música regional gaúcha, concorrendo na categoria profissional.
Em 2012, uniu-se aos músicos santamarienses Fabiano Ribeiro, Daniel Fortes, Diogo Matos e Rafael Bisogno para promover o show “Noite Brasileira”, em que a proposta era difundir nomes da MPB como: Elis Regina, Djavan, Chico Buarque, Caetano Veloso, Clara Nunes, Tom Jobim, João Nogueira entre outros e também participou do especial “Santa Maria Canta Clara Nunes”.

Em 2013, gravou seu primeiro CD autoral intitulado “Brasileirice”, com direção e produção musical de Diogo Matos, Adriano Sperandir e Cristian Sperandir. Com este álbum, Paola conquistou o Prêmio Açorianos de Música de Porto Alegre como cantora revelação do ano.
Em 2014, lançou o videoclipe da canção “Pra Você Dar o Nome” da autoria de To Brandileone e participou do espetáculo Canta Maria de Pirisca Grecco y Comparsa Elétrica,
Paola é reconhecida no cenário musical como uma das surpreendentes novidades da MPB; ela apresenta em seu espetáculo um show genuinamente brasileiro e já dá passos convictos para consolidar-se uma grande representante do gênero no sul do Brasil.

Vamos ouvir então no programa O SUL EM CIMA, músicas de seu primeiro CD chamado Brasileirice e apreciar sua linda voz e interpretação marcante.

Divirtam-se e comentem!

Ouçam Aqui – Programa 14

Programa 14/2014 – PAOLA MATOS – Parte 1

Programa 14/2014 – PAOLA MATOS – Parte 2

http://www.paolamatos.com.br/
https://www.facebook.com/paola.matos.148?fref=ts

O Sul Em Cima – Guilherme Curi

 O SUL EM CIMA dessa semana mostra o trabalho de um jovem artista chamado GUILHERME CURI.
Dançando entre a ambição e a ironia, Guilherme Curi quer “descobrir de novo o mundo que ninguém mais vê”.
Aos 32 anos, o compositor gaúcho que hoje vive no Rio de Janeiro lança seu primeiro trabalho solo com canções compostas ao longo de sua jornada que começa em sua terra natal, Rio Grande/RS, e vai até Dublin Irlanda, cidade onde o artista residiu por seis anos. O porto que conecta as duas cidades com o resto do planeta é o mote central do disco intitulado Samba Colours.

Ao longo dos anos, Guilherme já estudou música e sociologia, hoje faz doutorado em comunicação, tocou em festivais pela Europa, teve música gravada por um dos artistas expoentes da cena gaúcha da atualidade, Marcelo Fruet (é dele a bela canção Song For Tom), e agora, de volta ao Brasil, coloca a cara para bater com seu álbum de estréia, reunindo nove faixas autorais que misturam letras em inglês e português. Melodias que vão desde o rockabilly e folk, passando pelo reggae, bossa nova e jazz até o ijexá com milonga na faixa Mata Virgem ou na elotroacústica Ser Teu Humano. São as cores da música que nasce na África, navega pelos oceanos e desembarca ao cais do mundo ao som da voz e do violão desse novo artista acompanhado de uma banda pra lá de competente e criativa.
O instrumental parte do clássico quarteto de violão (Curi), piano (Fernando Leitzke), baixo (Leonardo Leôpa/Guilherme Ceron) e bateria (Eduardo Escalier), acrescido aqui e ali de uma flauta, um trompete, um violoncelo.
“O grande conceito do disco é a música que vem do mar, do cais portuário” diz Curi. Também podemos entender esse conceito como uma música do mundo. E, de fato, apesar do samba do título e de três faixas de ritmo mais identificadamente brasileiro, a sonoridade é internacional, com letras que misturam português e inglês. (Juarez Fonseca).
O disco foi gravado e mixado no A Vapor Estúdio, Pelotas/RS, Brasil, por Lauro Maia, Luciano Mello e Rodrigo Esmute, entre os meses da Janeiro e Junho de 2012, exceto “Ser Teu Humano“, produzida e mixada por Luciano Mello, “Mata Virgem“, gravada por Rodrigo Delacroix no Ministereo Estúdio, Rio de Janeiro/RJ, Brasil, no mês de julho de 2012 e “Fallen Wings” também gravado por Mick Fahy, Dublin, Irlanda.
Masterizado por Marcos Abreu – Porto Alegre/RS.

Guilherme Curi vai estar dia 26 de julho (sábado) às 20h no Audio Rebel, clássica casa do bairro de Botafogo no Rio de Janeiro lançando seu disco de estréia (Samba Colours) e mostrando algumas músicas que estarão no seu próximo trabalho.
Guilherme estará acompanhado dos músicos Ivan Beck (baixo), LucasFê (bateria) e Guilherme Brum (guitarras).
O show irá contar ainda com as participações especiais da cantora Vanessa Longoni e Tiago Contte, da banda Máquina Mato.
Vale conferir!!
Ouçam Aqui – Programa Guilherme Curi

O Sul Em Cima 13 – Porto Alegre é Demais!

O Sul Em Cima dessa edição mostra músicas do projeto do CD “Porto Alegre é Demais!” que  são canções que falam dessa maravilhosa cidade!

A cidade de Porto Alegre tem como data oficial de fundação 26 de março de 1772 com a criação da Freguesia de São Francisco do Porto dos Casais, um ano depois alterada para Nossa Senhora da Madre de Deus de Porto Alegre. O povoamento, contudo, começou em 1752, com a chegada de 60 casais portugueses açorianos trazidos por meio do Tratado de Madri para se instalarem nas Missões, região do Noroeste do Estado que estava sendo entregue ao governo português em troca da Colônia de Sacramento, nas margens do Rio da Prata. A demarcação dessas terras demorou e os açorianos permaneceram no então chamado Porto de Viamão, primeira denominação de Porto Alegre.
Em 24 de julho de 1773, Porto Alegre se tornou a capital da capitania, com a instalação oficial do governo de José Marcelino de Figueiredo. A partir de 1824, passou a receber imigrantes de todo o mundo, em particular alemães, italianos, espanhóis, africanos, poloneses, judeus e libaneses. Este mosaico de múltiplas expressões, variadas faces e origens étnicas, religiosas e linguísticas, faz de Porto Alegre, hoje com quase 1,5 milhão de habitantes, uma cidade cosmopolita e multicultural, uma demonstração bem sucedida de diversidade e pluralidade.

Uma corrida no Gasômetro, na contraluz do vermelho do pôr-do-sol. Mate no Parque da Redenção.

Caminhada no Parcão. O viaduto Otávio Rocha, perfeitamente simétrico, engole a luz dos carros que cortam a velha avenida Borges de Medeiros à noite. Um barco costeia o Cais do Porto, enquanto jovens confraternizam nos bares da Cidade Baixa e senhoras compram peixes no Mercado Público. Essa é a descrição de alguns cartões postais da cidade. Mas tem muito mais…
Ao lado, podemos ver o Beira Rio, Santander Cultural, Brique da Redenção, Largo dos Açorianos, Parque Moinhos de Vento, Museu Iberê C amargo, Mercado Público, Usina do Gasômetro, Casa de Cultura Mário Quintana, Redenção, Laçador, Pôr do Sol, Arena do Grêmio. São alguns dos lugares que vale a pena conhecer em Porto Alegre.

O Sul Em Cima mostra nessa edição, músicas que falam sobre Porto Alegre interpretadas por Isabela Fogaça (Porto Alegre é Demais), Kleiton & Kledir (Deu Pra Ti), Victor Hugo e Angela Jobim (Horizontes), Cigano (Porto City), Lourdes Rodrigues e Geraldo Flach (Alto da Bronze), Elis Regina (Porto dos Casais), Kleiton Ramil (Porto é meu Porto), Bebeto Alves (Pegadas), Hermes Aquino (Porto Alegre, Porto Alegre), Raul Ellwanger (Pialo de Sangue), Victor Hugo (Coração Porto-Alegrense), Neto Fagundes (Beirando o Rio) e Paulo José interpretando um poema de Luiz Coronel chamado “Pequena canção para uma cidade muito amada”.

Divirtam-se e comentem!!

Ouçam Aqui – Programa 13



Programa 13/2014 – Porto Alegre é Demais! – Parte 1

Programa 13/2014 – Porto Alegre é Demais! – Parte 2

Fonte:
http://www2.portoalegre.rs.gov.br/

O Sul Em Cima 12 – Lupicínio Rodrigues

Arquivo UH/ Folha Imagem – foto de 1959

O Sul Em Cima Especial dessa semana faz uma homenagem a LUPICÍNIO RODRIGUES.

Considerado um precursor das canções de “dor-de-cotovelo”, o gaúcho de Porto Alegre Lupicínio Rodrigues (16/09/1914 – 27/08/1974), é um dos nomes do estilo samba-canção. Suas quase 150 composições gravadas começaram a ganhar popularidade no fim da década de 30. A ascensão da obra musical de Lupi, como era chamado desde criança, foi desencadeada em 1938, pela gravação por Cyro Monteiro da música “Se Acaso Você Chegasse“, parceria com Felisberto Martins, que morava no Rio de Janeiro e trabalhava em gravadoras, o que propiciou a divulgação de suas obras na então Capital Federal e centro da Indústria Fonográfica nacional em troca de parceria.

Lupicínio Rodrigues começou a compor numa época em que a construção e o apogeu da música popular brasileira aconteciam no Rio. Ele não precisou deixar sua terra natal Porto Alegre para fazer sucesso e aparecer como um dos grandes compositores das décadas 40 e 50. Foi nessa última, que suas músicas ganharam fama nas vozes de Francisco Alves, Orlando Silva, Linda Batista, Nora Ney, Elza Soares e Jamelão. A projeção de Lupicínio se deu em um período em que a “Época de Ouro” do rádio e do samba carioca começa a entrar em declínio, no início da década de 50. As composições das marchinhas carnavalescas, que tanto sucesso fizeram até o fim da década de 30, também desaceleram. Foi a partir daí que o estilo conhecido como samba-canção, com letras românticas, de amores fracassados, traições, ganha espaço e tem em Lupicínio um de seus expoentes.

A música Felicidade, umas das composições mais conhecidas de Lupicínio, foi composta em 1933. Originalmente essa música foi lançada na Continental em 1947, pelo conjunto Quitandinha Serenaders. O programa O Sul Em Cima mostra um registro de uma gravação do próprio Lupicínio com as Três Marias de 1952 e que tem versos que não foram incluídos na primeira gravação, por serem demais regionalistas. Saiu pela Star em maio-junho de 1952. A música Felicidade também é mostrada no programa na interpretação da dupla Kleiton & Kledir em uma gravação que está no CD “Clássicos do Sul” lançada em 1999.

Vamos apreciar também, músicas interpretadas pelo próprio Lupicínio e por outros intérpretes como Kleiton & Kledir (Felicidade), Zizi Possi (Nunca), Zé Caradípia (Esses Moços), Nelson Gonçalves (Quem há de dizer), Elis Regina (Cadeira Vazia), Adriana Calcanhotto (Nervos de Aço) e Neto Fagundes & Estado das Coisas (Cevando o Amargo). Porém, até hoje, muitos artistas ainda interpretam suas canções.

O Sul Em Cima Especial em homenagem ao centenário de Lupicínio está imperdível!! V ale conferir!!!!

Ouçam Aqui – Programa 12

Programa 12/2014 – Lupicínio Rodrigues – Parte 1

Programa 12/2014 – Lupicinío Rodrigues – Parte 2

Agradecimentos a Rogério Ratner, Gisele D’avila, Lindsay Korth e Isaac Silva

fontes:
http://raizesmpb.folha.com.br/vol-6.shtml
http://aochiadobrasileiro.webs.com/Biografias/BiografiaLupicinioRodrigues.htm
http://coraldocmpa.blogspot.com.br/2012/05/curiosidades-em-1952-lupicinio.html

O Sul Em Cima 11 – Bebeto Alves

O Sul Em Cima dessa semana é dedicado ao trabalho de Bebeto Alves.

Bebeto nasceu Luís Alberto Nunes Alves no dia 4 de novembro de 1954.
Gaúcho de Uruguaiana, participou da coletânea “Paralelo 30”, em 1978, só com artistas gaúchos. Seu primeiro disco solo, “Bebeto Alves”, é de 1981, mais tarde seguido por “Notícia Urgente”. Sempre buscou explorar músicas típicas do Rio Grande do Sul, como ranchos, toadas e milongas. Um de seus maiores sucessos foi “Quando Eu Chegar”, lançado em compacto em 1984. Ao longo da década de 80 incorporou ao seu estilo elementos pop, utilizando teclados, baixo elétrico, bateria eletrônica. Seus discos seguintes – “Novo País”, “Pegadas”, “Danço Só”, “Milonga de Paus”, “Paisagem” – mesclam a milonga e os ritmos gaúchos a diversos estilos como rock, reggae, pop e eletrônico. Nos anos 90 participou de uma trilogia dedicada à obra do compositor regionalista gaúcho Mauro Moraes, ao lado de outros músicos como Marcello Caminha, Clóvis “Boca” Freire, Lúcio Yanel. Integrou ainda o time de músicos que participou do disco “Porto Alegre Canta Tangos”, lançado inicialmente na Argentina. Em 2000, junto com o lançamento de “Bebeto Alves Y La Milonga Nova” (cujo show percorreu cidades européias), teve alguns discos da carreira relançados.

Bebeto Alves y los blackbagualnegovéio – Rodrigo Rheinheimer, Bebeto Alves, Luke Faro e Marcelo Corsetti

Vamos mostrar nessa edição de O Sul Em Cima o disco mais recente chamado MILONGA ORIENTAO com Bebeto Alves  y los blackbagualnegovéio, lançado em 2014 e com produção de Marcelo Corsetti e Bebeto Alves.
Todas as músicas são do próprio Bebeto, e alguns em parceria com  Rodrigo Rheinheimer (Vapt Vupt), Humberto Gessinger (Milonga Orientao), Gastão Villeroy (Até Onde o Coração Mandar), Fernando Corona (De Luz e Fogo) e Reinaldo Arias (Canção da Esperança).
Os músicos participantes do CD Milonga Orientao são: Marcelo Corsetti (guitarras), Luke Faro (Bateria e Percussão), Rodrigo Reinheimer (Baixo, Ukelele, violões, teclado, voz) , Bebeto Alves (voz,  violões, programação) e participação de Humberto Gessinger (voz em Milonga Orientao).

Vale conferir esse lindo e interessante trabalho de Bebeto Alves!!

Divietam-se e comentem!!

Ouçam Aqui – Programa 11

Programa 11/2014 – Bebeto Alves – Parte 1

Programa 11/2014 – Bebeto Alves  – Parte 2

http://www.bebetoalves.com.br/
http://cliquemusic.uol.com.br/artistas/ver/bebeto-alves
https://www.facebook.com/bebeto.alves.393?fref=ts

O Sul Em Cima 10 – Os Fagundes

O SUL EM CIMA  dessa edição é dedicado a obra da família Fagundes.

Paulinho, Bagre, Neto, Nico e Ernesto Fagundes

OS FAGUNDES é uma banda de música nativista formada em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

A banda Os Fagundes foi criada em 2001 pela família de músicos já consagrada no cenário musical do Rio Grande do Sul, composta por Bagre Fagundes e seus filhos Neto e Ernesto e também depois por Paulinho, além de seu irmão Nico, também conhecido na época por apresentar programas de televisão. Naquele ano, a família Fagundes reuniu-se para a gravação de um CD para a Galpão Crioulo Discos, surgindo, assim, a banda. O lançamento oficial do CD de estréia do grupo, intitulado Os Fagundes, ocorreu no Theatro São Pedro.

Em 2004, o grupo lançou seu segundo álbum: Para Todas as Querências. Em julho do ano seguinte, foi gravado o álbum Os Fagundes:  ao Vivo no Theatro São Pedro, com participações especiais de Renato Borghetti na canção “Querência”, e de Teixeirinha Filho em “O Colono”.

Vamos mostrar no programa O Sul Em Cima, as músicas do CD Os Fagundes – Para Todas as Querências, interpretadas por Nico, Bagre, Neto e Ernesto. O Cd foi produzido por Sady Soares, direção geral de Cláudio Toigo Filho, A&R Thedy Corrêa, produção executiva de Gabriel Casara e contou com Daniele Zarichta como assistente artística.

Os músicos convidados a participar do disco foram: Luizinho (acordeon), Ivan Miyazatto (violões base, solo, baixo e guitarras base), Ricardo Arenhaldt (bateria), Cristiano Soares e Fernando do ó (percussão), Álvaro Luthi, Mirian e Marli França (vocais), Carlos Garofali (arranjos e programação na música Última Lembrança), Adrianne Simione (guitarra havaiana), Veco Marques (violão na música Última Lembrança) e o convidado especial Glênio Fagundes no violão na música Prelúdio para o Canto Alegretense.

Uma curiosidade sobre Os Fagundes…a música  Canto Alegretense, do historiador e folclorista Antônio Augusto Fagundes, o Nico, tem uma história interessante. No começo dos anos 80, quando atuava como advogado na capital, certo dia entrou no escritório carregando uma máquina de escrever elétrica recém adquirida. Um colega de trabalho com uma causa a defender no Interior aproveitou para fazer graça com a terra natal dos Fagundes: “Nico, onde é que fica o Alegrete?”. Ele respondeu: “Não me perguntes onde fica o Alegrete. Segue o rumo do teu próprio coração”. Instalou a máquina sobre a mesa e escreveu com ela os demais versos em quatro minutos e meio.
-A poesia saiu pronta – diz Nico.
Levou a folha datilografada para seu apartamento na Rua da Praia, onde permaneceu inerte até uma visita do irmão Bagre. Este pegou o papel e se impressionou com a qualidade dos versos e o levou consigo para o Alegrete onde compôs a melodia em sua gaita de quatro baixos. Mostrou ao pai, Euclides Fagundes, que sentenciou: “Essa música vai imortalizar vocês”.

Vale conferir o programa e conhecer um pouco mais a obra e o talento da família Fagundes!

Ouçam Aqui – Programa 10 

Programa 10/2014 – OS FAGUNDES –  Parte 1

Programa 10/2014 – OS FAGUNDES –  Parte 2

http://pt.wikipedia.org/wiki/Os_Fagundes
http://zh.clicrbs.com.br/rs/entretenimento/noticia/2013/09/os-30-anos-de-canto-alegretense-serao-comemorados-com-show-4262192.html

O Sul Em Cima 9 – Ian Ramil

 O Programa O SUL EM CIMA dessa edição apresenta o disco de estréia de IAN RAMIL.

Ian é filho de Vitor Ramil e sobrinho de Kleiton e Kledir. Em sua estréia, Ian demonstra ser um músico e compositor versátil e destaca-se pela criatividade dos arranjos e a forma com que as canções se mostram e se encaixam.

Seu disco de estréia chama-se simplesmente IAN e foi gravado dois anos atrás, em Buenos Aires, e contou com a produção de Matias Cella, que já trabalhou com Jorge Drexler e co-produzido pelo próprio Ian. Mas, desde o final de 2013, ele vem divulgando aos poucos algumas faixas desse CD como “Zero e Um”, “Pelicano”, “Cabeça de Painel” e “Seis Patinhos”.
O disco tem download gratuito em seu site oficial www.ianramil.com
Nesse trabalho, o músico revela diversas influências, que vão de Beatles, Radiohead e Los Hermanos aos clássicos da MPB, como Caetano Veloso e João Gilberto. Porém, as canções tornam-se únicas por não ficarem presas as influências e assumirem uma sonoridade muito particular.

As canções são quase todas de Ian, com exceção de “Segue o Bloco”, parceria com João Ramil, “Nescafé”, composta junto com Alexandre Kumpinski, Diego Grando e Marcelo Souto, “Over And Over”, junto com Maurício Both, “Hamburger” com Leo Aprato, Eduardo Mendonça e Maurício Both e “Rota” em parceria com Alexandre Kumpunski. A letra da música Rota foi inspirada no poema Simples Mente, de Karina Ramil.
O trabalho contou também com participações de Marcos Suzano e Diego Lopez Arcaute na percussão,  Santiago Castellani e Christian Teran nos sopros e também, Matias Cella (Baixo, guitarra), Diego Galaz (violino), Luciano Mello (synth), Fernando Mantaras (Baixo), Ariel Polenta (piano,wurlitzer) e Felipe Zancanaro (guitarra).
O disco contou também com a colaboração especial de Kleiton Ramil na construção das vozes e coros.

Como diz Juarez Fonseca:  “…o álbum de Ian Ramil é uma das estréias mais potentes que já ouvi. Tem fulgor juvenil e concepção madura. Letras que dizem e brincam, com melodias grudentas de tão pop e massa sonora viciante.”
Vale a pena conferir!!!

Divirtam-se e comentem!!

Ouçam Aqui – Programa 9


Programa 09/2014 – IAN RAMIL – Parte 1

Programa 09/2014 – IAN RAMIL – Parte 2

www.ianramil.com
contato:  Escápula Records – producao@ianramil.com
https://www.facebook.com/ianramil/timeline

O Sul Em Cima 8 – Nico Nicolaiewsky

 O SUL EM CIMA dessa edição faz uma homenagem a Nico Nicolaiewsky.

Nelson Nicolaiewsky, mais conhecido como Nico Nicolaiewsky (Porto Alegre, 9 de junho de 1957 – Porto Alegre, 7 de fevereiro de 2014) é descendente de judeus da Bessarábia. Nico começou a estudar piano clássico aos 7 anos de idade e aos 13 foi aprovado em um teste no Instituto de Belas Artes da UFRGS, onde seguiu seus estudos até os 16 anos.
Aos 21 anos, em 1978, foi um dos fundadores do “Musical Saracura”, um dos mais importantes grupos de música urbana do RS no final dos anos 70 e início dos anos 80. Apesar disso, o Saracura lançou apenas  um LP, em 1982.

Tangos e Tragédias – Hique Gomez (Kraunus Sang) e Nico Nicolaiewsky (Maestro Pletskaya)

Em 1984, criou juntamente com Hique Gomez, a comédia musical Tangos & Tragédias, espetáculo que marcaria de maneira indelével sua carreira, ligando o personagem Maestro Pletskaya a sua pessoa, e tornaria-se um fenômeno de público, principalmente no RS, trazendo ao músico reconhecimento nacional. Em 1987, iniciaram-se as apresentações no que seria a “segunda casa” de Nico, o palco do Theatro São Pedro. Entretanto, com o espetáculo ainda incipiente, ainda em 1984, Nico vai para o Rio de Janeiro, onde mora durante 10 anos para estudar com o eminente maestro Hans-Joachim-Koellreuter.
Nesse período, em 1993, nasce Nina Nicolaiewsky, sua filha com Márcia do Canto.

Nico também lançou o disco solo Nico Nicolaiewsky (1996), As sete Caras da Verdade (2002) que é uma ópera cômica e em 2007 lança o CD  Onde Está o Amor? que foi produzido por John Ulhoa.
Em 2013, montou o espetáculo “Música de Camelô“, onde cantava sozinho ao piano, canções “super populares” segundo suas próprias palavras. O repertório incluia músicas como “Ai Se Eu Te Pego”, de Michel Teló, “Tô Nem Aí” da cantora Luka entre outros.

O espetáculo “sborniano” também originou um longa-metragem de animação, dirigido por Otto Guerra e Ennio Torresan Jr e apresentado pela primeira vez no Festival de Gramado de 2013. O filme, intitulado Até que a Sbórnia nos Separe, está sendo convertido para 3D e deve ser lançado nos cinemas ainda em 2014. Será a primeira produção em 3D do Rio Grande do Sul. Aqui tem o trailer do filme:

As vésperas de comemorar 30 anos do espetáculo Tangos e Tragédias, Nico recebe o diagnóstico de leucemia mieloide aguda (LMA) e é internado às pressas, no dia 23 de janeiro no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre. O tratamento, no entanto, não é suficiente para retardar o avanço da doença e ele vem a falecer na madrugada do dia 7 de fevereiro de 2014, aos 56 anos.
Ao recordar um show do Musical Saracura que havia assistido, o jornalista e crítico de arte gaúcho Renato Mendonça descreveu as qualidades que iriam permear a obra de Nico Nicolaiewsky:
“O quarteto entrou em cena contido e silencioso, perfilou-se em frente ao palco e cantou à capela uma canção quase desconhecida. E calou o público. E incendiou o público por dentro. A lembrança serve para evocar aquelas que considero as qualidades fundamentais de Nico Nicolaiewsky: o poder e a coragem de surpreender, a determinação de indeterminar quaisquer fronteiras artísticas”.

O programa O SUL EM CIMA faz uma homenagem a esse querido artista, que será sempre lembrado por sua versatilidade, talento, sensibilidade e alegria.

Ouçam Aqui – Homenagem a Nico Nicolaiewsky

Programa 08/2014 – Nico Nicolaiewsky – Parte 1

Programa 08/2014 – Nico Nicolaiewsky – Parte 2

OBS.: Uma correção:  A música NADA MAIS interpretado pelo Musical Saracura é de autoria (letra e música) de CLÁUDIO LEVITAN.

O Sul Em Cima 7 – Especial O Sul Em Cima / PROMOÇÃO CD Comemorativo

Estamos em festa!!!! O SUL EM CIMA Especial vai mostrar em dois programas, as músicas do CD que estamos lançando em comemoração aos 4 anos de existência do programa!

O programa musical O SUL EM CIMA foi criado para divulgar novos artistas do Sul do Brasil. Entenda-se o Sul como Rio Grande do Sul – Porto Alegre, o epicentro – Paraná, Santa Catarina no Brasil, e os vizinhos Uruguai e Argentina.
Esse projeto comemorativo, idealizado por Mariusa Kineuchi, celebra 4 anos de sucesso desse Programa, que se tornou divulgador da obra de artistas de várias gerações e vários estilos. Impossível mostrar tudo o que foi realizado nesse período. Menos possível ainda exibir o que abarca culturalmente essa região inesgotável de talentos. Porém, o repertório selecionado serve como um mosaico musical, que busca incluir novos e consagrados artistas dos mais diferentes segmentos.
Temos muito orgulho desse foco de resistência cultural, em que nossa obrigação maior é o amor à arte.”

Kleiton Ramil

Projeto Gráfico: Marina Rozenthal e Gabriela Noval

Para comemorar nosso aniversário, vamos sortear 3 (três) CDs O SUL EM CIMA. A data do sorteio vai ser dia 06 DE JUNHO!!!!
Para concorrer é só responder nos comentários a seguinte pergunta:

“Qual o programa de rádio recebeu em 2011 o prêmio de Melhor Programa Musical de Rádio, outorgado pela APCA?”

obs.: além da resposta, escreva também seu nome e email.

Boa Sorte!!!

Participem e concorram a esse lindo CD!!!

Atenção!!!
Promoção encerrada!! Os ganhadores do CD O Sul Em Cima são:
-fferrari
-Luiz Arlindo
-Paula Denise Menegatti

Favor enviarem nome e endereço completo para o email:
imprensa.osulemcima@gmail.com

obrigado a todos que participaram!!!

Ouçam Aqui – Especial O SUL EM CIMA (Programa 1)

Programa 7/2014 – Especial O Sul Em Cima – Parte 1

Programa 7/2014 – Especial O Sul Em Cima  – Parte 2

Ouçam Aqui – Especial O SUL EM CIMA (Programa 2)

Programa 7/2014 – Especial O Sul Em Cima – Parte 1

Programa 7/2014 – Especial O Sul Em Cima – Parte 2

O Sul Em Cima 6 – os poETs

O SUL EM CIMA dessa edição mostra o trabalho muito interessante da banda “os poETs”.

Os poETs (leia-se poetês) são a banda formada por Alexandre Brito, Ricardo Silvestrin e Ronald Augusto. São três compositores/músicos/vocalistas. Lançaram os CDs os poETs – Música legal com letra bacana (YB 2004), os poETs (Loopreclame, 2009) e o DVD os poETs ao Vivo (Cubo Filmes, 2013). Fazem shows por todo o Brasil desde 2001: Manaus, João Pessoa, São Paulo, Rio de Janeiro, Londrina, Curitiba, Florianópolis, diversas cidades de Santa Catarina, Porto Alegre e mais diversas cidades do Rio Grande do Sul.

Em formato acústico – dois violões e três vozes – ou com banda – baixo, guitarra, além dos dois violões, os poETs sempre trazem um show envolvente com suas melodias contagiantes e suas letras surpreendentes. Músicos de primeiro time da cena do sul, como o baixista Carlo Pianta (da Graforreia Xilarmônica), o baterista Cesar Audi e o guitarrista Robson Serafini, acompanham o trio.

Na exploração das várias galáxias musicais, os poETs se transportam usando vários estilos musicais como naves para suas canções. São três compositores/letristas ligadíssimos no melhor que a música universal pode oferecer. Vale ser inspirado, preciso, bem-humorado, sério, amoroso, escrachado como a vida.

Segundo texto de Lau Siqueira sobre os poETs: “Um grupo que agrada pela música e pela palavra, muito certamente por não estar preocupado em agradar. Poesia é palavra que vem do grego. Tem a ver com fazer. O poeta é que faz. O poeta é o que soma virtude e atitude e faz linguagem. Nos poETs, a origem de tudo é a poesia.
Um pouco mais sobre eles? Bem, Ronald Augusto, certamente figura entre os poetas mais complexos e interessantes da nova safra brasileira. Escritor, compositor e crítico, publicou entre outros, o excelente “No Assoalho Duro”, pela Éblis. Ricardo Silvestrin também é um excelente poeta. É professor de literatura, editor do selo AMEOP. Publicou “O Menos Vendido”, pela Nankin. Alexandre Brito é poeta, editor da AMEOP, músico e produtor cultural. Um mano que duela incessantemente com a palavra e seus ritmos. Os três formam os poETs. Certamente que todos tem currículos bem mais intensos e imensos, mas cabe aqui apenas um breve perfil desses três artistas que bailam em palavras e melodias. Pelo jeito ainda sobrou tempo aos três artistas para uma articulação de primeiro time, criando essa banda de poetas que o Brasil precisa conhecer para, de prima (como se diz), ouvir sem parar e gostar muito, sabendo que inteligência, em qualquer área, é o melhor legado”.

Trecho do DVD do show dos poETs – Música: Só Você
Música composta por: Alexandre Brito, Ricardo Silvestrin e Ronald Augusto
Acompanham os poETs: Robson Serafini (guitarra), Mateus Mapa (baixo) e César Audi (bateria)
Vamos ouvir no programa O SUL EM CIMA, músicas do segundo CD “os poETs”, produzido por Loopreclame e os poETs em 2009.
Divirtam-se e comentem!!

Ouçam Aqui – programa 6

Programa 6/2014 – os poETs – Parte 1

Programa 6/2014 – os poETs – Parte 2

http://www.ospoets.com.br/

https://www.facebook.com/pages/os-poETs/116059041764675?fref=ts