O SUL EM CIMA 15 / 2025


SAMANTHA SCHMÜTZ & ADRIAN YOUNGE – Famosa no Brasil por seu talento no humor e na atuação, Samantha Schmütz está dando novos passos na carreira artística. Morando em Los Angeles nos Estados Unidos há cerca de dois anos, a atriz e cantora se dedica a um novo e empolgante projeto musical. Samantha gravou um álbum nos Estados Unidos e notou uma maior abertura para receber seu trabalho musical, já que as pessoas não conhecem seu lado de humorista.  O trabalho conta com a participação de profissionais do projeto Jazz Set, comandado pelo compositor, multi-instrumentista, arranjador e produtor musical  Adrian Younge, uma das lendas do jazz mundial. O álbum Samantha & Adrian tem previsão de lançamento em julho de 2025. “As músicas que estou fazendo com Adrian tem mais espaço lá, mas também é admirado aqui e pode se tornar popular. A música encontra seu público, somos músicos independentes, não temos a força da mídia, mas somos guerreiros e vamos impulsionando”, acrescentou.
Músicas (Samantha Schmütz e Adrian Younge): 01 – Nossa Cor // 02 – Depois do Amor // 03 – Samba Canção 
 
RENATO PANTERA – é cantor, compositor, músico , produtor musical e multiartista. Suas influências musicais vêm da Música Popular Brasileira (MPB) e suas diversas tendências e misturas rítmicas e melódicas como Jazz, Blues, Soul, Reggae, Samba, Rock, Pop e outras tendências musicais e experimentais. Hoje, vivendo há mais de 30 anos na Alemanha, se apresenta com crédito junto ao público brasileiro e europeu diversos que na Alemanha vivem.  Renato já fez e faz turnês em vários países da Europa como Portugal, Itália, Espanha, Polônia, Bélgica, Holanda, Suíça, Áustria, entre outros países.
Músicas: 01 – Nada Mudou – Renato Pantera  – a faixa propõe uma profunda reflexão sobre o estado atual do mundo, seus conflitos, desigualdades e contradições // 02 – Deu Pra Ti – Kleiton Ramil e Kledir Ramil – Deu Pra Ti, uma canção icônica da dupla Kleiton e Kledir, ganha uma nova leitura nas mãos de Renato Pantera, que consegue trazer profissionalismo e cativar o público ao capturar a essência da música original com seu próprio estilo e sua voz bem impostada, afinada, swingada. O arranjo muito bem feito é assinado por Teco Fuchs e os excelentes backing vocais de Nanna Tribuzzy e Dalmo Medeiros fazem somados, com que a melodia, letra e ritmo se transformem em uma experiência musical única e envolvente.
 
GRECCO BURATTO – é músico, compositor, produtor musical e poeta. Nasceu em Caxias do Sul e foi criado em Taquara (RS). Começou a estudar violão aos sete anos de idade; aos 18, se mudou para Los Angeles (Califórnia/EUA) onde se formou musicista no Guitar Institute of Technology. Acompanhou diversos artistas em palcos, turnês e gravações: Gwen Stefani, Lionel Ritchie, Roberto Carlos, Shakira, Gustavo Santaolalla, Sergio Mendes, Airto Moreira, Flora Purim, entre outros. Escreveu e gravou trilhas para filmes e seriados de televisão . “Essas coisas todas”, seu primeiro disco solo, lançado em 2014, foi considerado um dos dez melhores discos latinos do ano pelo jornal Los Angeles Times. Grecco Buratto lançou em outubro / 2023 o livro “Só Palavras” editado pela Editora Versiprosa  junto com o álbum “Sem Palavras”. “Sem Palavras” é o seu segundo disco solo, e cumpre com sua missão. Que é a de trazer paz e tranquilidade ao ouvinte. ‘Só palavras’ e ‘Sem palavras’ são duas metades que se complementam, mas são, ao mesmo tempo, independentes; podem ser apreciadas e desfrutadas juntas ou separadamente.
Novo Single – Império dos Sentidos  – A letra fala sobre alguém que pede um abraço, ajuda, em um momento de vulnerabilidade. Um ombro pra encostar a cabeça e talvez chorar, um colo para deitar, dormir e descansar. Um momento de silêncio e trégua do império de sentidos e sensações com o qual interagimos a cada segundo de cada dia. O refrão invoca imagens de kamikazes a um passo do paraíso, astronautas saltando ao infinito onde a dor não existe e nossos personagens se encontram em segurança. O arpejar hipnótico do violão serve como uma âncora de onde o arranjo se desenvolve, incorporando texturas delicadas de piano, inspiradas em uma improvisação com o tecladista Marc St. Regis, percussão dos colaboradores de longa data Sandro Feliciano e Gilmar Gomes, cordas, sintetizadores e backing vocais de Caro Pierotto.  (trechos do release do novo trabalho) – Músicas 01 e 02 (de Grecco Buratto) do álbum ‘Essas Coisas todas’: 01 – Essas Coisas Todas // 02 – Só Uma Chance // Músicas 03, 04 e 05 (Grecco Buratto) – do álbum ‘Sem Palavras’: 03 – Last Days // 04 – The Glimpse of a Fleeting Moment // 05 – Paz // 06 – Império dos Sentidos – novo single de Grecco Buratto
 
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O SUL EM CIMA 14 / 2025

 
Nessa edição de O SUL EM CIMA, vamos mostrar os trabalhos de BETO SCOPEL e PROJETO CCOMA
 
 
BETO SCOPEL lança “O Sul In Lofi” um tributo ao cancioneiro urbano gaúcho
O trompetista, compositor e produtor musical Beto Scopel apresenta seu mais novo trabalho autoral, “O Sul In Lofi”, um álbum 100% independente criado em home studio que reinventa clássicos da música urbana gaúcha através da estética LoFi. Gravado, arranjado e executado integralmente pelo artista, o projeto utiliza ferramentas de áudio inovadoras para extrair e ressignificar as vozes originais, fundindo-as com batidas eletrônicas, linhas de baixo profundas e seu característico trompete melancólico em uma produção que une tradição e modernidade.
“O Sul In Lofi” é uma experiência imersiva que transporta o ouvinte pelas diversas paisagens do Rio Grande do Sul. Das serras às coxilhas, dos centros urbanos às estâncias, cada faixa traz elementos que remetem à identidade cultural urbano do estado: o clima frio e os dias cinzentos refletidos nas texturas ambientais, a nostalgia das composições traduzida em grooves relaxantes e a modernidade do LoFi combinada com a música urbana gaúcha. “O Sul In Lofi” representa a resistência da produção musical independente e a capacidade de reinventar o cancioneiro regional com sensibilidade e técnica, provando que grandes obras podem nascer da combinação entre talento artístico e domínio tecnológico.
Roberto Scopel é trompetista desde os 10 anos de idade quando começou sua trajetória musical influenciado por sua família de músicos. Nascido em Caxias do Sul/RS, iniciou os estudos musicais em 1990, tendo como primeiro professor e incentivador Gerson Thomas de Carvalho.
Atuando com diversas formações entre eles grupos de câmara, big band e bandas de estilos populares por exemplo The Hard Working Band, Frank Jorge e TNT, Pública, Tonho Crocco e Funkalister onde participou da gravação de Cds e de DVD ao Vivo, também integrou o grupo de jazz Free Note Jazz Quartet onde compôs e gravou um disco em 2002. Atualmente é produtor musical da Tum Tum Produções e trompetista do Projeto CCOMA e do Quimetais e primeiro trompetista da Orquestra Municipal de Sopros de Caxias do Sul. É curador do projeto Tum Tum Instrumental.     
Músicas: 01 –  Telhados de Paris  – Nei Lisboa // 02 – Foi no mês que vem  – Vitor Ramil // 03 – Pra ser Sincero  – Humberto Gessinger – com Engenheiros do Hawai // 04 – Paixão – Kledir Ramil  com Kleiton & Kledir  // 05 – Nuvem Passageira  – Hermes Aquino // 06 – Os Segundos – Dimitrius Gutierrez, Juliano Cortouis, Vinni Gutierrez   – com Cidadão Quem // 07 – Preserve – Ultramen // 08 – Lua Cheia – Leo Henkin – com Papas da Língua // 09 – Nunca Diga – Frank Jorge 
 
PROJETO CCOMA – formado pelo trompetista Roberto Scopel e pelo percussionista e produtor Luciano Balen, a dupla tinha como matéria-prima a música produzida eletronicamente, utilizando-se de elementos orgânicos como percussão, trompete, flugel horn, e acordeom. Tem quatro álbuns lançados – Das CCOMA Projekt em 2009,  Incoming Jazz em 2010, Peregrino, ganhador do 24° Prêmio da Música Brasileira, em 2013, na categoria Álbum Eletrônico e em 2016, lançaram seu 4º disco, Subtropical Temperado. 
Músicas: 01 – Milonga para Los Perros – Luciano Balen e Roberto Scopel – feat. João Luiz Oliveira – do CD Peregrino de 2012 // 02 – Subtropical – Roberto Scopel / Luciano Balen – do CD Subtropical Temperado (2016)
 
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O SUL EM CIMA 13 / 2025

Na edição 13 / 2025 de O Sul em Cima, faremos uma pequena homenagem a Rodi Pedro Borghetti, apresentando músicas de Renato Borghetti e Pedro Borghetti  

Rodi Pedro Borghetti, o Borghettão, apelido carinhoso com o qual era conhecido, nome importante do movimento tradicionalista do Rio Grande do Sul, faleceu aos 92 anos em  17/03/25. Ele foi dirigente do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG) e do Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (IGTF) e era pai do músico Renato Borghetti. Natural de Flores da Cunha (RS), Rodi também atuou como corretor de imóveis, empresário e advogado. Além de Renato, também era pai do produtor Marcos Borghetti e foi responsável pelo setor jurídico do Instituto Renato Borghetti de Cultura e Música. Ele formou-se em direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e em 1961 entrou para o 35 CTG, do qual foi patrão por sete vezes. Também foi presidente do MTG por dois mandatos, diretor do IGT, criador da Confederação Brasileira de Tradição Gaúcha, patrono dos Festejos Farroupilhas e um dos fundadores dos Cavaleiros da Paz, em 1990. Em 2022, recebeu o título de Cidadão de Porto Alegre.

RENATO BORGHETTI – Renato Becker Borghetti, mais conhecido como Borghettinho (Porto Alegre, 23 de julho de 1963) é um músico instrumentista e acordeonista. Renato Borghetti no seu primeiro álbum, gravado em 1984, ganhou o primeiro disco de ouro da história da música instrumental brasileira. Com um estilo único e a sua gaita ponto, tem realizado diferentes leituras de obras da música do Rio Grande do Sul, agregando influências de outros estilos brasileiros e internacionais. Renato mescla folclore e modernidade em suas composições, tendo um estilo inconfundível. Além da agenda exterior, o músico cumpre extensa programação em território nacional, levando a música gaúcha aos mais diversos cantos de nosso Brasil. Tem 26 discos gravados e dezenas de participações em gravações. Idealizado por Borghetti, em 2010 nasceu a Fábrica de Gaiteiros, um projeto de resgate cultural do Instituto Renato Borghetti de Cultura e Música, voltado à educação musical através da gaita para crianças e jovens de 7 a 15 anos. O projeto já possui mais de 20 unidades de ensino até o momento (no RS, SC e Uruguai), tendo a sua sede na Barra do Ribeiro onde são fabricadas as gaitas exclusivamente para atender o projeto, não sendo comercializadas.   Músicas: 01 – MERCEDITAS – Ramón Sixto Ríos // 02 – CAMPEIRA – Renato Borghetti / Daniel Sá e Hilton Vaccari // 03 – ENCONTRO – Renato Borghetti e Sivuca –  Feat Sivuca // 04 – VIRA VIROU – Kleiton Ramil // 05 – MILONGA PARA AS MISSÕES – Gilberto Monteiro 

PEDRO BORGHETTI  é natural de Porto Alegre e com o seu primeiro álbum solo, Linhas de Tempo, lançado em 2019, levou o Prêmio Açorianos de Música de Melhor Compositor MPB. Em  2021 produziu quatro videoclipes de músicas autorais inéditas através do projeto Tempo de Sina. O compositor começou a se envolver com a arte desde cedo nos camarins dos pais, brincando com os figurinos, os cases e instrumentos. Inicialmente aderiu aos instrumentos de percussão, como bombo leguero, cajon e sapateado. Com oito anos de atuação no grupo de dança de sua mãe, Cadica Cia de Dança, participou de festivais internacionais de folclore em países como Chile, China, Portugal e Rússia. Há alguns anos acompanha seu pai nos espetáculos, tocando bombo leguero no Renato Borghetti Trio. Desde 2018 integra o coletivo de artistas, selo e estúdio Pedra Redonda, na Zona Sul de Porto Alegre.  Em maio de 2023, o cantor, compositor e multi-instrumentista Pedro Borghetti lançou seu segundo álbum solo nas plataformas de streaming de música. Intitulado Pendenga, foi gravado em dezembro de 2021 no Estúdio Pedra Redonda, em Porto Alegre, acompanhado pelo trio CeronFlachNeves formado por Guilherme Ceron (contrabaixo e produção musical), Lorenzo Flach (guitarra, efeitos e piano) e Bruno Neves (bateria e beats).  Quase quatro anos após o disco de estréia – Linhas de Tempo, Pendenga carrega conhecimentos e desejos acumulados num período misto de evolução e clausura. Em contraponto ao primeiro trabalho, no qual abordou a família e sonoridades leves apresentando o artista de forma íntima, a densidade agora aumenta e as interpretações ganham forças para gritar o momento crítico, dramático e existencial que passamos com a pandemia. Músicas: 01 – LINHAS DE TEMPO – Pedro Borghetti e Neuro Júnior    – do álbum Linhas de Tempo // 02  – QUEM JÁ NASCE FÊNIX – Tamiris Duarte e Pedro Borghetti   // 03 – LETÍCIA – Paola Kirst e Pedro Borghetti // 04 – PENDENGA DE CHICÓ  – Carlos Medeiros e Pedro Borghetti – feat Jorginho do Trompete // 05 – SOMBRA  – Pedro Borghetti – feat Gabi Lamas // 06 – NÓIA – Paola Kirst e Pedro Borghetti – feat Paola Kirst

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O SUL EM CIMA 12 / 2025

O SUL EM CIMA 12_2025_Dora e Bemti

Nessa edição de O Sul em Cima, vamos mostrar os trabalhos de Dora Morelenbaum e Bemti

DORA MORELENBAUM –  Pique é o  primeiro álbum solo da cantora, compositora, instrumentista e produtora carioca Dora Morelenbaum, filha do violoncelista e arranjador Jaques Morelenbaum e da cantora Paula Morelenbaum. Depois do sucesso com o ‘Bala Desejo’ (banda que, a partir de 2022, deu projeção à artista em quarteto formado com Julia Mestre, Lucas Nunes e Zé Ibarra),  a cantora e instrumentista carioca revela um trabalho que é, ao mesmo tempo, íntimo e expansivo, refletindo uma evolução artística e pessoal. Quando o ritmo da vida se torna uma dança constante, surge a necessidade de uma trilha sonora que capture essa transitoriedade. Pique, primeiro álbum solo de Dora Morelenbaum, é um mergulho profundo na dualidade entre o movimento e o refúgio. Nomeada em homenagem a uma das faixas, a obra não só explora diversas facetas musicais – de MPB, soul, R&B e jazz –, mas também se manifesta como uma afirmação da identidade artística da cantora. Pique reflete a jornada pessoal e artística de Dora, que, após a conquista de um GRAMMY Latino pelo álbum SIM SIM SIM (2022), com o Bala Desejo, e o hiato da aclamada banda, revela um novo capítulo de sua carreira solo, desta vez mais profundo e complexo. Lançado em parceria com os selos Coala Records e Mr Bongo. “São muitas camadas. É um álbum com várias facetas e eu me vejo muito em cada uma delas. Acho que por ser meu primeiro disco solo, existe essa emoção de querer colocar muitas vontades”, explica. Coproduzida por Dora com Ana Frango Elétrico, a obra se define em um alcance de ritmos e gêneros. “Pique é justamente o resultado dessa mistura. Tem na base um quarteto de jazz, com baixo, bateria, teclado e guitarra; e, dentro dessa formação, vai esgarçando um pouco diferentes texturas”, completa.   Músicas: 01 – Venha Comigo – Sophia Chablau // 02 – A Melhor Saída  – Tom Veloso  //    03 – Caco – Dora Morelenbaum e Zé Ibarra // 04 – Petricor  // 05 –  Pique  // 06 – Talvez (As Canções)   // 07 – Nem Te Procurar  –  (Músicas 04, 05, 06 e 07 de Tom Veloso e Dora Morelenbaum) 

BEMTI – Nascido em Serra da Saudade.  no interior de  Minas Gerais, o cantor, compositor e instrumentista Bemti usa a Viola Caipira de dez cordas como base da sua sonoridade emocional e cinematográfica que transita por gêneros como indie pop, MPB e folk. O cantor e compositor também é formado em Audiovisual pela USP e traz as experiências como diretor, roteirista, redator e montador de filmes para seu trabalho na música. Sua estreia autoral, o álbum “era dois” (2018), conta com participações de Johnny Hooker e da banda Tuyo, e foi muito bem recebido pela crítica. Já o segundo disco, “Logo Ali”, conta com participações de Fernanda Takai, Jaloo, Josyara, ÀVUÀ e do músico português Hélio Morais. Este trabalho venceu o edital Natura Musical e foi indicado entre os Melhores Discos de 2021 na lista da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte). A abordagem inédita e contemporânea da viola caipira feita por Bemti já ultrapassou 4 milhões de execuções apenas no Spotify, rendendo inclusões em trilhas sonoras de diversos longas e séries. Desde 2018, o artista mineiro já excursionou por 11 estados brasileiros e por países da Europa e América Latina, com shows esgotados em Lisboa e Buenos Aires. Bemti se posiciona como um artista LGBTQIAPN+ desde o seu primeiro videoclipe, criando inusitadas pontes através da sua música, onde a tradição encontra a modernidade e o rural se aproxima do urbano, sem deixar de lado a habilidade de conectar e emocionar o público. Músicas: 01 – Tango – Bemti  – participação especial de Johnny Hooker – do álbum “Era Dois” // 02 – Livramento  – Bemti e Nina Oliveira  – com Marcelo Jeneci – Co-Produção, Piano Wurlitzer, Sanfona e Vozes Adicionais – do álbum “Logo Ali” // 03 –  Catastrópicos – Bemti e Cauê Lemes – Participação de Jaloo  – do álbum “Logo Ali” // 04 – Samba! Bemti e Cauê Lemes  – Com participação do duo ÀVUÀ, formado por Bruna Black e Jota.pê – do álbum “Logo Ali” // 05 – Quando o Sol Sumir – Bemti, Roberta Campos e Cauê Lemes   – part especial Fernanda Takai – do álbum “Logo Ali” // 06 – Melhor de Três  – Bemti, Luis Calil, Ernesto Djédjé – Single do 3ª disco (a ser lançado)

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O SUL EM CIMA 11 / 2025

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Nessa edição de O Sul em Cima, vamos mostrar o trabalho de FRANCIS HIME
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FRANCIS HIME 
Chega às plataformas de streaming “Não navego pra chegar”, novo álbum de Francis Hime. O projeto reúne apenas canções inéditas, além de convidados especialíssimos, entre parceiros, intérpretes e músicos. Participam das faixas as cantoras Simone, Zélia Duncan, Leila Pinheiro, Olívia Hime e Mônica Salmaso, e ainda Ivan Lins, Lenine, Dori Caymmi, Zé Renato e Quarteto Maogani. 
Com 60 anos de carreira, Francis Hime  completou 85 de vida durante a gravação do álbum (em 31 de agosto de 2024), uma comemoração cercada de colaboradores dos quais o compositor é fã inconteste. “A linha musical deste disco remete a outros trabalhos meus, como o ‘Essas Parcerias’, de 1984, e aos volumes 1 e 2 do ‘Álbum Musical’, com a particularidade de termos aqui apenas músicas inéditas”, pontua Hime.
Dois parceiros chamam atenção no álbum: Ziraldo (1932/2024) e Bráulio Pedroso (1931/1990). Com o cartunista, escritor e jornalista, Francis fez a canção “Infinita” para a peça teatral “Belas Figuras’”, que nunca havia sido gravada. “Bráulio Pedroso é outro parceiro cuja canção, ‘Tempo Breve’, estava aguardando, há anos, pela incrível interpretação de Zélia Duncan, conta. Zélia, por sinal, também é parceira de Francis na música “Chuva”.
“Não Navego pra chegar” é fruto de um trabalho coletivo, a começar pelas próprias composições. “A parceria musical na melodia foi uma experiência nova e estimulante. A partir da ideia inicial do meu parceiro compositor, eu segui compondo a sequência. Assim eu fiz com Ivan Lins em “Imaginada”, com Maurício Carrilho em “Não navego pra chegar”, e com Zé Renato em “Imensidão”.  É muito interessante o quebra-cabeça de manter a unidade da música a partir da proposta inicial da composição. Por sinal, as três com letras de Olívia (Hime), cada vez mais craque nesse ofício”, detalha Francis Hime sobre o processo de criação da nova safra. Olívia Hime assina ainda as letras de “Samba pra Martinho” (com Geraldo Carneiro) e “Imaginada” (com Ivan Lins). 
Músicas: 01 – IMAGINADA – Francis Hime, Ivan Lins e Olívia Hime – part Ivan Lins // 02 – CHUVA – Francis Hime e Zélia Duncan – com Francis Hime // 03 – SAMBA PRA MARTINHO – Francis Hime, Geraldo Carneiro e Olívia Hime – part Simone // 04 – NÃO NAVEGO PRA CHEGAR – Maurício Carrilho, Francis Hime e Olívia Hime – part Mônica Salmaso // 05 – UM RIO – Francis Hime e Olívia Hime –  part Dori Caymmi e Olívia Hime  // 06 – TEMPO BREVE – Francis Hime e Braúlio Pedroso – Part Zélia Duncan // 07 – IMENSIDÃO – Francis Hime, Zé Renato e Olívia Hime – part Zé Renato // 08 –  SHAKESPEAREANA – Francis Hime e Geraldo Carneiro – part Quarteto Maogani   //  09 – TOMARA QUE CAIA – Francis Hime e Moraes Moreira – part Leila Pinheiro // 10 – CHULA CHULA – Francis Hime e Geraldo Carneiro – part Lenine // 11 – INFINITA – Francis Hime e Ziraldo – part Olívia Hime 
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O SUL EM CIMA 10 / 2025

O SUL EM CIMA 10_2025_André e Ghadyego

Nessa edição de O Sul em Cima, vamos mostrar os trabalhos de André Mastro e Ghadyego Carraro
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ANDRÉ MASTRO – O cantor André Mastro apresenta um recorte da obra de Fátima Guedes, traçando um instigante aspecto da carreira de mais de 40 anos da compositora carioca. Um sucesso corroborado por outras tantas vozes, de gêneros diversificados, que gravaram suas músicas: Emílio Santiago, Maria Bethânia, Wanderléa, Elis Regina, Mercedes Sosa, Ney Matogrosso, Jane Duboc, Isabella Taviani, Leny Andrade, Leila Pinheiro, Nana Caymmi, Alaide Costa etc.
O projeto chama-se A Feminina Canção de Fátima Guedes, todo dedicado à obra da compositora. O cantor preferiu dar margem ao repertório de Fátima menos popular, o chamado “lado B”. Para cada uma das músicas disponibilizadas nas plataformas, há um vídeo no Youtube. Os arranjos tem como base a sonoridade acústica, assim como formações instrumentais camerísticas. André Mastro conta com participações de músicos como Toninho Ferragutti, Thiago do Espírito Santo, Daniel Grajew, Marcos Paiva e muitos outros grandes músicos. Está nos planos do cantor, o lançamento de todas as faixas em CD Físico, ainda em 2026.  André tem um CD lançado, intitulado Sem Descanso, que contou com participações do violonista Ulisses Rocha, do sanfoneiro Toninho Ferragutti, do clarinetista Nailor Proveta etc.
Músicas 01 à 05 (de Fátima Guedes): 01 – Saia Rodada // 02 – Celeste // 03 – No Fim da Casa // 04 – Minha Nossa Senhora  // 05 – Natureza Morta  // 06 – As Rosas não falam – Cartola – do álbum “Sem Descanso” 
 
GHADYEGO CARRARO – O álbum intitulado Anhum do contrabaixista, compositor, professor e pesquisador Ghadyego Carraro chegou em 22 de novembro de 2024 às plataformas. O mesmo conta com a participação de muitos músicos de primeira linha como do multi-instrumentista Arismar do Espírito Santo, do jovem e virtuoso acordeonista português João Barradas e do bandolinista brasiliense Victor Angeleas, além de um time de peso da cena musical instrumental. O álbum faz uma homenagem aos povos originários das Américas propondo diferentes sonoridades influenciadas pelas vivências do artista em diferentes ambientes e locais. Estilisticamente é um álbum que se concentra no diálogo entre o jazz contemporâneo e a música brasileira e sul-americana. 
Ghadyego Carraro é natural de Passo Fundo/RS. Possui Graduação em Música pela Universidade de Passo Fundo (UPF), Rio Grande do Sul; Mestrado em contrabaixo acústico pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e Doutorado em História com ênfase em música sul-americana pela Universidade de Passo Fundo (UPF). Seu trabalho também inclui arranjos e composições para grupos de câmara, além de formações instrumentais com ênfase na Música Popular Brasileira, Jazz e música sul-americana (Rio Grande do Sul-Uruguai-Argentina). 
ANHUM – “A palavra Anhum segundo a mitologia tupi-guarani significa Deus da música, o responsável por tocar o sacro Taré, instrumento que antecipa a chegada dos deuses. Segundo a lenda, Anhum neto de Tupã em uma de suas visitas à Terra percebeu que os povos faziam suas celebrações em silêncio e por conta disso resolveu ensinar à música a humanidade. Tupã ao saber disso se alegrou e nomeou Anhum como Deus da música.”
 
A seguir trecho do O Jazz Ameríndio de Ghadyego Carraro – crítica do álbum Anhum por Juarez Fonseca:
Criado em homenagem aos povos originários das Américas, Anhum, sexto álbum de Ghadyego Carraro, reafirma a dimensão internacional de seu trabalho. O artista passo-fundense é hoje, sem favor, um dos principais compositores, arranjadores e contrabaixistas da música instrumental brasileira. Basta uma só audição atenta do novo disco, primoroso da primeira à última faixa, para se saber disso. Mesmo que o espírito jazzístico esteja sempre presente, o leque de Ghadyego é amplo – ainda mais neste especialmente inspirado Anhum; “Para minha tese de doutorado na Universidade de Passo Fundo pesquisei muito as sonoridades fronteiriças, as influências das culturas indígenas, africana e europeia”, diz ele. “Temos essa tríade nas Américas, é sempre presente, um pouco mais uma, um pouco mais outra. Impressionante como é neglicenciada a cultura indígena, onde estão muitas de nossas matrizes rítmicas – não tenho como pensar em chacarera sem pensar na herança indígena. Mas concentrei muito na questão platina, Sul do Brasil, Argentina e Uruguai. Fronteira aqui é unidade, não divisão”, sublinha. 
Músicas (autoria de Ghadyego Carraro) : 01 – Brasiliana // 02 – Chacarera Ameríndia- part Arismar do Espírito Santo // 03 – Lua Negra // 04 – Recanati 
 
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O SUL EM CIMA 09 / 2025

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Nessa edição de O Sul em Cima, vamos mostrar o trabalho do cantor e compositor Érico Moura.
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ÉRICO MOURA  foi o único brasileiro a representar o país no evento (The Global Music Festival 24:1900), que ocorreu em 21 de  dezembro passado, às 19h de cada fuso horário, reunindo 24 artistas independentes de 24 fusos horários do planeta em 24 horas ininterruptas de música. Idealizado pelos britânicos Mark Gee e Mike Young, o 24:1900 nasceu para dar visibilidade às bandas, revelações e nomes consagrados da música indie em todo o mundo, como alternativa às plataformas tradicionais de streaming. O DVD, que chegou às plataformas de streaming no dia 29 de abril, é composto por doze canções dos álbuns “AMARÉ” (2019) e “Tudo é Processo” (2021) e os singles “Arregaça”, “Gota D’Água”, “Cerveja com Diabo” e “Oração (pelo menos dois)”.  No dia 1ª de maio, Érico Moura subiu ao palco do Espaço 373 em Porto Alegre/RS, para apresentar as músicas do DVD durante o The Global Music Festival. O show contou com a banda que acompanhou o artista no festival: Gian Becker (trompete, contrabaixo e backing vocal), Lorenzo Flach (guitarra), Luciano Granja (guitarra e violão) e Bruno Neves (bateria). 

Nascido na capital gaúcha em 1977, Érico Moura sempre dividiu a carreira artística com a vida médica. No colégio, em 1994, iniciou sua carreira musical cantando no Coro do Projeto Prelúdio (UFRGS), passando também pelo Coro dos Contrários, entre 1999 e 2000, quando formou a banda Universo Colorido com Marcelo Fruet, e juntos produziram um EP. Em 2007, lançou seu disco de estréia, C.O.L.E.T.Â.N.E.A , mas em seguida teve que se afastar temporariamente da carreira artística para se dedicar à residência em Psiquiatria até que, em 2014, percebeu que não conseguiria viver sem música. Desde então, não parou mais de compor e tem uma intensa produção, parte dela já incluída no elogiado disco AMARÉ, de 2019 e no álbum Tudo é processo (2021).

Em 2024, Érico Moura foi o único brasileiro a se apresentar no festival global 24:1900, consolidando sua projeção fora do país. O portal uruguaio Cooltivarte o citou como um representante do templadismo, movimento que equilibra tradição e inovação na música. Em sua discografia, constam parcerias com Paola Kirst, Carlinhos Carneiro, Rafael Malenotti, Jr Tóstoi, Akeem e Bibiana Petek, além de um álbum ao vivo gravado em duo com Gian Becker. Sua sonoridade singular, aliada a uma interpretação intensa, faz dele um dos nomes mais autênticos da nova cena brasileira. Paralelamente à música, Érico atua como psiquiatra e psicoterapeuta, com doutorado pela UFRGS. Atualmente, trabalha em seu consultório particular e está em pré-produção de seu próximo álbum.

Músicas: 1. Eu sendo eu (being me) – Érico Moura // 2. Cerveja com Diabo – Érico Moura // 3. Calma – Érico Moura, Gian Becker e Ricardo Barpp // 4. Vou te levar comigo – Érico Moura // 5. Gota D’Água – Érico Moura // 6. A brisa e a maré – Érico Moura e Sérgio Furtado // 7. Tantas coisas – Érico Moura // 8. Mais de mil – Érico Moura, Sérgio Furtado e Daniel Masutti // 9. Oração (pelo menos dois) – Érico Moura // 10. Vamos dar risada dos meus caprichos – Érico Moura e André Lucciano // 11. Arregaça – Érico Moura //12. Dando a volta nas estrelas – Érico Moura e Gian Becker

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O SUL EM CIMA 08 / 2025

O SUL EM CIMA 08_2025_ALINE E MARCOS

Nessa edição de O SUL EM CIMA, vamos mostrar os trabalhos de Aline Vieira e Marcos Davi Lisboa
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ALINE VIEIRA – é uma artista que desdobra e encarna várias dimensões e segmentos da arte. Produz filmes, coordena projetos culturais, faz música. Embora já tenha 15 anos de carreira musical, só agora lança seu primeiro trabalho autoral, em que desfila memórias e sentimentos que atravessam sua história. Mar de Dentro é um EP com cinco faixas e já está disponível em todas as plataformas digitais. Nele, a cantora enfileira as canções em uma sequência que cria uma linha do tempo, passando por emoções que remetem à infância até momentos em que se entende a transmutação dos amores e das dores da vida. É um trabalho que propõe um mergulho nas águas internas dos sentimentos. O nome do EP também faz referência à Baía de Canto Grande, em Bombinhas. Lugar paradisíaco e de mar calmo, que sugere o silenciar e as reflexões, o olhar atento para admirar a beleza da natureza, que se estende para a contemplação da vida. As composições das canções são do poeta Marcos Aurino Pinheiro e do músico João Sobral. A produção do EP é assinada por Alexandre Siquera. Além das vozes, Aline também gravou violões, Carlinhos Ribeiro a percussão, Gabriel Menin o contrabaixo e Pedro Silva as guitarras. O trabalho conta ainda com as participações especiais de Ricardo Pauletti, André de Miranda, Marcelo Portela e Joaquim Vieira Souza. 
Aline salienta a satisfação pelo lançamento do seu primeiro trabalho autoral. “É muito gratificante saber que qualquer pessoa no mundo com acesso às plataformas vai poder ouvir esse trabalho que criamos com tanto carinho e cuidado”. afirma. O EP Mar de Dentro é uma iniciativa da Tramela Produções, realizada com recursos da Prefeitura Municipal de Bombinhas, através da Fundação Municipal de Cultura, por meio do Edital Mestre Cantalício Rocha – Edição 2023. 
Músicas: 01 – 31, Lá vou eu…// 02 – Luas de Maio // 03 – Saudádiva // 04 – Rosa dos Últimos Amores // 05 – Samburá de Ilusões – Músicas 1,2,4 e 5 de Marcos Aurino Pinheiro – música 3 de João Sobral 
 
MARCOS DAVI LISBOA – nasceu em Porto Alegre, RS. É violonista e compositor dedicado à música instrumental. A sua música traz a conexão natural do violão com a música clássica, jazz, choro, samba e muitos outros gêneros. Como instrumentista, é influenciado por Egberto Gismonti, Baden Powell, Raphael Rabello, Ralph Towner, Ulisses Rocha e César Camargo Mariano. Marcos já se apresentou no Uruguai, Alemanha, França, Suíça, Bélgica, Espanha, Luxemburgo, Áustria e Holanda. A convite do CCRD Centre Culturel Régional de Delémont, fez longa temporada na Suíça, tocando em apresentações solo e quarteto por várias cidades do país, tais como Delemont, Basel, Listal, Genebra, Freiburg e Lausanne. Também, a convite da Fnac Suíça, fez diversos concertos solo em todas as unidades da rede, trabalhando o lançamento do seu livro “Composições para Violão Brasileiro – Samba, Choro, Valsa Outras Invenções”. Na França, além de apresentações solo, trabalhou e gravou junto a músicos franceses, onde também colaborou com música para teatro. Em Munique, atuou como professor de harmonia, repertório e técnica violonística, destacando-se por utilizar a música brasileira como material didático. Também foi professor da EM&T – Escola de Música e Tecnologia – SP, sob as coordenações de Ulisses Rocha e Mozart Mello. 
Marcos Davi Lisboa trabalhou com os artistas Adriana Deffenti, Alessandro Penezzi, Alex Rossi (Holanda), Bia Góes, Carol Andrade, Cau Karam, Dieter Buchwalder (Suíça), James Liberato, Márcio Celli, Mozart Mello, Ulisses Rocha, entre muitos outros
‘Foi-se o tempo em que apenas o talento era suficiente para o sucesso de um instrumentista. A falta de interesse das gravadoras e o pouco espaço na mídia, obrigam o artista de nosso tempo a ser multifuncional, tendo que, além de compor, arranjar e executar, realizar o árduo trabalho de produtor e divulgador da própria música. É nesse contexto que surge o Marcos Davi Lisboa, que com sensibilidade e bom gosto nas composições, precisão e delicadeza nas execuções, além da habilidade como produtor, vem para deixar sua marca no mundo da nossa música instrumental.” (Ulisses Rocha)
Músicas: 01 – Passagem – Marcos Davi Lisboa // 02 – Xará – Baden Powell // 03 – Meu Tempo _ Marcos Davi Lisboa (músicas 1, 2 e 3 do EP Passagem) // 04 – Eleonor Rigby – J. Lennon e P. McCartney – Part Ulisses Rocha – do CD Sete // 05 – Candeias (single) – Edu Lobo – part Carol Andrade // 06 – O Guaraná – Marcos Davi Lisboa – do CD Casa III 
 
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O SUL EM CIMA 07 / 2025

O SUL EM CIMA 07_2025_Beto Rensi e Tatiéli Bueno

Nessa edição de O SUL EM CIMA, vamos mostrar os trabalhos de Beto Rensi e Tatiéli Bueno
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Beto Rensi lançou em 2024 o álbum ‘Beto Rensi e Parceiros’. Gravado nos estúdios do prestigiado músico e compositor Mário Gil, o álbum tem direção artística de Cezinha Oliveira e estelar constelação de músicos e intérpretes. Um álbum de autor, todas as músicas tem as letras assinadas exclusivamente por Beto Rensi. Paulistano de nascença,  viveu intensamente a infância e a adolescência na cidade natal de seu pai, Santa Cruz do Rio Pardo, interior de São Paulo, resultando para que algumas das composições tenham pegada fortemente inspiradas nos ambientes rurais, embora seu repertório vá muito além disso, com sambas, choros e boleros. Santa Cruz do Rio Pardo não é apenas um ponto no mapa para o poeta e compositor Beto Rensi. É um cenário que  povoa suas memórias da infância e juventude, alimentando sua arte. E essa conexão profunda é celebrada em seu disco de estréia “Beto Rensi e Parceiros”, distribuído pela Tratore, e já disponível nas plataformas digitais . Algumas das faixas do álbum são uma verdadeira homenagem às suas raízes. 
O disco termina com versos precisos e biográficos para homenagear Paulo Vanzolini, grande inspiração e modelo para Beto Rensi. A música ‘Samba pra Vanzolini’ tem composição musical e interpretação de Mau Sant’Anna, mais um expoente das noites paulistanas.
Rensi faz questão de destacar a influência de parceiros como Karla Dallmann, que o incentivou a continuar escrevendo e experimentando com a composição. “Sem ela, este disco não existiria”, afirma. Ele revela que já está trabalhando em um novo álbum, onde muitas das letras foram compostas diretamente para as melodias, ao  contrário do disco atual, que nasceu de poesias musicadas.
Músicas: 01 Jornada de Peão – Karla Dallmann, Victor Mendes e Beto Rensi – part. Victor Mendes // 02 – Rosas para Santa Cruz – Karla Dallmann e Beto Rensi – part Renato Braz // 03 – Vento Forte – Pratinha Saraiva e Beto Rensi – part Elaine Morie e Victor Mendes // 04 – Chorando ao Amanhecer – Pratinha Saraiva e Beto Rensi – part Cezinha Oliveira e Pratinha Saraiva // 05 – Olhos de Atriz – Karla Dallmann e Beto Rensi – part Karla Dallmann e Renato Braz // 06 – Mau Sant’Anna e Beto Rensi – part Mau Sant’Anna 
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A cantora Tatiéli Bueno é reconhecida por sua carreira dedicada à música regional gaúcha urbana, com influências da música latino-americana e brasileira. Tatiéli está lançando o projeto “Meu Lugar”.  Os seis singles do projeto “Meu Lugar” estão disponíveis para quem ama música e todas as emoções e reflexões que ela traz.  
Seguindo o caminho de seus instintos, com uma conexão de “dentro para fora”, como Tatiéli Bueno define essa nova experiência, é que foram selecionadas as músicas que contemplam “Meu lugar”.  As músicas foram lançadas individualmente como singles e trazem como elemento comum entre elas, a mostra de um trabalho totalmente inovador, diferente de todos os projetos já realizados pela cantora. Tatiéli Bueno, vem mostrar que versatilidade combina perfeitamente com sua personalidade artística. Neste novo trabalho coloca toda sua maestria na interpretação da música gaúcha urbana. Como o próprio nome diz, “Meu Lugar” traz em sua temática, a essência da cantora e busca nas canções a representatividade da sua verdade, da forma como vê e sente o cotidiano. “Meu lugar é o refúgio da autenticidade, onde a liberdade para ser quem sou se manifesta através da minha voz”. Para a gravação dos singles a cantora Tatiéli Bueno conta com a direção e produção musical de Eder Bergozza e de sua experiente banda que lhe acompanha há bastante tempo, com Ezequiel de Toni, no acordeon, Gustavo Viegas, no contrabaixo e Rodrigo Zorzi, na bateria e, ainda, com os músicos convidados: Luis Carlos Zeni, no saxofone e Rodrigo Maciel, no violino.  
Músicas: 01 – Tango do Mal – Luciano Salvador Bahia // 02 – De bem com a Vida – Tuny Brum // 03 – Inacabado – Tuny Brum e Bianca Bergmam // 04 – Quando eu ouvir a minha voz – Ivani Graciola e Fernando Graciola // 05 – Um novo amanhã agora – Gabriel Sater e Daniel Rondon // 06 – Em Obras – Bebeto Alves 
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O SUL EM CIMA 06 / 2025

O SUL EM CIMA 06_2025_Sons Nikkei e Fernanda Takai

Nessa edição de O Sul em Cima, vamos mostrar os trabalhos do Sons Nikkei e Fernanda Takai
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SONS NIKKEI – propõe uma fusão musical entre Brasil e Japão, com influências culturais dos dois países.
O Sons Nikkei é formado pelos músicos João Egashira (violão), Lilian Nakahodo (piano) e Saemi Murakami (taiko, shakuhachi e fue). Essa formação, que alia instrumentos brasileiros com japoneses, foi criada exclusivamente para o projeto. O DVD Sons Nikkei foi lançado em 2023 com o trio e os convidados Naomi Kumamoto (flauta), Yuzo Akahori (Shamisen), Arthur Endo (violão) e Fernanda Takai (voz) que também participaram do show de lançamento.
O termo “Nikkei” tem origem na língua japonesa e é utilizado para denominar os descendentes de japoneses que vivem de forma regular em outros países. O Paraná é o segundo estado com maior número de descendentes japoneses no Brasil. Alguns deles são bastante atuantes no cenário musical da cidade. Para o projeto foram escolhidos três representantes nikkei da cidade: João Egashira, Lilian Nakahodo  e Saemi Murakami. Os arranjos foram construídos coletivamente sob orientação do diretor musical João Egashira.
As influências musicais dos artistas envolvidos são múltiplas, indo da música tradicional japonesa até o Choro e a Bossa Nova, passando pela música erudita, o forró, o jazz e até a música contemporânea. Tal fato poderá ser percebido pela diversidade e variedade de gêneros e estilos dos repertórios, que também contou com composições próprias do trio feitas exclusivamente para o projeto. Pode-se dizer que isso se configura em uma miscigenação musical com um sabor bastante brasileiro.
A música pode ser um poderoso fator de aproximação, de união entre diferentes povos, diferentes culturas. E é exatamente isso que ‘Sons Nikkei – fusão musical: Brasil- Japão’ pretende: que a música funcione como um elo de ligação emocional, afetiva, cultural e artística. Respeitando as diferenças e ao mesmo tempo convergindo, mirando para o mesmo lugar, algo tão necessário nos dias de hoje.
Músicas: 01 – Sobre o Tempo – John Ulhoa // 02 – Sons Nikkei – João Egashira // 03 – Miagete Goran – Taku Izumi e Rokusuke Ei // 04 – Asa Branca / Assum Preto – Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira // 05 – Made in Japan – John Ulhoa e Robinson Mioshi // 06 – Odeon – Ernesto Nazareth e Vinícius de Moraes // 07 – Rio na Chuva – Naomi Kumamoto 
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FERNANDA TAKAI  – Cantora e compositora, vive em Belo Horizonte, Minas Gerais. Formada em Relações Públicas, UFMG, 1993. É cantora, compositora e escritora. Vocalista da banda mineira Pato Fu há 31 anos, há 16 lançou-se numa carreira solo com repercussão nacional e internacional, chegando a gravar um CD de inéditas com o guitarrista Andy Summers (The Police) em 2012. Fernanda lançou 20 álbuns e 9 DVDs. Tem 5 Discos de Ouro. Artista multipremiada pela APCA, Grammy Latino, MTV Brasil, Multishow, Revista Bravo!, Prêmio da Música Brasileira, entre outros. Tem 5 livros publicados (editoras Panda Books, Cobogó, SESI e Cachecol) e conquistou um prêmio Jabuti com o livro digital “O Cabelo da Menina”. Músicas: 01 – Diz que fui por Aí – Zé Keti e Hortêncio Rocha // 02 – Não Esqueça – Nico Nicolaiewsky // 03 – Pra Curar essa dor – George Michael / vers. John Ulhoa – Part Samuel Rosa // 04 – Estrada do Sol – Antonio Carlos Jobim / Dolores Duran 
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