O Sul Em Cima 40 – GUSTAVO RIPA

O SUL EM CIMA Especial dessa edição é dedicado a obra de GUSTAVO RIPA.

Gustavo Ripa é músico, guitarrista e compositor uruguaio nascido em Salto. Foi integrante dos grupos Rumbo y Canciones Para No Dormir La Siesta nos anos 80-90 com os quais realizou centenas de apresentações no Uruguai, gravando vários discos e vídeos. Fez parte de uma banda que acompanhou vários artistas importantes em seu país.

Fundador e docente de “Casa de la Guitarra” junto a destacados músicos e docentes do Uruguai (Eduardo Larbanois, Numa Moraes, Popo Romano, Esteban Klisich, Fernando Yáñez, Jorge Nocetti, entre outros).
A partir de 2010 tem tido uma destacada carreira de solista, tendo publicado tres discos. Também tem se destacado como pesquisador e docente na área de musicoterapia.
Em 2010 lança seu primeiro CD solo “CALMA“, um trabalho de versões instrumentais para guitarra, de canções da música popular uruguaia de várias gerações. Este trabalho ganhou Disco de Ouro e Disco de Platina no Uruguai. 

Em 2012 lançou “MÁS CALMA” que recebeu Disco de Ouro e Platina em seu país e Prêmio Graffiti 2013 de melhor álbum de Música Instrumental. Esse trabalho teve participação de Popo Romano (contrabaixo), Alan Wiuker (tablas) e Nico Arnicho (percussão). Esse CD é uma continuação de CALMA, seu antecessor. Nesse trabalho o artista explora também outros instrumentos e timbres que levam a outras dimensões sonoras. O canto das aves, os Cuencos Tibetanos, o maravilhoso Cuatro Venezolano e o mágico Hang Drum artesanal, tudo isso leva a uma música simples, mântrica e meditativa.

Em 2013, lança um livro de partituras dos dois primeiros CDs Calma e Más Calma, com arte de Macachín e textos do próprio Gustavo e do jornalista e poeta Atílio Duncan Perez da Cunha (Macu).
Em dezembro de 2014, Gustavo Ripa lançou o CD CALMA 3 que recebeu o Disco de Ouro no Uruguai. 
Vamos ouvir no programa O Sul em Cima um pouco de sua belíssima obra.
Do CD Calma temos as músicas Príncipe Azul (E. Mateo / H. Buscaglia), Biromes y Servilletas (L. Masliah), El Fuego Sagrado (M. Ingold). Fazem parte do CD Más Calma, as músicas Ky Chororó (Anybal Sampaio), Tus Abrazos (Jorge Galemire), Y Hoy te Vi (Eduardo Mateo), Tema de Amor de Cinema Paradiso (Ennio Morricone). E do CD Calma 3, as músicas Adiós A La Rama / Muy Lejos Te Vas (Rubén Rada), Milonga En Do (Alfredo Zitarrosa), Luces en la Esquina (Gustavo Ripa), Carbón Y Sal (Jaime Roos / Estela Magnone) e Serenata para la Tierra de Uno (Maria Elena Walsh) interpretadas por Gustavo Ripa a quem esse programa é dedicado.

No início do programa vamos ouvir um belo trecho do novo livro de Kleiton Ramil chamado KYOTO, lançado no começo do mês na Feira do Livro de Porto Alegre. Lançamento da Editora InVerso.
http://www.editorainverso.com.br/produto/kyoto/

O programa está imperdível!!

Ouçam Aqui – Programa 40
Para quem quiser conhecer ou  entrar em contato para shows ou adquirir CDs e livros de Gustavo Ripa:

O Sul Em Cima 39 – RÉDEA SOLTA

Trio Rédea Solta – foto de Giovani Faganello

O SUL EM CIMA dessa edição é dedicado ao trabalho do TRIO RÉDEA SOLTA.

RÉDEA SOLTA
Alma de Campo em Cidade, tal folha que o vento leva!
Reverência ao antigo e entusiasmo com o novo!
Coração regional e mente universal!
O RÉDEA SOLTA é formado pelos compositores, cantores e instrumentistas Arthur Boscato, Rafael Vieira e Felipe Silveira, nascidos no interior de Santa Catarina e Filhos da “Era da Informação”, os quais viram na criação deste projeto autoral uma possibilidade de busca pelo Regional Catarinense interiorano. Um Regional marcado pela história, mas conectado com o agora!
O disco de estréia, intitulado FRUTIFICANDO, foi lançado em setembro de 2015 e  indicado ao Prêmio da Música Catarinense 2015, na categoria Melhor Álbum.
ARTHUR BOSCATO – Instrumentista, intérprete, compositor, arranjador e produtor. Iniciou seus estudos musicais aos 5 anos. Gravou seu primeiro disco, como acordeonista, aos 8. Aos 12, decidiu focar seus estudos no violão, como autodidata, aliando a técnica do instrumento com estudos de leitura e harmonia, passando posteriormente pelo conservatório Belas Artes, de Joinville, associado do Conservatório Souza Lima, de São Paulo. Participa de vários projetos autorais, além de acompanhar e produzir diversos artistas, principalmente da música regional sul-brasileira. Com o Entrevero Instrumental, se apresentou em vários estados do Brasil e também na Espanha, França e Uruguai, além de ter figurado em diversas listas de melhores discos de música brasileira de 2013.
Atualmente, é músico atuante do Rédea Solta e cursa música na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), em Florianópolis.

FELIPE SILVEIRA – O músico, compositor, instrumentista e intérprete Felipe Silveira, que é natural de Bom Retiro/SC, iniciou na música aos 10 anos de idade, e aos 15 compôs seus primeiros temas.Passou pelos projetos autorais Floreio Nativo e aLaCria, com os quais gravou um CD e um EP, respectivamente. Participou e foi premiado em importantes festivais de composição, sobretudo no sul do Brasil. Em 2013 nasce o Rédea Solta, com o qual Felipe atua como músico.
RAFAEL VIEIRA – Natural de Urubici/SC, músico, compositor e estudante de Direito, integrante do Trio Rédea Solta, iniciou sua vida musical aos 15 anos de idade cantando e aos 17 anos iniciou seus estudos de violão já com um grande interesse na área de composição. Participou de importantes festivais do gênero nativista com músicas de sua autoria e em parcerias. Atualmente participa do Projeto de música autoral Trio Rédea Solta, juntamente com seus amigos Felipe Silveira e Arthur Boscato, onde atuam fazendo show pela Região Sul do País.
Vamos ouvir nessa edição de O Sul em Cima, as músicas do CD FRUTIFICANDO que conta ainda com as participações de Pirisca Grecco, Alegre Corrêa e outros grandes músicos!

Ouçam Aqui – Programa 39
https://www.facebook.com/RedeaSoltaOficial/?fref=ts
http://www.redeasolta.com.br/

O Sul Em Cima 38 – TESS, RICARDO SILVESTRIN, VERSO IN VERSO E SAULO FIETZ

O SUL EM CIMA dessa edição especial mostra os trabalhos de TESS, Ricardo Silvestrin, Verso In Verso e Saulo Fietz.
TESS vive em Florianópolis e é formada em direito. Trabalhou alguns anos como advogada, tentando resistir ao chamado da música, em vão. Tess tem o DNA da música no sangue, vindo dos pais, ambos artistas. Ela é filha de Vermelho da banda 14 Bis e Maria Eugênia, a Meg que tem feito carreira de cantora a muito tempo e hoje forma o duo MEG & NIL, fazendo várias apresentações pelo Brasil. (clique aqui para ouvir O Sul em Cima com Meg & Nil)
Tess sempre teve a música na sua vida, sempre influenciada pela boa música brasileira (desde 14 Bis, Beto Guedes a Adriana Calcanhotto) e também internacional.
O Vermelho, pai de Tess, é mineiro de Capela Nova. Foi seu pai,  Sebastião de Assis Moreira, mestre da banda da cidade, além de comerciante, quem introduziu o menino no mundo da música. Ele era maestro muito requisitado daquelas orquestras do interior de Minas que se apresentavam em quiosques no centro das praças. Com ele, Vermelho aprendeu teoria e cavaquinho, seu primeiro instrumento.
A partir de 1970, Vermelho sai rumo a Rio e a São Paulo. Participa do primeiro disco de Beto Guedes, pela EMI-Odeon, A Página do Relâmpago Elétrico e posteriormente, ao lado dos companheiros Flávio e Cláudio Venturini, Hely Rodrigues e Sérgio Magrão, forma o 14 Bis, grupo onde ele trabalha até hoje.
Vamos ouvir no programa O Sul em Cima duas música interpretadas por Tess que são “Primeiro Dia” e “Pequenas Coisas”, ambas compostas por Tess e Meg, com produção de Thiakov e Vermelho (14 Bis).

RICARDO SILVESTRIN, compositor, letrista e vocalista, lança DUK7, EP com três canções pela Loop Publishing. O trabalho foi produzido por Marcelo Fornazier e Ricardo Silvestrin e tem Robson Serafini na guitarra, baixo, violão, piano e teclado, César Audi na bateria, Flávio Vargas na percussão e Silvestrin no vocal e percussão. Além desse trabalho solo, Ricardo Silvestrin também integra a banda os poETs.
As músicas apresentadas no programa são Andante e Muito prazer, eu mesmo, ambas compostas por Ricardo Silvestrin e Sílvio Marques e também a música Roda de Ricardo Silvestrin.

Banda Verso In Verso   Foto: JanainaCosta/Duo Photos
A banda VERSO IN VERSO é uma banda de Pop/Rock do Vale dos Sinos/RS, que iniciou seu trabalho em 2013, como uma sucessão da banda Mundo Y. Os amigos Rafael Bronzoni (vocal e guitarra) e Gabriel Brandt (bateria) apostaram então em um novo projeto para divulgar e disseminar o trabalho autoral. Para esta nova proposta convidaram Márcio Harff (baixo) para a nova formação. Ainda no mesmo ano, o trio iniciou as gravações das músicas próprias com o produtor musical Márcio Abreu (ex-baixista da Reação Em Cadeia), gravando a música “Força Celeste”. No mesmo período, a Verso In Verso ainda abriu o show da Reação em Cadeia na Estância Velha Fest.
Em 2014, a banda lançou o primeiro videoclipe, com a música “Força Celeste”. Este trabalho conquistou muitos elogios, tanto de público quanto de crítica. No mês seguinte, foi apresentada a música “Sem Respostas”, produzida pelo renomado produtor Juliano Cortuah no RJ, música que também recebeu muito carinho e parabenizações dos fãs da Verso In Verso.
Os resultados da banda até aquele momento surpreenderam positivamente o trio, que decidiu convidar para integrar a Verso In Verso os amigos e músicos Celenio Almeida (Lenni), tecladista, e Chico Pereira, guitarrista.
O show da Verso In Verso agrada os mais diversos públicos, independentemente da classe social ou faixa etária. Atualmente, a Verso In Verso oferece dois formatos de shows, um com seu trabalho autoral e o outro com influências e couvers.
SAULO FIETZ por Hique Gomez:
“Saulo Fietz é uma das ótimas novidades no cenário da música brasileira. Garganta de ouro. Voz afinadíssima e um senso de comunicação e performance digno dos grandes entertainer. Suas composições inspiradas falam de relacionamentos e acionam figuras de linguagem comuns a todos nós. “Ouvir meu nome pela tua voz…” ou “Andei do lado de lá da força” nos remetem a situações facilmente reconhecíveis provocando a identificação imediata no ouvinte. A música Brasileira não para de dar cria. E seus compositores mais representativos não param de acenar com boas novas. Anote aí: SAULO FIETZ!”
Aos 18 anos, Saulo Fietz foi chamado para compor trilha no longa brasileiro “Dá um tempo” dirigido pelos diretores Evandro Berlesi e Rodrigo Castelhano. As canções que estão no filme são: “Onde eu quero estar” e “Hoje eu vejo”. Em 2008 participou do Festival de Cinema em Gramado.
Em 2010 criou em parceria com a artista Nádia Thalji a música que virou tema do Fórum Social Mundial na Serra Gaúcha, “Nova Civilização”. Na cidade de Bento Gonçalves.
Em 2012 foi um dos criadores do “Escuta – O Som do Compositor”
Em 2013 foi um dos artistas solistas no espetáculo musical “Ts’ui: A Reunião “Show onde o artista Hique Gomez apresentou Saulo como um talento musical de altíssimo calibre. 
Em novembro de 2014 lançou seu primeiro compacto, o EP “Depois do Estrondo”. Com participações de Ian Ramil e Tati Portella. Produzido por Guilherme Ceron e Ian Ramil.
Divirtam-se e comentem!!!
Ouçam Aqui – Programa 38

https://soundcloud.com/tess_music

http://www.ricardosilvestrin.com.br
http://www.versoinverso.net/
https://www.facebook.com/Saulo-Fietz-196015243807046/?fref=ts

LANÇAMENTO DO ROMANCE KYOTO – KLEITON RAMIL

KLEITON RAMIL estará autografando seu primeiro romance KYOTO
Data: 01 de Novembro (Domingo)
Horário: 19 horas
Local: Feira do Livro de Porto Alegre (Praça de Autógrafos)

KYOTO 
Essa é uma história de amor entre um brasileiro e uma japonesa. Murano e Naomi se conhecem no Rio de Janeiro e ficam perdidamente apaixonados. Akio, pai de Naomi, homem rico, poderoso e de passado nebuloso, ao saber do romance, leva Naomi de volta para o Japão e praticamente a isola do mundo nos arredores da cidade de Kyoto.
Murano nasceu no sul do país, em cidade da fronteira com o Uruguai, trabalha como músico no Rio há algum tempo e já é um profissional respeitado que trilha uma carreira artística promissora, o que poderia ajudar nos planos dos jovens apaixonados. Porém Akio tem planos diferentes para a filha e pretende vê-la casada com alguém de destaque e não com um “músico qualquer”.
Naomi e Murano passam um tempo separados enquanto tentam esquecer sua intensa experiência amorosa através de outras relações e, sobretudo, obrigados pela distância e impossibilidade de contato, subjugados ao plano meticuloso e maléfico de Akio, que coordena um grupo enorme de empresas, empregados, assessorado por profissionais e seguranças truculentos.
Apesar de todas as dificuldades e tentativas de esquecerem um ao outro a atração entre os dois revela-se mais forte que tudo e, sem planejarem, depois de um determinado período de tempo, resolvem enfrentar todos os percalços com esperança de um reencontro.
Murano é ajudado por amigos, sobretudo Dona Esther, uma senhora judia de forte personalidade que, por motivos pessoais e afetivos, o adota como um filho e tudo faz para protege-lo e orienta-lo em inúmeras situações. Murano a adora e, apesar da rabugice circunstancial da vizinha, retribui o carinho e amizade de forma incondicional. Tornam-se, na verdade, grandes amigos.
Naomi, por sua vez, articula um plano engenhoso para tentar escapar das garras do pai e fugir para o Brasil. Ela também é ajudada por amigos, japoneses, para conseguir enfrentar a prisão de luxo onde seu pai a mantém cativa.
Sobre o pai de Naomi, pouco a pouco evidencia-se um passado sombrio, quando sinistros acontecimentos vem a tona surpreendendo a própria filha e amigos que a acompanham, o que aumenta seu desejo de afastar-se de Akio.
Durante o esforço de Murano e Naomi de se encontrarem, quando parece que tudo vai correr bem, invertem-se as posições geográficas dos dois. Murano vai até o Japão atrás de Naomi e ela consegue finalmente escapar do cerco paterno e procura se esconder dos capangas do seu pai, no Rio de Janeiro. A tarefa de Murano é árdua na tentativa de localizar sua amada, já que o pai fizera de tudo para isola-la  do mundo. Porém, depois de muitas tentativas, suas pesquisas o levam até a cidade de Kyoto. Naomi também enfrenta dificuldades na bela cidade do Rio de Janeiro antes de descobrir que Murano ainda a ama e que estaria no Japão a sua procura.
O romance é pontuado por situações misteriosas, instigantes, reflexivas, dinâmicas, violentas, eróticas e, claro, românticas. A Lemniscata que dá nome a um dos capítulos – símbolo do infinito – indica de forma subliminar o trajeto que lembra seu formato: o afastamento inicial dos amantes, o longo percurso em direções opostas, a reaproximação quando se cruzam sem se perceberem, o novo percurso em direções opostas para finalmente chegarem ao destino que lhes é reservado, abraçados pelos bambuzais mágicos de Kyoto.

Editora InVerso:

O Sul Em Cima 37 – TIAGO IORC

Tiago Iorc – Foto: Breno Galtier

O SUL EM CIMA dessa semana é dedicado ao trabalho de TIAGO IORC.

Tiago nasceu em Brasília, mas se mudou com toda a família para a Inglaterra aos dez meses de idade. Lá, viveu até os seus 5 anos. Seu início da música deu-se em Passo Fundo, terra dos avós, no Rio Grande do Sul, onde morou quando retornou ao Brasil.
Quando completou 10 anos de idade, o jovem músico se mudou com a família para os EUA, onde permaneceu por um ano. O domínio do idioma inglês influenciou nas composições, marcando o início da sua carreira como músico e compositor. Tiago saiu da casa dos pais definitivamente aos 17 anos para estudar publicidade numa universidade de Curitiba/PR.
Ganhou notoriedade musical ao cantar “Scared” em um festival de música da PUC-PR. No ano seguinte, a música fez parte da trilha sonora da novela Duas Caras. Em 2009, a regravação de “My Girl” virou um sucesso na novela de Manoel Carlos, Viver a Vida. Em 2010, foi a vez de “Gave me a Name” entrar como tema de novela A Vida da Gente. Em Malhação, suas músicas sempre fazem parte da trilha sonora como “Fine” em 2011, “Story of Man” em 2012 e “Nothing But a Song” em 2007, essa última culminou no lançamento do seu primeiro disco Let Yourself In. 
Seu segundo disco de estúdio Umbilical foi gravado no Rio de Janeiro e em Nova York, e contou com a produção do americano Andy Chase, que já trabalhou com a banda de rock alternativo The Smashing Pumpkins. Além do Brasil, o disco foi lançado na Coréia do Sul, Portugal, Estados Unidos e Japão.
Em 2013 lançou Zeski, seu terceiro disco de estúdio com músicas em inglês e português.
Troco Likes é o quarto álbum de estúdio de Tiago Iorc e foi lançado em julho de 2015. Esse álbum marca uma nova fase musical do cantor, nele está repleto de músicas em português, um fato inédito na trajetória do artista, que compôs em inglês desde que surgiu no cenário musical em 2008. O primeiro single do álbum é a canção “Coisa Linda”.
Quase todas as faixas são de composições autorais de Tiago, a música “Bossa”, é uma releitura da banda Cidadão Quem do álbum Spermatozoon (1998). A canção “Coisa Linda” foi feita para sua namorada, a atriz Isabelle Drummond.
O nome do novo disco representa uma crítica velada à atual sociedade, que faz de tudo para ser um pouquinho famosa na era virtual. Um “troco likes” apoiado a uma capa que traz a ilustração que representa Iorc com um sorriso feito forçadamente por prendedores foca na direção do apontar o dedo àquelas pessoas que vivem de falsas aparências, principalmente no meio virtual. A ilustração da capa foi feita pelo artista Néstor Canavarro, apenas com lápis de cor e uma folha de papel.
Sobre o idioma das músicas que Tiago compôe, ele diz: “Não tenho mais essa divisão de cantar inglês ou português. Antes, eu só canatava em inglês, pois era mais fácil compor assim, saia naturalmente. Por isso, muita gente acaba achando que eu não sou brasileiro. Quando comecei a cantar em português, me senti um estrangeiro sem domínio da língua. Aí fui estudar, fazer laboratório e percebi que estava na hora de fazer um disco com músicas do idioma daqui”.
Vamos ouvir no programa O Sul em Cima as músicas Nothing But a Song e Blame do CD Let Yourself In, What Would You Say e Música Inédita do CD Zeski, os singles What a Wonderful World e Dia Especial e do CD Troco Likes as músicas Alexandria, Amei Te Ver, Mil Razões, Coisa Linda, Bossa, Cataflor e Sol que Faltava.
Divirtam-se e comentem!!
Ouçam Aqui – Programa 37

https://www.facebook.com/iorcmusic/?fref=ts
http://tiagoiorc.com/

O Sul Em Cima 36 – GRUPO VIOLA QUEBRADA

Grupo Viola Quebrada –  foto: Cristiane Lemos

O SUL EM CIMA dessa edição é dedicado ao trabalho do Grupo VIOLA QUEBRADA.

Formado em 1997, o nome do grupo foi inspirado em uma canção de Mário de Andrade, fundador do Modernismo brasileiro e pesquisador musical. Desde a criação, o Viola Quebrada se propõe a apresentar temas clássicos do repertório caipira, em arranjos recriados que ganham vida nas vozes e violões de Oswaldo Rios, na viola caipira de Rogério Gulin, no acordeom de Rubens Nunes Pires, no baixo de Sandro Guaraná, na percussão de Marcão Saldanha e na voz de Marinez Amatti.
A discografia é composta por cinco CDs. O primeiro, “Viola Quebrada” em 2000, com participações de Pena Branca e Xavantinho, Roberto Corrêa e Terra Sonora. Em seguida o “Viola Fandangueira“, de 2002, CD duplo só de fandangos, com a participação da Família Pereira de Guaraqueçaba, do Mestre Eugênio e Pedro Pereira, ambos da Ilha dos Valadares. “Sertaneja” em 2003, no qual Zeca Baleiro canta o fandango paranaense “Balão que cai”. Neste mesmo ano são convidados a participar de uma coletânea da gravadora Kuarup chamada “caipiríssimo”, juntamente com Rolando Boldrin, Pena Branca e Renato Teixeira.
Em 2006, lançaram o CD “Noites do Sertão” com faixa de Alaíde Costa. Em 2011, o CD e DVD “Viola Quebrada canta Cascatinha e Inhana” com participação das Irmãs Galvão. Depois dessa caminhada, o grupo passa a se dedicar a um trabalho autoral em que Rogério Gulin e Oswaldo Rios assinam algumas músicas, e surgem parcerias com outros músicos como Paulo Freire, Consuelo de Paula, Chico Lobo e os poetas João Evangelista Rodrigues e Etel Frota.
Setembro de 2015 marca o mês de lançamento do sexto álbum “Meus Retalhos” – trazendo seis anos  de composições e arranjos inéditos de Oswaldo Rios, Rogério Gulin e parcerias.

Liane dos Santos
No início do programa vamos ouvir um lindo poema de LIANE DOS SANTOS intitulado O poema que me foi dado pronto, do livro O Exercício das Pequenas Delicadezas lançado pela NAU Editora em 2004.
Natural de Itajaí (SC), Liane Orzechowsky dos Santos nasceu em 24 de julho de1953. Morou em Porto Alegre de 1972 a 1980. Em 1976 conheceu Mário Quintana com quem manteve grande amizade até a morte deste em 1994. É dele o prefácio de Primeiro Ato, livro de estréia lançado em 1977. Formada em jornalismo pela PUC-RS, após trabalhar nos jornais gaúchos Folha da Manhã e Folha da Tarde, transferiu-se para o Rio de Janeiro em 1980, onde reside até hoje. É formada também em Cinema e pós-graduada em Marketing.
Livros publicados (poesia): Primeiro Ato (1977), Verão (1980), Luz da Noite (1985), Casa (1991),  O Exercício das Pequenas Delicadezas (2004), Há um Mar no Verbo Amar (2007) e  Mimi reinventa o Mundo (2005- Infanto Juvenil).
Nessa edição do programa O Sul em Cima, vamos ouvir na parte musical, o trabalho mais recente do grupo Viola Quebrada intitulado “Meus Retalhos”. Vale conferir!!
Ouçam Aqui – Programa 36


O Sul Em Cima 35 – VICTOR HUGO

O SUL EM CIMA dessa edição, é dedicado ao trabalho de VICTOR HUGO, mostrando as músicas do seu mais recente CD CIBERNAUTA.

O cantor  nasceu em Taquara/RS e reside em Porto Alegre desde 1982. Revelado no ciclo dos festivais do Rio Grande do Sul onde, por diversas vezes, foi premiado como melhor intérprete, é dono de uma voz privilegiada e sua atividade artística transita pelos gêneros MPB e nativismo, com destaque para canções de natureza romântica. No circuito internacional, representou o Brasil por três vezes no Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes, respectivamente em Moscou, na Coréia do Norte e em Cuba. A convite da Unesco, cantou em Paris durante as comemorações alusivas aos 40 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Escolhido para titular da Secretaria de Estado da Cultura no governo Sartori, o músico Victor Hugo volta esse ano ao cargo que já ocupou entre 2003 e 2006.
Cada Vez Mais, seu disco de estréia, recebeu o Prêmio Sharp de revelação na categoria Música Popular Brasileira. Além deste álbum, lançou pela USA Discos os álbuns Tchê e Coisarada e, ainda, a produção independente, Vivências, trabalho conjunto com Geraldo Flach e Fernando do Ó, interpretando canções de Sérgio Napp e Mário Barbará.
O CD Cibernauta foi viabilizado através do sistema crowdfunding (Traga Seu Show) e foi gravado em 2013/2014 nos estúdios O Som da Luz (Porto Alegre) e Cia A3 (Osório).
Todas as canções do disco são de autoria do compositor Jerônimo Jardim. A escolha de Victor por cantar a obra de Jerônimo se deu, antes de mais nada, por sua admiração, identificação e afinidade com a trajetória musical do amigo.
Os músicos que participam desse trabalho são Cristian Sperandir (direção musical, arranjos, teclados, piano e vocais), Adriano Sperandir (violões, guitarra e vocais), Adriana Sperandir (vocais), Fernando do Ó Neto (percussão), Cri Ramos (baixo), Sandro Bonato (bateria) e Pedro Figueiredo (flauta). Mixado por Adriano Sperandir, Cristian Sperandir e Sepeh de los Santos e masterizado por Marcos Abreu.

No início do programa, vamos ouvir também um trecho do livro Perdas & Ganhos de Lya Luft lançado em 2003 pela Editora Record.
Lya Fett Luft (1938) é uma escritora brasileira e nasceu em Santa Cruz do Sul/RS. Sua produção literária reúne poesias, ensaios, contos, literatura infantil, crônicas e romances. Tem mais de vinte obras publicadas. Foi tradutora e professora universitária.
Estudou em Porto Alegre, onde se formou em Pedagogia e Letras Anglo-Germânicas pela Pontifícia Universidade Católica. Seus primeiros poemas, foram reunidos no livro “Canções do Limiar” (1964). Entre 1970 e 1982, trabalhou como professora de Linguística na Faculdade Porto-Alegrense. Em 1975 obteve o grau de mestre em Linguística pela PUC/RS e em 1978 em Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Em 1996, seu livro de ensaios “O Rio do Meio” foi considerado a melhor obra de ficção do ano, recebendo o Prêmio APCA. Desde 2004, Lya Luft é colunista da revista Veja. Seu livro mais recente é Paisagem Brasileira de 2015.

Vamos ouvir no programa O Sul Em Cima, as músicas do lindo CD Cibernauta! Vale conferir!
Ouçam Aqui – Programa 35

O Sul Em Cima 34 – Estrela Leminski e Téo Ruiz

O SUL EM CIMA dessa edição é dedicado ao projeto MÚSICA DE RUIZ (Estrela Ruiz Leminski e Téo Ruiz).

ESTRELA RUIZ LEMINSKI nasceu em 1981 em Curitiba, e escreve desde os 6 anos de idade. Trabalhou em vários jornais e revistas. Estudou Música na Faculdade de Artes do Paraná (graduação em licenciatura) e fez pós-graduação em Música Popular Brasileira, pela mesma instituição. É mestre em composição pela Universidade Federal do Paraná e em música hispana pela Universidad de Valladolid, Espanha. Além de poeta, é compositora, produtora e toca bateria e percussão. Em 2014 lança o Leminskanções, álbum duplo com composições exclusivas e parcerias de Paulo Leminski.
TÉO RUIZ é músico, compositor e produtor atuante. É pós-graduado em Música Popular Brasileira pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Em 2010 concluiu seu mestrado em música hispana na Universidad de Valladolid, Espanha, sendo a indústria musical brasileira e a reconfiguração do setor que se deu nos últimos 20 anos o tema de sua dissertação. Foi solista do Coral da UFPR, estuda violão e percussão e fez diversos cursos de aperfeiçoamento, como por exemplo: percussão com Naná Vasconcelos, Caíto Marcondes, Marcelo Effori e Marcos Suzano, de áudio com Ulisses Galetto e Sólon do Valle e de produção com Grace Torres.
Nomes de destaque na nova MPB, Estrela Leminski e Téo Ruiz tem sido citados na imprensa nacional e estão envolvidos em vários projetos.

Vamos mostrar no programa, as músicas do disco São Sons. Esse trabalho rendeu shows e festivais na Espanha e em Buenos Aires e também em várias cidades brasileiras., além da seleção para o Prêmio de Música Brasileira 2011 e fez parte da lista dos melhores do ano da Revista Manuscrita (Embrulhador),

As composições de Estrela Ruiz Leminski e Téo Ruiz não seguem um padrão de gênero ou rótulos. Lembram os “novos paulistas” quando fazem canção cantaroláveis, mas também estão inseridos em um contexto de compositores curitibanos que transitam entre a letra de música e a poesia. A dupla desenvolve o projeto Música de Ruiz, que já gravou 2 discos de suas composições e também participaram de diversos projetos importantes a nível nacional, como a Feira Internacional de Música de Fortaleza, Empório da Música de Goiânia e Itaú Cultural. Mais recentemente, foram convidados para participar do Festival Internacional de las Artes de Castilla y León na cidade histórica de Salamanca, Espanha, onde apresentaram seu trabalho, o disco São Sons. Com composições consistentes sempre com a poesia como seu principal instrumento, o disco traz arranjos que fornecem o acabamento ideal para a junção música-poesia da dupla. Tanto no disco como no show pode-se perceber a versatilidade das composições, envolvendo diversos ritmos brasileiros utilizando elementos da música eletrônica e instrumentos peculiares na busca pela sonoridade poética do trabalho. As canções também trazem as mais diversas parcerias que a dupla tem com artistas como Ceumar, Kléber Albuquerque e Alice Ruiz, com participação especial destes e outros nomes como Ná Ozzetti, Rubi, Natália Mallo, Anelis Assumpção, Miriam Maria, Carlos Careqa e André Abujamra.

Márcia Pfleger

No começo do programa vamos ouvir ainda, lindos poemas da jornalista e escritora paranaense  MÁRCIA PFLEGER, do seu livro de estréia “Caneca de Café com Versos“, lançado pela   Editora 7Letras. São quase 60 páginas que conseguem envolver o leitor na beleza dos haicais e também em poemas mais longos, revelando reflexões profundas, sem perder a carga de leveza e originalidade.
Márcia Pfleger, nasceu em União da Vitória, interior do Paraná, e reside e trabalha em Curitiba há mais de 20 anos. Já tem textos publicados na antologia Paralelos – Contos Fantásticos, da Editora InVerso, na revista de literatura Parênteses, e no Dossiê Woolfiana: Mulheres Escritoras dos Séculos XX e XXI. O livro “Caneca de Café com Versos” editado pela 7Letras, uma das mais conceituadas do país, é seu primeiro livro solo.

Ouçam Aqui – Programa 34


Programa 34/2015 – Estrela Leminski e Téo Ruiz – Parte 1

Programa 34/2015 – Estrela Leminski e Téo Ruiz – Parte 2

O Sul Em Cima 33 – INFANTIL (Kleiton & Kledir, Leandro Maia, Zé Caradípia, Rodrigo Prates e Kleiton Ramil)

O SUL EM CIMA dessa edição é dedicado às crianças de todas as idades! Selecionamos um repertório com músicas de grandes artistas! Espero que gostem!
PAR OU ÍMPAR – KLEITON & KLEDIR
As músicas do projeto Par ou Ímpar Ao Vivo, são registros do show de Kleiton & Kledir com o excelente Grupo Tholl e que teve direção de João Bachilli, responsável por criações que abrilhantam mais ainda as ótimas canções e tornam o espetáculo mágico e inesquecível!!
O registro foi feito no Teatro Bourbon Country em maio de 2012 e gerou o CD/DVD lançado em novembro do mesmo ano. O show foi criado a partir do disco infantil de mesmo nome lançado em 2011 pela Biscoito Fino, com músicas inspiradas no universo infantil cheio de fantasia e imaginação. O projeto Par ou Ímpar teve direção do DVD de Pena Cabreira e Cláudio Fagundes, a direção do espetáculo de João Bachilli e direção e produção musical de Kleiton e Kledir.
O trabalho recebeu os Prêmios de Melhor Álbum Infantil na 24ª edição do Prêmio da Música Brasileira e Prêmio Açorianos de Música de 2012.
MANDINHO – LEANDRO MAIA
Mandinho, título deste projeto, é uma expressão típica da cidade de Pelotas, no interior do Rio Grande do Sul. É uma referência carinhosa à primeira infância, um termo representativo das variantes linguísticas da metade sul do estado, mas especificamente na fronteira com o Uruguai.
Com acento regional e universalidade existencial, Mandinho mergulha na infância e sua relação com “o mundo”. Presente e passado, realidade e fantasia, cotidiano e estranhamento estão equilibrados no trabalho, que respeita a infância como um espaço de construção de pensamento, de poesia e de curiosidade. Este mergulho fez Leandro aventurar-se em produção integral: além de compor e cantar, também produziu o disco.
Zé Caradípia
MARIANA em canto – ZÉ CARADÍPIA e JAIRO LUIZ DE SOUZA
Um projeto de literatura e música infantil, Mariana foi concebida em meados de 2010. O escritor e poeta Jairo Luiz de Souza e o compositor Zé Caradípia compuseram um trabalho de agradável perfil para as crianças. A necessidade de expressar a criança interior fez o escritor iniciar um processo de criação no campo da poesia infantil. Mariana, então, nasce de parto natural e surge das experiências vividas no trabalho diário realizado nas escolas.  São meninos e meninas que ajudam a compor esta personagem múltipla. Crianças que manifestam sentimentos puros sem mirar interesses outros que não os de viver intensamente e com alegria o seu momento. Mariana vem  ao mundo em busca da valorização do ser humano através da poesia. Sua voz ecoa contra a violência urbana e seu canto torna a vida dos leitores mais aprazível. Mariana gosta de jogos, de brincar livremente, de viver e de sonhar.
Zé Caradípia compôs as músicas assim que recebeu o livro do escritor Jairo Luiz de Souza. As músicas foram nascendo de forma fluídica e natural em consonância com as rimas dos poemas escritos em tom coloquial pelo escritor.
ZUANDO SOM – RODRIGO PRATES
É um projeto de canções autorais que valoriza a inteligência da criança através de letras curiosas que revelam o cotidiano infantil e sentimentos fictícios ou reais, gerados pela imaginação inventiva delas: medos, desejos, alegrias, tristezas e afetos manifestados no convívio social, sobretudo, através do ato de brincar. Há canções, por exemplo, sobre bruxas que lançam feitiços do bem e heróis fantasiados de criança. A sonoridade é suave e explora a sutileza dos timbres e ritmos de intensidades variadas, permitindo a ludicidade e a interação criativa do público, despertando, também, a curiosidade e a atenção dos adultos.
Idealizado em 2004 pelo compositor/músico e Bacharel em Letras Rodrigo Prates, o Zuando Som já gravou quatro CDs e foi indicado ao Prêmio Açorianos em 2011 pelo CD que acompanha o livro “O Velho dos Cabelos de Mola” (WS Editor). Em 2013 Rodrigo Prates escreve canções para outro livro/CD “Eta, Bicharada Gulosa!” de Walmor Santos (WS Editor)
Em 2013 o Zuando Som grava ainda o CD “Fé e Pé” produzido por Tobias Falcão.
SOBE DESCE  COM A NINA – LIVRO MUSICAL de KLEITON RAMIL
É um poema de Kleiton Ramil que conta as divertidas aventuras de um garoto com a Nina, que uma menina não é. No CD encartado no livro, com produção de Kleiton e interpretado por seus filhos Kamila, Karina e Kaio, o poema vira canção em português e espanhol, e brincadeira para toda a família. Editada pela Libretos, a obra tem versão em espanhol do escritor Alcy Cheuiche e ilustração de Ana Terra,
Vamos então ouvir em O SUL EM CIMA as deliciosas canções que vão encantar crianças e adultos.

Ouçam aqui – Programa 33 


Kleiton Ramil lança livro musical na Blooks Livraria/RJ

SOBE DESCE COM A NINA é um poema de Kleiton Ramil que conta as divertidas aventuras de um garoto com a Nina, que uma menina não é. No CD encartado no livro, com produção de Kleiton e interpretado por seus filhos Kamila, Karina e Kaio, o poema vira canção em português e espanhol, e brincadeira para toda a família. Editada pela Libretos, a obra tem versão em espanhol do escritor Alcy Cheuiche e ilustração de Ana Terra.

O lançamento na Blooks Livraria, na Praia de Botafogo, Rio de Janeiro, acontece no dia 26 de setembro, com bate-papo entre o autor, seus filhos Kamila, Karina e Kaio, às 15h com sessão de autógrafos a seguir.

Esperamos vocês com a criançada….