
Artur Wais é cancionista, canta, toca violão e é produtor musical. Conhecido por sua atuação na cena musical contemporânea, recebeu cinco indicações ao Prêmio Açorianos de Música pelo álbum “Nós Nessa Cidade” (banda Rota de Pedestre, 2022). Em 2023, Artur participou de uma residência artística em Bologna, na Itália, onde se apresentou em diversos locais na Itália e em Portugal. Foi selecionado no edital da Casa de Cultura Mário Quintana e no edital do Espaço Força e Luz para se apresentar em Porto Alegre. Participou dos festivais Cultura 24 Horas, em Marau, do Festival Coletivo, em Caxias do Sul e do festival Selva, em Montevidéu (Uruguai). Em 2025, Artur teve o projeto “Formato Mínimo da Canção” selecionado em edital do Ministério da Cultura e do Espaço Força e Luz. Atualmente, Artur Wais prepara o lançamento de seu primeiro álbum, “Se Acostumar”. O projeto, com produção musical de Marcelo Corsetti, é um álbum conceitual dividido em Lado A: “Chegadas” e Lado B: “Partidas”, explorando as dualidades dos encontros e desencontros do cotidiano. Dia 09 de dezembro o Lado A “Chegadas” chegou ao ar em formato de EP e no primeiro semestre de 2026 será lançado o trabalho completo. Músicas: 01 – Organizando todo mundo sonha – Artur Wais // 02 – Cabe no Coração – Artur Wais e João Ortácio // 03 – Papazinho – Artur Wais, Yuri ML e Zelito Ramos // 04 – Menina Bethânia – Artur Wais // 05 – Meinhas de Algodão – Artur Wais // 06 – Três – Artur Wais // 07 – Sobre Nós – Artur Wais e Guilherme Becker
BEMTI – Nascido em Serra da Saudade. no interior de Minas Gerais, o cantor, compositor e instrumentista Bemti usa a Viola Caipira de dez cordas como base da sua sonoridade emocional e cinematográfica que transita por gêneros como indie pop, MPB e folk. O cantor e compositor também é formado em Audiovisual pela USP e traz as experiências como diretor, roteirista, redator e montador de filmes para seu trabalho na música. Sua estreia autoral, o álbum “era dois” (2018), conta com participações de Johnny Hooker e da banda Tuyo, e foi muito bem recebido pela crítica. Já o segundo disco, “Logo Ali”, conta com participações de Fernanda Takai, Jaloo, Josyara, ÀVUÀ e do músico português Hélio Morais. O terceiro álbum solo de Bemti, Adeus Atlântico, foi lançado em 22 de janeiro de 2026 com 10 músicas autorais. Cantor, compositor e violeiro mineiro revelado como integrante da banda Falso Coral, Bemti criou o repertório de Adeus Atlântico entre Brasil, Portugal e Inglaterra. As travessias geográficas e afetivas que envolvem o trabalho se traduzem em canções que combinam traços da música de raíz mineira, elementos do indie pop e experimentação com estilos musicais como Amapiano (África do Sul) e Ziglibithy (Costa do Marfim). O resultado é uma obra que dialoga com a musicalidade das diferentes margens do Atlântico, sem abandonar a complexidade instrumental e o cuidado artesanal característicos de Bemti.
“As mudanças mais significativas do “Adeus Atlântico” estão no fato de ser um disco objetivamente mais “pra cima” do que os outros dois, e eu me aventurando por gêneros inéditos pra mim, como house, rap, disco, ou o uso de samples… Mas tudo isso dentro do meu registro geral de música Indie Pop/Alternativa e sempre com a Viola Caipira como instrumento base”, conta Bemti. Músicas: 08 – Lua em Libra – Bemti – Part. Especial: Marissol Mwaba – Voz – a Marissol é Brasileira, filha de Congoleses e mora em Paris onde estuda Astrofísica // 09 – Euforia – Bemti e FBC – Participações: FBC e Luar // 10 – Miragem – Bemti – Participação: Alex D’Alva (artista nascido em Luanda, Angola e residente em Portugal) // 11 – Melhor de Três – Bemti, Luis Calil e Ernesto Djédjé – a música conta com um riff de guitarra de “Ziglibithiens”, música lançada em 1978 pelo artista costa-marfinense Ernesto Djédjé // 12 – Só pra ter você – Bemti – Participações: do britânico Fyfe Dangerfield, vocalista do Guillemots e Thu // 13 – Quase Sertão – Bemti – participação: Haroldo Bontempo // 14 – Adeus Atlântico – Bemti
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