O Sul Em Cima 9

Foto: Gabriele Lemanski

O Programa O SUL EM CIMA dessa semana é dedicado a obra de ANTONIO VILLEROY.

Nascido em 19 de julho na cidade de São Gabriel, na região do pampa gaúcho, o cantor, compositor e produtor Antonio Villeroy é um dos maiores hit makers da música brasileira contemporânea. Tem seis CDs e um DVD autorais lançados e cerca de 150 canções gravadas nas vozes de outros intérpretes e parceiros musicais, como Ivan Lins, Seu Jorge, Zizi Possi, Luiza Possi, Paula Lima, Mart’nália, Maria Gadu, Chiara Civello e Mário Biondi e, principalmente, Ana Carolina que já gravou mais de 25 canções de sua autoria.

Lançado em 2004, pelo seu selo Pic Music, o seu primeiro álbum gravado ao vivo é indicado ao Grammy Latino 2005 de melhor canção da Língua Portuguesa com a bossa “São Sebastião” dedicada a cidade do Rio de Janeiro, uma obra-prima segundo o cineasta Walter Lima Jr.
Em 2006, para marcar um passo à frente na sua carreira, se firmar também como intérprete e expandir o mercado internacional, Totonho passou a assinar Antonio Villeroy. É lançado em CD e DVD o show “Sinal dos Tempos”, gravado ao vivo com a participação da Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro de Porto Alegre, das cantoras Ana Carolina e Daniela Procópio e do compositor João Donato.
Em 2010 lança seu disco “José” com participações mais do que especiais como Teresa Cristina e Maria Gadú.

Foto: Divulgação

Agora, Antonio Villeroy convida você a tornar seu novo disco possível, através do projeto de financiamento coletivo (crowdfunding). Seu novo trabalho, SAMBOLERIA, como sugere o nome, terá forte ênfase no samba e em canções de sabor latino, um universo em que Villeroy transita com naturalidade. Entre seus parceiros nesse disco estão o cubano Descemer Bueno, o colombiano Jorge Villamizar e os brasileiros Moraes Moreira e João Donato. O disco será produzido por Berna Ceppas, no estúdio Monaural, Rio de Janeiro, entre abril e julho de 2013, com o auxílio luxuoso de um excelente time de músicos. O lançamento está previsto para o mês de setembro, com shows no Rio de Janeiro, em São Paulo e Porto Alegre.

Para ver e colaborar com o novo projeto de Antonio Villeroy, acessem o site abaixo onde tem todas as informações:
www.sibite.com.br

Vamos mostrar nessa edição de O SUL EM CIMA algumas músicas dos CDs “Sinal dos Tempos – Antonio Villeroy & Orquestra de Câmara Theatro São Pedro Ao Vivo” e “JOSE” de Antonio Villeroy. Uma amostra do excelente trabalho desse maravilhoso artista!
Vale Conferir!!!

Divirtam-se e comentem!!

Ouçam Aqui – Programa 9

Programa 09/2013 – Antonio Villeroy – Parte 1

Programa 09/2013 – Antonio Villeroy  – Parte 2




O Sul Em Cima 8

O Programa O Sul Em Cima dessa edição, apresenta um projeto que vem agitando o cenário cultural de Porto Alegre. É o ESCUTA – O Som do Compositor.

O Som do Compositor começa com um encontro de compositores que moram em Porto Alegre e que dividirão o palco para mostrar ao público suas canções. Sem necessariamente buscar uma unidade estética ou ideológica  entre os participantes, o que querem no Escuta é achar os inevitáveis pontos de contato entre uma geração, estabelecer diálogos e descortinar a cena musical da cidade a partir da individualidade de cada compositor.
“…temos como meta criar uma cena ativa com músicos compositores e ao mesmo tempo fazer com que haja uma união entre nós, para que troquemos experiências, contatos, etc” diz Lara Rossato. E ela complementa “Agora já somos mais de 30 compositores e cada novo que chega é sempre bem vindo. Sempre realizamos reuniões para estabelecer as metas, organizarmos os shows e não há um porta-voz ou líder, todos nós tomamos frente e agitamos o que se precisa.”
Ano passado, Kledir Ramil foi assistir a uma das edições do Escuta e escreveu o seguinte texto:
De uns tempos pra cá, surgiu no Rio de Janeiro uma onda de saraus. Sarau, por definição, é uma “reunião festiva para ouvir música, conversar, dançar”. Nessa nova concepção, vem a ser um encontro de compositores em casas e apartamentos para mostrarem uns aos outros o que andam produzindo. Um dos pioneiros dessa moda é o gaúcho Totonho Villeroy, que abriu as portas de sua casa no Leblon para agrupar gente talentosa que anda solta por aí. É uma nova cena cultural que já revelou artistas como Maria Gadú.
É mais ou menos como os encontros que aconteciam no apartamento de Nara Leão em Copacabana, nos anos 1960, que geraram a Bossa Nova e – guardadas as devidas proporções – as noitadas que a gente fazia na “casa da Dona Laura”, mãe da Liane, onde surgiu o Almôndegas.
Essa idéia de um espírito de grupo, sem precisar ser um movimento e nem uma banda, é uma novidade saudável, resultado do instinto de sobrevivência dos artistas, que buscam outros caminhos, depois da falência do antigo modelo das grandes gravadoras. E vem ajudando a entortar os conceitos estabelecidos na forma de se ouvir/ consumir música.
Há pouco tempo, em Porto Alegre, fui a um show na Galeria La Photo, onde iriam se apresentar dois sobrinhos meus: Ian Ramil, que está lançando agora seu primeiro CD e Thiago Ramil, que já está pensando no seu. “Escuta – O Som do Compositor” foi pra mim uma revelação. A essência é a mesma dos saraus: novos autores, mostrando suas canções, só de voz e violão. Tudo começou também em apartamentos e evoluiu para espaços aberto ao público, não apenas para convidados.
O Escuta se define como um bando sem “unidade estética ou ideológica”, com o objetivo de encontrar “pontos de contato entre uma geração, estabelecer dialógos e descortinar a cena musical da cidade”. E consegue. Traça um panorama animador da nova música portoalegrense.
É claro, como tenho dois sobrinhos ali, me sinto assim meio “tio” orgulhoso de todos os outros: Gisele de Santi, Romes Pinheiro, João Ortácio, Rodrigo Panassolo, Ed Lannes,  Alexandre Kumpinski, Leo Aprato, Clarissa Mombelli, Alécio e Saulo Fietz. Mas independente de meu envolvimento afetivo, posso garantir: a “gurizada” é boa mesmo. E vem mais por aí. A turma não pára de crescer, já são mais de 30.
É gente nova botando a roda pra girar. Com talento.
Vamos ouvir no programa alguns dos integrantes do ESCUTA: Gisele de Santi, Rodrigo Panassolo, Pramit Almeida, Carmen Corrêa, Clarissa Mombelli, Lara Rossato, Tiago Rubens, Alexandre Kumpinski, Ian Ramil, Thiago Ramil, Leo Aprato e Saulo Fietz. É apenas uma amostra do trabalho dessa “gurizada” criativa e talentosa. Hoje já são mais de 30 integrantes com muita coisa pra mostrar…Vale conferir!!
Divirtam-se e comentem!!!!
Ouçam aqui: Programa 8



fontes:

O Sul Em Cima 7

O Programa O Sul Em Cima dessa semana mostra o excelente trabalho de Bebê Kramer e Gabriel Grossi, em especial as músicas do CD REALEJO.

Realejo é um instrumento musical que toca uma música predefinida.. Aqui, este Realejo vem acionando simultaneamente dois artistas únicos e representativos da atual geração da música instrumental: Bebê Kramer (gaita de fole) e Gabriel Grossi (gaita de boca). Harmônicos e ousados, cada um possui uma trajetória própria e desenvolvem caminhos inusitados para inserção de seus instrumentos no rico universo da música brasileira. Ambos possuem técnica primorosa, uma inteligência musical extraordinária e original concepção musical quanto ao trabalho de composição e arranjos, além de intérpretes primorosos, arrancando elogios e reconhecimento de público e crítica por onde passam.
Bebê Kramer – Foto: Renata Samarco
Uma das revelações da música instrumental do Brasil, Alessandro Kramer de 35 anos, nascido em Vacaria, começa a ser reconhecido no Brasil e no exterior como o maior acordeonista de sua geração. Além de virtuoso, sabe tirar do instrumento solos de bom gosto e criatividade.
Foi considerado pela crítica européia a revelação do Festival do Acordeon Mundial realizado na Áustria. Em 2011 e 2012 em parceria com o acordeonista Toninho Ferragutti, realizou mais de cem shows pelo Sul, Sudeste, Norte, Nordeste e Centro Oeste do Brasil, levando o acordeon aos quatro cantos do país. O duo se apresentou também no Concertgebouw na Holanda, no Womad Festival, um dos maiores festivais de World Music do mundo realizado na Austrália e Nova Zelândia, e também nas embaixadas brasileiras da Espanha e Alemanha.
Gabriel Grossi – Foto: Renata Samarco
Gabriel Grossi com sete discos lançados além da carreira solo é, desde 2005, integrante do Hamilton de Holanda Quinteto, conjunto vencedor do prêmio TIM 2007 como melhor grupo de música instrumental brasileiro e finalista do Grammy Latino por três vezes consecutivas. Como instrumentista e também compositor arranca elogios de dois dos maiores representantes da harmônica mundial: Toots Thielemans e seu ex-professor Maurício Einhorn , o citam como um dos maiores gaitistas da atualidade.
Os excelentes músicos que fazem parte do CD Realejo são: Gabriel Grossi (Harmônica), Bebê Kramer (Acordeon), Guinha Ramires (Violão), Ronaldo Saggiorato (Baixo) e Alegre Corrêa (Bateria). Foi produzido por Alegre Corrêa, Bebê Kramer e Gabriel Grossi e a direção geral é de Marcos Portinari e Hamilton de Holanda.
Se o Realejo é um instrumento que toca uma música predefinida como define o dicionário, este  Realejo de Bebê Kramer e Gabriel Grossi está predestinado a emocionar e ocupar as mais importantes instâncias da música independente brasileira.
Vamos nos deliciar ouvindo então esse maravilhoso trabalho de Bebê Kramer e Gabriel Grossi!
Divirtam-se e comentem!
Ouça Aqui – Programa 7 

Lançamento do livro “MEMÓRIAS DE UM SONHADOR”

 Dia 19  de Abril às 19h30, KLEITON RAMIL vai estar autografando seu mais novo Livro 
“MEMÓRIAS DE UM SONHADOR”
Local: Livraria Cultura do Bourbon Shopping Country – Porto Alegre/RS
Esperamos por vocês!!

O Sul Em Cima 6

FOTO: ADOLFO GERCHMANN

O Programa O SUL EM CIMA dessa edição é dedicado a obra do cantor e compositor ALEX ALANO, em especial as músicas do seu mais recente trabalho chamado “REDONDAS”.

Alex Alano iniciou seus estudos de música com o maestro Voltaire Paes em 1976. Cursou a Faculdade de Composição e Regência da UFRGS. Em 1984, mudou-se para a França fixando residência em Paris, onde ingressou no C.I.M. École de Jazz. Durante sua estada em Paris tocou em diversas casas noturnas integrando o grupo “Aquele Um” com o gaúcho Luizinho Santos (saxofone) e o francês Christian Davèe (percussão). Também se apresentou em Milão, Ibiza e Portugal.
Em 1986, de volta ao Brasil, lança o show “Singular, Plural e Outras”. Em 1988 lança em Porto Alegre e Belo Horizonte o LP Canibal, com a participação de músicos como Alegre Correa, Renato Mujeiko, Gringo Saggiorato, Guinha Ramirez e Jua Ferreira.
Em 1991 lança o show “Quem Eu?” no Mistura Fina, Rio de Janeiro, acompanhado pelo guitarrista Nelson Faria, pelo saxofonista francês Idriss Boudrioua e pelo baixista André Carneiro. Nesta temporada carioca, apresentou-se em diversas casas de espetáculos. Em 1992 fez apresentações no programa Milk Shake da apresentadora Angélica, na Rede Globo.
Tem composições em parceria com Antonio Villeroy, Rodolfo Mendes, Orestes Dornelles, Fausto Prado, Marisa Rotenberg e outros. Alex Alano também criou a versão brasileira da Marseillaise (Hino nacional da França) gravada em Paris pelo Quarteto Canela para o CD do trumpetista e jazzman francês Jean Loup Lognon, além de ter sido parceiro de Kleiton Ramil na criação de versões em francês para as canções da dupla Kleiton & Kledir.
Seu novo CD, REDONDAS, lançado em outubro de 2012, marca a retomada da carreira solo de Alex Alano que nos últimos 12 anos esteve atuando em bandas como Venerável Lama e Cidade Baixa, da qual ainda é um dos atuais cantores. Seguindo a linha de seu primeiro trabalho solo, CANIBAL, o cantor e compositor vem com 13 canções que exploram a diversidade dos gêneros musicais, resultando numa música brasileira com pitadas de pop mas com sotaque universal. As canções, as quais o artista chama carinhosamente de “redondas”, foram garimpadas dentro de um universo de 70 composições e a escolha recaiu sobre as de concepção estética mais bem resolvidas, mais maduras, independendo do gênero:”…existem as canções mais espinhentas e as canções redondinhas. Este é um disco suave, de canções redondas, sem arestas, onde eu estou cantando manso; as canções são ao mesmo tempo simples e originais e com uma roupagem criativa e universal! Pra mim, um disco…REDONDO!!! Este conceito de redondas, na verdade, transcende a questão das canções, ele reflete o momento que estou vivendo: o fechamento de um ciclo e o começo de outro! Parte da minha história, dinâmica, cíclica e evolutiva!”
O CD tem produção de Marisa Rotenberg e Gelson Oliveira e conta com um super time de músicos: Guto Wirtti nos baixos, Jefferson Marx nas guitarras e violões, Matheus Kleber no piano e teclados, Giovanni Berti na percussão e as participações especiais de Ana Kruger na voz, Jorginho do Trumpete (Fluguelhorn e trumpete), Paulinho Fagundes (violão), Milene Aliverti (violoncello), e arranjo de cordas do uruguaio Monico Aguilera. O CD inaugura o selo ENGENHO MUSIC do compositor.
O CD REDONDAS de Alex Alano foi indicado ao Prêmio Açorianos de Música 2012 – Gênero MPB nas categorias compositor, intérprete, instrumentista (Jéfferson Marx e Mano Gomes) e Disco. Também em Espetáculo do Ano, Arranjador (Alex Alano, Marisa Rotenberg e Gelson Oliveira) e categoria Produtor Musical (Marisa Rotenberg e Gelson Oliveira).
Vamos apreciar mais esse lindo trabalho de Alex Alano!!

Ouçam Aqui  – Programa 6 

Programa 06/2013 – Alex Alano  – Parte 1

Programa 06/2013 – Alex Alano  – Parte 2

O Sul Em Cima 5

Robson Almeida e Marcelo Astiazara  – Foto: Divulgação

O Sul Em Cima dessa semana é dedicado ao DANADÕES, um duo formado por Robson Almeida e Marcelo Astiazara e que a cada dia vem conquistando seu espaço com músicas alegres e contagiantes.

Robson Almeida e Marcelo Astiazara nasceram e cresceram em Tramandaí, cidade do litoral norte do Rio Grande do Sul, conhecida como a capital das praias gaúchas. Ambos começaram a carreira musical muito cedo, porém separadamente. Robson era guitarrista e vocalista da banda  Corte Real e Marcelo participava da banda Os Taxons e do projeto/tributo Sarau Beatles.  Acumularam muita experiência musical, participaram de festivais de música, aprenderam a criar composições e amadureceram como profissionais.

Ao fim de 2011, começam juntos o projeto: “DANADÕES”. A idéia do nome seria trazer algo da essência e da nostalgia da Jovem Guarda.
Robson e Marcelo apresentam com os Danadões uma música pop vibrante influenciados pelo Pop Rock Britânico dos Anos 60, a música folk e a música popular brasileira.
Em 2012 lançaram o CD independente “Nosso Disco”, que contém nove faixas e é todo composto pela dupla. O “Disco” foi gravado e produzido pelos músicos Robson Almeida, Marcelo Astiazara e por Thiago Henrich, da banda The Darma Lovers, em seu estúdio em Parobé (RS). Essencialmente, o disco traz o amor como tema principal.

Os Danadões vem buscando conquistar o seu espaço, realizando apresentações em programas de rádio e TV e fazendo shows vibrantes por onde passam. Os Danadões querem é fazer com que as canções da dupla cheguem aos ouvidos de todo o Brasil e do mundo e deixar a sua marca na música popular de boa qualidade.

Vamos nos deliciar ouvindo as canções alegres e vibrantes dos DANADÕES!! 

Divirtam-se e comentem!!!

Ouçam aqui: Programa 5 

Programa 05/2013 – Danadões  –  Parte 1

Programa 05/2013 – Danadões  –  Parte 2


 Fonte: http://www.danadoes.com.br/

O Sul Em Cima 4

 O programa O SUL EM CIMA dessa edição é dedicado a obra de MARIA RITA, em especial ao trabalho “Redescobrir” em que ela faz uma homenagem a sua mãe, Elis Regina.
Elis Regina – foto: Adolfo Gerchmann – 1981
ELIS REGINA  nasceu em 17 de março de 1945 em Porto Alegre/RS.
Ela é considerada por muitos, a melhor cantora brasileira de todos os tempos. Com os sucessos de Falso Brilhante e Transversal do Tempo, ela inovou os espetáculos musicais no país e era capaz de demonstrar emoções tão contrárias, como a melancolia e a felicidade, em uma mesma apresentação ou em uma mesma música. 
Como muitos outros artistas do Brasil, Elis surgiu dos festivais de música da década de 60. Seu estilo era altamente influenciado pelos cantores de rádio, especialmente Angela Maria e a fez ser a grande revelação do festival da TV Excelsior em 1965, quando cantou “Arrastão” de Vinícius de Moraes e Edu Lobo.
Ao longo de toda sua carreira, cantou músicas de vários artistas até então pouco conhecidos, como Milton Nascimento, Ivan Lins,Renato Teixeira, Aldir Blanc,João Bosco e outros, ajudando a lançá-los e a divulgar suas obras, impulsionando-os no cenário musical brasileiro.
Elis lançou vários trabalhos como Em Pleno Verão (1970), Elis & Tom (1974), Falso Brilhante (1976), Transversal do Tempo (1978), Saudade do Brasil (1980), Elis (1980) entre outros trabalhos importantes.
Em 1967, casou-se com Ronaldo Bôscoli, diretor do Fino da Bossa, e ambos tiveram João Marcelo Bôscoli. Do seu segundo marido, o pianista César Camargo Mariano, teve os filhos Pedro Mariano e Maria Rita.
Maria Rita
Maria Rita começou a cantar profissionalmente aos 24 anos. Seu primeiro disco, “Maria Rita” foi lançado em CD e depois em DVD no final de 2003. Ambos foram lançados em mais de 30 países, incluindo Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Canadá, França, Inglaterra, Japão, Itália, entre outros. O reconhecimento foi de público e de crítica. Maria Rita venceu prêmios importantíssimos em 2004: Grammy Latino nas categorias Revelação do Ano, Melhor Álbum de MPB e Melhor Canção em Português (“A Festa”); o troféu da categoria Melhor Cantora do Prêmio Multishow e os do Prêmio Tim nas categorias Revelação e Escolha do Público.
Em 2005 lança  “Segundo“, em 2007, lança seu terceiro CD “Samba Meu” produzido por Leandro Sapucahy e co-produzido pela própria cantora. O CD teve lançamento simultâneo nos Estados Unidos, América Latina, México, Portugal, Israel e Reino Unido. Em 2011 lança outro trabalho chamado “Elo“.
No final de 2011, Maria Rita começou a preparar um show em homenagem a Elis Regina, que fazia parte do projeto Nívea Viva Elis. Em princípio seriam 5 apresentações gratuitas ao longo do primeiro semestre de 2012 em diferentes cidades brasileiras. O sucesso foi tão grande que a cantora decidiu seguir com o show, rebatizando-o de “Redescobrir” e saiu em turnê pelo Brasil. Além disso, o espetáculo foi gravado e lançado em CD, DVD e Blue-Ray pela gravadora Universal no final de 2012.
“O que mais chamou a minha atenção foi que o meu objetivo principal se concretizou. Redescobri-la. Reapresentá-la. Relembrá-la. Sim, os “re-” são necessários porque Elis é in(consciente) coletivo. Eu via crianças nos colos de avós, adolescentes nos ombros dos namorados, casais dançando, cirandas se formando, braços pro ar, olhos brilhando com saudades, com amor, com compreensão. E cantoria. Muita cantoria. Aquela voz da massa me atingia, me arrebatava, me orgulhava. Orgulho que só posso (tentar) traduzir com minhas lágrimas, diversas vezes esparramadas em cena. Devido ao tamanho dessa emoção e gratidão aos fãs, decidi seguir um pouco mais com a turnê, para que mais pessoas possam participar dessa homenagem à Elis” – comentou Maria Rita.
E é esse trabalho maravilhoso que vamos mostrar na íntegra no programa O SUL EM CIMA e que será dividido em duas partes. Vamos apreciar as lindas canções que foram eternizadas por Elis, agora na voz da talentosa Maria Rita.

Ouça aqui – Programa 4  (Redescobrir 1 – Maria Rita)

Programa 04/2013 – Redescobrir 1   – Parte 1

Programa 04/2013 – Redescobrir 1   – Parte 2

Ouça aqui – Programa 4  (Redescobrir 2 – Maria Rita)

Programa 04/2013 – Redescobrir 2 –  Parte 1

Programa 04/2013 – Redescobrir 2 –  Parte 2


Divirtam-se e comentem!!
(comentários: Mari Kineuchi)
fonte: http://www.maria-rita.com

O Sul Em Cima 3

A edição do O SUL EM CIMA dessa semana está especial e é dedicado a Intérpretes Femininas que cantam O Sul.


Nesse mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, vamos mostrar algumas representantes que são ou tenham relação com essa região tão particular e cheia de encantos e que engloba não só o Rio Grande do Sul, mas também regiões próximas a esse estado e que conjugam o mesmo dialeto cultural, os mesmos costumes e cultivam atitudes sócio culturais semelhantes ou complementares. Podemos citar os estados de Santa Catarina, Paraná e os países vizinhos Argentina e Uruguai. 
A maioria das canções são de compositores do Sul, outras não, mas todas  contam com as maravilhosas interpretações dessas mulheres com estilos e vozes tão diferentes, mas que encantam a todos pelo charme e talento. Cada uma a seu modo ajudando a levar um pouco dessa cultura a  todos os lugares….
Vamos ouvir as seguintes músicas e suas intérpretes acompanhadas de excelentes músicos: 

HEI DE VOLTAR PRO SUL (José Fogaça e Kledir Ramil) – intérprete: NARA LEÃO
RELÓGIOS DE SOL  (Nei Lisboa)  –  intérprete: LOMA  – Essa gravação faz parte do CD Ziguezagueando gravado em Porto Alegre em 2005 
PAMPA DE LUZ ( Pery Souza / Luiz de Miranda) –  ínterprete: GLÓRIA OLIVEIRA  – Essa gravação está no disco MIX de 1986.
PORTO ALEGRE É DEMAIS – (José Fogaça) – Intérprete: ISABELA FOGAÇA
REDESCOBRIR (Luiz Gonzaga Jr)  – intérprete; MARIA RITA  – Essa gravação está no CD Redescobrir de 2012
LUZ DA NOBREZA (Pedro Luis e Zé Renato) – intérprete: VANESSA LONGONI  – essa gravação está no CD Realidade Paralela da banda Realidade Paralela fomada pela Vanessa Longoni, Angelo Primon, Luke Faro e Marcelo Corsetti)
MENTIRAS – intérprete: Adriana Calcanhotto
JUVENILES BRIOS –  intérprete: ANA PRADA com participação de Paula Toller  –  essa gravação está no CD Soy Pecadora
FREE AS A BIRD (John Lennon 1977) – intérprete: LINDSAY KORTH do duo Lindsay & Isaac
Gravado e mixado no período de 17 a 31 de outubro de 2012, no Home Studio do duo L&I
Lindsay – vocais
Isaac – Violão, Piano, Mellotron, ‘Background Noises’ & Arranjos
OUTRAS DIREÇÕES (Carlos Badia/ Roberto Callage) – Essa gravação está no CD Goodnight Kiss do grupo Delicatessen (formado por Ana Krüger, Carlos Badia, Nico Bueno e Mano Gomes) – Intérprete: ANA KRÜGER
VALSA DOS VAGALUMES  (Letra: Nilton Jr da Silveira – Música: Nilton Jr, Cristian e Adriano Sperandir)
A gravação está no CD Outono dos Sentidos – Sperandires (formado por Adriana, Adriano e Cristian Sperandir)
Intérprete: ADRIANA SPERANDIR
E EU – Intérprete: GISELE DE SANTI
PORTAL  (Jerônimo Jardim) – Intérprete: ANGELA JOBIM
TILL THERE WAS YOU (Beatles)  – Intérprete: ANANDA APPLE – Gravação com Beto Oliveira em 1978


Ouçam aqui – Programa 3 

O Sul Em Cima 2

SOMATO

O Programa dessa semana é dedicado a duas bandas de Florianópolis/SC, que são  SOMATO e  LES SAVONS SUPERFINS.

A Somato foi formada em meados de 2009, propondo uma formação inovadora e com boa mobilidade, que tornasse viáveis apresentações em qualquer lugar, inclusive na rua.
O grupo trabalha tanto com composições próprias como com versões peculiares de artistas de diversas origens e gêneros. As influências tem sua raiz no Rock, mas passam pelo folclore latino-americano, chanson française, música erudita e música popular brasileira.
De março a junho de 2010, a banda viajou para fazer shows na Europa, após um convite para tocar no evento Jeudis Rouges (Lille/FR) e continuou a viagem tocando pela Bélgica, Holanda, Áustria e França, onde realizou suas duas últimas apresentações na Fête de la Musique, em Paris. Nesse mesmo ano, de volta a Ilha, a banda foi selecionada para tocar no I Festival de Música da Universidade Federal de Santa Catarina.
No final de 2011, juntamente com outras bandas da cena independente de Florianópolis, formaram o coletivo “O Clube”, no intuito de promover as bandas independentes de música autoral de SC de forma colaborativa.
Dois integrantes que faziam parte da formação inicial da banda, a Glória Goulart (vocalista e tecladista) e Cláudio Garcia (violonista), se afastaram em outubro de 2012 por terem sido aceitos em um programa de doutorado em Berlim. Atualmente a formação da banda é Lindsay Korth (voz, escaleta e percussão), Isaac Silva (violão, guitarra, contrabaixo elétrico e voz), Guilherme Pelizza (acordeão, violão, contrabaixo elétrico e voz), Mariel Maciel (bateria, cajón, percussão e voz), Bruno Andrade (guitarra, violão e voz) e Thiago Gasparino (violoncelo e voz).
A banda Somato tem dois EPs lançados: ESQUINA-METADE (2010) E SEM MEDO DE DESAFINAR (2012).
A outra banda que apresentamos nessa edição de O Sul Em Cima é  LES SAVONS SUPERFINS.
A “Les Savons Superfins” foi formada em 2012 e tem fortes influências da música folk. Seu repertório é basicamente de músicas próprias com levadas de violão e letras em português. Fazem parte da banda: Henrique Silvério (violão, guitarra e gaita de boca), Fernanda França (vocal), Thiago Fukahori (guitarra), Isaac Silva (baixo e guitarra) e Martin Gonçalves (bateria).
A primeiro EP da banda chamado PARA QUEM QUISER OUVIR, foi gravado entre 2011 e 2012 em Florianópolis. 
Músicas e arranjos: Les Savons Superfins (exceto Nouvelle e Souffle, parceria com Indy Muller)
Produção: Les Savons Superfins e Isaac Silva
Estúdio: Lindsay & Isaac
Arte da capa do EP: Fábio Dudas.
Divirtam-se e comentem!!

Ouçam aqui: Programa 2

Programa 02/2013  – Somato e Les Savons Superfins – Parte 1

Programa 02/2013  – Somato e Les Savons Superfins – Parte 2

(Comentários: Mari Kineuchi)


Fonte:
http://www.somato.art.br/

O Sul Em Cima 1

É com grande prazer que recomeçamos O SUL EM CIMA de 2013 com uma das maiores vozes surgidas no Sul do Brasil que é  VICTOR HUGO.

O cantor nasceu em Taquara/RS e reside em Porto Alegre desde 1982. Revelado no ciclo dos festivais do Rio Grande do Sul onde, por diversas vezes, foi premiado como melhor intérprete, é dono de uma voz privilegiada e sua atividade artística transita pelos gêneros MPB e nativismo, com destaque para canções de natureza romântica.
No circuito internacional, representou o Brasil por três vezes no Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes, respectivamente em Moscou, na Coréia do Norte e em Cuba. A convite da Unesco, cantou em Paris durante as comemorações alusivas aos 40 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
CADA VEZ MAIS, seu disco de estréia, recebeu o Prêmio Sharp de revelação na categoria Música Popular Brasileira. Além deste álbum, lançou pela USA Discos os álbuns TCHÊ e  COISARADA e, ainda, a produção independente, VIVÊNCIAS, trabalho conjunto com Geraldo Flach e Fernando do Ó, interpretando canções de Sérgio Napp e Mário Barbará.
Victor Hugo está atualmente envolvido com um projeto chamado VICTOR HUGO – CIBERNAUTA. Pela primeira vez ele busca viabilizar a gravação e o lançamento do CD de forma independente das gravadoras e o mercado tradicional do mundo do disco, através do lançamento da campanha de financiamento coletivo (crowdfunding). Todas as canções desse CD serão de autoria do compositor Jerônimo Jardim.  Fernando do Ó Neto e Cristian Sperandir atuarão na concepção artística e na direção musical do CD que terá, ainda, outras participações de instrumentistas convidados. 
Ou seja. será um CD de altíssima qualidade e bom gosto, mas precisa de contribuições para poder se concretizar.
Para saber mais e contribuir para a realização desse projeto, visitem o site:
Nesse vídeo, Victor Hugo explica como funciona o crowdfunding:
Vamos ouvir no programa O Sul Em Cima, algumas das canções de Victor Hugo que estão nos CDs Tchê, Coisarada e Vivências e também a música Bonita do CD Fogaça – Amigos e Canções.
Divirtam-se  e comentem!!
Ouçam aqui – Programa 01 


Programa 01/2013  –  Victor Hugo   – Parte 1

Programa 02/2013  –  Victor Hugo   – Parte 2

(Comentários de Mari Kineuchi)