O Sul Em Cima 18 – YOYO BOROBIA

O SUL EM CIMA dessa edição apresenta o trabalho de YOYO BOROBIA,

A cantora Yoyo Borobia nasceu na Venezuela onde iniciou seus estudos musicais aos 7 anos tocando um instrumento de cordas típico deste país, o Cuatro. 
Em 2000 mudou-se para a Espanha com a família, onde formou-se em Administração e Direito. Durante os anos universitários, a música falou mais forte e entrou de forma definitiva na sua vida e Yoyo redescobriu sua vocação. 
Estudou música e canto com garra, participando de diversos cursos de especialização e seminários de aprofundamento musical. A experiência musical se fortaleceu, e ela iniciou sua carreira cantando em grupos de jazz, soul, gospel, funk, a cappella, música espanhola e latinoamericana. 
Realizou intercâmbio em vários países – na Europa (França, Itália, Inglaterra, Alemanha, Bélgica, Hungria) e também nos Estados Unidos, Marrocos, Tunísia, Bolívia, Paraguai e Argentina. 
Novos conhecimentos e influências musicais e culturais preencheram sua musicalidade, colorindo seu som com uma diversidade étnica. Todas essas experiências acabaram trazendo a cantora para a cidade de São Paulo, onde encontrou um ambiente propício para desenvolver projetos e enriquecer ainda mais suas criações.
Em 2014, iniciou projetos com forte influência jazzística que misturam a música hispanoamericana e brasileira. Nasceram parcerias e apresentações em casas noturnas de São Paulo. Nesse ambiente repleto de criatividade, sua música autoral nasceu forte e floresce.
Foto: Angela Pimentel
Em abril , YoYo participou do Festival Brasileiro de Música de Rua que aconteceu em diversas cidades da Serra Gaúcha como Antonio Prado, São Marcos, Vacaria, Nova Petrópolis, Flores da Cunha, Farroupilha, Bento Gonçalves e Caxias do Sul. Nesse ano o conceito do Festival foi muito além do já trabalhado nos anos anteriores, que é o resgate da música bem elaborada, a democratização do acesso à cultura, bem como a aproximação entre o artista e o espectador. Agora, o Festival Brasileiro de Música de Rua se firma como mais um vetor de diálogo entre os países latino-americanos por meio de sua produção musical.
Recentemente, foi lançada a música “Pas si loin que ça” na qual YoYo tocou o Cuatro e canta, com letra em francês e melodia doce, falando da força do amor que está distante fisicamente mas que se mantem próximo.
A partir do lançamento do vídeo desta música, com apoio do Centro Cultural B_arco num projeto coordenado por José Augusto de Blasiis, YoYo decidiu compor e gravar as músicas que farão parte do primeiro CD autoral.

Para conseguir gravar seu CD, YoYo preparou um projeto de crowdfunding (financiamento coletivo)  e quem quiser apoiar a artista para que ela possa concretizar esse projeto é só clicar no link:

Vamos ouvir no programa O SUL EM CIMA uma deliciosa entrevista com a Yoyo, onde ela mostra também  algumas musicas de sua autoria. O programa está imperdível!!

Divirtam-se e comentem!!

Ouçam Aqui – Programa 18/2015

Programa 18/2015 – YOYO BOROBIA – Parte 1

Programa 18/2015 – YOYO BOROBIA – Parte 2

http://yoyoborobia.com/

https://www.facebook.com/yoyoborobia?fref=ts

O Sul Em Cima 17 – KLEITON & KLEDIR “COM TODAS AS LETRAS”

O SUL EM CIMA Especial dessa semana mostra “COM TODAS AS LETRAS”, o novo trabalho de KLEITON & KLEDIR.

O Rio Grande do Sul é conhecido como um celeiro de grandes escritores. Kleiton & Kledir foram em busca dessa riqueza e criaram um projeto original que faz uma aproximação da literatura com a música popular. Autores de prosa de ficção trazendo um novo olhar, uma outra perspectiva poética e temática. Uma contribuição preciosa.

“Com todas as letras” é um projeto que vem sendo acalentado com carinho pelos irmãos Ramil há alguns anos. Tudo começou com a canção “Lixo e Purpurina”, parceria inédita entre eles e o escritor Caio Fernando Abreu (1948-1996). Desde os anos 70, ainda jovens, eles planejavam compor uma canção. A vida levou-os para lugares diferentes, distantes e só muito mais tarde, se encontraram e puderam realizar esse sonho.

“Lixo e Purpurina” levou 20 anos para ser feita e mais 20 para ser gravada. Foi o ponto de partida desse projeto e serviu de inspiração para todas as novas parcerias que surgiram. São canções inéditas, criadas por Kleiton & Kledir e grandes nomes da literatura gaúcha contemporânea que nunca haviam escrito uma letra de música: Luís Fernando Veríssimo, Martha Medeiros, Fabrício Carpinejar, Letícia Wierzchowski, Daniel Galera, Paulo Scott, Cláudia Tajes, Alcy Cheuiche e Lourenço Cazarré. Cada um com seu estilo pessoal de escrever e trabalhar, o que deixou o resultado final ainda mais diversificado e interessante.
O repertório nascido dessa experiência singular foi registrado em disco produzido por Christiaan Oyens e vem recheado de participações muito especiais. Adriana Calcanhotto e Kleiton & Kledir cantam juntos pela primeira vez – um encontro inédito para gravar a canção que os irmãos fizeram com Caio Fernando Abreu. E mais, alguns dos autores participaram das gravações de suas faixas: Luis Fernando Veríssimo entrou em estúdio e fez um belo solo de sax, Daniel Galera tocou violão e guitarra, Paulo Scott soltou a voz num texto falado.

Caio Fernando Abreu, Fabrício Carpinejar, Adriana Calcanhotto (participação em Lixo e Purpurina), Cláudia Tajes, Alcy Cheiuche, Lourenço Cazarré,  Luís Augusto Fischer (curador), Daniel Galera, Letícia  Wierzchowski, Luis Fernando Veríssimo, Martha Medeiros e Paulo Scott com Kleiton & Kledir

O disco foi lançado pela gravadora Biscoito Fino, junto com um filme documentário dirigido por Gustavo Fogaça mostrando cenas das gravações, depoimentos e os encontros com os escritores durante o processo de criação. Além do formato CD+DVD, o lançamento teve também uma “edição especial limitada” com LIVRO DE ARTE + LP + CD + DVD documentário, além de um HOT SITE com o registro digital de todo o projeto.
O Livro de Arte traz fotos, depoimentos dos escritores e uma interpretação caligráfica de cada canção, feita por calígrafos de várias partes do mundo sob a orientação do designer gráfico Felipe Taborda.
Foi idealizado por Marcos Eizerik (Propaganda Futebol Clube), Apoio Cultural Gráfica Centhury, Mão Santa e CUB.
O LIVRO DE ARTE pode ser visualizado no site de Kleiton & Kledir      (clique aqui para acessar o livro)
Outro parceiro desse trabalho é o Dominus Luthier da Serra Gaúcha que fez um instrumento chamado cuatro venezolano que utilizam em algumas músicas.
Um espetáculo inédito de Kleiton & Kledir será apresentado em turnê por várias cidades e incluirá palestras/bate-papos em universidades com K&K falando sobre o processo de criação das canções do disco. O projeto conta com a curadoria de Luís Augusto Fischer, escritor, ensaísta e professor do Instituto de Letras da UFRGS.
O trabalho teve patrocínio da empresa JOSAPAR através da Lei de Incentivo à Cultura da Secretaria de Cultura do RS.

Esse programa O Sul Em Cima Especial “Kleiton & Kledir – Com todas as Letras” terá duas edições. Além de mostrar todas as músicas, Kleiton Ramil vai contar muitas estórias deliciosas desse novo trabalho. Imperdível!!!
Divirtam-se e comentem!!!
Ouçam Aqui – Programa 17
PROGRAMA 1

O Sul Em Cima 16 – ETEL FROTA

Etel Frota – Foto: Sian Sene

O SUL EM CIMA dessa edição é dedicado  ao trabalho de  ETEL FROTA.

Etel Frota é paranaense de Cornélio Procópio, nascida em 1952. Viveu os anos 70 em Londrina e há 32 anos mora em Curitiba. Adolescente, estudou piano durante alguns anos.Acabou desistindo e foi ser médica.

Etel – Foto: Barbara Rodrix
Clínica Geral atuante – e afastada das lides artísticas desde o desenlace com o piano – aos 41 anos lhe acontece de começar a escrever poemas, compor canções e conceber roteiros para alguns espetáculos musicais, de forma eventual e diletante. Volta a estudar música, em cursos livres e oficinas no Conservatório de Música Popular Brasileira de Curitiba.
Desde 1999, atua de forma exclusiva como escritora: poeta, letrista, roteirista, produziu alguns dos espetáculos que roteirizou: “de Ícaros e Dédalos”, “Alphonsus de Guimaraens, o poeta da Lua”, “Alice Ruiz, um Sol maior”. Algumas incursões na dramaturgia – seu texto teatral “Vila Paraíso” já teve 5 montagens em Curitiba desde sua estréia em 2004.
Várias indicações (e algumas premiações), em anos sucessivos, ao Prêmio Saul Trumpete – os melhores da música no Paraná e ao Prêmio Gralha Azul, o prêmio do Teatro Paranaense. Como poeta, tem sido publicada em vários suplementos culturais no Paraná.
Em 2002 lançou “Artigo oitavo”, livro + CD de poesia escrita, falada e cantada, com prefácio de Thiago de Mello, concepção gráfica de Paola Faoro e produção musical de Rodolfo Stroeter.

Possui muitas parcerias musicais com Alexandre Lemos, Angelmar Roman, Ceumar, Tato Fischer, Tavito, Waltel Branco, Zé Gramani, Zé Rodrix e muitos outros e também com os suecos Mans Mernstein e Miriam Aida – com quem assina a versão de uma canção de Roy Ayers.  As canções compostas nessas parcerias tem sido gravadas pelos próprios parceiros e por outros intérpretes. Uma significativa parte dessa produção de canções está reunida no livro virtual “Lyricas – a construção da canção”, lançado em janeiro de 2007, e desde então disponível para download no site www.lyricas.com.br; o livro já teve cerca de 30 mil acessos, a partir de mais de 50 países.

Etel com Maurício Cruz
Nos últimos anos, tem assinado o roteiro de diversos importantes espetáculos musicais em Curitiba: “A vida não pode esperar” (Teatro Guaira: Lydio Roberto, o Tao do Trio, Rogéria Holtz, Zé Renato); “Três Mulheres” (Teatro do Paiol: Consuelo de Paula, Etel Frota, Luhli); “As canções: Vocal Brasileirão canta Zé Rodrix” (Auditório do MON; Teatro da Reitoria: Vocal Brasileirão); “Eu, Stelinha” (Guairinha: Edith de Camargo, Helena Bel, Lais Mann, Margareth Makiolke, Rogéria Holtz, Selma Baptista) – entre dezenas de outros.

Em rádio produz e apresenta, em parceria com Alan Romero, o programa semanal “Poemoda, a canção em verso e prosa”, na Rádio eParaná, FM 97,1.

Atualmente, segue trabalhando em novas letras de canção e roteiros, na reedição de seus dois livros, e nos seguintes novos projetos: “O Hérói Provisório”, romance; “A menina que engoliu uma estrela”, romance infanto-juvenil, “Santosha”, poesia. Escreve semanalmente na página “Diálogos Lunáticos”, coordenada pelo escritor/terapeuta Tônio Luna, no facebook.
Acompanha com alegria renovada o projeto musical do trio vocal “O Tao do Trio” (Cris Lemos, Fernanda Sabag, Suzie Franco; direção musical Vicente Ribeiro), que finaliza a gravação do álbum “Flor de Dor”, reunindo parte de sua obra.

Vamos ouvir no programa O Sul em Cima, as músicas A Comadre (Ceumar/Etel Frota), Cidoidania (Iso Fischer/Etel Frota), Épica  (Iso Fischer,  Raymundo Rolim, Etel Frota), Onde os Anjos não ousam pisar (Zé Rodrix/ Etel Frota), Quatro Acalantos (Angel Roman/Etel Frota), Sete Trovas (Rubens Nogueira, Consuelo de Paula e Etel Frota), Valsa para Helena Kolody (Gerson Bientinez, Etel Frota),  Rosa Amarela (Rogério Gulin, Oswaldo Rios, Etel Frota), Versos e Quintais (Lydio Roberto), Tristeza Miúda (Mans  Mernsten/ Etel Frota) e Cristal tão Fino (Kristallen den fina. canção tradicional sueca, versão Etel Frota).

Divirtam-se e comentem!!!

Ouçam Aqui – Programa 16

Programa 16/2015 – ETEL FROTA – Parte 1

Programa 16/2015 – ETEL FROTA – Parte 2

www.etelfrota.com.br
www.myspace.com/etelfrota
etel.frota.01@gmail.com

O Sul Em Cima 15 – GRUPO MAS BAH!

O SUL EM CIMA dessa edição, mostra o trabalho do Grupo MAS BAH!

O Grupo Mas Bah! surgiu dentro de um CTG da cidade de Novo Hamburgo. Cinco jovens e talentosos músicos que despretensiosamente formavam um grupo musical para apenas acompanhar o grupo de danças do Centro de Tradições Gaúchas.
Logo nos primeiros ensaios, a troca de olhares, acordes e experiências fizeram com que aflorasse o desejo de seguirem juntos e assim está sendo até hoje. Desta forma nasceu o Grupo Vocal Regionalista Mas Bah! E assim se apresenta nos palcos do Rio Grande, trazendo junto esta simbiose originada em 2011 e sempre buscando trazer consigo a arte do nosso povo, traduzida através de quatro vozes que quando juntas soam como um canto único, que recria e faz pensar a forma como ouvimos a música feita em nosso estado, a nossa cultura, a nossa poesia, as nossas particularidades. Tudo isso é posto à prova em cima do palco, para que o Grupo Mas Bah! faça uma releitura das canções imortalizadas pelos gaúchos.
O grupo cativa novos seguidores da música regionalista, através de um estilo próprio de se expor no palco, com arranjos que misturam ritmos como milonga, jazz, vaneira, rock, valsa. samba, bugio, blues, xote e reggae, uma fórmula diferente e inusitada de representar o nosso folclore e quebrar a barreira que distancia a música regionalista do popular e universal.
O grupo é formado por Fernanda Lopes (voz), Jacson Jaques (violão e voz),  Rafa Martins  (percussão e bateria), Gustavo Brodinho  (Baixo e Voz) e André Munari(acordeon e voz)
Vamos ouvir no programa algumas músicas com o grupo Mas Bah! e em especial, músicas do disco Desplugado. 
Vale conferir!
Ouçam Aqui: Programa 15

O Sul Em Cima 14 – A CORDA EM SI / DIMITRI CERVO

O SUL EM CIMA dessa edição é dedicado ao trabalho do duo A Corda em Si e Dimitri Cervo.
O A CORDA EM SI, formado por MATEUS COSTA (Contrabaixista, arranjador e compositor) e FERNANDA ROSA (cantora e compositora), estreou em 2009, em Florianópolis (SC), com o Show O Som do Vazio, primeiro projeto do duo. O Show reúne releituras de canções brasileiras, na sua maioria de autores consagrados da MPB, arranjadas especialmente para a formação contrabaixo acústico e voz. Com uma grande aceitação por parte do público catarinense, o Show entrou para o Circuito SESC de Música em Junho/Julho de 2010, circulando por 21 cidades do Estado. Em Setembro do mesmo ano o duo fez o lançamento do seu primeiro CD O Som do Vazio, em Florianópolis, pelo selo Beluga Discos, com apoio da empresa Itaipu Binacional.
Em 2011, lançou o CD O Som do Vazio em mais duas capitais da região sul do Brasil – Curitiba e Porto Alegre. Nesse mesmo ano, o duo compôs junto com André Abujamra, a trilha sonora de abertura do filme Rendas no Ar, longa metragem catarinense dirigido pela cineasta Sandra Alves.
Em 2014 o duo produziu o seu segundo CD Sinfonia Azul de composições inéditas com direção musical do multi instrumentista André Mehmari. Participou do I Festival Música sem Fronteiras (Foz do Iguaçu/PR) onde apresentou o show Sinfonia Azul e ministrou oficinas de Canto Popular e Arranjo na Música Brasileira. Lançou o CD Sinfonia Azul em Curitiba (PR), Florianópolis (SC) e em Ciudad del Este (Paraguay).

FERNANDA ROSA – Cantora de música popular tendo como base em sua formação vocal a técnica erudita, com influências da Técnica de Alexander, somadas a estudos autodidatas, desenvolvidos em seus 10 anos de carreira. Como intérprete participou do CD Lenga la Lenga (2007) que recebeu o 2º lugar no Prêmio TIM de Música Brasileira e em 2012 no CD Escolhas de Leandro Fortes. Cantou ao lado da Camerata Florianópolis – com regência do maestro Jefferson Della Rocca – no concerto “Canções” em 2013 e 2014.
Como professora, em 2014 ministrou Oficina de Canto Popular no Festival Internacional Música Sem Fronteiras (Foz do Iguaçu/PR). E além de lecionar aulas individuais de canto, realizou diversos trabalhos de preparação vocal para atores e grupos de teatro em Florianópolis.
MATEUS COSTA – Desde 1989 atua como instrumentista e arranjador em diferentes estilos musicais. Estudou contrabaixo com a professora Maria Helena Salomão – primeiro contrabaixo da Orquestra Sinfônica do Paraná (OSINPA). Integrou a Orquestra Sinfônica do Estado de Santa Catarina (OSSCA) e o Quinteto de Cordas da OSSCA. Participou da Orquestra Municipal de Florianópolis, da Camerata Florianópolis e da Orquestra da UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina).
Foi regente do grupo vocal Urubá Madrigal, onde compunha os arranjos para músicas populares. Tocou em grupos de jazz e big band como Galo de Macumba Jazz e Compasso Aberto Big Band. Como professor lecionou curso de contrabaixo erudito na Oficina de Música do IMCARTI (Instituto de Música, Canto e Arte de Itajaí/SC), de 1998 à 2001. Em 2014 ministrou oficina de Composição e Arranjo na Música Popular no Festival Internacional ,úsica Sem Fronteiras (Foz do Iguaçu/PR).
Além das músicas dos CDs Sinfonia Azul e O Som do Vazio do duo A Corda em Si, vamos ouvir na abertura do programa a belíssima música Abertura Rio 450 Anos de DIMITRI CERVO, com a OSB – Orquestra Sinfônica Brasileira.

Dimitri Cervo – Foto: Débora Zandonai
DIMITRI CERVO – Nasceu em Santa Maria e começou a destacar-se nacionalmente em 1995, quando Abertura e Toccata recebeu o 1º Prêmio no Concurso de Obras Orquestrais do XV Festival de Londrina e foi executada por cinco orquestras brasileiras. Sua discografia inclui dois CDs individuais, Toronubá e Série Brasil 2010, além de obras registradas em CDs de diversos grupos e artistas. Seus principais estudos de piano, composição e regência deram-se nas cidades de Porto Alegre, Siena, Salvador e Seattle. Graduou-se em piano na UFRGS (com Dirce Knijnik), e realizou os cursos de composição (com Franco Donatoni) e de música para cinema (com Ennio Morricone), na Accademia Chigiana de Siena, Itália.

Ouçam Aqui – Programa 14
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http://dimitricervo.com.br/
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O Sul Em Cima 13 – PARAGUAY PURAHÉI

O Sul Em Cima dessa edição traz um trabalho muito interessante chamado PARAGUAY PURAHÉI.

PURAHÉI: Palavra guarani que significa canção ou cantar. Formada pelas raízes pu: som; ra: que gera; héi: que expressa sentimentos.

PURAHÉI é um projeto que une artistas de três países: Paraguai, Argentina e Brasil. ROMY MARTÍNEZ na voz, AGUSTÍN ROY no piano e MAIARA MORAES na flauta transversal. Os integrantes do grupo partem das diversas influências de seus estudos musicais, para fazer uma interpretação contemporânea de tradicionais temas do cancioneiro paraguaio, ao mesmo tempo em que buscam manter sua essência. Os arranjos feitos por Agustín Roy foram pensados cuidadosamente para interagir com as estórias e costumes regionais que circundam cada tema escolhido para o concerto. A cantora e idealizadora do projeto, Romy Martínez, encarrega-se de explicar os contextos socioculturais e de traduzir com precisão as letras do guarani ao português (espanhol ou inglês, se for necessário) para conduzir o ouvinte em direção ao amplo universo sonoro que representa a esta terra.
A música como toda arte, foi e é capaz de construir pontes de amizade entre as nações e de transmitir a essência de suas raízes. Por isso, além de polcas paraguaias e guaranias, o repertório inclui “chamamés”,gualambaos e canções que se originaram na região da tríplice fronteira entre o Paraguai, Argentina e Brasil. Um encontro que nos aproxima à beleza cultural e à arte que faz deste singular país parte de uma América Latina viva, rica, diversa e forte.


ROMY MARTÍNEZ (Ciudad del Este, PARAGUAY, 12 de março, 1983). Cantora e pesquisadora. Licenciada em Música pela Universidade do Estado de Santa Catarina – Florianópolis, Brasil (2008). Foi bolsista pelo FONDEC (Fondo da Cultura e Artes do Paraguai) (2012) e cursa as tecnicaturas de Etnomusicologia e, Tango e Folclore no Conservatório Manuel de Falla – Buenos Aires, Argentina (2011-atualidade). Começou seus estudos de canto aos sete anos e se desenvolve como cantora profissional faz dez. Sua carreira e formação acadêmica transcorrem entre o Paraguai, Brasil e Argentina. É proficiente em espanhol, guarani, português e inglês e seu repertório se compõe de música sumamente variada. Desenvolve projetos de música e pesquisa com artistas e gêneros de diversas nacionalidades, principalmente os que inter-relacionam a diversidade da região do Cone Sul latino-americano.
Com Carlinhos Antunes e a Orquestra Mundana representou seu país no concerto que aconteceu no Teatro Sesc Pinheiros – SP (2009). Assistiu à CONFINT (Conferência Internacional Infantojuvenil Let’s take our care of the planet) em Brasília (2010). É professora particular de canto e como educadora foi convidada a lecionar oficinas de música sul-americana na CONFINT (2010) e no festival Oficina de Música de Curitiba (2013).
AGUSTÍN “CHUNGO” ROY  (Posadas, ARGENTINA, 20 de outubro, 1980). Pianista e arranjador. Professor Superior de Piano pelo Conservatório Fracassi, Posadas Misiones (1994), pelo ITMC (Instituto Tecnológico de Música Contemporânea) (2011) e pela “Escuela de Música Contemporânea” (ex-Berklee College of Music)(2002), esses dois últimos em Buenos Aires. Atualmente é aluno da Diplomatura em Música Argentina da Universidade de San Martin – Buenos Aires. Filho de pais paraguaios, possui uma identidade musical fortemente enraizada na cultura paraguaia e argentina em sua região de fronteira. Além disso, sua versatilidade como instrumentista possibilita seu percurso por gêneros que vão do jazz, a música centro-americana, argentina e o candombe uruguaio. Como músico e arranjador toca no trio do baixista uruguaio Daniel Maza (2009-Atualidade). É também pianista da cantora e atriz Julia Zenko (2012-Atualidade). Além disso, é professor e leciona aulas de improvisação, percepção musical, piano, harmonia e composição em Buenos Aires (2005-Atualidade).
MAIARA MORAES (Foz do Iguaçu, Paraná -BRASIL, 1985) Flautista. Licenciada em Música pela Universidade do Estado de Santa Catarina – Florianópolis (2009).; e concluiu o curso superior de Música Popular Brasileira do Conservatório de Tatuí – São Paulo (2008). Participou de diversos grupos de música instrumental brasileira: música do nordeste e choro, folclore latino-americano e música erudita. Integrou-se à Orquestra à Base de Sopro de Curitiba (2008 e 2009) e com este grupo apresentou-se com referentes da música instrumental brasileira como: Teco Cardoso, Laercio de Freitas, Arrigo Barnabé, Heloísa Fernandes e Léa Freire. Em 2010 gravou o DVD “Arrigo Barnabé e Orquestra à Base de Sopro” e o disco ao vivo com o clarinetista Gabriele Mirabassi, lançado pelo selo italiano EGEA (2011). Como instrumentista atuou com diversos músicos como André Marques (pianista de Hermeto Pascoal), Nailor Proveta (músico fundador da Banda Mantiqueira), Thiago Espiritu Santo, Edson Sant’anna, Ronaldo Saggiorato, Willy González, Micaela Vita, Yamandú Costa, Valente Roberta e Beto Lopes. Morou dois anos em Buenos Aires, onde desenvolveu uma intensa atividade artística “Maiara Moraes e Leandro Cacioni Duo”, “Paraguay Purahéi”, “Quarteto Latinoamericano”, “Duo Abaporu”, entre outros.
As músicas apresentadas no programa estão contidas no CD Paraguay Purahéi lançada em 2014 e são:  Taheñoi Jevy Ñane Mba’e, Maerâpa Reikuaase? – Arribeño Resay, La Canción Del Mimby, Che Trompo Arasa,  Reservista Purahéi, Galopera,  Kerasy (poesia bilingue), Alma de Lapacho,  Oración a Mi Amada e Lucerito Alba.  As músicas estão em guarani, espanhol e yopará.
Vale conferir nessa edição esse maravilhoso e interessante trabalho “Paraguay Purahéi”! 

Ouçam Aqui – Programa 13

Programa 13/2015 – PARAGUAY PURAHÉI – Parte 1

Programa 13/2015 – PARAGUAY PURAHÉI – Parte 2

https://www.facebook.com/pypurahei?fref=ts
https://www.facebook.com/romymartinezmusic?fref=ts

O Sul Em Cima 12 – CELINA FERNANDES

O SUL EM CIMA dessa edição mostra o trabalho de CELINA FERNANDES.

Natural de Araranguá/SC, Celina iniciou a carreira na música muito cedo, em 1993, com apenas 9 anos. Estudou violão clássico a partir dos 11 anos, com o músico e educador Lony Rosa, aprendendo também técnica vocal. Em 2001 ganhou o prêmio “Revelação  do Ano”, no Festival de Música do Sesc. 

No ano seguinte, formou um trio chamado Calibre 3 ao lado do contrabaixista Neto Nunes e do percussionista Rodrigo Campos, fazendo turnês e aberturas de shows pelo sul do Brasil.Em 2004 o grupo Calibre 3 gravou o primeiro CD, sendo encaminhado pela cantora para inúmeros artistas e gravadoras. Na trajetória musical, Celina fez participações nos shows de Kleiton & Kledir, Nando Reis, uma participação especial no show Loopcinio com Thedy Correa (vocalista do Nenhum de Nós) e o tecladista e produtor Sacha Amback, e abertura de shows como do cantor Zeca Baleiro, Guilherme Arantes, 14 Bis, Beto Guedes, entre outros. 
No ano de 2008, gravou o CD e DVD “Canto Eu, Canto Elas”, ao vivo no teatro Célia Belizária com
um evento memorável para a cidade de Araranguá. Em 2011, Celina foi recebida com muito carinho pelo cantor e compositor Djavan, depois de encaminhar um e-mail a ele, contando um pouco de sua história.
Atualmente, Celina faz shows e participa de muitos eventos. Desejamos sempre muito sucesso a Celina Fernandes e ao Calibre 3!
Vamos ouvir no programa, algumas músicas de Celina com o Calibre 3 e também músicas do CD/DVD Canto Eu, Canto Elas! Vale conferir!

Ouçam Aqui – Programa 12

Programa 12/2015 – CELINA FERNANDES – Parte 1

Programa 12/2015 – CELINA FERNANDES – Parte 2

http://celinafernandes.webs.com/
http://palcomp3.com/celina/
https://www.facebook.com/cantoracelina

O Sul Em Cima 11 – VITRAUX

O Sul Em Cima especial dessa edição é dedicado ao trabalho VITRAUX de Kleiton Ramil.
A maioria das composições são inéditas e foram gravadas por KLEITON RAMIL na França em 1992 no período em que morou nesse país.
Conta com participações de grandes artistas como Monica Passos, o cantor mineiro Leri Faria na trova criada por Kleiton e Luís Fernando Veríssimo para esse projeto e o programa traz também muitas outras curiosidades.
Kleiton nos presenteia mostrando na íntegra essa linda obra que ficou guardada muito tempo esperando uma ocasião especial para ser lançado. Porém agora, com enorme prazer Kleiton divide conosco essas canções e algumas histórias que aconteceram durante a realização desse projeto e da época em que viveu na França.
As músicas apresentadas são: 
VITRAUX, UN DEUX TROIS (português), BRY (versão original), BOITATÁ (participação de Monica Passos e letra a partir da música Couvert Artístico, tema instrumental que Kleiton gravou no tempo dos Almôndegas), VIRA VIROU (parte em português e parte em espanhol), TROVA DE DEUS E DO DIABO (Letra de Luís Fernando Veríssimo, participação de Leri Faria), BECO DO TISO, FEITICEIRA, VÊNUS DE MILO (versão original), DEBAIXO DO SOL (feita em cima do texto de Eclesiastes), UN DEUX TROIS (em francês).
Vale conferir mais essa maravilhosa e surpreendente produção gravada nesse lugar lindo e cheio de encantos!
Ouçam Aqui – Programa 11

O Sul Em Cima 10 – FESTIVAL BRASILEIRO DE MÚSICA DE RUA

O SUL EM CIMA dessa edição mostra músicas de alguns artistas que vão participar do Festival Brasileiro de Música de Rua.
Os espaços públicos de Caxias do Sul, Antonio Prado, São Marcos, Vacaria, Nova Petrópolis, Flores da Cunha, Farroupilha e Bento Gonçalves recebem entre os dias 17 e 26 de abril de 2015, a quarta edição do Festival Brasileiro de Música de Rua. Neste ano o conceito do Festival vai muito além do já trabalhado nos anos anteriores, que é o resgate da música bem elaborada, a democratização do acesso à cultura, bem como a aproximação entre o artista e o espectador. Agora, o Festival Brasileiro de Música de Rua se firma como mais um vetor de diálogo entre os países latino-americanos por meio de sua produção musical.

E, tendo o Rio Grande do Sul como solo que acolhe o evento, este estado que é uma porta de entrada para as nações de língua hispânica, representantes do Uruguai, Argentina, Venezuela, Peru e Brasil, farão um desfile memorável pelas ruas e espaços públicos da Serra Gaúcha, onde estarão presentes a diversidade, a paixão e a música, características que unem estes povos.

O Festival Brasileiro de Música de Rua é financiado pela Lei de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Caxias do Sul e da Lei de Incentivo à Cultura do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, com apoio cultural da Brasdiesel, Randon, Focco Sistemas de Gestão, Imobiliária Bento Alves, Construtora Dicriare, Agrale e Pisani. A iniciativa tem parceria com Acaft ( Associação Caxiense de Food Truck), Estúdio Retrola,  Hot Music, Honey Bomb Records, Neo Technology, Sebrae, Unimed Nordeste/ RS, Samae e da Secretaria de Cultura de Caxias do Sul. A realização fica por conta da De Guerrilha Produções, Varsóvia Educação e Cultura e da unidade caxiense do Sesc/RS.
No programa O Sul Em Cima vamos mostrar músicas de Yoyo Borobia (Venezuela), Andrés Mastrangelo, Molina y Los Cósmicos (Uruguai), Valdir Verona e Rafael de Boni, Tatiéli Bueno (Caxias do Sul),  Tagore (Recife), Splangled Shore, Cuscobayo, Bob Shut, Descartes (Caxias do Sul) e Kleiton & Kledir, que fazem o show de encerramento do Festival na Estação Férrea em Caxias do Sul.
Vale conferir o programa e prestigiar esse importante evento!

Ouçam Aqui – Programa 10
https://www.facebook.com/fmusicaderua?fref=ts


O Sul Em Cima 9 – OLY JR

O SUL EM CIMA dessa edição é dedicado ao trabalho de OLY JR, em especial ao seu novo trabalho  “Dedo de Vidro”.
OLY  JR, começou sua carreira musical em 1998 tocando blues. Depois passou a incorporar elementos do rock, do folk americano/gaúcho e da milonga pampeana, fazendo desses elementos musicais, referências diretas no seu trabalho autoral.
Já são 11 discos lançados (o CD Dedo de Vidro é o 11º), participação no álbum duplo – ao vivo “Os Blackbagual” que compõe a caixa “Bebeto Alves em 3D”, é guitarrista da banda Os Irish Boys, que acompanha o músico/compositor Júlio Reny, tendo participado de dois discos do artista, “A Primavera do Gato Amarelo” e “Bola 8”. Também participou do “Moinho da Estação Blues Festival  II”, na coletânea internacional “Rock four Life” com a canção “Milonga Blues”, na coletânea “Música na Casa 2004” (Casa de Cultura Mário Quintana) com a canção “Dia de Chuva” com Gaspo Harmônica e é ganhador de três troféus do “Prêmio Açorianos de Música 2009/2010”, Melhor Disco, Melhor Compositor e Melhor Intérprete na categoria Blues/Jazz. Costuma se apresentar em formato solo ou acompanhado por sua banda de apoio, Os Tocaios.
“Sou blueseiro do delta do Jacuí e milongueiro do asfalto; toco rock de revesgueio e misturo o folk daqui com o folk de lá; vou seguindo a passo leve, num caminhar imperfeito até a morte me pealar”, diz Oly Jr.
Vamos mostrar no programa, músicas do mais recente trabalho de Oly Jr, chamado “Dedo de Vidro”. Como ele explica:
‘Esse disco tem como força motriz, em termos estéticos e sonoros, a intervenção em todas faixas, do slide. O slide é um objeto cilíndrico, ou um tubo, que pode ser feito de vários materiais, mas os mais usados são os de metais, de porcelana, no meu caso, de vidro, e é usado como efeito sonoro, deslizando esse objeto em algum instrumento de cordas, geralmente no violão ou na guitarra, mas no meu caso, e pra esse disco, usei direto numa viola de 10 cordas e numa guitarra de 10 cordas, que eu chamo de “guitarola”, fuçada e reformada pelo luthier André Luthier Moraes. Ou seja, consegui unir elementos que me emocionam muito no universo musical, como o blues, a milonga, o folk, o rock, a viola e o slide. Faz muito tempo que eu estudo a técnica do slide, através do blues, e desde 2009, com o disco “Milonga Blues” eu venho aplicando essa técnica também na milonga, que depois aperfeiçoei um pouco mais em outro disco, o “Milonga em Blue (Notas do Delta)”, de 2012. No disco de 2009 eu já tinha gravado os slides numa viola de 10 cordas, mas que eu a usava em 5 cordas. Somente num disco de 2013, que eu gravei em parceria com o harmonicista chileno Gonzalo Araya, intitulado “Do Delta do Jacuí ao Deserto do Atacama”, que de fato usei numa viola com 10 cordas, com intervenções do slide em algumas canções. Como gostei muito do resultado, me dediquei um tempo pra viola e pra essa guitarra de 10 cordas, com um slide no dedo, compondo e fazendo arranjos nessas condições. Daí surgiu o DEDO DE VIDRO”.
Ouçam Aqui – Programa 9
Programa 09/2015 – OLY JR – Parte 2

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