
CATTO – Catto lançou em maio o álbum Caminhos Selvagens, disco feito entre São Paulo (SP) e Porto Alegre (RS), com produção musical orquestrada pela artista gaúcha com Fabio Pinczowski e Jojô Inácio, em edição do selo Editsy. Nascida em Lajeado (RS), ela rapidamente ganhou destaque no cenário musical com seu EP de estreia “Saga” (2009). Hoje, sua música transita por gêneros como MPB, pop romântico e rock alternativo, sendo marcada por letras profundas e interpretações hipnotizantes. Todas as músicas do novo álbum foram formatadas com guitarras distorcidas, atmosferas etéreas e arranjos orquestrais. Com uma discografia aclamada, que inclui os álbuns Saga( 2009) “Fôlego” (2010) , o Ao Vivo Entre Cabelos , olhos e Furacões (2012) , Tomada (2015), “CATTO” (2017), O Nascimento de Vênus Tour (2021) e Belezas são Coisas Acesas por Dentro (2023) , disco em que celebra a obra e o espírito transgressor de Gal Costa, Catto reinventou sua imagem e conquistou plateias ao redor do Brasil e do mundo e é considerada uma das figuras mais autênticas e inspiradoras da música nacional atualmente e também um ícone LGBTQIAPN+, sendo uma voz que transcende a música, desafiando as normas de gênero e celebrando a liberdade artística.
Músicas de Catto: 01 – Eu não aprendi a perdoar // 02 – Eu te Amo // 03 – Solidão é uma festa // 04 – Caminhos Selvagens (Catto e César Lacerda) // 05 – Madrigal
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ROSA NIKA – travesti negra nascida no interior do Rio Grande do Sul, é a voz que ressignifica a tradição gaúcha através de corpos queer e periféricos. Em seu EP de estreia, ‘A Flor do Pampa’, ela funde pagodão baiano, bachata e tambores afro-religiosos com a poesia combativa de cantores missioneiros como Noel Guarany – seu manifesto artístico é um feitiço onde o pampa escuta pela primeira vez o amor de uma travesti. Lançado em 4 de julho de 2025, ‘A Flor do Pampa’ é uma jornada sonora entre o asfalto e o pampa. Rosa Nika surge para reivindicar o lugar de travestis, negros e indígenas na cultura gaúcha. Seguindo o legado de cantores como Noel Guarany e Mary Terezinha – que usavam a música para denunciar opressões – ela atualiza a luta a partir da teoria do amor como revolução (Bell Hooks). Levando assim, grupos oprimidos a se sentirem parte viva da cultura rio grandense, evocando delicadeza e se autointitulando A Flor do Pampa. O primeiro EP da artista é só o começo de um projeto que quer florescer não só nos palcos, mas também nas ruas, no ônibus e no imaginário afetivo do Sul. Música do pgm: 01 – Cavala Xucra – Rosa Nika e Sabrina Mercilus – Feat Queen Sabrina
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“A VOZ SUPREMA DO SAMBA É A LIBERDADE”, projeto audiovisual autoral. Interpretado por artistas negras e LGBTQIAPN+ da cena musical do Rio Grande do Sul, tem como finalidade, principal, ser mais uma voz antirracista e anti-LGBTQIAPN+fóbica. Nesse propósito, o samba, dialoga com outras sonoridades, outros ritmos contemporâneos e/ou atemporais – para além de sua notória importância cultural e musical – foi escolhido como referencial sonoro e rítmico deste trabalho, já que também foi forjado na resistência contra a intolerância e o preconceito.
Músicas: 01. A nossa dor- Edison Guerreiro, Negra Jaque e Leo Bracht – Intérpretes: Glau Barros feat: Negra Jaque e 50 Tons de Pretas // 02. Transradioativa – Edison Guerreiro/Cristal/Valéria Barcellos/Leo Bracht – Intérprete: Valéria Barcellos Participação especial (voz): Cristal // 03.Um sambinha pra você – Edison Guerreiro – é interpretado por Raquel Leão e, tem como convidadas, as cantoras Rhosangela Silvério, Maria do Carmo Carneiro e Yara Lemos // 04 -Nesse meu samba – Edison Guerreiro – interpretado por Marietti Fialho, e com a participação da jovem revelação da cena contemporânea, Jessie Jazz” // 05 – Alice Tantas de Tantas – Edison Guerreiro – Intérprete: Stephanie Soeiro – Participação Especial: Orquestra Villa-Lobos // 06 – A Voz Suprema do Samba é a Liberdade – Edison Guerreiro – interpretada pelo Ialodê, formado pelas talentosas vozes de Loma Pereira, Nina Fola, Glau Barros e Marietti Fialho, a música celebra, a essência libertária do samba e sua força como instrumento de resistência.
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