O Sul Em Cima 30 – Grupo CORDAS&RIMAS

Grupo Cordas & Rimas – Foto: Marcelo Ferreira/ICPJ

O SUL EM CIMA dessa semana está muito especial e traz o lançamento do CD do Grupo CORDAS&RIMAS!
Composto por jovens que desde sua infância se dedicam ao estudo musical de riqueza tanto técnica como teórica, o grupo apresenta um trabalho de grande qualidade artística e musical: Cattulo de Campos, violonista e contrabaixista, por sua alta capacidade musical e de liderança responde pela direção musical e pelos arranjos do grupo; Brenda Netto, cantora de 15 anos, além de estudar Técnica Vocal já há mais de cinco anos, tem se destacado como uma grande revelação como jovem intérprete e, apesar de adolescente já tem uma larga experiência e reconhecimento no mundo artístico rio-grandense; com eles estão também músicos consagrados e sempre artistas amigos, que, assim como Cattulo e Brenda, tiveram sua formação e aprendizado na Academia de Música Rima-Aperfeiçoamento, como os tecladistas Felipe Janicsek, Patrick Hertzog, Fabiano Saraiva e Cristian Sperandir, os guitarristas Diego Sá, Yuri Correa, Ramon Pelissoli e Duda Linhares, o violonista Mário Tressoldi, os contrabaixistas Diego Pessoa, Adriano Linhares e Cri Ramos, os bateristas Lucas Braun e Giancarlo Correa e o percussionista Rodrigo Reis.
Entre as experiências do grupo, estão as participações junto ao grupo Cantadores do Litoral onde interagem com a cantora Loma e com músicos de alto nível, apresentações de shows na Moenda da Canção e na Tafona da Canção, vitória no 1º Festival de Jovens Intérpretes Cooperativistas o que lhes possibilitou apresentar-se no Gigantinho para cerca de dez mil pessoas e o prêmio de Melhor Grupo Vocal do 1º Osório Canta a Tafona. O grupo Cordas & Rimas está lançando agora seu primeiro CD, que temos o prazer de apresentar no programa O Sul em Cima.
O grupo Cordas & Rimas tem um repertório que enfatiza a música popular brasileira em suas mais variadas vertentes e matizes. Brinda o público com músicas de autores da região Litoral Norte do Rio Grande do Sul.
Brenda Costa Netto, ingressou na Academia de Música Rima-Aperfeiçoamento em julho de 2009, com nove anos, nas aulas de violão com o professor Cattulo.
Participou como cantora na Galera da Rima, a banda de crianças que Cattulo de Campos comandou de 2009 a 2011. Com eles, fez vinte e cinco shows importantes, com muito brilho e grande repercussão em toda a região. Teve as suas primeiras lições de compromisso e responsabilidade na vida artística, e destacou-se rapidamente pelo profissionalismo, mesmo com tão pouca idade.
Entre suas atuações de maior destaque, estão a premiação no primeiro festival O JOVEM CANTA O COOPERATIVISMO, onde interpretou a canção “Feminina” de Chico Saga e Mário Tressoldi, que lhe possibilitou cantar para cerca de dez mil pessoas no Gigantinho, em Porto Alegre. Também o prêmio de Melhor Conjunto Vocal no primeiro OSÓRIO CANTA A TAFONA, onde liderou o Grupo Cordas&Rimas em belo arranjo vocal para a música “Marinheiro do Som” de Érlon Péricles. Cantou e encantou na Moenda da Canção de 2012, homenageando Elis Regina e interpretando “Redescobrir” de Gonzaguinha, sendo a única cantora aplaudida em pé por todo o ginásio do festival.
Interpretou “Terra de Gigantes” de Humberto Gessinger. Gravou em outubro de 2012 o Galpão Crioulo da RBS TV especial “Novos Talentos”.
Cattulo de Camargo e Campos – Envolvido com literatura, música e cultura desde pequenino, sempre gostou de ler, escrever, atuar, tocar e cantar.
Cattulo convivia com projetos, produções, gravações e espetáculos realizados por seu pai e pelo grupo de artistas ligados à Central Rima de Produções Culturais e Arte-Educação.
Em 2008 passou a monitorar aulas de violão na Academia de Música Rima-Aperfeiçoamento, e em 2009, criou a Galera da Rima. Até 2011 produziu, coordenou e comandou as seis crianças em vinte e cinco apresentações e shows de muito brilho e grande repercussão na região inteira.
Com o término da Galera da Rima, Cattulo passou a focar seu trabalho na Rima, passando a monitorar, além de violão, aulas de Linguagem e Estrutura Musical e guitarra. Com Brenda e alguns amigos formou uma nova banda, realizando seu desejo de não só produzir, mas participar como músico de um projeto. O nome “Cordas&Rimas” veio como homenagem ao grupo que seu pai Paulo de Campos formava no final da década de 1970, com Zé Caradípia e outros artistas de peso.
O grupo Cordas & Rimas lança agora seu primeiro CD que tem arranjos e produção musical de Cristian Sperandir, produção artística de Mário Tressoldi e Paulo de Campos, produção executiva de Elaine Camargo, Design Gráfico de Régia Campos e os desenhos feitos por Felipy Camargo de 14 anos.

Músicas:

1- O que é Música – Cattulo de Campos, Cristian Sperandir e Rodrigo Prates
2-Terra de Gigantes – Humberto Gessinger
3- Compadre Vento – Paulo Luiz Conceição
4- Capaz – Kledir Ramil e Kleiton Ramil
5- Te procuro lá – Ferreira Gullar e Raul Ellwanger
6- Olhar Pidão – Zé Caradípia
7- Cantiga – Aurélio Aragon, Carolina Wist e Paulo de Campos
8- Os Nós do Futuro – Chico Saga, Mário Simas e Mário Tressoldi
9- Amor de Criança – Caio Martinez e Cristian Sperandir
10- Tanto Faz – Marcelo Astiazara e Robson Almeida
11- Cantar a Vida – Chico Saga e Mário Tressoldi
12- Perfume – Ricardo Freire e Villela Gomes
13- Filho de Boto / Á Volta – Daniel Maiba, Ivan Therra e Marcelo Maresia
14- Paz e Novidade – Zé Caradípia

O programa está imperdível! Vale conferir o lindo  trabalho dessa turma talentosa!!

PROMOÇÃO!!!!!!

VAMOS SORTEAR 3 CDs do CORDAS&RIMAS!

Para concorrer é só escrever nos comentários desse post, enviando NOME E EMAIL.

O resultado sai dia 24 de dezembro!!

PARTICIPEM!!!

Ouçam Aqui – Programa 30

Programa 30/2014 – CORDAS&RIMAS – Parte A

Programa 30/2014 – CORDAS&RIMAS – Parte B

http://www.cordaserimas.com.br/
https://www.facebook.com/CordaseRimas?fref=ts

O Sul Em Cima 29 – Cantos de Linho, de Lã / Par ou Ímpar

O SUL EM CIMA dessa semana mostra dois ótimos trabalhos infantis: “Cantos de Linho, de Lã” e “Par ou Ímpar”.
Apresentamos aqui o projeto musical infantil de nome “Cantos de Linho, De Lã”, que em 2014 transformou em canção as principais poesias infantis do poeta gaúcho Dilan Camargo, através da parceria com os compositores Beto Chedid, Thiago Di Luca e colaboração de Álvaro RosaCosta. Poemas, versos, quadras que vêm encantando crianças, pais, professores e públicos diversos pelo Brasil ao longo dos 30 anos de carreira de Dilan ganham ritmo e melodia e são apresentados em palco de forma lúdica e envolvente.

“Cantos de Linho, de Lã” é um espetáculo musical infantil, que apresenta de forma divertida doze canções compostas a partir de poemas de Dilan Camargo, apresentados por uma banda de quatro músicos de próspera trajetória profissional, com ampla experiência em arte-educação e que conhecem bem o universo infantil, que são Marina Mendo, Renatinho Muller, Pingo Borel e Thiago di Luca.. O show musical é apresentado fazendo uso de variados recursos, onde a música e a canção dividem espaço com pequenas intervenções cênicas. Estas intervenções vão desde pequenas contações de histórias referentes às canções, até dinâmicas de interação com a platéia, que é convidada a cantar junto com os músicos, realizar trava-línguas, executar ritmos, movimentos e inventar novas palavras fazendo jogos musicais.
Beto Chedid e Thiago di Luca

“Cantos de Linho, de Lã”, apresenta-se como um espetáculo lúdico e delicado, destinado a pais me filhos, produzido com muito carinho e criatividade. Equilibra com competência entretenimento, cultura e lazer, vindo para ocupar um espaço de destaque no cenário cultural infantil do Rio Grande do Sul.

Para conseguirem finalizar o espetáculo, está aberto para captação no site Catarse o projeto, onde as pessoas podem contribuir adquirindo produtos, ajudando assim a concretizar esse lindo projeto. Quem puder ajudar é só acessar o link abaixo. Lá tem todas as explicações sobre o projeto:
http://www.catarse.me/pt/delinhodela  

Na segunda parte do programa, vamos mostrar as músicas do Projeto Par ou Ímpar Ao Vivo. São registros do show de Kleiton & Kledir com o excelente grupo Tholl e que teve a direção de João Bachilli, responsável por criações que abrilhantam ainda mais as ótimas canções e tornam o espetáculo mágico e inesquecível.

Esse registro foi feito em Porto Alegre no Teatro Bourbon Country no dia 27 de maio de 2012 e gerou o CD/DVD. O show foi criado a partir do disco infantil do mesmo nome lançado em 2011 pela Biscoito Fino, com músicas inspiradas no universo infantil cheio de fantasia e imaginação.
O projeto Par ou Ímpar Ao Vivo teve a direção do DVD de Pena Cabreira e Cláudio Fagundes, a direção do espetáculo de João Bachilli e direção e produção musical de Kleiton & Kledir.

A viagem começa com a música Maria Fumaça rumo à Estação de Par ou Ímpar…como diz Kledir:
“Maria Fumaça” foi a música que lançou Kleiton & Kledir. Desde crianças sempre fomos uma dupla, mas só nos demos conta disso quando nos apresentamos pilotando nosso trem de ferro no Festival da Tupi, em dezembro de 79. Essa locomotiva faz parte da nossa história. Tem nos levado a muitos lugares interessantes e agora nos proporciona uma travessia a um mundo de sonhos e fantasias: “Par ou Ímpar”, um lugar mágico, criado no palco pela exuberância cênica do Grupo Tholl.
O espetáculo – que saiu em DVD, com a participação especial da atriz Fabiana Karla – começa intencionalmente com uma releitura de “Maria Fumaça”. A canção original conta a história de um noivo que não quer perder o casamento, pois vai dar o golpe do baú. Essa nova versão, que recebeu o sub-título “rumo a Estação de Par ou Ímpar”, conta a história de dois amigos que viajam a um lugar encantado onde vai haver uma festa e um torneio, em que estará em jogo a mão da Princesa Spirulina…

Vamos então nos divertir e nos encantar com esses dois lindos trabalhos! “Cantos de Linho, de Lã e Par ou Ímpar!
Divirtam-se e comentem!

Ouçam Aqui – Programa 29

Programa 29/2014 – Cantos de Linho, de Lã e Par ou Ímpar  – Parte 1

Programa 29/2014 – Cantos de Linho, de Lã e Par ou Ímpar   – Parte 2

O Sul Em Cima 27 / 28 – Grupo Maria Vai Com as Outras

Grupo Maria Vai Com as Outras – Foto: Camila Mazzini

O SUL EM CIMA dessa semana vai mostrar o trabalho do Grupo Vocal MARIA VAI COM AS OUTRAS.
Maria Vai Com as Outras nos seus 12 anos de existência, desenvolveu um trabalho a quatro vozes femininas. A capela ou com acompanhamento instrumental, arrebatavam o público com a beleza das vozes, dos arranjos, do repertório e, especialmente, pela afinidade musical das cantoras.
No início o grupo tinha o nome D’Quina prá Lua. O vocal foi criado no final de 1998 com a idéia de montar o musical Maria Vai Com as Outras. As cinco cantoras foram reunidas. Era importante que sensibilidade, criatividade e expressividade estivessem aliadas.
No primeiro semestre de 2000, o quinteto sentiu que era o momento para o Maria Vai Com as Outras. Foi assim que concorreu e foi beneficiado com o financiamento do FUMPROARTE.
Com a montagem do musical, o D’Quina prá Lua recebeu o Prêmio Açorianos de Música – categoria Revelação MPB / 2000.
Foto: Cláudio Etges
Foram carinhosamente batizadas de “Marias” e de 2002 até o final, em 2010, respondiam pelo nome – Maria Vai Com as Outras.
No segundo semestre de 2001, o grupo concorreu novamente ao FUMPROARTE, desta vez para a gravação do CD com o repertório do espetáculo. Foi beneficiado e recebeu o Prêmio Açorianos de Música – categoria Grupo de MPB / 2002.
As integrantes do Vocal D’Quina prá Lua na ocasião do lançamento do CD Maria Vai Com as Outras eram a CLÁUDIA BRAGA, DÉBORA DREYER, FERNANDA NÓVOA, PRISCILA RIBAS e REGINA MACHADO.
Os arranjos eram trabalhados e escritos para a formação de quarteto ou trio, a capela ou com acompanhamento por músicos como Dimitri Cervo, Fernando Mattos, Arthur de Faria, Iuri Correa, Martinez Nunes e Pablo Trindade.

Vanessa, Regina, Cláudia e Débora – foto: Camila Mazzini
Em 2005 iniciaram a montagem do show Bailadêra com composições maravilhosas de musicistas brasileiras, com direção de Luciana Prass.
Em 2006 o Maria Vai Com as Outras estreou o Bailadêra. Em 2007, o grupo produziu o segundo CD.
Em junho de 2008, o Marias lançou o CD Bailadêra, com financiamento do Frumpoarte, no Teatro Renascença em Porto Alegre, abrindo as comemorações de 10 anos de estrada e sucesso. Em 10 de março de 2010, fez sua última apresentação, na Abertura do Sarau no Solar, na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul.
A formação do grupo de 2006 até o final em 2010 eram CLÁUDIA BRAGA, DÉBORA DREYER, REGINA MACHADO e VANESSA LONGONI.
O grupo encerrou as atividades em 2010, porém as integrantes do grupo seguem suas carreiras com sucesso:
Regina Machado – além de ter participado do grupo Maria Vai Com as Outras de 1998 à 2009, participou antes disso como cantora do grupo folclórico “Folcloamérica” dirigido pela historiadora e coreógrafa Amélia Mayer, Coral da Casa de Cultura Mário Quintana, vocal Mandrialis, dirigido pelo maestro João Paulo Sefrin. De 2010 até hoje, integra o grupo vocal “Vocal 5”.
Priscila Ribas – vive desde 2003 na Itália. Entre diferentes experiências musicais, colabora com coros e emsembles vocais em repertório do antico ao contemporâneo e se formou em Canto Lírico no Conservatório Guido Cantelli di Novara na classe de Roberto Balconi. Em uma constante pesquisa da própria vocalidade, se aproxima da música contemporânea e do jazz. Faz concertos de música popular brasileira e jazz em duo com o guitarrista Paulo Zannol, com o grupo Bossaraw e com diversos músicos do norte da Itália.
Débora Dreyer – é mezzo-soprano e iniciou seus estudos de canto em 1996. Nos anos seguintes participou de vários corais e fez inúmeros trabalhos. No início de 2014, juntamente com o Maestro Tiago Flores, montou o TAKT Vocal, formado por 12 cantores profissionais, que apresenta obras vocais de diferentes estilos e épocas, aproximando os repertórios clássico e popular, quebrando barreiras entre os diversos universos sonoros. Além do trabalho como cantora e preparadora vocal, em 2014 assumiu a Direção do Depto de Produção Artística da OSPA.
Cláudia Braga –  nasceu em Montenegro em uma família de muitos músicos. Estudou na Fundarte, quando era ainda o Conservatório de Música de Montenegro. Naquela época teve a oportunidade de aprender vários instrumentos, canto coral e ballet. Fez faculdade de Nutrição, onde se especializou em Nutrição Clínica e Transtornos do Comportamento Alimentar e trabalhou por 11 anos nessa área. Em 1998 foi uma das fundadoras do Maria Vai Com as Outras. Em 2004 foi uma das fundadoras da Casa Elétrica – que hoje é chamado de Espaço de Cultura para Crianças, onde é oferecido oficinas regulares para a pitocada de 0 a 10 anos, projeto de férias, a Microgaleria, O Teatrinho da Casa, a Bibliotequinha da Caselé, a Editora Caselé, entre muitas outras atividades.
Desde março, Cláudia iniciou com a violonista Luciana Prass a construção de um novo espetáculo, de voz, cordas e percussão, com um repertório que vai passear por canções que estiveram em seu recital de formatura, composições brasileiras, repertório popular internacional mais antigo e muitas outras coisas. Com certeza, será mais um sucesso na carreira de Cláudia Braga.
http://www.casaeletrica.art.br

Foto: Camila Mazzini

Vamos ouvir em O Sul Em Cima, dois programas que apresentam os dois trabalhos do Maria Vai com as Outras, os CDs Maria Vai com as Outras e o Bailadêra, e alguns trabalhos de suas integrantes. Vale conferir o excelente trabalho, a sensibilidade e as belíssimas vozes e interpretações do grupo MARIA VAI COM AS OUTRAS!

Ouçam Aqui – Programa 27   (Programa 1)


Programa 27/2014 – MARIA VAI COM AS OUTRAS – Parte 1

Programa 27/2014 – MARIA VAI COM AS OUTRAS – Parte 2

Ouçam Aqui – Programa 28  (Programa 2)

Programa 28/2014 – MARIA VAI COM AS OUTRAS – Parte 1

Programa 28/2014 – MARIA VAI COM AS OUTRAS – Parte 2

O Sul Em Cima 26 – BANDA SELTON

O SUL EM CIMA dessa semana vai mostrar o trabalho da BANDA SELTON.
Consolidado na Itália após dar os primeiros passos na Espanha, o quarteto brasileiro Selton lança “Saudade” (Ghost Records, 2013), terceiro CD da banda, álbum que reúne composições em inglês, italiano e português.

Gravado entre agosto e novembro de 2012, em Milão, cidade-base da banda vinda de Porto Alegre, a obra climatiza em pouco menos de 30 minutos a desprendida energia de RAMIRO LEVY (voz, guitarra e ukelele), RICARDO FISCHMANN (voz, guitarra e sintetizador), EDUARDO STEIN DECHTIAR (voz e baixo) e DANIEL PLENTZ (voz, bateria e drum machine).
Tudo começou em Barcelona quando, por acaso, os gaúchos Eduardo Dechtiar e Ramiro Levy encontraram os antigos colegas de escola Ricardo Fischmann e Daniel Plentz, em 2006. Estavam na faculdade e resolveram fazer intercâmbio pela Europa. Então, para se manterem nesse período, resolveram montar uma banda, tocando em parques e ruas da cidade espanhola. Passados dois anos, o som dos porto-alegrenses agradou aos ouvidos de um produtor da MTV Italiana. Daquele encontro, surgiu o convite do produtor musical Gaetano Cappa para trocar o espanhol pelo italiano e se mudar para Milão.
Primeiro disco: Inspirados pelo compositor Enzo Jannacci, o Selton regravou canções tradicionais da Itália numa estética mais roqueira e com letras em português, resultando no disco Banana à Milanesa (Barlumen Records, 2008), que chamou a atenção da crítica local.
Em 2010, a banda expandiu sua repercussão na Itália com um surpreendente álbum de composições próprias, escritas em português e inglês: 0 CD SELTON.
Publicações como  Rolling Stone e Internazionale destacaram o disco como um dos grandes lançamentos daquele ano e os músicos embarcaram em turnê pelo país. Bélgica, Portugal, Inglaterra e Alemanha também acolheram os porto-alegrenses.
SAUDADE
Movido pelo espírito aventureiro de permanecer como se estivesse na terra pátria em cada um dos países que acolheram sua música, o Selton convocou para a produção de Saudade o engenheiro de som italiano Tommaso Colliva, conhecido por trabalhos com Franz Ferdinand e Muse.
Mas é o Brasil que o grupo celebra na primeira faixa do disco, “Qui Nem Giló (Saudade)“, de autoria do rei do baião Luiz Gonzaga, que conta com a colaboração do multi-instrumentista Arto Lindsay. Outro músico que colabora no álbum é o compositor Dente, importante nome da cena italiana atual. Além de auxiliar no processo de tradução de algumas faixas para a língua local, ele canta na versão alternativa de “Drunken Sunshine”, lançada apenas na edição em CD comercializada na Itália.  Essa versão se chama Piccola Sbronza.
O álbum já rendeu longa turnê européia, que incluiu Milão, Roma, Florença, Bolonha, Nápoles e Turim, entre outras cidades italianas, passou por Londres, Paris e Berlim, e deixou saudade no Brasil – em sete dias no país, eles visitaram São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Desde a primeira turnê brasileira em maio de 2013, o disco “Saudade” teve um reconhecimento importante por parte da crítica.
“-É uma sensação estranha e, ao mesmo tempo, muito estimulante para a gente. Quando saímos de Porto Alegre, há oito anos, nem sequer imaginávamos que a banda viesse a existir. Hoje, a Selton é o centro das nossas vidas e, pela primeira vez, está começando a chegar no Brasil de maneira mais sólida, – diz Ramiro”.
Vamos ouvir então no programa O Sul Em Cima o som da Banda Selton!  Divirtam-se e comentem!

Ouçam Aqui – Programa 26

Programa 26/2014 – BANDA SELTON – Parte 1

Programa 26/2014 – BANDA SELTON – Parte 2

Contatos:
http://www.seltonmusic.com
https://www.facebook.com/seltonmusic?fref=ts

O Sul Em Cima 25 – MERCEDES SOSA

O SUL EM CIMA Especial dessa edição, faz uma homenagem a MERCEDES SOSA.

Mercedes Sosa (San Miguel de Tucumán, 9 de julho de 1935 – Buenos Aires, 4 de outubro de 2009) foi uma cantora argentina, uma das mais famosas na América Latina. A sua música, tem raízes na música folclórica argentina. Ela se tornou uma das expoentes do movimento conhecido como Nueva canción. Apelidada de La Negra pelos fãs, devido à ascendência ameríndia, ficou conhecida como a voz dos “sem voz”.

Mercedes Sosa nasceu em San Miguel de Tucumán, na província de Tucumán, no noroeste da Argentina, cidade onde foi assinada a declaração de Independência da Argentina em 9 de julho de 1816, na casa de propriedade de Francisca Bazán de Laguna, que foi declarada Monumento Histórico Nacional em 1941. Nascida no dia da Declaração da Independência, e na mesma cidade onde foi assinada, Mercedes sempre foi patriota. Afirmou inúmeras vezes que a “pátria só temos uma”. Foi também uma árdua defensora do Pan-americanismo e da integração dos povos da América Latina.
Sua ascendência era mestiça (mistura de europeus com amerindios): francesa e dos indígenas do grupo diaguita. Sua carreira se iniciou em 1950, aos quinze anos de idade, quando Sosa venceu uma competição de canto organizada por uma emissora de rádio de sua cidade natal e ganhou um contrato para cantar por dois meses.

Carreira

Em 1961 grava seu primeiro álbum, intitulado La voz de la zafra (publicado em 1962). Em seguida, uma performance no Festival Folclórico Nacional faz com que se torne conhecida entre os povos indígenas de seu país. Sosa e seu primeiro marido, Manuel Óscar Matus, com quem teve um filho, são peças chave no movimento musical da década de 1960 conhecido como nueva canción. Em 1965 lançou o aclamado Canciones con fundamiento, uma compilação de músicas folcloricas da Argentina. Em 1967 faz uma turnê pelos Estados Unidos e pela Europa e obtém êxito internacional. Em 1970 grava Cantata Sudamericana e Mujeres Argentinas com o compositor Ariel Ramirez e o letrista Felix Luna. Em 1971 grava um tributo à cantora e compositora chilena Violeta Parra, ajudando a popularizar a canção “Gracias a la vida”. Mais tarde grava um álbum em homenagem a Atahualpa Yupanqui.

Nos anos seguintes interpreta um vasto repertório de estilos latino-americanos, gravando tanto com artistas argentinos como Leõn Gieco, Chaly García, Antonio Tarragó Ros, Rodolfo Mederos e Fito Páez, quanto com internacionais como Chico Buarque, Raimundo Fagner, Daniela Mercury, Milton Nascimento, Kleiton & Kledir, Caetano Veloso, Gal Costa, Sting, Andrea Bocelli, Luciano Pavarotti, Nana Mouskouri, Joan Baez, Silvio Rodriguez e Pablo Milanés. Mais recentemente, grava com a colombiana Shakira, cantora latino- americana de maior sucesso no exterior.
Após a ascenção da Junta militar do general Jorge Videla, que depôs a presidente Isabelita Perón em 1976, a atmosfera na Argentina tornou-se cada vez mais opressiva. Sosa, que era uma conhecida ativista do peronismo de esquerda, foi revistada e presa no palco durante um concerto em La Plata em 1979, assim como seu público. Banida de seu próprio país, ela se refugiou em Paris e depois em Madri. Seu segundo marido morreu um pouco antes do exílio, em 1978.
Sosa retornou à Argentina em 1982, vários meses antes do colapso do regime ditatorial como resultado da fracassada guerra das Malvinas, e deu uma série de shows no Teatro Colón em Buenos Aires, onde convidou muitos colegas jovens para dividir o palco com ela. Um álbum duplo com as gravações dessas performances logo se tornou um sucesso de vendas. Nos anos seguintes, Sosa continuou a fazer turnês pela Argentina e pelo exterior, cantando em lugares como o Lincoln Center, o Carnegie Hall e o Teatro Mogador.

O repertório de Sosa continou a ampliar, tendo gravado um dueto com a sambista Beth Carvalho, intitulado “So le pido a Dios”, cada uma cantando em seu idioma. Em 1981 gravou o sucesso “Años” com o cantor cearense Fagner. Também gravou com Kleiton & Kledir, as músicas Vira Viró (Kleiton Ramil) e Siembra (José Fogaça e Vitor Ramil). Seu último álbum, Cantora, traz duetos com artistas que são referência na música latino-americana.
Sosa era Embaixadora da Boa Vontade da UNESCO para a América Latina e o Caribe. Em 2000, ela ganhou o Grammy Latino de melhor álbum de música folclórica por Misa Criolla, feito que repetiria em 2003 com Acústico e em 2006 com Corazón Libre. Sua interpretação de “Balderrama” de Horacio Guarany, fez parte da trilha-sonora do filme de 2008 Che, sobre o lendário guerrilheiro argentino Che Guevara.
Mercedes Sosa se foi aos 74 anos e idade em 4 de outubro de 2009, mas está eternizada pela grandiosidade de sua obra.

Ouçam Aqui: Programa 25/2014

Programa 25/2014 – MERCEDES SOSA – Parte 1

Programa 25/2014 – MERCEDES SOSA – Parte 2

http://www.mercedessosa.com.ar/
https://www.facebook.com/mercedessosaoficial?fref=ts
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mercedes_Sosa

O Sul Em Cima 24 – MILONGAS

O SUL EM CIMA dessa semana mostra várias versões  de músicas do ritmo chamado MILONGA  ou que tenham ligação com esse ritmo contagiante.

A Milonga é chamada por ritmo rioplatense porque é comum na área da Argentina, Uruguai e no Sul do Brasil. Embora o ritmo seja muito conhecido na Argentina, teve muita influência no RS, formando parte das tradições gaúchas.

O termo “milonga” vem de uma palavra africana que significa – palavra -. Ao parecer também fazem a relação as origens com alguns tipos de danças africanas que se dançavam entre um homem e uma mulher, o que também se tornou uma característica da milonga. A princípio, a milonga era um tipo de poema cantado, onde as letras eram mais importantes que a música.
Quando esse ritmo foi evoluindo, as músicas viraram mais complexas e um pouco mais rápidas. Esse ritmo surgiu no século 19 com os gaúchos argentinos e depois se introduziu ao Brasil pela fronteira com Argentina. Era uma música principalmente cantada pelos “payadores” acompanhados pelo violão, logo depois se incorporaram instrumentos como a flauta, o piano e o violino. A milonga foi influenciada por outros ritmos como o candombe, a mazurca e a valsa, e foi se formando o tango, ritmo que se tornou famoso mundialmente e foi evoluindo paralelamente a milonga.
O termo milonga depois ficou conhecido por ser uma dança, similar ao tango. Porém o jeito de dançar milonga muda por regiões, por exemplo, a milonga riograndense gaúcha é uma dança calma. Pelas influências à dança, ela possui giros lentos entre outros cortantes, lembrando os ganchos e sacadas do tango.

Existem diferentes características deste ritmo e dependem da região  (Argentina, Uruguai ou Rio Grande do Sul). Por exemplo a Milonga Pampeana ou milonga tradicional é conhecida geralmente por ter andamento lento, em compasso 4/4 ou 2/4, tonalidade menor, ou usando escalas menores quando tem tonalidade maior, o que dá uma sensação de melancolia.

Segundo algumas fontes, em 1968 o conjunto Farroupilha gravou pela primeira vez uma milonga no RS, chamada “Milonga do Bem Querer”, que apresentamos no programa.

Vamos ouvir em O Sul Em Cima dessa edição algumas versões de Milongas interpretadas por vários artistas do Sul do Brasil, do Uruguai e Argentina.

Músicas:

1- Corazoncito   (1928) -Carlos Gardel (Rafael Rossi / José Rial)

2- Milonga Del Angel  – Astor Piazzolla y su Quinteto Tango Nuevo
3-Milonga do Bem Querer – Conjunto Farroupilha – 1968
4-Siembra – Kleiton & Kledir e Mercedes Sosa (Vitor Ramil e Fogaça)
5- Milonga para as Missões – Renato Borghetti (Gilberto Monteiro)
6- Milonga Borgeana – Pery Souza e Jaime Vaz Brasil – Part. de Vitor Ramil  (Pery Souza e Jame Vaz Brasil)
7-Milonga do Campo Largo – Luiz Marenco
8-Frontera – Jorge Drexler  (Vencedor do Oscar de Melhor canção original “Al Otro Lado Del Rio” incluído no  filme Diários de Motocicleta de Walter Salles em 2004)
9-Milonga de Todos os Lugares – Richard Serraria e Daniel Drexler (Pirisca Greco,Pablo Grinjot e Zelito)
10-Desgarrados – Victor Hugo (Mário Barbará Dornelles, Sérgio Napp)
11-Milonga Blues – Oly Jr.
12-Milonga para los Perros – Projeto Ccoma (Luciano Balen e Roberto Scopel)
13-Milonga Orientao – Bebeto Alves e Humberto Gessinger
Ouçam Aqui – Programa 24
Fontes; 
http://musicagaucha123.blogspot.com.br/p/milonga.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Milonga
Agradecimentos: Gisela D’avila (sugestão e seleção de músicas)

PARABÉNS MARCELO ASTIAZARA!!


Pela conquista do prêmio da 7ª edição do Festival da Canção Francesa em Porto Alegre.
Sempre acreditamos no seu talento e sabemos que tem um belo caminho pela frente com muitas outras conquistas! Sucesso!!

Equipe O Sul Em Cima

Sr. Hipérides Ferreira de Mello (V.P. da AFPOA), Marjorie Baillon (Biarritz turismo), Marcelo Astiazara, Rodrigo Zettermann (TIMAC Agro) e Patrice Pauc (Dir.AFPOA) – Créditos: Francesco Lisboa

Na quinta feira, dia 25 de setembro, aconteceu a etapa local da 7ª edição do Festival da Canção Francesa no Teatro Dante Barone da Assembléia Legislativa de Porto Alegre.

O grande vencedor da noite foi Marcelo Astiazara, interpretando “Soulman” de Ben I’Oncle Soul. Sua voz, seu ritmo e uma presença de palco contagiante fizeram dançar e cantar o público, e conquistaram o júri. Esta vitória unânime levará Astiazara à Paris, em uma viagem organizada pela Biarritz Turismo. No dia 19 de novembro, Marcelo representará o Rio Grande do Sul ma final nacional do Festival da Canção Francesa, no Rio de Janeiro, com presença de autoridades políticas e culturais da França, incluindo seu embaixador em Brasília.

O integrante do duo DANADÕES (Marcelo Astiazara e Robson Almeida) foi o sexto a se apresentar. “Esta é a realização de um sonho. Não estou me referindo apenas a premiação, que com certeza é sensacional, mas a todos os caminhos que a música tem me levado. Isso sim é inesquecível e muito gratificante” contou emocionado o grande vencedor.
Aqui tem o vídeo gravado da platéia com a apresentação de Marcelo.

Para conhecer mais sobre o Duo DANADÕES (Robson Almeida e Marcelo Astiazara), ouçam o programa O Sul Em Cima:
http://blogkleitonprincipal.blogspot.com.br/2013/04/o-sul-em-cima-5.html

https://www.facebook.com/marcelo.astiazara?fref=ts
https://www.facebook.com/robson.almeida.562?fref=ts
http://www.danadoes.com.br/
https://www.facebook.com/danadoesoficial?fref=ts

O Sul Em Cima 22 / 23 – VITOR RAMIL

O SUL EM CIMA dessa semana é dedicado a obra de VITOR RAMIL, mostrando em especial músicas de seu mais recente trabalho FOI NO MÊS QUE VEM, lançado em 2013.
Compositor, cantor e escritor, o gaúcho Vitor Ramil começou sua carreira artística ainda adolescente, no começo dos anos 80. Aos 18 anos de idade gravou seu primeiro disco Estrela, Estrela (1981), com a presença de músicos e arranjadores que voltaria a encontrar em trabalhos futuros, como Egberto Gismonti, Wagner Tiso e Luis Avellar, além de participações das cantoras Zizi Possi e Tetê Espíndola.
1984 foi o ano de A paixão de V segundo ele próprio. Com um elenco enorme de importantes músicos brasileiros, este disco experimental e polêmico, produzido por Kleiton e Kledir, proporcionou ao público uma espécie de antevisão dos muitos caminhos que a inquietude levaria Vitor Ramil a percorrer futuramente. Eram 22 canções cuja sonoridade ia da música medieval ao carnaval de rua, de orquestras completas a instrumentos de brinquedo, da eletrônica ao violão milongueiro. As letras misturavam regionalismo, poesia provençal, surrealismo e piadas. Deste disco a grande intérprete argentina Mercedes Sosa gravou a milonga Semeadura.
Em 1987, tendo trocado o sul do Brasil, Porto Alegre, pelo Rio de Janeiro, Vitor lançou Tango (1987). O letrista se afirmava e o compositor tornava-se mais sutil.
Na passagem dos anos 80 para os 90, Vitor afastou-se dos estúdios e passou a dedicar-se ao palco. Foi quando nasceu o personagem Barão de Satolep, um nobre pelotense pálido e corcunda, alter-ego do artista.
No período, não só se definiu a música e postura do Vitor Ramil dos discos que viriam a ser gravados na segunda metade dos anos 90 como se apresentou o Vitor Ramil escritor, através da novela Pequod, ficção criada a partir de passagens da infância do autor, de sua relação com o pai, de suas andanças pelo extremo sul do Brasil e pelo Uruguai. A partir do lançamento deste primeiro livro, em 1995, de grande repercussão junto à crítica e recentemente lançado na França, o artista passou a ocupar-se duplamente: música e literatura.
Mas mais do que pela escritura de Pequod os anos 90 ficaram marcados para Vitor Ramil como os anos em que começou a refletir sobre sua identidade de sulista e sua própria criação através do que chamou de A estética do frio. A busca dessa “estética do frio” deu-lhe a convicção de que o Rio Grande do Sul não estava à margem do centro do Brasil, mas sim no centro de uma outra história.
Nesse momento, significativamente, ele deixava o Rio de Janeiro para voltar a viver no Sul.
Em 1995 foi lançado o disco à Beça. Em Ramilonga – A Estética do Frio (1997) Vitor inaugura as sete cidades da Milonga (ritmo comum ao Rio Grande do Sul, Uruguai e Argentina): Rigor, Profundidade, Clareza, Concisão, Pureza, Leveza e Melancolia. Através delas a poesia de onze “ramilongas” percorre o imaginário regional gaúcho mesclando o linguajar gauchesco do homem do campo à fala coloquial dos centros urbanos. Pela contundência de suas idéias, pela originalidade de sua concepção, Ramilonga é uma espécie de marco zero na carreira de Vitor Ramil.
Em 2000 lançou Tambong, gravado em Buenos Aires, sob a produção de Pedro Aznar. Esse trabalho saiu em duas versões, português e espanhol. Outubro de 2004 é a data de lançamento de Longes, seu sexto álbum, também gravado em Buenos Aires e produzido por Pedro Aznar.
No final de 2004, por ocasião do lançamento de Longes, Vitor publica A estética do frio – Conferência de Genebra (Satolep Livros), edição bilingue (francês-português) da palestra apresentada na cidade Suiça em 2003. Desde então, as idéias contidas nesse livro vem tendo uma repercussão crescente no Brasil, no Uruguai e Argentina.
Satolep Sambatown (2007) trata-se do encontro dos universos muito particulares dos artistas Vitor Ramil e do percussionista carioca Marcos Suzano. No final de 2008, Vitor recebe no Theatro Municipal do Rio de Janeiro o Prêmio TIM de Música (futuro Prêmio da Música Brasileira) como melhor cantor, na categoria Voto Popular. 2008 também é o ano de lançamento do romance Satolep.
No inverno de 2009 Vitor dá início, em Buenos Aires, Argentina, às gravações de seu álbum (CD + DVD documental), délibáb. Seu projeto é reunir as milongas que compôs para versos do poeta argentino Jorge Luis Borges e do poeta rio-grandense, do Alegrete, João da Cunha Vargas. Os dois poetas completariam 110 anos naquele período. O único músico a tocar com Vitor nessa produção, cujos arranjos se resumem a dois violões, é o violonista e compositor argentino Carlos Moscardini. Caetano Veloso faz uma participação especial, dividindo com Vitor os vocais de Milonga de lós morenos. A palavra húngara délibáb significa “miragem”, em espanhol, “espejismo”.
Com esse trabalho, Vitor ganha o Prêmio da Música Brasileira como melhor cantor, categoria música regional e também o disco délibáb ganha 4 troféus no Prêmio Açorianos.
Em 2012 dá início às gravações do álbum duplo Foi no mês que vem. Planejado inicialmente para ser um disco solo, voz e violão,  Foi no mês que vem torna-se um amplo encontro do compositor com músicos e intérpretes brasileiros, uruguaios e argentinos ligados de uma forma ou outra à sua carreira. Participam: Milton Nascimento, Jorge Drexler, Fito Paez, Ney Matogrosso, Kleiton e Kledir, Pedro Aznar, Carlos Moscardini, Marcos Suzano, Kátia B, André Gomes, Santiago Vazquez, Franco Luciani, Ian Ramil, Isabel Ramil, Bella Stone, Carlos Badia e a Orquestra de Câmara Theatro São Pedro. O lançamento do trabalho aconteceu no ano de 2013.
O disco foi gravado em Buenos Aires (por Matias Cella) com gravações adicionais no Rio de Janeiro, Porto Alegre e Dublin, Irlanda. A mixagem (por Moogie Canazio) e a masterização (por Ron McMaster – Capitol) são feitas na Califórnia, EUA. O Vitor Ramil – Songbook (editora Belas-Letras) tem produção e lançamento simultâneos ao disco.
O disco Foi no mês que vem recebeu 5 prêmios Açorianos, incluindo o de álbum do ano.
Em 2014 também foi lançado o livro A primavera da pontuação pela Cosac Naify.
Preparamos dois programas que mostram músicas desse novo trabalho FOI NO MÊS QUE VEM de Vitor Ramil. O segundo programa estará disponível na próxima semana.
Divirtam-se e comentem!

Ouçam Aqui – Programa 22/2014 (P1)


Programa 22/2014 – Vitor Ramil – Parte 1 – (Programa 1)

Programa 22/2014 – Vítor Ramil – Parte 2  – (Programa 1)

Ouçam Aqui – Programa 22/2014 (P2)

Programa 22/2014 – Vitor Ramil – Parte 1 – (Programa 2)

Programa 22/2014 – Vitor Ramil – Parte 2  – (Programa 2)

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http://www.vitorramil.com.br/

O Sul Em Cima 21 – ENTREVERO INSTRUMENTAL

Grupo Entrevero Instrumental  – Foto de Giulia Baretta
O SUL EM CIMA dessa semana é dedicado ao trabalho do Grupo ENTREVERO INSTRUMENTAL.
O Grupo Catarinense é formado por Arthur Boscato (violão sete cordas), Rodrigo Moreira (baixo), Diego Guerro (acordeon), Jota P. Barbosa (saxofone) e Filipe Maliska (bateria). Se dedicam a um trabalho autoral de música instrumental brasileira com grande influência dos ritmos do sul do Brasil.
Em 2010, lançaram seu primeiro CD, “Siri al presto”. Gravado no Rio de Janeiro, o disco contou com a produção de Daniel Santiago e a participação especial de Gabriel Grossi (harmônica) e Alessandro Bebê Kramer (acordeon). O CD foi contemplado com o Prêmio Elisabete Anderle.
O grupo participou de importantes festivais, como Joinville Jazz 2010, Savassi Festival 2011 e Festival de Inverno de Garanhuns 2013. Foi um dos vencedores do “Novos Talentos do Jazz 2011” e um dos selecionados para o Itaú Rumos 2010-2012. Realizou dois circuitos do SESC passando por mais de 40 cidades, o Circuito Cultural SESI 2013 e ainda uma turnê pela França e Espanha em 2013 com apoio do Ministério da Cultura do Brasil.
Making Of – Êxodo 
Cenas e Depoimentos da gravação do Êxodo, segundo disco do Entrevero Instrumental

Lançaram, em 2013, o CD “Êxodo”, com as faixas “Cambirela“, “Espera” e “Palaciana“, todas de Arthur Boscato,  “Sono“, “Dunundjé” e “Antigos“, todas de Rodrigo Moreira, “Elétrico” e “Portal“, ambas de Diego Guerro, “Folha Negra” de Arthur Boscato, Rodrigo Moreira e Filipe Maliska e “Viajero” de Orlando Bonzi.
Gravado no interior de São Paulo, o disco contou com a participação especial de Hermeto Pascoal e Filó Machado e foi contemplado com o Prêmio Funarte de Música Brasileira.
O disco ÊXODO”, do Entrevero Instrumental, foi pré-selecionado para o 15th Latin Grammy Awards nas categorias de “Melhor álbum de Latin Jazz” e “Álbum do Ano”, e o grupo na categoria “Artista Revelação”.

Parabéns ao ENTREVERO INSTRUMENTAL!!

Vamos ouvir no programa O Sul Em Cima, esse original e interessante trabalho do Entrevero Instrumental! Divirtam-se!!

Ouçam Aqui  – Programa 21

Programa 21/2014 – Entrevero Instrumental – Parte 1

Programa 21/2014 – Entrevero Instrumental – Parte 2

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O Sul Em Cima 20 – Cardo Peixoto

Cardo Peixoto  – Foto: Infocenter DP
O SUL EM CIMA dessa edição é dedicado a obra de CARDO PEIXOTO.
Cardo Peixoto é cantor, compositor, músico, ator e produtor cultural.
Fez aulas de canto lírico por 4 anos   no Conservatório de Música de Pelotas, hoje pertencente à Universidade Federal de Pelotas. O violão vem em forma  autodidata; ganha o primeiro com uma música de sua autoria, em um pequeno festival. Músico desde 1984, teve seu trabalho iniciado nos banquinhos de bares de Pelotas e região.
Em 1993, realiza o primeiro show com músicas próprias, SOB AS LUZES DE NEON, no Theatro Sete de Abril, em Pelotas, com acompanhamento de violão e acordeom.
1996 é o ano de SÂNDALO, segundo trabalho autoral, apresentado no Teatro do Círculo Operário Pelotense – COP. No ano de 2000, grava ROTA DE ESTRELA, gravado ao vivo, no Bar Café-Livraria Dom Quixote, lançado em outubro de 2002. A partir daí começa a participar de festivais de música no interior dos estados de São Paulo e Minas Gerais.
Em 2006, como produtor artístico e musical, dirige e produz o CD e o show UM CANTO PÁ’OCÊ, da cantora Giamarê, que realizou apresentações em Salvador-BA, tendo sido contemplado no edital Caixa Cultural 2007, da Caixa Econômica Federal.
Em maio de 2007, produz e lança seu segundo disco, CANÇÕES DE A(R)MAR E DESA(R)MAR, desta vez em parceria com o poeta Martim César e o compositor Ricardo Fragoso.
Desde 2007, é integrante do Clube Caiubi de Compositores, grupo com mais de 10 anos de atividades e que congrega compositores de todo o Brasil. Dentro do Clube Caiubi desesnvolveu parcerias com autores de diversos estados do país, em variados estilos (samba, bossa, blues, pop, rock, xote, reggae…), totalizando mais de 300 músicas compostas nos últimos 6 anos. Várias dessas músicas já foram apresentadas em seus shows e algumas na voz de outros intérpretes. É um dos principais articuladores, no sul do país, dos encontros autorais do Clube Caiubi de Compositores, que visam a valorização dos compositores e da nova música brasileira.
Cardo Peixoto – Foto:Carlos Bovo
Cardo nasceu em Pelotas/RS, e reside em Caxias do Sul desde 2008.
No ano de 2009, apresentou o show A PELE DO POEMA em Caxias do Sul, Pelotas e São Paulo. Em 2010, co-produziu o show CANÇÕES DE AMARRAR EM ESTRELAS, em que dividia o palco com Janice Comper e Le Daros.
Em 2011, seu show MÚSICA PARA OUVIDOS LIVRES rodou por Caxias do Sul, Pelotas, Porto Alegre e São Paulo. O show mais recente, foi produzido em 2012; O SAMBA MANDOU-ME CHAMAR foi apresentado em Pelotas e SP. Atualmente está em pré produção de ESTAÇÕES, show e CD previsto para produção e lançamento em 2014.
Vamos ouvir em O SUL EM CIMA várias canções desse grande artista!
Divirtam-se e comentem!!!

Ouçam Aqui – Programa 20

Programa 20/2014 – Cardo Peixoto – Parte 1

Programa 20/2014 – Cardo Peixoto – Parte 2