O SUL EM CIMA 14 / 2020

Nessa edição de O Sul em Cima, vamos mostrar os trabalhos de  Zé Caradípia, Júlia Branco, Toni Konrath e Chão de Areia.

ZÉ CARADÍPIA – José Luiz Fernandes, mais conhecido pelo pseudônimo de Zé Caradípia, atua no meio artístico porto-alegrense desde 1976 quando fez parte do grupo Cordas & Rimas.

Asa Morena, sua música mais famosa, ficou conhecida por meio da interpretação de Zizi Possi em disco homônimo de 1982, figurando entre as 100 músicas mais tocadas no século XX no Brasil.  Zé Caradípia gravou até o presente momento 6 cds e um DVD: Onda Forte (1996); Retina da Alma (ao vivo, 2001); Pintando Falas (2003); o DVD/CD Armadilha Zen (2009); Mariana Em Canto (infantil,2011) e Zé Caradípia Acústico (2019). Todos os trabalhos acima relacionados podem ser encontrados nas plataformas digitais. O artista tem uma carreira sólida com diversos sucessos em seu currículo de compositor, cantor e músico. Participou de inúmeros festivais de música do RS.

MÚSICAS: 01 – Asa Morena //  02 – Onda Forte // 03 – Céu Azulão

JÚLIA BRANCO  – Atriz, cantora e compositora, Julia Branco destacou-se como vocalista da banda Todos os Caetanos do Mundo, de Belo Horizonte. Em 2018, lança com patrocínio do Natura Musical seu primeiro álbum, “Soltar os cavalos”, produzido por Chico Neves – com lançamento digital, em CD e em vinil – e um vídeo-álbum com direção de cinco videoartistas.  A estreia solo da atriz, cantora e compositora Julia Branco é guiada pela palavra. No centro do trabalho, quando propriamente falada, entremeando as canções, ou ao longo dele, quando guiando as melodias e arranjos, é a palavra que conduz o ouvinte por entre as  primeiras composições da artista. No entanto, é através da canção, e do belo encontro de Julia com o diretor e produtor Chico Neves, que arranjou o álbum ao lado de Luiza Brina, que é possível espreitar os abismos da delicada intimidade de sua música – nem sempre tão delicada assim.

Em “Soltar os cavalos”, seja no disco que conta com onze faixas, seja no vídeo-álbum disponível no Youtube, que reúne seis canções registradas em vídeo por cinco diferentes diretoras, Julia tece uma dramaturgia própria, redimensionando um cortar de fitas solitário para uma estreia solo feita através de uma potente teia. Os arcos narrativos do disco e do vídeo-álbum (distintos, já que cada um organiza as canções de uma maneira) não são lineares mas, entre curvas que experimentam uma sonoridade singular, eles apontam para um entrelaçamento artístico de muitos fios.

Músicas: 01 – Estrela – Júlia Branco, Lúcia Castello Branco e Chico Neves // 02 – Eu sou mulher – Júlia Branco, Luiz Rocha e Adriano Goyatá – participação: Uyara Torrente // 03 – 30 anos -Júlia Branco e Letícia Novaes/Letrux – Participação: Letrux

TONI KONRATH  – Cantor e compositor de Pelotas / RS.  É músico desde os anos 90 onde formou uma banda que tocava rock’n roll anos 50 e Beatles. No final dos anos 90 passou por algumas bandas de baile onde aprendeu a não ser tão rígido, quanto a ritmos. Em 2001, começou seus trabalhos de forma individual, com voz e violão.

Músicas: 01 – Simples // 02 – De Novo // 03 – Anjos

CHÃO DE AREIA – O Grupo Chão de Areia nasceu no litoral norte do Rio Grande do Sul e vem fazendo, ao longo dos seus 15 anos de carreira, um resgate da viola do sul do Brasil, instrumento que foi por muitos, esquecido na tradição gaúcha. Foram destaques em eventos como: Festival Nacional da Canção (MG), Moenda da Canção (RS), Tafona da Canção Nativa (RS), entre muitos outros. Em 2011 lançaram o CD “Quem Somos Nós” no qual estão temas variados e musicados em gêneros como modas, milongas, catiras e cateretês.  Juntamente com a cantora Loma produziram o espetáculo Paixão de Viola e Tambor que nos anos de 2014 e 2015 fez duas turnês pelo estado do Rio Grande do Sul pelo projeto Arte SESC. O grupo também participa de diversas produções de shows como o Espetáculo Arte e Brilho dos Santos Reis e o Show Litoral de Norte a Sul, ao lado de Kleiton e Kledir, Cantadores do Litoral, Cordas e Rimas.
O Chão de Areia é formado pelos músicos  Mário Tressoldi,  Chico Saga e Flávio Junior .

Músicas: 01 – A Moenda e o Tempo – Mário Tressoldi / Chico Saga / Mário Simas // 02 – Acorda Brasil – Mário Tressoldi / Cristina Saraiva // 03 – Coração do Mar – Ivo Ladislau / Carlos Catuipe

Música – TEMPO DE DAR UM TEMPO – (de Renato Júnior e Mário Tressoldi)  –  Bastante impactada pelo isolamento social, a classe dos músicos precisou se adaptar, se reinventar. Usando os recursos disponíveis – especialmente aparelhos de celular – músicos do Litoral do Rio Grande do Sul se reuniram para criar uma canção de conteúdo bastante oportuno.
A gravação  conta com a participação de Mário Tressoldi, Flávio Júnior e Chico Saga (Grupo Chão de Areia), Juliano Gonçalves (JJSV), Adriana Sperandir (Os Sperandires), Loma, Clóvis Fortes, Márcia Freitas, Monycah Ramos, Rodrigo Munari, Renato Júnior, Cri Ramos e Nilton Júnior.

“Tempo de dar um tempo” é um convite à reflexão, um convite a aproveitar este momento para olhar (e sentir) coisas importantes da vida, muitas vezes encobertas pela “pressa”, companheira constante no mundo moderno.

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O SUL EM CIMA 13 / 2020

Nessa edição de O Sul em Cima, vamos mostrar os trabalhos do Grupo Fato, Renato Godá e Lila Esencial.

GRUPO FATO – O futuro se cansou de esperar? Enquanto você pensa na resposta, “Claro que o futuro já passou”, diz uma das canções do novo álbum do Grupo Fato, quinteto que produz música a partir de Curitiba e que completa 26 anos de história lançando 4 videoclipes, o 9º álbum da carreira e um show inédito, com turnê pela América Latina programada para o 2º semestre de 2020.  Para o grupo Fato, o futuro é sempre agora. Tanto que o álbum Claro_Movimento, produzido pelo carioca João Cavalcanti, filho de Lenine, mostra a maturidade de estar sempre em movimento, com ações que concretizam sonhos. Jovens e envelhecidos, na experiência que a última palavra representa. 

Formado em 1994, em Curitiba, o Grupo criou uma sonoridade particular, investindo em combinações musicais únicas, que mesclam elementos tradicionais da nossa cultura – como os tamancos de madeira do fandango – com instrumentos convencionais e outros criados por integrantes do Fato, como a Tamancalha – um batedor manual de tamancos. Tudo isso interage com algumas doses de intervenções eletrônicas como loops, processamentos e programações. Neste novo trabalho, a percussão corporal passou a integrar os arranjos, ampliando a gama de timbres explorados.

Claro_Movimento reúne todas essas características e mais. O nome é inspirado nos títulos de duas canções do álbum e é uma alusão ao movimento da vida, da música e do próprio Fato. “A música ‘Claro’ é, em parte, inspirada na faixa ‘Clube da Esquina II’, de Flávio Venturini, que diz que os sonhos não envelhecem”, conta Grace Torres, compositora da canção em parceria com o letrista Benito Rodriguez. “Sonhos podem envelhecer, sim” e, por isso, diz ela, não dá para deixar isso acontecer. “Reprisar o mesmo velho sonho renitente / Deus me perdoe, mas parece assim pesadelo, pesadelo, pesadelo”, diz a composição.  Em um contraponto, a outra faixa cujo título compõe o nome do disco é uma canção-síntese, com 9 palavras. “Movimento”, de Antonio Saraiva, representa a trajetória, a resistência no tempo e o fazer artístico do Fato ao longo do tempo. 

O grupo Fato é formado atualmente por Andrezza Prodóssimo, Grace Torres, Daniel Fagundes, Priscila Graciano e Ulisses Galetto. 

Músicas do álbum Claro_Movimento:  01 – Arder de Novo  // 02 – Cinema Cantado  // 03 – Guartelá – // 04 – Movimento  // 05 – VERNISSAGE 

RENATO GODÁ –  Depois de lançar os discos Canções para Embalar Marujos, que o consagrou como uma das maiores revelações da sua geração rendendo elogiadas turnês pela Europa e Estados Unidos, e Não Mereço Seu Amor, o cantor e compositor paulista Renato Godá lançou o álbum “Nômade” (2017) com 11 canções inéditas. O repertório de Nômade começou a ser escrito durante uma turnê pelos EUA.  Durante a estadia no Texas, Godá se aproximou de artistas locais e se reencontrou com a sonoridade da Country Music, da Americana Music e do Folk Americano, que no começo da sua história como compositor foi a grande referência.  Nômade é um álbum verdadeiramente autobiográfico, com letras que falam de amor, tema recorrente em sua obra, reflexões sobre o passado, presente e futuro, com cenários íntimos do artista como a estrada, os cavalos, mas principalmente as relações. Os músicos que participam do disco são: Renato Galozzi (violões, guitarras,mandolim e  banjo), Carneiro Sândalo (bateria) e Otávio Gali (contrabaixo), além do produtor Alexandre Fontanetti (nas guitarras, violão e banjo). 

Godá considera este o seu trabalho mais íntimo, seguro e transparente. “Já são mais de 20 anos escalando esta profissão. Cheguei no topo da montanha, na metade do caminho, e a primeira coisa que ficou clara é que daqui a visão é outra. Com minhas botas gastas posso dizer que Nômade é um trabalho que apresento com a cara lavada.

Músicas: 06 –  50 Cavalos  // 07 – Longe eu Vou // 08 – Chegada

LILA ESENCIAL – Projeto musical nascido da fusão de estilos do Rio da Prata (Tango, Folclore e Candombe) e Jazz. Onde harmonia, melodia e ritmo são tão importantes quanto a poesia das letras.  Formado por Maurício Schneiderman e Ismael Invernizzi 

Músicas:09 – Niño Juega   // 10 – Durazno Sangrando  – Luis Alberto Spinetta // 11 – Lo Sencillo

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O SUL EM CIMA 12 / 2020

O Sul em Cima dessa edição é um especial sobre a Música Afro-Brasileira. 

Músicas:
1- MEU SÃO JORGE –  Ganga / Severina Baracho   
Intérprete: Lia de Itamaracá -Maria Madalena Correia do Nascimento nasceu em  janeiro de 1944, na ilha de Itamaracá, PE. Lançou em novembro de 2019  o disco Ciranda Sem Fim  onde os admiradores da voz marcante da cirandeira mais famosa do Brasil, vão conhecer uma artista que vai além de uma brincante de ciranda.
2- TASSY –  Giba Giba / Maria Betânia Ferreira 
Intérprete: Giba Giba – Natural de Pelotas  (6/12/40  – 3/2/2014), o cantor, compositor e instrumentista Gilberto Amaro do Nascimento, mais conhecido como Giba Giba, foi um percussionista reconhecido nacionalmente, sendo considerado pela crítica especializada um dos maiores expoentes na utilização do tambor sopapo, instrumento que representa a identidade musical do Rio Grande do Sul.
3 – REENCARNAÇÃO –  Geraldo Filme  
Intérprete: Luciah Helena –  uma das mais luminosas vozes do RS. Inúmeras vezes premiada como melhor intérprete em diversos Festivais.
4 – NERVOS DE AÇO – Lupicínio Rodrigues  
Intérprete: Jamelão – José Bispo Clementino dos Santos (Rio de Janeiro, RJ, 1913 –  RJ, 2008). Cantor e compositor. Jamelão é um dos maiores intérpretes de sambas-enredos, principalmente pela qualidade de sua voz e pela sobriedade de sua interpretação, capaz de conduzir e empolgar os componentes na avenida.
5 – TRAVESSIA – Fernando Brant e Milton Nascimento 
Intérprete: Milton Nascimento – Desde o Festival Internacional da Canção de 1967 quando classificou três musicas de sua autoria  que Milton Nascimento desponta no cenário mundial como um dos mais importantes músicos brasileiros de todos os tempos.
6 – SINA DE CANTADOR –  Cardo Peixoto  
Intérprete: Cardo Peixoto – Cardo Peixoto, é compositor gaúcho e mora nas montanhas do sul do Brasil, em Caxias do Sul. Sua discografia conta 4 álbuns: Rota da estrela (2002),  Canções de armar e desarmar (2007), As Estações (2015) e Menino Brasileiro (2017). Compositor irrequieto, transita por diversos gêneros musicais.
7 – DANÇA – Kleiton Ramil  
Intérprete: Emílio Santiago  –  obs.: essa música foi lançada no disco “Comigo é Assim” de 1977  
Emílio Santiago nasceu no Rio de Janeiro em 1946, formou-se em Direito pela Faculdade Nacional de Direito, mas a música falou mais alto.  Dois elementos ficaram bem claros na carreira de Emílio Santiago: a sua voz inigualável e a capacidade de escolher um repertório sofisticado e de extremo bom gosto.
8 – VESÚVIO – Djavan  
Intérprete: Djavan – As músicas de Djavan são conhecidas pelas suas “cores”. Ele retrata muito bem em suas composições a riqueza das cores do dia a dia e se utiliza de seus elementos em construções metafóricas  de maneira distinta dos demais compositores.
9 – NÃO IMPORTA O TEMPO – Ronaldo Pedra 
Intérprete: Ronaldo Pedra – Ronaldo Pedra é intérprete e compositor nascido na cidade de Pelotas, Rio Grande do Sul. Já foi muitas vezes premiado em festivais. Ronaldo tem também se dedicado e se especializado em outras áreas na música, tendo se diplomado pelo curso de Produção Fonográfica da UCPEL – Universidade Católica de Pelotas.
10 – ZUMBI – Jorge Ben Jor  
Intérprete: Jorge Ben Jor – Jorge Duílio Lima Meneses, mais conhecido como Jorge Ben Jor, nasceu em 22 de março de 1945, no Rio de Janeiro. Jorge iniciou sua carreira artística em 1961, tocando pandeiro com o Copa Trio, liderado pelo organista Zé Maria. A obra de Jorge Ben Jor tem uma importância singular para a música brasileira,  por incorporar elementos novos no suingue e na maneira de tocar violão,  com características do rock, soul e funk norte-americanos.  
11 – MINHA PRECE – Dandara Manoela 
Intérprete: Dandara Manoela – Dandara Manoela é cantora, compositora e percussionista. Transitando pelo samba e pela MPB, a artista traz à tona lutas e afetos subjetivos que encontram espaço na multidão. Em 2018, a artista lançou seu primeiro álbum, “Retrato Falado”.
12 – BLACK STAR –  Flávio Renegado  
Intérprete: Flávio Renegado – Flávio Renegado é natural de Belo Horizonte e foi criado na comunidade do Alto Vera Cruz. Começou a fazer rimas quando ainda era adolescente e aos poucos desenvolveu personalidade própria ao misturar outras referências musicais. “Suíte Masai”, com Flávio Renegado e Orquestra Ouro Preto  é o álbum que marca o encontro entre o rap e a música erudita com conexões preciosas entre o erudito e o popular, música negra e europeia, sonoridades africanas, brasileiras e caribenhas.

O SUL EM CIMA 11 / 2020

Vamos mostrar nessa edição de O Sul em Cima, os trabalhos de Caro Pierotto, Grecco Buratto e Túlio Araújo com Daniel Grajew.

CARO PIEROTTO lança no dia 08 de maio, o álbum duplo: “Caro Pierotto em Português”, com sete faixas e “Caro Pierotto in English”, com quatro faixas. O projeto bilingue reforça a habilidade da artista em expressar sua arte sem fronteiras, misturando ritmos que vão do xote ao reggae, passando pelo pop e baladas com pegada de soul americano. 

“Esse projeto celebra minha fluidez por gêneros musicais distintos e minha independência como artista”, diz a cantora sobre o primeiro álbum só com composições próprias.

Com produção de Grecco Buratto, o projeto conta com um time de músicos estrelados no mercado internacional: Brendan Buckley e Léo Costa na bateria, Felipe Fraga na bateria e percussão, Erik Kertes e Isaias Elpes no baixo, JP Mourão nos violões, Daniel Mandelman nos teclados, Stephen Bradley e Arturo Solar no trompete. 
Lançados simultaneamente, os EPs em português e inglês estarão disponíveis nas principais plataformas digitais, com selo da premiada YB Music. 
Nascido em Novo Hamburgo, RS, Caro Pierotto mudou-se para Los Angeles, na Califórnia, em 2008, onde estudou música no Santa Monica College e iniciou sua carreira musical. A artista colabora com a cena cultural local, levando os ritmos do Brasil para produções globais, caso da trilha do filme “Trash – A Esperança Vem do Lixo”, com o produtor Pharrell Williams e a artista Maxine Ashley.
Lançado em 2013, “Marbella” foi seu primeiro trabalho autoral, seguido do disco de estréia, “Volta Ao Mundo” (2013), produzido e gravado pelo produtor e engenheiro ganhador de um Grammy, Alberto Lopez. O disco entrou na lista dos concorrentes ao Grammy de 2014 e tornou-se um favorito na programação da prestigiosa rádio americana KCRW. 
Com uma voz cativante e um repertório que inclui samba, forró, reggae, soul e pop, Caro Pierotto dispensa rótulos e expressa sua arte sem fronteiras de gêneros musicais, focando sempre em levar amor, esperança e cura através de sua música.
Músicas: A Chance / 02 – Além do Mar / 03 – Cadê o Ar / 04 – Mais Simples / 05 – Guess What / 06 – Two Hearts Beat 
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img_24273_grecco-burattoGRECCO BURATTO  (Taquara-RS – radicado em Los Angeles) é cantor, compositor, guitarrista, arranjador e produtor nominado ao Grammy Latino. Começou a tocar guitarra com 8 anos de idade e desde então gravou com uma longa lista de artistas renomados e participou das turnês de estrelas internacionais como Shakira, Enrique Iglesias, Anastacia, Mandy Moore, Sérgio Mendes, Airto Moreira e Flora Purim. 
Essas Coisas Todas (2014), seu primeiro disco solo foi produzido juntamente com Marconi de Morais e Sandro Feliciano, gravado pelo engenheiro de som ganhador de 15 Grammys Moogie Canazio.
Épico e ao mesmo tempo, intimista, acessível e também refinado, simples e complexo, autobiográfico e ao mesmo tempo universal, o álbum é uma jornada por diversas paisagens e estilos musicais, da Bossa Nova ao Rock, Funk ao Xote, da Chanson ao Pop, tendo como suas principais influências a poesia de Chico e Jorge Drexler, a melodia de Tom Jobim, a entrega de Caetano e a subversidade de Tom Zé, Lenine e Radiohead.
Músicas do álbum “Essas Coisas Todas” (todas de Grecco Buratto): 01 – Essas Coisas Todas / 02 – Só uma Chance / 03 – Luas de Saturno
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tulioaraujo e daniel grajewTÚLIO ARAÚJO E DANIEL GRAJEW –  O percussionista mineiro Túlio Araújo e o pianista Daniel Grajew lançam juntos o álbum “Quantum”. O trabalho, que apresenta uma parceria entre pandeiro e piano, contou com participações especiais dos sopristas Carlos Malta, Lea Freire e Jorge Continentino, e da cantora Dani Gurgel.
O trabalho envereda por caminhos sonoros com liberdade, se valendo muito do improviso para chegar às nove músicas que compõem o instrumental “Quantum”, lançado pelo selo Savassi Festival Records e já disponível nas plataformas digitais.
“Eu e o Daniel nos conectamos através do som dele, foi uma conexão extremamente musical, porque não o conhecia pessoalmente. O jeito como ele compõe e a forma como ele utiliza o ritmo me cativaram muito”, explica Túlio Araújo sobre a parceria com Daniel Grajew.
Músicas: 01 – Sete Vidas – Daniel Grajew // 02 – Quantum – Daniel Grajew / Túlio Araújo – Participação: Dani Gurgel (voz) // 03 – Giramundo – Daniel Grajew.
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O SUL EM CIMA 10 / 2020

Vamos mostrar nessa edição de O Sul em Cima, os trabalhos de Nelson Sargento, Conjunto Galo Preto, Ricardo Silvestrin e Banda Calote. 

NELSON SARGENTO  (Rio de Janeiro, 25 de julho de 1924 – vai fazer 96 anos em julho)  nome artístico de Nelson Mattos, é um artista versátil, atualmente Presidente de Honra da Mangueira e baluarte dessa escola de samba. Autor de mais de 400 sambas,  é também artista plástico, pesquisador e ator.
Em 2015,  Nelson Sargento, Galo Preto e Pedro Miranda fizeram vários shows pelo Brasil.. Homenagem na ocasião (em 2015) aos 90 anos do velho mestre da Mangueira, um dos maiores compositores de todos os tempos, história viva do samba, e também aos 40 anos de atividade do grupo instrumental Galo Preto. São arranjos inéditos para algumas obras-primas do Nelson Sargento, com a participação vocal de um dos maiores talentos da nova geração da música brasileira: Pedro Miranda.  
Pedro Miranda é cantor, percussionista, ator, compositor carioca. Craque nas divisões rítmicas, começou a cantar em rodas de samba nos anos 90, em meio à revitalização da Lapa, e dali se projetou. Já rodou mundo afora com sua voz de timbre único e seu pandeiro, sempre com seu humor cheio de verve, reflexos rápidos e sorriso aberto.
O comentário geral de todos que foram assistir ao show foi de que tínham que registrar tudo em um CD. Com isso, lançaram em 2016 o CD “Nelson Sargento – 91 anos de samba” através de financiamento coletivo. 
A produção executiva é de Alexandre Paiva   / Direção musical e arranjos de Afonso Machado.
Músicas do álbum “Nelson Sargento 91 anos de samba”. As 4 músicas abaixo são de Nelson Sargento.
01 – Idioma Esquisito // 02 – De Boteco em Boteco // 03 – Homenagem ao Mestre Cartola // 04 – Falso Amor Sincero
 
GALO PRETO  – O conjunto Galo Preto existe desde 1975 (hoje com 45 anos de existência). Integram o grupo atualmente os seguintes músicos: Diego Zangado (percussão), Alexandre Paiva (cavaquinho), José Maria Braga (flauta), Tiago Machado (violão), Afonso Machado (bandolim e arranjos) e Zé Luis Maia (Baixo).   Além de ser um dos mais antigos grupos de choro em atividade, o Galo sempre primou por um trabalho instrumental inovador.  
O Galo é dono de um vasto currículo e já se apresentou ao lado dos maiores artistas da música brasileira, no Brasil e no exterior (Portugal, França, Suécia, México) tendo, além de suas apresentações, ministrado oficinas de choro, master classes e workshops. Entre os nomes que o grupo acompanhou estão Cartola, Elza Soares, Arthur Moreira Lima, Elton Medeiros, Nelson Cavaquinho, Paulinho da Viola, Nelson Sargento e Rafael Rabello.
MÚSICAS: 01 – Vermelhinho – Elton Medeiros / Afonso Machado // 02 – Malemolente – Afonso Machado / Bartholomeu Wiese / Paulo César Feital // 03 – A Flor e o Espinho – Nelson Cavaquinho / Guilherme de Brito / A. Caminha
 
RICARDO SILVESTRIN – Ricardo Silvestrin é poeta, escritor, compositor e vocalista. Nasceu em Porto Alegre em maio de 1963. Formado em Letras pela UFRGS em 1985. No mesmo ano, publicou seu primeiro livro de poemas, “Viagem dos olhos”, pela editora Coolírica. Ganhou 5 vezes o Prêmio Açorianos de Literatura: como poeta (1995 e 2007), como autor de livro infantil (1998), como editor (editora Ameopoema, 2005) e como destaque de mídia (pelo programa de rádio “Transmissão de pensamento”, 2008). Seu livro de 2004, “É tudo invenção” foi selecionado para representar o Brasil na 41ª Feira de Literatura de Bolonha.   
Integrou as bandas Os 3 Poetas (1990 a 1993), Os Ladinos (1994 a 1999). Integra a banda Os poETs desde 2001.  Na carreira solo, Ricardo lançou o EP Duk7 (2015) e em 2019 o álbum SILVESTREAM.
Entre seus muitos parceiros está também o Kleiton Ramil, que dirige esse programa, e que é fã de sua poesia.
Músicas de 01 a 03 tem interpretação de Kleiton  e são de autoria de Kleiton Ramil e Ricardo Silvestrin:  01 – Prazo // 02 – Coro // 03 -Ovo
04 – Flamboyant – Autoria e interpretação de Ricardo Silvestrin (está no álbum Silvestream 2019)
 
BANDA CALOTE –  Calote é formado por Brunno Bonelli, Handyer Borba, Leonardo Baptista e Renato Dall Ago.  Desde 2008 na cena musical portoalegrense, transitando entre casas noturnas e teatros, o grupo defende seu trabalho autoral de forma independente.
“Contando Histórias” é o nome do primeiro álbum da banda. O disco que flerta com ritmos brasileiros é uma porta aberta para a nova fase que o grupo vive: um passeio legítimo pela música brasileira contemplando samba, jazz, ijexá, xote e maracatu. O novo álbum teve seu processo de produção em uma imersão musical em março de 2018, na cidade de Barão do Triunfo, interior do RS. 

Calote é expressão ‘brasuca’, cozinha na mesma panela os ritmos brasileiros, a essência da cultura verde e amarela dividida em cordas, ritmo e sopro. Uma mescla de elegância, modernidade e um tempero bem brasileiro das antigas.     Músicas do álbum “Contando Histórias”: 01 – Horizontes // 02 – Sete Ventos // 03 – Novo Rumo 

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O SUL EM CIMA 09 / 2020

Vamos mostrar nessa edição de O Sul em Cima, os trabalhos de Alix Georges, Fátima Regina, Ricardo Ledoux e Ccoma. 

ALIX GEORGES – Georges é músico, compositor e cantor nascido no Haiti e mora em Porto Alegre.  Está no Brasil desde 2006 onde cursou Engenharia da Computação e mestrado em administração na UFRGS.  Em 2015, foi voluntário na Secretaria Municipal dos Direitos Humanos e deu apoio a dezenas de haitianos que desembarcaram em Porto Alegre.  Trabalha em uma das grandes empresas de tecnologia do Brasil  e  é também professor em idiomas.
Músicas: 01 – Canto Alegretense – Nico e Bagre Fagundes (versão em francês) // 02 – Trem das Onze – Adoniran Barbosa (versão em francês) // 03 – Ayisyen Kite Lakay Fuga de Cérebro – Alix Georges // 04 – Eu Gosto do Brasil – Alix Georges (as músicas 03 e 04 estão no álbum “Música’Mente Vol.1” de 2017)
 
FÁTIMA REGINA   – Dona de uma voz inconfundível e extremamente afinada. Ela faz parte de um reduzido grupo de intérpretes da Música Popular Brasileira, que canta com emoção e criatividade. Além de cantora e compositora, ela é violonista, pianista e graduada em educação pela Universidade de Campinas (UNICAMP).
Aos 14 anos, deu início à carreira musical quando teve seu primeiro grupo vocal, o Quarteto em Fá, que participou de vários festivais estudantis e diversos programas de televisão no  sul do país. 
Ao longo de sua carreira ela conquistou a amizade, a admiração e fez parcerias com  inúmeros nomes da música nacional e internacional. Dentre eles estão a dupla Kleiton e Kledir, João do Vale, Xangai, Billy Paul, Armando Manzzanero, Cláudio Nucci, Roberto Menescal, Sérgio Natureza, Nei Lopes, Luiz Fernando Gonçalves, Aécio Flávio, Luiz Carlos Miélle, Paulinho Tapajós, entre outros. Durante seis anos, foi “backing vocal” de Roberto Carlos, percorrendo todo o Brasil, América Latina, USA e Europa.
Em 2016,  ao lado do violonista Pedro Braga, Fátima Regina mergulha em um novo universo musical, que parte da gravação de um CD Autoral, com músicas de seu filho, o Jovem e talentoso Cantor e Compositor Pablo Martins e  lançou seu  show “O Beijo, o Erro e o Toque”, no qual debruça sobre o repertório de artistas da chamada “Nova MPB”.  Discografia:  Velas ao Vento – 1988, Ventos a Favor – 1990, Mãos de Afeto – 2005, Minha Praia é a Bossa – 2008, O Beijo, o erro e o toque – 2016  – 

Músicas: 01 – Espantalho – Fátima Regina / Kleiton Ramil / Kledir Ramil  (está no álbum Mãos de Afeto 2005) // 02 – Disco Voador // 03 – O Beijo, o erro e o Toque (músicas 2 e 3 são de Pablo Martins e estão no álbum O Beijo, o Erro e o Toque 2016).

RICARDO LEDOUX – Ricardo Ledoux cantor e compositor é um artista joinvilense que nasceu em 1980.  Passou por bandas de rock na sua juventude destacando a banda Morgana em Lágrimas (1999/2004). Atuou como artista visual de 2007 a 2016 com várias exposições coletivas desde 39º e 45º Coletiva de Artistas de Joinville, 28° Bienal de São Paulo no trabalho da artista Vera Longo Bahia, 12° Salão Nacional de Itajaí e várias edições do projeto Pretexto do Sesc. Em 2013 funda o projeto Reverbera – O Som do Cantautor que acontece até hoje e retoma neste mesmo período  sua carreira em formato solo na música. Grava o DVD Caos da Manhã após Circulação do Show Caos da Manhã no Sesc em 2015 na região norte de SC. Em 2017 faz edição especial do Reverbera com vários artistas catarinenses como Ana Paula da Silva e François Muleka com apoio do SIMDEC – Sistema Municipal de Apoio à Cultura. Já em 2018 realiza circulação do Show Caos da Manhã por sete espaços culturais em Joinville em diferentes bairros. Em 2019 grava o CD Afetos com apoio de mais duzentos fãs via Catarse.  Músicas: 01 – Vento – Ricardo Ledoux // 02 – Perdão – Ricardo Ledoux // 02 – Afetos – Amcle Lima e Ricardo Ledoux.

CCOMA – Formado pelo trompetista Roberto Scopel e pelo percussionista e produtor Luciano Balen. A dupla tem como matéria prima a música produzida eletronicamente, utilizando-se de elementos orgânicos como percussão, trompete, flugel horn e acordeom. Tem 4 álbuns lançados – Das CCOMA Projekt em 2009, Incoming Jazz em 2010, Peregrino, ganhador do 24º Prêmio da Música Brasileira, em 2013, na categoria Álbum Eletrônico e em setembro de 2016, lançaram seu 4º disco, Subtropical Temperado (Premiado no Edital Natura Musical).  O álbum Subtropical Temperado (2016) do CCOMA abre possibilidades musicais do Sul ao Brasil e às suas fronteiras em dez faixas que refletem o desejo do duo gaúcho pela tropicalidade. No disco e no show participam a cantora Etiene Nadine e o acordeonista e baixista Rafael de Boni. Também participaram do álbum o DJ e produtor radicado em Londres Moisés Matzenbacher e o pianista Ivan Teixeira.

Músicas: 01 – Bukowina – Luciano Balen / Roberto Scopel (álbum Peregrino) // 02 – Hecha La Ley  – Roberto Scopel / Luciano Balen (álbum Subtropical Temperado) // 03 – Aprendendo a Jogar – Guilherme Arantes (álbum Subtropical Temperado)

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O SUL EM CIMA 08 / 2020

Vamos mostrar nessa edição de O Sul em Cima, os trabalhos de Jerônimo Jardim, Neto Fagundes, Paulinho Fagundes e Coração de Andarilho.

JERÔNIMO JARDIM – Jerônimo é compositor, cantor, escritor, bacharel em direito, publicitário, servidor aposentado do Tribunal Regional do Trabalho, exerceu a advocacia e o cargo de professor de Direito e Processo do Trabalho na Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande. Apesar de ter nascido em Jaguarão, considera-se bageense, pelo fato de ter nessa cidade suas raízes familiares. Durante sua infância, morou em diversas cidades do Rio Grande do Sul.
Nos anos 1970, mudou-se para Porto Alegre (RS), onde iniciou sua carreira artística, além de ter atuado também como publicitário. De 1973 a 1977, integrou, juntamente com Ivaldo Roque, Loma,Yoli e Tenison Ramos, o Grupo Pentagrama. Com o conjunto gravou um LP produzido por Ayrton dos Anjos para a gravadora Continental. Em 1978, lançou seu primeiro disco solo, “Jerônimo Jardim”, para a recém inaugurada gravadora gaúcha Isaec. 
Jerônimo Jardim estourou no restante do país em 1980, quando Elis Regina gravou a sua Moda de Sangue, incluída na trilha da novela Coração Alado. Em evidência, emplacou a canção Purpurina em primeiro lugar no Festival MPB Shell, em 1981. 
Com o álbum, De Viva Voz, venceu o Prêmio Açorianos de Melhor Compositor de MPB em 2011.
Em 2015 Jerônimo lançou o CD Singular e Plúrimo, que ele considera o melhor disco de sua carreira. Gravado todo ao vivo em estúdio, o álbum possui várias parcerias. Jerônimo conta no encarte do CD:
Nada mais singular e plúrimo do que o Universo, em que cada parte é importante e única como o ser que integram. “Plurimus”, em latim, significa mais de um, muitos. Em português, o uso corrente de “plúrimo” na linguagem jurídica é reconhecido pelo Instituto Euclides da Cunha, Achei a palavra adequada ante as minhas diversas caras, a variedade de gêneros musicais abordados na carreira, e o brilho próprio dos arranjadores, técnicos e artistas convidados.”
Músicas do álbum Singular e Plúrimo: 01 – EL VIENTO – Intérpretes:: TELMO MARTINS (Vocal) e RENATO BORGHETTI (gaita-ponto)  /  JERÔNIMO JARDIM // 02 – CLARIM – Intérpretes: GREICE MORELLI  /  JERÔNIMO JARDIM // 03 – EU DUVIDO – Intérpretes: SHANA MÜLLER /  JERÔNIMO JARDIM // 04 – SUOR  E  SAL – Intérpretes: LOMA PEREIRA e YOLI  PLANAGUMÁ  /   JERÔNIMO JARDIM
 
NETO FAGUNDES – A voz e a imagem do gaúcho moderno são as marcas de Neto Fagundes no palco, em frente às câmeras, no rádio, em peças publicitárias e eventos. O cantor Neto Fagundes contou desde sempre com o estímulo do pai, Bagre Fagundes, e do avô Euclides Fagundes por quem foi intitulado “o cantor da família”. O contato com a diversidade cultural da fronteira e a experiência adquirida nos festivais nativistas tornaram Neto Fagundes um dos principais cantores da música gaúcha acumulando prêmios, muitos deles de melhor intérprete dos principais festivais do Estado. Iniciou a carreira de cantor ao lado do pai e do irmão Ernesto Fagundes no grupo Inhanduy nas primeiras apresentações e gravações de músicas como o Canto Alegretense e Origens, composições de Nico e Bagre Fagundes.
O primeiro registro solo foi o LP Gauchesco e Brasileiro, lançado em 1991 e relançado em CD dez anos depois.
Em 2000, Neto Fagundes assumiu a apresentação do Programa Galpão Crioulo na RBSTV.  Em 2012, lança o álbum “O Pago em cada Canção”. Entre os músicos que participam do disco, estão Luciano Maia (acordeom), Ricardo Arenhaldt (percussão), Rodrigo Maia (baixo acústico) e Ernesto Fagundes (bombo leguero). Produção Musical de Paulinho Fagundes
Músicas do álbum “O Pago em cada canção”: 01 – ESTRADA AFORA  // 02 – MIS AMORES // 03 – O CANTO DOS LIVRES de CENAIR MAICÁ 
 
PAULINHO FAGUNDES – Uma das grandes revelações da música instrumental brasileira, Paulinho Fagundes vem de uma família tradicional de músicos e compositores gaúchos: os Fagundes. Mas acabou indo por outro caminho: a guitarra, o jazz e a música instrumental. Aos dezoito anos assumiu como guitarrista da banda do irmão Neto Fagundes. Desde então vive a música intensamente, atuando ainda como arranjador e diretor musical.
Participou de projetos nacionais e internacionais atuando ao lado de músicos conceituados mundialmente e teve a oportunidade de estar em grandes eventos musicais ao redor do mundo. 
Seu primeiro álbum, lançado em 2010, foi intitulado de Pedra Moura. Lançou em 2018, o elogiado disco “Janeiro”. São sete faixas de um diálogo livre entre artistas que trazem em suas origens o sul do Brasil.
Os músicos que fazem parte desse disco são Paulinho Fagundes (guitarra), Bebê Kramer (acordeon), Guto Wirtti (baixo) e Kiko Freitas (bateria).
Músicas do álbum Janeiro: 01 – DE MANO – ALESSANDRO KRAMER / PAULINHO FAGUNDES //  02 – VELHO ZÉ –  GUTO WIRTTI // 03 – O SANFONEIRO É BOM – ALESSANDRO KRAMER /  MOACYR LUZ
 
CORAÇÃO DE ANDARILHO – Coração de Andarilho é o nome do projeto do músico Lucas Ucá, goiano radicado em Belo Horizonte que traz em seu  currículo dois álbuns gravados ao lado do grupo Ledjembergs. Compositor profícuo, o artista criou a banda Coração de Andarilho cujo álbum de estréia (homônimo) tem “o conceito de explorar a relação humana com o mundo, através da janela simbólica do andarilho”.
Quem assina a mixagem do álbum é Gustavo Lenza, que já produziu discos de artistas como Céu, Curumin e Arnaldo Antunes. O trabalho foi gravado no Estúdio Locomotivo, por Marcelinho Guerra e passeia por estilos como Rock, Folk, Pop, MPB, Reggae e ritmos latinoamericanos. São 11 canções autorais que têm como tema o “universo lúdico do andarilho”, segundo o próprio Lucas Ucá. 

“O disco fala da beleza de se entregar à vida e aos sonhos, pegando como símbolo o andarilho. O espírito do andarilho existe dentro de cada ser humano. Outro valor muito presente no álbum é o da ligação com a natureza e o contato direto com o universo infinito. Unidade”,   diz Lucas Ucá, acrescentando também que a estrada é um símbolo muito presente na obra, carregando nas entrelinhas a vontade do autor em andar pelo mundo para levar sua arte.
A banda que deu forma o disco foi composta por Lucas Ucá, o baterista Helton Lima, o baixista Matheus Rocha e o guitarrista Ricardo Cunha.   Músicas:  01 – LIBERTADORES // 02 – CORAZON  – Participação de Marina Sena // 03 – HUMANO TCHAU  

 
 

O SUL EM CIMA 07 / 2020

Vamos mostrar em O Sul em Cima dessa edição, músicas do álbum Clássicos do Sul de Kleiton & Kledir.

CLÁSSICOS DO SUL OKKLEITON & KLEDIR  começaram a estudar música muito cedo e, nos anos 70, lançaram com mais três amigos a banda “Almôndegas”, que foi um marco na história da música do Rio Grande do Sul. Foram quatro discos, uma infinidade de shows e a mudança para o Rio de Janeiro. Quando o grupo se dissolveu, os irmãos decidiram prosseguir a carreira em dupla. Em 1980 saiu o primeiro disco da dupla. O sucesso foi imediato e os shows arrastavam um público enorme por todo o Brasil. Lançaram vários discos (inclusive um em espanhol) o que lhes rendeu disco de ouro e shows nos Estados Unidos, Europa e América Latina. Gravaram em Los Angeles, Nova Iorque, Lisboa, Paris, Miami e Buenos Aires.  Suas composições foram gravadas por Simone, Nara Leão, MPB4, Caetano Veloso, Xuxa, Fafá de Belém, Nenhum de Nós, Zizi Possi, Ivan Lins, Chitãozinho e Xororó, Zezé di Camargo e Luciano, Leonardo, Belchior, Emílio Santiago, Cláudia Leitte e muitos outros. Também pelo mundo afora suas músicas ganharam versões de grandes artistas, como os argentinos Mercedes Sosa e Fito Páez, a cantora portuguesa Eugénia Melo e Castro e a japonesa Chie.

Kleiton & Kledir trouxeram definitivamente para a cultura brasileira a nova música gaúcha. Eternizaram um sotaque diferente, uma maneira própria de falar e cantar, com termos até então desconhecidos como “deu pra ti” e “tri legal”. Segundo um crítico da época, parecia “uma dupla de ingleses, cantando numa língua que lembra o português”.  Acabaram se transformando em símbolos do gaúcho contemporâneo, do homem moderno do sul do Brasil, o que fez com que o governo do estado lhes conferisse o título de “Embaixadores Culturais do Rio Grande do Sul”

Vamos mostrar neste programa O SUL EM CIMA, as músicas do disco CLÁSSICOS DO SUL, lançado em 1999. Uma produção Universal Music, dirigida por Marco Mazzola, com direção e concepção musical de Kleiton & Kledir. Programações e concepção rítmica de Ramiro Musotto e K&K.

As músicas apresentadas são: Pára Pedro (José Mendes/José Portella Delavy), Nuvem Passageira (Hermes Aquino – participação de Bakithi Kumalo), Balaio (Folclore), Haragana (Quico Castro Neves), Gaúcho de Passo Fundo e Coração de Luto (Teixeirinha), Negrinho do Pastoreio (Barbosa Lessa), Trova (Kleiton & Kledir), Pezinho (Folclore), Felicidade (Lupicínio Rodrigues), Carreta de Quitanda, Prenda Minha e Boi Barroso (Folclore), Gauchinha Bem-Querer (Tito Madi).

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O SUL EM CIMA 06 / 2020

Vamos mostrar nessa edição de O Sul em Cima, os trabalhos de Edu Lobo, Mauro Senise e Romero Lubambo ,  Izza , Cau Karam e Monica Tomasi

EDU LOBO, MAURO SENISE e ROMERO LUBAMBO  – Um dos maiores compositores brasileiros surgidos na genial geração que despontou nos anos 1960, impulsionada pela era dos festivais, Edu Lobo dá outro mergulho na própria obra em Quase Memória, álbum assinado pelo artista com o violonista Romero Lubambo e com o saxofonista Mauro Senise. 
Após “Todo Sentimento” e “Dos Navegantes”, o CD Quase Memória lançado pela Biscoito Fino em 2019, completa a trilogia de Edu Lobo, Romero Lubambo e Mauro Senise. Dividindo protagonismos, arranjos e idéias, os três se qualificam como a trinca de ases de ouro da música brasileira. 
O álbum conta também com as participações especiais de Anat Cohen (clarineta), Bruno Aguilar (contrabaixo), Cristovão Bastos (piano), Jurim Moreira (bateria) e Kiko Horta (acordeom). 
Músicas: 
01 – Terra do Nunca – Edu Lobo  e Paulo César Pinheiro // 02 – Peregrina – Edu Lobo e Paulo César Pinheiro // 03 – Canudos – Edu Lobo / Cacaso
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IZZA   é cantora e compositora. Natural de Fortaleza (CE) e radicada em Belo Horizonte há mais de dez anos,  a artista estabelece diálogo sensível entre a MPB e a música indie.  Sua voz marcante mistura delicadeza e intensidade através de domínio da técnica e emoção. Com formação no teatro e na música, Izza consegue levar para suas canções e apresentações a expressividade que aproxima o público, explorando o melhor de cada linguagem artística. 
“Cosmópolis” (2017), EP de lançamento de sua carreira solo, é seu trabalho mais autoral, íntimo e pessoal, trazendo referências contemporâneas que sempre permearam a criação da artista. O trabalhou já ganhou os palcos de festivais importantes tais como o Sonora – Festival Internacional de Compositoras e o Música Itinerante. Também circulou por diversas capitais, tais como Recife, Fortaleza e São Paulo e cidades no interior do estado de Minas Gerais, tais como Congonhas, São Gonçalo, Itabira e Pará de Minas. Nesta última realizou apresentação com a Orquestra Arte Nossa, projeto que culminou na circulação “Izza e Orquestras Brasileiras”, com concertos nas cidades de Itabira, Pará de Minas (MG) e Fortaleza (CE). 
Músicas: 01 – Canção de Apartamento //  02 – 14 de Setembro // 03 – Antídoto
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CAU KARAM – Começou seus estudos de violão como autodidata com 18 anos de idade e dedica-se ainda ao cavaquinho e à viola caipira. Depois de pré selecionado ao Projeto Rumos Musicais – Tendências e Vertentes da Produção Brasileira Atual do Itaú Cultural em 2001, passou a dedicar-se mais à composição. 
O CD “Sambas, choros, valsas e um frevo” é o primeiro CD de Cau Karam. O álbum reúne obras criadas para formações instrumentais variadas (duos, trios, quartetos e quintetos) não se restringindo ao violão solo. A obra demonstra a concepção do autor sobre os ritmos brasileiros. Foi gravado em São Paulo, com direção do violinista e compositor Mário Gil, e conta com as participações de Nailor “Proveta” no clarinete, Ronen Altman no bandolim, Beto Sporleder na flauta e saxofones , Lucas Vargas, no piano e acordeom, Rui Barossi no baixo acústico, Mário Gaiotto na percussão, Paulo Ribeiro e Muari Vieira nos violões. Cau Karam toca violão, violão de 7 cordas, viola de 10 cordas e cavaquinho. Das três indicações no Prêmio Açorianos de Música 2006, o autor recebeu os prêmios de Melhor Disco de Música Instrumental e Melhor Compositor de Música Instrumental do ano de 2006. 
Músicas do álbum “Sambas, choros, valsas e um frevo”: 01 – Os Mistérios de Bê // 02 – Ribeirando // 03 –  22×19
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MONICA TOMASI – é cantora, instrumentista e compositora gaúcha, sendo considerada uma das principais vozes da música urbana do Rio Grande do Sul.. Seu trabalho autoral contempla o samba, o pop, o elétrico, o acústico e o tradicional, dando importância às mais diversas referências da criação musical. 
Tem em sua discografia: O LP “Eu Fórica” de 1990,  o CD “1º” (1996), o CD “Idéias Contemporâneas sobre o Amor” (2003), o CD “Quando os Versos me visitam”, financiado pelo Projeto Petrobrás Cultural 2006 e o CD Intermitente (2013). 
Músicas do álbum Intermitente: 01 – Intermitente  (Monica Tomasi) // 02 – Passos no Corredor  – (Fernando Peters) // 03 – Ela vai pro Samba  (Monica Tomasi).
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O SUL EM CIMA 05 / 2020

Vamos mostrar nessa edição de O Sul em Cima, os trabalhos de Sérgio Rojas, Marcelo Pons, Davi Fonseca e Manu Saggioro. 

SÉRGIO ROJAS – Compositor, instrumentista, cantor e arranjador gaúcho, com um espectro musical abrangente de produções de trilhas para publicidade, cinema, teatro e dança, é hoje um dos mais conceituados nomes da música do Rio Grande do Sul.
Natural de Uruguaiana, Sérgio Rojas vem de uma família de artistas. Ingressou no curso de Composição da Faculdade de Música da UFRGS em 1983. Fez turnê pelos EUA no final de 1989 e fez vários recitais de violão clássico, se aprimorando na Espanha, em técnica violonística, tendo ganho muitos prêmios como arranjador nos festivais de música do Estado, entre 1980 e 1990. 
Ganhou Prêmio de Melhor Trilha na Mostra Gaúcha do 38º Festival Internacional de Cinema de Gramado com a canção “Milonga para Simões Lopes Neto” para “Contos Gauchescos de Simões Lopes Neto”, do diretor Henrique de Freitas Lima – compôs as trilhas para seis contos e documentário. 
Rojas, traz na sua longa trajetória musical de experimentações, participações como convidado especial em diversos espetáculos de Mercedes Sosa no Brasil e na Argentina, com Fito Paez em turnê pelo Rio Grande do Sul, também dividiu palcos com artistas importantes dos cenários gaúcho, brasileiro e internacional. 
Sérgio Rojas, com herança e formação cultural nas três fronteiras, Brasil, Argentina e Uruguai e sua versatilidade, traduz no seu trabalho artístico musical as influências do rock latino de Fito Paez e Charly Garcia e da boa música popular brasileira. 
No final de 2019, lançou seu novo trabalho “Atemporal”. A obra traz canções em espanhol com influências do POP e Rock Argentino, Folclore, MPB, além de baladas autobiográficas, que remetem à mescla milongueira de sua origem fronteiriça.
Músicas do álbum “Atemporal” (2019) :  01 – YA VA A SALIR EL SOL // 02 – FRONTERA // 03 – IYA!
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MARCELO PONS – Músico, cantor e compositor, nascido em Pelotas-RS em 31/01/1980. Lançou um disco com o grupo Crisálida, grupo vocal instrumental com influências do rock rural e progressivo, muito explorado na década de 70 onde havia movimentos musicais como “Clube da Esquina”. Em vista da aceitação do disco Crisálida, continua trabalhando para que esse gênero permaneça se espalhando pelo Brasil, pois hoje é uma arte escassa, mas ainda muito admirada. Suas obras reúnem também elementos bucólicos, refletem claramente a fusão da música popular com o barroco e erudito com certa dose de romantismo, resultando o seu primeiro disco autoral solo, Homônimo “Marcelo Pons” (produção independente). O disco teve uma avaliação positiva por críticos e produtores em São Paulo, Rio e Belo Horizonte. Suas músicas tiveram destaque no site palcomp3, onde ficou em 3º lugar como artista de MPB mais baixado do Brasil no ranking do site. Atualmente Marcelo Pons lança o Single “Deixa eu te lembrar”.
Músicas: 01 – DEIXA EU TE LEMBRAR (single novo) // 02 – A JANELA DO SOL POENTE // 03 – TUDO O QUE A GENTE SONHAR
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DAVI FONSECA – Davi Fonseca é pianista, compositor a arranjador e está lançando o seu primeiro disco “Piramba”, que celebra o encontro da canção com a música instrumental, trazendo uma mistura de referências do compositor. O disco faz parte do selo Savassi Festival Records e conta com a produção musical de Pedro Durães.
Músicos: Davi Fonseca: piano, teclado e voz // Alexandre Andrés: flautas //  Alexandre Silva: clarinete e clarone // Camila Rocha: baixos acústico e elétrico // Natália Mitre: vibrafone // Yuri Vellasco: bateria e percussão
Músicas: 01 –  JOÃO NO PATI – Davi Fonseca // 02 – VARAL – Davi Fonseca / Dé de Freitas / Délcio Fonseca
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MANU SAGGIORO – Cantora, instrumentista e compositora nascida em Jaú (SP) mas vive atualmente entre Bauru e São Paulo. 
Lançado em janeiro de 2019 e distribuído pela Tratore, “Clarões” é o álbum de estréia da multifacetada artista Manu Saggioro. Os clarões das paixões, que iluminam o breu, o escuro e as sombras pelos palcos e pelos estúdios do Brasil e do mundo desde 2002. 
Manu reúne em seu disco, que contou com a direção artística da cantora Ceumar, 14 canções inéditas, com um pouco das várias influências que arrematou pelo caminho. O álbum conta com composições de Tetê Espíndola, Tavinho Limma, Levi Ramiro, Osvaldo Borgez, Tata Fernandes, Déa Trancoso e da própria Manu (solo ou em parcerias com  Manoel Carlos Rubira e Ceumar). 
“Precisei encontrar, diante de tudo o que já experimentei e do que vinha compondo, o lugar onde eu mais me reconheço em profundidade. É como se eu tivesse feito uma enorme andança, identificado o meu local de origem”, conta Manu.
Músicas do álbum “Clarões”: 01 – ASA DE CANÇÃO – Manu Saggioro // 02 – CLARÕES – Tavinho Limma / Tetê Espíndola // 03 – AGÜITA – Ana Beatriz Pereira Rolando. 
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