O SUL EM CIMA 15 / 2019

O SUL EM CIMA dessa edição mostra os trabalhos de QUARTETO DO RIO, ANAADI, SANDRO SOUZA e SEBA REY.  

QUARTETO DO RIO 
O Quarteto do Rio é um grupo vocal e instrumental criado em 2016 pelos ex-integrantes do tradicional grupo Os Cariocas. Idealizado por Ismael Netto, o conjunto começou sua carreira na Rádio Nacional em 1946 e teve grande sucesso nos programas de auditório na era dourada do rádio. Este grupo, com formações distintas, se manteve em atividade até 2015 sob a direção musical de Severino Filho. Lançou em sua carreira cerca de 70 discos.
Com a morte do maestro Severino em março de 2016, os outros três integrantes do grupo decidiram dar continuidade ao trabalho que vinha sendo feito com o novo nome: Quarteto do Rio.  Para integrar o grupo convidaram o pianista/vocalista Leandro Freixo, que passa a compor o Quarteto do Rio juntamente com Fábio Luna (voz, bateria e flauta), Neil Teixeira (arranjos, voz e baixo) e Eloi Vicente (arranjos, voz e violão).
Em julho de 2017, lançam o CD “Quarteto do Rio e Roberto Menescal – Mr. Bossa Nova”, com 10 músicas de Roberto Menescal, incluindo 3 inéditas. É uma homenagem aos 80 anos do compositor em 2017.
Músicas: 01 – Um Tiquinho Só (Roberto Menescal / Andrea Amorim) // 02 – Rio (Roberto Menescal / Ronaldo Bôscoli) // 03 – Ah! Se eu Pudesse (Roberto Menescal / Ronaldo Bôscoli) //  04 – Nós e o Mar (Roberto Menescal / Ronaldo Bôscoli)
 
ANAADI 
A cantora Ana Lonardi abriu mão do sobrenome italiano para assumir a identidade de ANAADI, artista que canaliza suas diferentes influências musicais na apresentação de um som espontâneo e múltiplo, sem rótulos. 
Anaadi significa eterno. Do hindí, evoca o que é divino e transcendental. Nascida da ancestralidade feminina, negra e multicultural, sua voz soa os sons de um mundo urbano, miscigenado e instigante. Cantora e compositora, lançou seu primeiro disco NOTURNO em 2017. O álbum foi indicado 4x ao 19th LatinGRAMMY Awards em 2018 nas categorias “Gravação do Ano”, “Artista Revelação”, “Melhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa” e “Melhor Engenharia de Gravação” para Leo Bracht.
Aos 32 anos e com 15 anos de carreira, já trabalhou com grandes nomes da Música brasileira e internacional como Rick Wakeman, Roberto Menescal, Arrigo Barnabé e Guinga.
No cinema já trabalhou como documentarista , diretora musical e atriz. Produziu e co-dirigiu o filme “Arte das Musas?”, sobre Mulheres na profissão musical; escreveu a trilha sonora do curta “Madrepérola”, sobre mulheres gordas, beleza e auto-estima; e interpretou “Maria Rosa”, ao lado de Arrigo Barnabé, no filme musical “Nervos de Aço”, de Maurice Capovilla (Canal Brasil / 2015) inspirado na obra de Lupicínio Rodrigues.
Músicas do álbum “Noturno”: 01 – Sexyantagonista (Anaadi)  // 02 – Plano B (Anaadi / Rodrigo Panassolo) //  03 – Por Querer (Roberto Menescal / Anaadi / Allan Dias Castro)
 
SANDRO SOUZA 
Compositor, violinista, professor e arranjador; integrante das Orquestras Unisinos Anchieta, Sinfônica da UCS e professor de musicalização e violino no Projeto Vida com Arte de São Leopoldo. Suas principais canções autorais estão gravadas nos seus três álbuns intitulados (re)verso (2008), Etnopop (2013) e Alma-me (2018).
Tem participação em  mais de cinquenta festivais de música popular no RS, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília como compositor, instrumentista e arranjador. Participação em festivais de folclore na Alemanha e na Áustria em 1996.  Participação em festivais da FIFA, Cioff e Festival Internacional do Folclore na Coréia do Sul; durante a copa do mundo em 2002. Participação em aproximadamente oitenta discos/cds/dvds de orquestras, festivais e intérpretes. 
Neste novo álbum intitulado Alma-me, Sandro Souza apresenta treze canções inéditas de música popular brasileira, onde canções com ritmos como samba, moda, toada, xote e reggae; tem aproximação com a linguagem e sonoridade contemporânea. As influências tropeiro/açoriana de Sandro Souza, assim como suas vivências de orquestras e festivais estão cuidadosamente colocadas nas canções do álbum mais autobiográfico de sua carreira, que conta com a participação de músicos do Sul do Brasil, como Marcelo Delacroix, Matheus Kleber e Fernanda Krüger.
Músicas do álbum “Alma-me” :  01 – Moda (Sandro Souza) – Participação especial: Fernanda Krüger //  02 – (RE) VERSO (Sandro Souza) – Participação especial: Marcelo Delacroix  /  03 – Alma-me ( Sandro Souza)
 
SEBA REY
Sebastián Rey é um músico multi-instrumentista da Zona Oeste de Montevidéu, uma das mais ricas culturalmente da capital uruguaia. É uma região popular e proletária, onde a música criada tem muita influência de ritmos africanos e afrouruguayos e também da música brasileira. Seba é um dos integrantes do prestigiado grupo Cuarteto Ricacosa, e é um grande estudioso de ritmos. Essa busca o trouxe algumas vezes ao Brasil. O disco “De este lado del cerro” une a nossa música ao lado de ritmos uruguaios tradicionais, como o candombe, com naturalidade, como se as distânciais culturais não existissem. 
Músicas do álbum “De Este lado del Cerro” de Seba Rey y Amigos: 01 – Una de Caballos // 02 – Toto Duerme Solo // 03 – De Este lado del Cerro  // 04 – Beso Pa’los Tres
 
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O SUL EM CIMA 14 / 2019

O SUL EM CIMA dessa edição mostra os trabalhos de Patrícia Bastos, Bernardo Pellegrini, Daniel Debiagi e Pascuala Ilabaca y Fauna.

01 – PATRÍCIA BASTOS – Nascida em Macapá, região norte do Brasil, Patrícia Bastos herdou da mãe a paixão pela música. A vocação musical foi descoberta quando ela ainda era criança, ao ganhar diversos festivais infantis. Sua primeira formação vocal foi no coral Vozes do Amapá e no musical erudito do Conservatório Walkíria Lima.
Patrícia Bastos destaca-se pelo timbre suave e afinação contundente e já apresentou-se ao lado de nomes consagrados no cenário da música nacional. Em 2014, no 25º Prêmio da Música Brasileira, foi premiada nas categorias “Melhor Cantora Regional” e “Melhor Álbum Regional – CD Zulusa”, além de seu CD ter sido indicado na categoria “Revelação”. Nesse mesmo ano, participou do Misty Fest, realizando turnê em Portugal nas cidades de Lisboa, Porto e Espinho. 
Em 2015, seu novo projeto “Batom Bacaba” foi um dos 6 contemplados no Edital Nacional Natura Musical.  Batom Bacaba é o título do sexto disco, com direção musical de Dante Ozzetti. O disco apresenta os ritmos do Amapá como o batuque, o marabaixo e o cacicó, por meio das canções, algumas compostas exclusivamente para o álbum, outras garimpadas nos repertórios de compositores da região norte do país como Joãozinho Gomes e Paulinho Bastos e também dos paulistas Dante Ozzetti e Luiz Tatit, que ganharam arranjos especiais para esse trabalho.
Músicas do CD Batom Bacaba  Direção musical: Dante Ozzetti / Produção: Du Moreira e Dante Ozzetti
01 – O Desenho da Cidade (Dante Ozzetti e Luiz Tatit) // 02 – Domingo de Páscoa (Paulinho Bastos) // 03 – O Batom que Não Viu (Paulinho Bastos) // 04 – Manto d’água (Renato Rosa e Ronaldo Silva)
 
02 – BERNARDO PELLEGRINI – Nasceu em 1958 em Londrina e passou a infância e adolescência no norte do Paraná. Começou sua trajetória musical no Paraná, nos anos 1970. Fez trilhas para o teatro e apresentou seu primeiro show, Mina D’Água, em 1976. Depois mudou-se para São Paulo para ser jornalista – mas acabou, mais do que nunca, mergulhando de cabeça na música. Tanto que em 1980 gravou seu primeiro disco: Humano Demais. Na década de 1990 viriam mais dois: Dinamite Pura (1994) e Quero Seu Endereço (1998). Os 90’s também seriam o cenário para uma intensa agenda de peregrinações e shows, incluindo o espetáculo Big Bando do Cão Sem Dono, em que Bernardo se fez acompanhar por uma big band. O ano de 2010 marcaria seu retorno aos palcos após um hiato na carreira musical, e também o lançamento do álbum “É isso que vai acontecer”.
Desde 2010 sem gravar, o álbum “Outros Planos” lançado em 2018, pode ser considerado o resultado de uma maturidade sonora e poética de Pellegrini.
Músicas do álbum “Outros Planos” :
01 – Outros Planos (Bernardo Pellegrini) //  02 – Território Minado (Bernardo Pellegrini, Gigante Brasil e Edvaldo Santana) // 03 – Frágil (Bernardo Pellegrini)
 
03 – DANIEL DEBIAGI – Começou na música aos 11 anos, com aulas de canto e violão na sua cidade natal, Cachoeira do Sul/RS. Passou a adolescência nos palcos e foi vencedor de diversos festivais estudantis.
Em 2013, o músico lançou o EP Drama-Flor com 6 canções e chegou a ser destaque no jornal inglês “The Brasil Observer” como uma das promessas da música brasileira. Foi vencedor do 8º Festival da Canção Francesa na capital gaúcha e vice-campeão no Rio de Janeiro/RJ na etapa nacional do Festival em 2015. Em 2016, apresentou em Paris/FR seu show em tributo à cantora Maysa.
Dando sequência ao seu trabalho autoral, Daniel apresenta em 2018 o CD “Sem chover em teus olhos” com 11 músicas próprias ou em parcerias. O álbum passeia pela MPB em variados ritmos como samba, tango e blues, também flertando com o pop, o folk, a chanson e a música latina.
Músicas:
01 – Drama-Flor (Daniel Debiagi / Maikel Rosa) do EP Drama-Flor de 2013  // 02 – Chanson de Valse (Daniel Debiagi / Maikel Rosa) // 03 – Sin Llover en tus Ojos (Daniel Debiagi). Músicas do álbum “Sem chover em teus Olhos” de 2018.
 
04 – PASCUALA ILABACA Y FAUNA
Pascuala Ilabaca é uma das principais expoentes da nova e prolífica cena de jovens cantores e compositores chilenos. Sua música está enraizada em sons tradicionais, mas tem a capacidade de incorporar tons de jazz, pop e rock, e influências reunidas ao longo de sua vida em lugares tão distantes como a Índia ou o México. No palco, ela tem uma forte presença cênica, quase sempre armada com seu acordeon; e sua voz tem o poder de adoçar os ritmos e melodias da banda que a acompanha: Fauna.
Músicas:
01 – Caminito Viejo // 02 – Extintos  // 03 – La Muerte en Quillagua
 
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O SUL EM CIMA 13 / 2019

O SUL EM CIMA dessa edição mostra os trabalhos de  Alex Maia e Carol Andrade, Márcio Celli, Fernando Ávila e Martin Tejera y El Biricunyamba.

 

CAROL ANDRADE E ALEX MAIA Carol Andrade é cantora e compositora, formada em Canto Popular na Universidade Livre de Música Tom Jobim. Alex Maia é violonista e arranjador, aluno dos grandes violonistas Ulisses Rocha e Paulo Bellinati. O encontro dos dois se deu 1997, quando eram integrantes de uma banda de jazz e blues. Posteriormente desenvolveram um repertório de música brasileira e atuaram em casas de shows da noite paulistana e festivais da canção pelo Brasil. Em 2005, lançaram o primeiro disco com canções autorais “Vida Adentro”. Em 2013, Carol lançou o disco “Outras Mulheres”, uma homenagem às mulheres compositoras do Brasil com arranjos, violão e produção artística de Alex. Em 2014, realizaram a turnê do disco em três países da Europa – Inglaterra, Holanda e Bélgica. m 2016, ela lança o álbum “Sorria”.
E em 2018, Carol Andrade lança com Alex Maia o álbum “Canção pra Dois”. Vamos mostrar no programa, algumas músicas desse álbum, onde vamos poder ouvir a linda voz e interpretação de Carol, acompanhada por Alex Maia, excelente violonista que também é responsável pelos arranjos e produção do disco.
Essa canção, que dá título ao projeto, define bem a especialidade do encontro de Carol Andrade e Alex Maia desde 1997 até o dia de hoje, companheiros na vida e na arte. A escolha do tema resgata o verdadeiro sentido do casamento e exalta a força do amor. Não aquele amor perfeito ou platônico, tão presente em tantas canções do cancioneiro popular, mas sim o amor real, possível, verdadeiro.
A formação voz e violão concretiza o tema e deixa clara a simbiose musical desse casal: Uma cantora e um instrumentista, ambos de qualidade ímpar, que fazem música tal como dois bailarinos, sem personagem principal, numa aura de cumplicidade, delicadeza e paixão. 
Músicas: Canção pra Dois (Márcio Celli) // 02 – Valsinha (Vinícius de Moraes e Chico Buarque) // 03 – O Quereres (Caetano Veloso)  //  04 – Somos Dois (Carol Andrade)
 
MÁRCIO CELLI  –  Cantor / Compositor (Porto Alegre) tem um trabalho focado essencialmente na música brasileira. Suas composições abordam estilos variados como o samba, a bossa nova, ijexás e baladas. Dentre as características de repertório observam-se também as regravações com arranjos diferenciados.
Com o seu mais recente trabalho, o CD autoral “Da Minha Janela”, lançado em 2014, Celli foi indicado ao Prêmio Açorianos de Música de Porto Alegre/RS – 2014 em duas categorias, melhor cantor de MPB e melhor compositor de MPB. Foi pré selecionado ao Prêmio da Música Brasileira e recebeu Menção Honrosa nos Melhores Álbuns da Música Brasileira de 2014. 
Márcio Celli lançou em 1998 o CD Um Novo Tom, em 2006 Márcio Celli canta Adriana Calcanhotto e em 2014 o álbum Da Minha Janela.
Seu novo show faz um passeio por canções dos três CDs lançados por Celli além de clássicos da música brasileira e novas músicas autorais em parcerias com nomes como Zé Caradípia, Bebeto Alves, Monica Tomasi e Roberto Haag.
Músicas: Esquadros (Adriana Calcanhotto)  // 02 – Quieto (Márcio Celli e Roberto Haag) //  03 – Sem Nome Ainda (Márcio Celli e Zé Caradípia – Participação Especial de Kleiton & Kledir)
 
FERNANDO ÁVILA –  Natural de São Leopoldo / RS, é acordeonista, professor, arranjador e compositor. Formado no curso de Bacharelado em Música Popular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e atualmente é aluno da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) onde cursa Licenciatura Plena em Música e Especialização em Música. Desempenha um trabalho composicional voltado para o acordeon e a música instrumental, tendo atuado como intérprete junto ao grupo Arte Gaúcha, de São Leopoldo /RS, e como solista frente à Orquestra de Câmara UNISC, de Santa Cruz do Sul/RS.
A Lua de Santiago é o nome do CD lançado em 2017, trabalho no qual registrou suas composições instrumentais arranjadas para acordeon e quinteto de cordas, em um formato camerístico, transitando pelo universo sonoro da música platina e brasileira, entre milonga, tangos, chamamé e baião. Em 2019 foi indicado ao Prêmio Açorianos de Música na categoria Revelação do Ano pelo CD A Lua de Santiago.
Músicas do CD A Lua de Santiago de Fernando Ávila – Arranjos: Felipe Kirst Adami
01 – LUNA (Fernando Ávila – poema A Lua de Santiago: Róger Wiest)  //  02 – La Petit Chat Boris (Fernando Ávila) // 03 – Aragana (Fernando Ávila)
 
 
MARTIN TEJERA Y EL BIRICUNYAMBA  – Martin Tejera é um cantor e compositor uruguaio que usa o tradicional ritmo do candombe como linguagem artística. Seu novo álbum “Que me perdonen” chega ao mercado brasileiro de forma digital através do selo Cantores Del Mundo. A proximidade entre alguns pontos das nossas culturas sempre foi uma meta do Cantores del Mundo: combater essa sensação de isolamento, de que o Brasil é uma enorme ilha no meio de países hispânicos. Fundado por Tita Parra, neta da lendária Violeta Parra, o selo está sendo consolidado com a direção do compositor e pesquisador musical Arthus Fochi e do produtor musical Guilherme Marques.
O Grupo El Biricunyamba é uma banda montevideana de candombe formado em 2011. Seus integrantes são: Letícia Ramos, Lucia Fernandez, Fernanda Bértola nos coros, Leo Méndez (saxes e flauta), Enzo Spadonni (trombone), Axel Tassani (trompete), Marcelo “Tito” Castro (percussão), Martín Gandoglia (percussão), Ismael Bértola (percussão e vozes), Max Clericci (contrabaixo), Martin Tejera (Guitarra e vozes).
Músicas do CD Que me perdonen:  01 – Ciclisto Pedales (Martin Tejera)  //  02 – Habanera del Monte VI (Martin Tejera – Participação especial de Berta Pereira)  //  03 – La Fiesta del Santo (Pedro Ferreira)
 
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O SUL EM CIMA 12 / 2019

O SUL EM CIMA dessa edição mostra os trabalhos de CARLOS LYRA, GISELE DE SANTI, RICHARD SERRARIA e GABRIEL ROMANO E GRUPO.

 

CARLOS LYRA – Carlos Eduardo Lyra Barbosa (Rio de Janeiro, 11 de maio de 1933) é cantor, compositor e violonista. Junto com Roberto Menescal, era uma das figuras jovens da bossa nova. Fez parte de uma bossa nova mais ativista, propondo o retorno do ritmo às suas raízes no samba.
Aos 86 anos e 65 de atividade musical, Carlos Lyra dribla expectativas e apresenta disco à altura do glorioso passado, ampliando obra referencial na música brasileira. O álbum Além da Bossa – lançado pelo artista de forma independente é o primeiro álbum solo de Lyra com músicas inéditas em 25 anos. Com sonoridade clássica e refinada, Além da Bossa é disco fiel ao estilo de Lyra. Exrapola a Bossa Nova, mas sem cortar os elos com a bossa.
O repertório reúne canções compostas de 1956 a 2012, algumas inéditas, outras que Lyra passou a outros intérpretes e nunca gravou. Os arranjos também tem várias assinaturas além da dele – Marcos Valle, Antonio Adolfo, Dori Caymmi, João Donato, Jaques Morelenbaum. Mas o espírito é atemporal, dando ao álbum uma atmosfera de MPB clássica.
Músicas do álbum ALÉM DA BOSSA (2019) :  01 – BELLE ÉPOQUE (Carlos Lyra / Ronaldo Bastos) //   02 – ALÉM DA BOSSA (Carlos Lyra / Daltony Nóbrega) // 03 – AONDE ANDOU VOCÊ (Carlos Lyra) //  04 – ACHADOS E PERDIDOS (Carlos Lyra)
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GISELE DE SANTI – Cantora, compositora gaúcha (Porto Alegre) radicada em São Paulo, premiada nas categorias Intérprete e Revelação na edição de 2010 do Prêmio Açorianos pelo seu disco de estréia, intitulado “Gisele de Santi”, e na categoria Melhor Compositor MPB 2013 pelas canções de seu segundo trabalho, “Vermelho e Demais Matizes”. Em 2016 lançou seu álbum “Casa”. Nesse trabalho, a voz de Gisele vem acompanhada do piano de Luiz Mauro Filho, ocasionalmente com a presença de cordas a cargo de Vagner Cunha, produtor do disco.
Em maio de 2019 lança o EP Ciranda Urbana, disponível em todas as plataformas digitais. Produção de Gilberto Ribeiro Jr / Rodrigo Panassolo.
Músicas do EP CIRANDA URBANA (maio/2019) –  01 – Ciranda Urbana (Rodrigo Panassolo) //  02 – Do Lado de Cá (Gisele de Santi / Fabrício Gambogi) // 03 – Superpoder (Gisele de Santi) // 03 – O Mundo que Imagino (Gisele de Santi / Rodrigo Panassolo / Maria Dinorah)
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RICHARD SERRARIA – é poeta e cancionista ligado à expressão e pesquisa da palavra poética em suas diferentes versões: seja na canção, no rap ou na poesia. É graduado em Letras, com mestrado em Poesia Brasileira e doutorado em Estudos de Literatura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). É vencedor de cinco prêmios Açorianos e fundador das bandas Bataclã FC (três discos lançados desde 1997 até 2017) e Alabê Ôni. Possui trabalhos solos lançados em 2008 (Vila Brasil), 2010 (O grande tambor), 2011 (Pampa Esquema Novo) e em 2017 ( Mais Tambor Menos Motor).
Músicas do álbum MAIS TAMBOR MENOS MOTOR (2017): 01 – Um Bonde chamado Desejo //  02 – Livro do Desassossego //  03 – Fado para Preta Flor
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GABRIEL ROMANO e Grupo – O acordeonista Gabriel Romano, natural de Esteio / RS, atua profissionalmente desde os 15 anos. O primeiro CD/DVD de Gabriel, intitulado “Sobre Nós!”, foi lançado em julho de 2013 e em 2016 lançaram  o disco “Doce é a Passagem”. O grupo formado por Gabriel Romano (acordeon, composições e arranjos), Neuro Júnior (violão de 7 cordas), Wagner Lagemann (baixo), Fabrício Gambogi (guitarra), Pedro Dom (clarinete) e Bruno Coelho (percussão) busca o equilíbrio entre influências diversas, como por exemplo através da utilização de elementos musicais de forte identificação regional juntamente com elementos de caráter mais cosmopolita. Gêneros, ritmos e elementos melódicos-harmônicos oriundos de diversas práticas musicais são mesclados em composições com um forte senso de unidade, resultando em temas que não comportam uma única definição. Privilegiando a diversidade, Gabriel Romano e Grupo apresentam uma verdadeira alquimia musical. Com um repertório próprio e arranjos inovadores, convidam a audiência a viajar por diferentes idiomas musicais do mundo.
Músicas do disco DOCE É A PASSAGEM (2016) – 01 – Urucungo do Malungo (Gabriel Romano) //  02 – Djangô (Gabriel Romano) //03 – Homenageandú (Gabriel Romano e Neuro Jr).
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O SUL EM CIMA 11 / 2019

O SUL EM CIMA dessa edição, mostra os trabalhos de  LEONARDO DÍAZ MORALES, YAMANDU COSTA, CARMEN CORREA e DINGO BELLS.

01 – LEONARDO DÍAZ MORALES  –  Uruguaio da cidade de Durazno, o cantor e compositor Leonardo Díaz Morales desde cedo foi ligado na música brasileira. “Eu ouvia Caetano Veloso, Elis Regina, Chico Buarque, e aquilo mexia comigo”, diz no material de divulgação do segundo disco, “Minutos de Eternidad” (2018) – o primeiro álbum “Reminiscências” saiu em 2009. A convite de um irmão que trabalhava em Cruz Alta, mudou-se para a cidade gaúcha em 1992. Lá começou a fazer shows e a participar de festivais nativistas. Foi premiado em importantes festivais, como o Carijo, de Palmeira das Missões e a Coxilha, de Cruz Alta. São mais de 30 troféus que guarda com carinho. Em 2016, ele e a esposa jornalista se transferiram para Porto Alegre e, no ano seguinte, para o Rio de Janeiro, onde tem feito shows em bares e clubes. Sua música é nitidamente uruguaia, com algum tempero brasileiro. A proposta é mostrar como as diferenças de idioma não impedem uma integração perfeita, que envolve sons e, especialmente, sentimentos que não conhecem fronteiras. 

Músicas do álbum “Minutos de Eternidad”:  01 – Minutos de Eternidad // 02 – Água, um Candombe pra ti // 03 – Aos Olhos do Luar  (Participação de Tati Portella) //  04 – De Las Vertientes de Mi Alma

 
02 – YAMANDU COSTA – Violonista e compositor nascido em Passo Fundo em 1980 (atualmente morando no Rio de Janeiro) , Yamandu começou a estudar violão aos 7 anos de idade com o pai, Algacir Costa, líder do grupo “Os Fronteiriços” e aprimorou-se com Lúcio Yanel, virtuoso argentino radicado no Brasil. Até os 15 anos, sua única escola musical era a música folclórica do Sul do Brasil, Argentina e Uruguai. Depois de ouvir Radamés Gnatalli, ele começou a procurar por outros brasileiros, tais como Baden Powell, Tom Jobim, Raphael Rabello entre outros. Aos 17 anos apresentou-se pela primeira vez em São Paulo no Circuito Cultural Banco do Brasil, produzido pelo Estúdio Tom Brasil, e a partir daí passou a ser reconhecido como músico revelação do violão brasileiro.

Revelando uma profunda intimidade com seu instrumento e com uma linguagem musical sem fronteiras, percorreu os mais importantes palcos do Brasil e do mundo, participando de grandes festivais e encontros, vencedor dos mais relevantes prêmios da musica brasileira. Yamandu Costa é na atualidade o músico brasileiro que mais se apresenta no exterior.

Músicas do álbum RECANTO de 2017 –    01 – Chegada //  02 – Luciana // 03 – Recanto

03 – CARMEM CORREA – A cantora, compositora e violonista Carmen Correa, natural de São Leopoldo / RS (atualmente morando em São Paulo) começou a interessar-se pela música ainda criança. Aos 17, mudou-se para Ipatinga, MG, onde formou sua primeira banda e, tempos depois, deu início à carreira solo, com o Show “Carmen Canta Ella – uma homenagem à Ella Fitzgerald”. O espetáculo foi apresentado no Circuito de Música Erudita de Ipatinga, que lhe rendeu convite para participar do 10º Ipatinga Live Jazz.  Em 2013 já em Porto Alegre, apresentou-se com Hique Gomez no Teatro de Câmara Túlio Piva , no espetáculo “Ts’ui – A Reunião”. Em 2014, lançou o show “DAQUI – Interpretações de uma nova música brasileira”. 
Eleita uma das cinco cantoras que representam a nova geração da música gaúcha em 2016 pela Revista Donna. 
Cantora e compositora, ela possui um discurso poético desprendido de rótulos e categorizações, e suas canções versam sobre o cotidiano e as experiências que dele se originam.
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Músicas do CD “Do Outro Lado” de 2016 –  01 – Mergulhar //  02 – Pardal – Participação especial de Hique Gomez // 03 – Do Outro Lado 
 
04 – DINGO BELLS  –   Nos últimos anos, poucos artistas da nova música brasileira captaram tão bem o espírito de uma época quanto o  Dingo Bells. Destaque do cenário de Porto Alegre, o grupo fez uma obra de canção popular lapidada com esmero.
Após o elogiadíssimo primeiro disco, Maravilhas da Vida Moderna, de 2015, a banda gaúcha Dingo Bells lançou em abril de 2018  o álbum  Todo Mundo vai Mudar .
O grupo estreou no cenário musical gaúcho já aclamada pela crítica — levou para casa dois troféus do Prêmio Açorianos de Música 2015, nas categorias Composição Pop e Projeto Gráfico, pelo Maravilhas da Vida Moderna. O novo disco intensifica a identidade tropical do trio, com influências da soul music e da música popular brasileira, somando elementos de rock alternativo, música eletrônica, R&B e hip hop.
Atualmente, o grupo é formado por: Rodrigo Fischmann, Diogo Brochmann, Felipe Kautz e Fabricio Gambogi.
 
Músicas: 01 – Eu Vim Passear // 02 – Olhos Fechados pro Azar //  03 – Todo Mundo vai Mudar
 
Contatos:
contatodacarmen@gmail.com

O SUL EM CIMA 10 / 2019

O SUL EM CIMA dessa edição mostra os trabalhos de DANY LÓPEZ , VANESSA LONGONI, CRISTIAN SPERANDIR e CANTADORES DO LITORAL.

 

DANY LÓPEZ:  Compositor, instrumentista, arranjador e produtor artístico, Dany López é um importante representante uruguaio no intercâmbio musical entre o Rio Grande do Sul (BR), Uruguai e Argentina.
El Maestro, como carinhosamente o chamam os músicos que o rodeiam, além de ter realizado música para teatro e acompanhar um grande número de compositores e intérpretes como pianista e tecladista,  produziu mais de 15 álbuns. Em 2015 ele lançou seu segundo álbum solo, “Polk”. O disco contém em sua essência, uma ideia integradora de música e dos fenômenos culturais em geral em um repertório que inclui e transcende o regionalismo, os entrelaçando ao rock e pop.
Músicas: 01 – Radar // 02 – Adrenalina //  03 –  El Tiempo Vive en Mi // 04 – La Rosa de la Vida 
VANESSA LONGONI:  (de Porto Alegre – mora atualmente no RJ) –  De formação erudita e popular, cantou em vários grupos vocais, coros de óperas, atuou em espetáculos teatrais e participou de CDs de músicos reconhecidos de Porto Alegre. Em 2006, Vanessa criou o premiado espetáculo “A Mulher de Oslo”. Dois anos depois, ela lança seu primeiro CD solo, com o mesmo título, recebendo o Prêmio Açorianos de Música 2008 no gênero MPB como Melhor Disco, Melhor Intérprete (Vanessa Longoni), Melhor Instrumentista (Angelo Primon) e Melhor Produção Musical ( Arthur de Faria). Lançou no final de 2013 o CD “Canção para Voar” .
Músicas: 01 – Fast Folhinha //  02 – Mercado //  03 – Folia do Divino
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CRISTIAN SPERANDIR (de Osório / RS) :  Vencedor do Prêmio Açorianos de Música (categoria Melhor Instrumentista de MPB/2013 e Melhor Intérprete em 2019 com o álbum Bons Ventos), o pianista, tecladista, compositor, arranjador e produtor musical Cristian Sperandir , considerado uma das revelações da música contemporânea no país, vem atuando ao lado de grandes nomes da música do Rio Grande do Sul e dando continuidade ao trabalho com sua família – grupo Sperandires. Em seu toque, referências de Brad Mehldau, Michel Camilo, Chick Korea, André Mehmari e Geraldo Flach estão expressas em vários momentos e na sua forma de pensar e ver a música.  
Músicas: Aquífero //  Bons Ventos 
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CANTADORES DO LITORAL:  O grupo estreou em Osório/RS com o espetáculo que tinha como título “Cantadores do Litoral”. De lá para cá, aconteceram várias apresentações que – com o passar do tempo, por uso do público e da imprensa – acabou assumindo o próprio nome do espetáculo e transformando-se num importante e fundamental divulgador da cultura étnica de influência afro-açoriana vigente nesta região.
Juntos, divulgando esses traços culturais afro-açorianos do nosso território mais meridional do Brasil: Loma, Mário Tressoldi, Nilton Júnior, Paulo de Campos e Rodrigo Reis compartilham e proporcionam ao público um dos mais importantes momentos da música popular brasileira dos últimos tempos. O CD Cantadores do Litoral é o primeiro disco do grupo.  Foi gravado e mixado em estúdio próprio e produzido e lançado pelo selo RIMADISCOS, também pertencente ao grupo. Foi lançado oficialmente sem setembro de 2009.
Músicas: 01 – Um canto à Terra //  02 – Destino Navegante //  Cantigas de Mar 
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O SUL EM CIMA 09 / 2019

O SUL EM CIMA dessa edição, mostra os trabalhos de TUYO, CATAVENTO, HENRIQUE ZATTERA e YANGOS!

 

TUYO –  Com uma estética que une voz, beat e outros elementos a temas existenciais, a Tuyo é formada por Machado, Lio e Lay Soares. Transitando entre a organicidade e texturas eletrônicas, o trio passa pelo folk e vai desde o lo-fi hip hop até o synth pop. O estilo contemplativo e introspectivo da Tuyo se evidencia no álbum “Pra Curar” (2018), apresentando uma proposta vocal audaciosa, letras abstratas e beats mais complexos. Sem medo de sair da superfície, a Tuyo cria um som flutuante, repleto de força e sensibilidade. Uma simbiose mística entre o belo, o triste e o visceral.
Músicas: 01 – Solamento //  02 – Amadurece e Apodrece //  03 – Candura //  04 – Conselho do Bom Senso
CATAVENTO –   Com 6 anos de estrada e oriunda de Caxias do Sul, a Catavento já rodou o Brasil e firmou seu nome na cena musical, como um dos expoentes da onda que colocou a psicodelia novamente em evidência na produção nacional. Em 2018 lançaram “Ansiedade na Cidade” (Natura Musical/Honey Bomb Records), elogiado terceiro trabalho. As angústias de uma geração que vive a hiperconexão desenfreada inspiraram o álbum, que retoma as influências psicodélicas dos discos “Lost Youth Against The Rush” (2014) e CHA (2016), mas acrescenta pitadas de jazz, grooves e melodias em português, usando como linha narrativa o cotidiano mundano.
Músicas: 01 – Groove Geral // Se não vai
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HENRIQUE ZATTERADepois de quase cinco anos dedicados a covers de suas principais influências no mundo da música, Henrique Zattera  inicia uma nova fase na carreira. Aos 24 anos, o caxiense lança o projeto Você?!,  EP formado por quatro canções autorais inéditas mais o single Por Nós Dois, de 2017, e ainda uma faixa bônus com a versão acústica da mesma música.
Músicas: 01 – Mais uma Vez  //  02 – Sem você // 03 – Pra você voltar
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YANGOS – Grupo referência da música instrumental ao sul do Brasil, YANGOS toca ritmos latinos da América do Sul.
Com origem na Serra Gaúcha, a banda soma 5 álbuns, 1 dvd, uma premiação e três indicações ao Prêmio Açorianos de Música (2015/2016), uma premiação no Festival Audiovisual da Serra Gaúcha (2017) e uma nominação ao Latin GRAMMY Awards (2017). YANGOS também foi escolhida com outros grupos como representante da música e cultura brasileira, apresentando-se na programação oficial da Copa do Mundo FIFA 2018, em Moscou/Rússia.
Formado por César Casara (piano), Cristiano Klein (percussão), Tomás Savaris (violão) e Rafael Scopel (acordeon).
Músicas: 01 – Peleia // 02 – Romântica // 03 – Gaita ou Sanfona // 04 – Brasil, Sim Senhor!
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O SUL EM CIMA 08 / 2019

O SUL EM CIMA dessa edição mostra o trabalho Violas ao Sul (Valdir Verona, Mário Tressoldi, Angelo Primon e Oly Jr), Juliana Cortes e Vedovelli.

01 – VIOLAS AO SUL  –  CD / Show-espetáculo com quatro músicos sulinos, Valdir Verona, Mário Tressoldi, Angelo Primon e Oly Jr., que tem a viola de 10 cordas permeando seus trabalhos ao longo dos anos, e que juntos formam a linha evolutiva do instrumento, com canções autorais e clássicos do cancioneiro gaúcho e brasileiro, e da música contemporânea.  O “Violas ao Sul” ora pode ser considerado um trabalho de música instrumental e em outra, um grupo vocal acompanhando a sonoridade das violas, este é formado por quatro músicos, quatro estilos e um só objetivo: mostrar a viola brasileira como protagonista da diversidade musical do nosso estado: o cancioneiro gaúcho, o blues, a música moura, a música de origem açoriana, a milonga, para citar apenas alguns gêneros musicais que vibram nas cordas destas violas.  Os componentes do grupo são:

VALDIR VERONA | natural de Caxias do Sul, RS, é músico com mais de 30 anos de carreira profissional, tendo trabalhado ao longo desse tempo com apresentações musicais em diversos formatos: Solo, duos, trios, grupos, músico acompanhante, aulas de música, produções e direções musicais. Um dos maiores e mais atuantes representantes da viola no sul.

MÁRIO TRESSOLDI | arranjador, compositor, produtor musical, pesquisador da cultura do litoral norte do RS, integrante do grupo Chão de Areia, Bacharel em Música (Cordas) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, professor de violão, técnica vocal, teoria e harmonia funcional. É atualmente um dos compositores e músicos mais premiados nos festivais do Brasil.

ANGELO PRIMON | músico, compositor, produtor, bacharel em Música Popular pela UFRGS, destacado como um dos mais importantes instrumentistas de sua geração, com 30 anos de carreira , atuou ao lado de inúmeros artistas do Brasil, Argentina  e do Uruguai, tendo recebido o Prêmio Açorianos de Melhor Instrumentista em 2006, 2008 e 2018, pesquisa já há alguns anos as sonoridades orientais e populares, de instrumentos como a viola de dez cordas, viola de cocho, o oud árabe e o sitar indiano.

OLY JR. | cantautor, atuante na cena musical desde 1998, tem 11 discos lançados, quatro Prêmios Açorianos de Música (2010 e 2012), participou de festivais nacionais e internacionais de blues, em coletâneas musicais do gênero, funde milonga com blues, explorador da técnica do slide, reconhecido como um dos mais atuantes e originais da cena blues do Brasil.

Músicas: 01 – Violas do Sul do Brasil (Mário Tressoldi / Chico Saga) //  02 – Milonga Blues (Oly Jr) // 03 – 10 de Fole (Angelo Primon) // 04 – Cantiga de Eira (Barbosa Lessa) // 05 – Chacarera entre Amigos (Valdir Verona) // 06 – Gaudêncio Sete Luas (Luiz Coronel / Marco Aurélio Vasconcelos) //  07 – Canção da Meia Noite (Zé Flávio)

31432468_1696094717123892_4176999066443610851_n02 – JULIANA CORTES – Curitibana, aos 4 anos de idade entrou para um grupo coral de onde veio sua formação musical. Lançou em 2013 o álbum INVENTO produzido por Fred Teixeira , pré selecionado ao Prêmio da Música Brasileira e eleito o 32º Melhor Álbum da MPB pela publicação Embrulhador.com. Já tocou ao lado de Daniel Drexler, Arthur de Faria, Marcelo Delacroix, Antonio Saraiva e Arrigo Barnabé.  Em 2016 lançou o álbum GRIS, produzido pelo paulistano DANTE OZZETTI que conta com 10 temas, a maior parte de obras inéditas. A intérprete é formada em Música Popular e faz pós graduação em Canção Popular na Faculdade Santa Marcelina em São Paulo, onde reside atualmente.   Músicas: 01 – Que horas não são (Vitor Ramil) // 02 – Filosofando (Alexandre Nero) // 03 – Germinal (Dany López / Juliana Cortes) // 04 – Outras Milongas (Dante Ozzetti / Luiz Tatit)

evandro03 – VEDOVELLI –  Nascido em Farroupilha, em 1989 e hoje morando no Rio de Janeiro,  o cantor e compositor Evandro Vedovelli chama atenção por onde canta suas músicas. Harmonias caprichadas e belas melodias acompanham letras que traduzem o ser humano, o cotidiano, e o amor, sem criar nem repetir clichês.  Vedovelli lançou em 2017 o CD “Camaleão” que  é distribuído pela gravadora Biscoito Fino e  está disponível em plataformas de streaming. Esse álbum tem produção musical do cantor e compositor Kleiton Ramil e arranjos do maestro Dudu Trentin. Esse é mais um trabalho musical de Vedovelli, que já cantou ao lado de vários nomes conhecidos, como o cantor americano Jack Johnson e a banda gaúcha Cachorro Grande, além de ter em seu passado o posto de vocalista na banda Jacarandá, com a qual produziu um disco. As interpretações de Vedovelli são calmas e energéticas, soltas e minimalistas, e o tornam um artista icônico e com capacidade de agradar diferentes públicos.   MÚSICAS :  01 – RETRATO //  02 – NO FUNDO DO PEITO // 03 – SOU  (todas de Vedovelli)

Contatos:

https://www.facebook.com/violasaosul/

http://www.julianacortes.com.br

http://www.vedovellimusica.com.br

O SUL EM CIMA 07 / 2019

O SUL EM CIMA dessa edição mostra os trabalhos de Bruno Chaves, Banda Dom Pescoço e Gastão Villeroy.

 

01 – BRUNO CHAVES – Bruno Chaves é natural de Pelotas e seu trabalho é totalmente atravessado pela vivência do músico nas ruas da cidade, principalmente à noite. Formado em Produção Fonográfica, o músico lançou em março o seu primeiro álbum solo intitulado “A Noite E Mais Eu”, pelo selo Escápula Records.
A Noite E Mais Eu é uma mistura entre os gêneros como a MPB, o Hip Hop e elementos eletrônicos, sem deixar de lado o rock, fio condutor do disco. 
Ele contou com a participação de Gabriel Soares na gravação das baterias, músico com o qual ele fazia parte da banda Chowchilla. Os demais instrumentos foram todos gravados por Bruno Chaves, além da composição das letras, que também foram de responsabilidade dele.
A criação de A Noite E Mais Eu foi um grande processo de autoconhecimento para o músico. O trabalho de estreia de Bruno foi gravado em seu estúdio, mixado pelo próprio Bruno Chaves e masterizado por Lauro Maia no A Vapor Estúdio, em Pelotas.
MÚSICAS: Terra à Vista // Faísca // A Lua // Deixa 
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02 – DOM PESCOÇO –  Banda do interior paulista (São José dos Campos), na ativa desde 2011, lança “Tropsicodelia”.  Trata-se do primeiro disco da banda formada por Rafael Pessoto (guitarra e voz), Luiz Felipe Passarinho (bateria e voz), Gabriel Sielawa (cavaco, guitarra e voz) e Dom de Oliveira (baixo e voz).
Este álbum (de abril/18) e atual espetáculo representa o fortalecimento do grupo no cenário da música independente nacional. A temática do álbum varia entre críticas sociais, ludicidades, amor, espiritualidade, entre outros assuntos conexos. A forma como os arranjos musicais se juntam, se convergem e se misturam também é um aspecto marcante do trabalho.
Músicas: Tropsicodélico // Tchau // Um Pé de Flor // Cidade Azul Dub
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03 – GASTÃO VILLEROY – Gastão Villeroy é baixista, compositor e cantor, nascido em São Gabriel, RS.
Começou sua carreira musical em Porto Alegre, para onde se mudou aos 9 anos de idade. Aos 17 anos, Gastão foi baterista da banda de rock progressivo “A Mursa”. Em Porto Alegre, estudou com Everson Vargas e Ary Piassarolo e teve a oportunidade de tocar com alguns dos principais artistas gaúchos, dentre os quais seu irmão Antonio Villeroy, com quem tem uma parceria até os dias de hoje.
Com 27 anos mudou para o Rio de Janeiro onde aprofundou seus estudos. Estudou baixo elétrico com Jorge Helder e Iuri Popov, baixo acústico com Dener Campolina e Harmonia, com o mestre húngaro Ian Guest.
Desde então, teve a oportunidade de tocar com diversos artistas, do samba ao rock, do forró ao erudito, do brega ao jazz. “Foi a escola que a vida me proporcionou, com muito orgulho” diz Gastão. Depois de anos tocando e gravando com artistas brasileiros e estrangeiros de renome, finalmente GASTÃO VILLEROY lançou em 2016 seu disco solo, o CD “Amazônia, Amazônia”. 
Com a presença de Lenine, Maria Gadú, Milton “Bituca” Nascimento, Seu Jorge, Samuel Rosa, Chico Chico, Antonio Birabent e Kika Werner, o instrumentista internacional, Gastão, faz do seu primeiro álbum uma amazônia de sentidos. Com músicas que vão do mais profundo instrumental com batidas de jazz e referências latinas, caminhando pelo samba e chegando até a bossa nova, somos convidados a desbravar o que as raízes brasileiras e as tendências contemporâneas tem de melhor: a capacidade de nos fazer viajar. O resultado de toda essa pluralidade resulta na união que torna tudo singularmente familiar.
Músicas: Amazônia, Amazônia //  Ismália //  Na Picada da Maré // Casamenteiro  

 

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O SUL EM CIMA 06 / 2019

O SUL EM CIMA dessa edição mostra os trabalhos de RICARDO PITA, RICARDO SILVESTRIN e  LARA ROSSATO.

 

01 – RICARDO PITA – Ricardo Pita é um cantor e compositor inovador de Guayaquil, Equador. O estilo único de Pita tem atraído a atenção da mídia e dos fãs não apenas no Equador, mas também em outros países da América Latina. Sua música abrange gêneros variados como swing, rock alternativo e folclore latino-americano. Com influências como Café Tacvba, Jorge Drexler, Gustavo Cerati e Caetano Veloso, tem colaborado na cena independente do Equador em várias bandas, como a do equatoriano Hector Napolitano.

Pita abriu os shows no Equador da turnê de Jorge Drexler, com quem ele cantou em várias cidades e com quem mantém uma grande amizade. Ele também já dividiu o palco com Kevin Johansen, Babasónicos, Monsieur Perine, Luis Alberto Spinetta, Adan Jodorowsky, El Cuarteto de Nos, Toto La Momposina entre outros.  Participou de turnês pelo Chile, Argentina, Uruguai, Peru, Equador, Colômbia, França, Espanha e no Brasil é presença confirmada no Festival Música de Rua. Para saber mais sobre o Festival, acesse: https://www.facebook.com/fmusicaderua/

Músicas: 01 – EL CICLO  //   02 – OJOS DE ELEFANTE  //  03 – CANCIÓN PARA EL RESTO DE LOS DÍAS  //  04 – VIENTO ETERNO  //  05 – SIEMPRE MARCHAMOS DE FRENTE   //   06- DESPIERTA   //   07 – EL SUEÑO

02 -RICARDO SILVESTRIN – Ricardo Silvestrin é poeta, escritor, compositor e vocalista. Nasceu em Porto Alegre e formado em letras pela UFRGS. Integrou as bandas Os 3 Poetas (1990 a 1993), Os Ladinos (1994 a 1999). Integra a banda Os poETs desde 2001.

RICARDO SILVESTRINNa carreira solo, Ricardo lançou o EP Duk7 (2015). Ricardo está lançando em 2019 o álbum SILVESTREAM com 10 faixas. 

A Banda é formada por Ricardo Silvestrin nos vocais e nas percussões, Robson Camargo Serafini nas guitarras, baixo, piano, violões e teclados, Cesar Moraes no baixo, Cesar Audi na bateria e Marcelo Figueiredo nos sopros.

Músicas do álbum “Silvestream” de 2019   – 01 – FLAMBOYANT  //  02 – ATENÇÃO, SENHORES PASSAGEIROS  // 03 – MOCIDADE // 04- FOGUEIRA  (todas as músicas de Ricardo Silvestrin)

 

Lara03 – LARA ROSSATO – Vinda de uma família que vive no interior de Dom Pedrito, seus primeiros anos escolares foram em uma escola na fronteira com o Uruguay, perto da casa de sua mãe, onde ela ouvia no rádio as canções que tocavam naquele pais. Quando se mudou para a área urbana de Dom Pedrito fez amigos ligados à música e subiu ao palco a convite deles para cantar algumas canções. Depois de se apresentar em diversos lugares em sua cidade natal e região, Lara mudou-se para Pelotas em 2005 para dar continuidade à sua carreira como cantora e compositora, participando de várias bandas e lançando seu primeiro disco demo intitulado “Doce”, um disco com influências mais roqueiras e pitadas latinas . Em 2012, mudou-se para Porto Alegre.

Em setembro de 2014 “Mesa para dois” foi lançado na web, com uma sonoridade pop e arranjos orgânicos. Produzido por Guilherme Almeida em São Paulo, o disco gerou ótimas críticas na imprensa, mostrando a evolução pessoal e profissional na vida da artista.  O disco “Mesa para dois” ganhou menção honrosa pelo site Embrulhador no Prêmio “Melhores da música Brasileira” em 2015 e em outubro do mesmo ano Lara foi escolhida para representar o Brasil no segundo maior festival da América Latina: o Festival Internacional de la canción de Punta del Este, no Uruguay. Na volta para o Brasil, Lara foi convidada para fazer parte do selo Loop Discos. Como compositora, Lara Rossato se destaca assinando músicas que fez para vídeos promocionais de grandes marcas nacionais.  Atualmente ela está se preparando para o lançamento de um novo material discográfico.

MÚSICAS DO ÁLBUM “MESA PARA DOIS” DE 2014  –  01 – JULHO DE 2013  //  02 – DIA SEGUINTE //  03 – VULCÂNICA (Todas de Lara Rossato).

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