O SUL EM CIMA 41 / 2025

BEL MEDULA – A cantora, compositora e pianista Bel Medula apresenta Fermentação, álbum construído a partir da predominância do piano e da voz. Parte de um ciclo de quatro trabalhos – iniciado com os EPs Manifesto e Grão da Escuta (agosto/2025) – o disco marca um terceiro ato que será concluído com um quarto álbum previsto para 2026. Marcado pelo caráter experimental de improvisos vocais e pela força da performance ao vivo, as doze faixas de Fermentação propõem uma escuta em que poesia, piano e respiração constroem imagens e atmosferas em tempo real. O disco emerge – através de quatro releituras e oito canções inéditas – da relação com elementos como o silêncio e do registro da essência da criação em seu momento de nascimento. O projeto foi concebido em 2024 como um show solo de canções e poemas dirigido por Paola Kirst, e manteve esse espírito na gravação realizada no estúdio Pimenta Caseira, em Porto Alegre, por onde o processo de captação privilegiou o fluxo: voz e piano foram gravados simultaneamente, sem cortes ou edições, permitindo que inflexões, improvisos e acasos se tornassem parte da obra. A produção foi compartilhada entre Bel, Diogo Brochman e Luciano Zanatta (LucZan), parceiro frequente da artista.  Ao lado da voz e do piano, somam-se as participações de Tania Mello Neiva no cello; Nando Peters, Dionísio Souza e Kelvin Machado no contrabaixo; Sara Oliveira na voz e LucZan no sax barítono. Juntos, eles expandem a espacialidade das faixas, construindo imagens, cenários e sensações que convidam a uma escuta lenta e degustativa. 
Músicas: 01 TEMPO PRA BAILINHO – Bel Medula – part Dionísio Souza // 02 – AMULETOS – Bel Medula e Daniela Delias – part Daniela Delias e Tânia Mello Neiva //  03 – VERTIGEM – Bel Medula e Marília Kosby – part Marília Kosby e Nando Peters // 04 – A MEDULA DA NOZ – Bel Medula – part Nando Peters // 05 – CANÇÃO DE AMOR – Aimée Spolidoro e Bel Medula – part Kelvin Machado e Oliva // 06 – JANDIRA – Bel Medula
 
MARCOS DELFINO –  Cantor, compositor e intérprete gaúcho. Apaixonado por música desde a adolescência, ele começou tocando em rodas de violão na época da escola. Em 2000 montou sua primeira banda Sigma 7, projeto que ainda permanece ativo. Junto da banda, ele participou de vários festivais promovidos por entidades culturais, inclusive sendo premiados com canções autorais. ‘DELFINO’ é o nome do primeiro álbum solo de Marcos Delfino. Marcos é conhecido pelos Tributos Cazuza (CAZUZA – O Poeta Vive) e o Secos e Molhados (Secos & Molhados – Especial 50 anos). Com o lançamento do álbum, ele busca uma afirmação no cenário nacional com suas próprias produções. 
No dia 5 de dezembro, o cantor e compositor Marcos Delfino apresentou ao público o single “Certeiro”, uma releitura delicada e intensa de uma canção reflexiva e profunda, composta por Duca Leindecker, nome marcante da música gaúcha e membro das bandas Cidadão Quem e Pouca Vogal. Nessa nova versão, Duca Leindecker assume também a produção musical, a mixagem e a gravação de todos os instrumentos de corda, trazendo sua assinatura estética para o universo sonoro de Marcos Delfino. A faixa ainda conta com a força e precisão da bateria de Cláudio Mattos, acrescentando textura e movimento à releitura. A masterização é assinada por Marcos Abreu, garantindo clareza e profundidade ao resultado final. A direção artística é de Fábio Bolico.
Músicas: 01 – AGORA – Gerson Conrad e Márcio Celli // 02 – ROMANCE – Nei Lisboa // 03 – FLOR DA SECA – Antonio Carlos Falcão // 04 – QUE CRIME É ESSE? –  Tiago Ramos, Rodrigo Viegas e Cassiano Andrade // 05 – LIVRO ABERTO – Marcos Delfino // 06- CERTEIRO – Duca Leindecker
 
Contatos:
 
 

O SUL EM CIMA 40 / 2025

ALICE PASSOS é cantora e intérprete, reconhecida por sua voz expressiva e por sua atuação na Música Popular Brasileira (MPB), com um repertório que inclui desde clássicos do gênero até composições contemporâneas. Ela é conhecida por sua habilidade em misturar elementos do samba, bossa nova e MPB, destacando-se também pela qualidade de suas apresentações ao vivo. A cantora carioca Alice Passos tem se destacado como importante intérprete da música popular brasileira. Tem 3 discos lançados: “Voz e violões” (2016), “Ary” (2020) e “Milagres” (2024).  Alice é filha da cavaquinhista maranhense Ignez Perdigão e irmã da cantora e cavaquinhista Mariana Bernardes. Aos oito anos entrou para os Flautistas da Pro Arte, passando em seguida a se apresentar com a Orquestra de Sopros da Pro Arte. Integrou a Orquestra Corações Futuristas, fundada e regida por Egberto Gismonti. Alice Passos  gravou e cantou ao lado de artistas como Gilberto Gil, Dori Caymmi, Guinga, Áurea Martins, Roberta Sá, Teresa Cristina, entre muitos outros.  Músicas do pgm: 01 – MESTRE – Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro  – Feat. Dori Caymmi  – do álbum Voz e Violões // 02 – CANÇÃO EM TOM MAIOR – Ary Barroso  – com Alice Passos · André Pinto Siqueira · Maurício Massunaga – do álbum Ary // 03 – MORENA BOCA DE OURO – Ary Barroso  – com Alice Passos · André Pinto Siqueira · Maurício Massunaga – do álbum Ary // 04 – MILAGRES – Breno Ruiz e Paulo César Pinheiro – com Alice Passos e Breno Ruiz –  do álbum Milagres // 05 – CONTRADANÇA – Breno Ruiz e Paulo César Pinheiro  – com Alice Passos e Breno Ruiz –  do álbum Milagres // 06 – ROMARIA – Renato Teixeira  – Interpretada por Alice Passos e Renato Frazão –  faz parte do Projeto MPB Ano Zero que celebra os 60 anos da Música Popular Brasileira.

GRUPO SARASVATI: Mantras e Fusão Cultural – Homenageando a Deusa Hindu da música e sabedoria, o Grupo Sarasvati celebra 23 anos de uma sonoridade distinta. O sexteto se destaca por combinar o poder ancestral dos mantras indianos com arranjos modernos da música ocidental. Essa fusão vibrante é criada por uma rica instrumentação que mistura instrumentos orientais – como o Harmonium, Mrdanga, Sitar e Karatals – com o violão e a flauta transversal. Liderado pela voz de Jambavati, ao lado de Cala Chandra, Gudo Gubert, Daniel Petersen, Eduardo Riter e Roma Pada, o Grupo Sarasvati oferece uma ponte sonora entre o misticismo e a contemporaneidade. Músicas do pgm: 01 – Rādhe Jaya Jaya  – Luiz Afonso Benvenutti  e Shanti Juká // 02 – Nila Chala Chandra  – Candra Muka Swami · Luiz Afonso Benvenutti e  Shanti Juká // 03 – Sita Ram  –  Luiz Afonso Benvenutti  e Shanti Juká // 04 – Om Param Shanti – Luciano Cesa – participação: Luciano Cesa // 05 – Govinda Jaya, Gopala Jaya – Luiz Afonso Benvenutti e Shanti Juká 

Contatos:

https://www.instagram.com/alicepassoscantora/

https://www.instagram.com/grupo.sarasvati/

https://www.instagram.com/jambavatidevidasi/

O SUL EM CIMA 39 / 2025

O professor, compositor, pesquisador e escritor Valdir Cechinel Filho nasceu em novembro de 1962, em Urussanga, no sul de Santa Catarina, filho de Valdir Cechinel e Amélia Coppetti Cechinel. É casado com Lenita Cecconi Cechinel. 
Graduou-se Bacharel em Química em 1987, Mestre em 1991 e Doutor em 1995 pela Universidade Federal de Santa Catarina, na área de Química Orgânica, desenvolvendo estudos de Química Medicinal e Produtos Bioativos. Valdir Cechinel Filho é professor da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), e atualmente está como reitor dessa Universidade. Sua passagem pela pró reitoria de cultura permitiu seu engajamento organizando eventos musicais e conheceu muitos artistas, sendo que alguns se tornaram amigos e/ou parceiros. Sua inserção como compositor de letras iniciou em 2008, mas o primeiro álbum com suas composições, só foi lançado em 2018, denominado Pedaço de Mim, com a presença de artistas nacionais e regionais. 
Valdir Cechinel Filho foi eleito reitor da Universidade do Vale do Itajaí e presidente da Fundação Univali pela primeira vez em 2018 e reeleito para o quadriênio de gestão 2022-2026. Foi Pró-reitor e vice-reitor da Universidade do Vale do Itajaí de 2002 até 2018. É docente/pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da Univali e desenvolve projetos de pesquisa em colaboração com pesquisadores nacionais e internacionais. Cechinel  é também pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), coordenador internacional da Rede Iberoamericana de Estudo e Aproveitamento Sustentável da Biodiversidade Regional de Interesse Farmacêutico (Ribiofar) e da Rede Iberoamericana de Investigação em Câncer (Ribecancer). Atua como editor associado e assessor científico para inúmeros periódicos e é autor de 60 livros, capítulos de livros e de mais de 400 artigos científicos publicados em periódicos especializados nacionais e internacionais. Em 2022, Valdir Cechinel Filho foi classificado como finalista do Prêmio Caspar Stemmer de Inovação promovido pela Fapesc, na modalidade Pesquisador-Inovador. Em 2023, representou Santa Catarina na categoria Pesquisador Destaque na área de Ciências da Vida no Prêmio Nacional Confap de Ciência, Tecnologia e Inovação. 
Músicas: 01 – ENQUANTO A CIDADE DORME , de autoria de Valdir Cechinel Filho, Max Gasperazzo e Zé Geraldo, interpretada por Max Gasperazzo e Zé Geraldo (do álbum Pedaço de Mim) // 02 -PONTEIOS E DEVANEIOS, de Valdir Cechinel Filho e Cleiton de Oliveira, interpretada pelo artista gaúcho Carlos Magrão, do álbum Urbano e Rural (2019)  // 03 – SIMPLICIDADE, de Valdir Cechinel Filho e Luiz Vicentini, interpretada pelo Luiz Vicentini com participação especial de Renato Teixeira, do álbum Eu Nunca Chegarei Só (2021) // 04 – I AM GOING TO LIVE IN NASHVILLE – Valdir Cechinel Filho e Max Gasperazzo – interpretação: Carol Hends – do álbum Eu nunca chegarei só // 05 – AS CANÇÕES DO CORAÇÃO – Max Gasperazzo e Valdir Cechinel Filho – interpretação: Louise Lucena – do álbum As Canções do Coração // 06 – UMA CANÇÃO DE ESPERANÇA, composição de Valdir Cechinel Filho e Kleiton Ramil, da dupla Kleiton & Kledir, interpretada pelo grupo Tamanduá, de Florença, Itália, do álbum As Canções do Coração (2022) // 07 – NOSSO CHÃO, de Valdir Cechinel Filho e Juraildes da Cruz, interpretada pelo artista catarinense Fernando Zampieri, do álbum Semente do Amanhã (2023) // 08 – LOBO BOM – Valdir Cechinel Filho e Max Gasperazzo – interpretação: Bilora, Coral Univali e Kleiton Ramil – do álbum O Tempo Não Espera // 09 – CANÇÃO PRA TE ESPERAR, de Valdir Cechinel Filho, Clemente Manoel e João Ormond, interpretada pela artista gaúcha Isabela Fogaça, do álbum O Tempo Não Espera (2024) //  10 – UMA CANÇÃO PARA LENNON – Jani Cargnin e Valdir Cechinel Filho – interpretação: Zé Geraldo – do álbum O Tempo Não Espera // 11 – VEIO DE AROEIRA – Lino Violeiro e Valdir Cechinel Filho – interpretação: Lino Violeiro e Chico Lobo – do álbum O Tempo não Espera // 12 – ALMA RURAL  canção de Valdir Cechinel Filho e Fernando Marangon, na interpretação de Fernando Marangon e participação especial de Maurício Antunes, do álbum Alma Rural (2025)
 
Contato:

O SUL EM CIMA 38 / 2025

LULA RIBEIRO – Cantor, compositor, violonista e arranjador  sergipano, Lula Ribeiro é uma espécie de embaixador da música de seu estado Brasil afora. Nascido em 1960,  começou sua trajetória musical, em sua cidade natal, Aracaju (SE), participando de shows coletivos com outros artistas sergipanos. Em 1986 passa a morar no Rio de Janeiro, onde começa a trilhar sua história longe do seu estado e inicia uma trajetória de parcerias com a nata da MPB.
Durante o programa, vamos ouvir trechos de uma entrevista que Lula Ribeiro concedeu à Kleiton Ramil. Com uma trajetória sólida na música popular brasileira, Lula fala sobre sua carreira, suas influências, novos projetos e os caminhos que percorreu ao longo dos anos.
Lula Ribeiro lançou os discos “Cajueiro dos Papagaios” em 1985, com os também sergipanos Paulo Lobo e Irineu Fontes, “Janeiros” em 1993, O Sono de Dolores em 1996, “Muito Prazer” em 1999, “Algum Alguém” em 2002, “Palavras que não dizem tudo”, lançado também em DVD, no ano 2008. Esse trabalho, gravado ao vivo, conta com as participações especiais de Moska e Luiz Melodia. Em 2009, Lula Ribeiro apresentou o show “Palavras que não dizem tudo”, com o Projeto Música na Urna, contando com as participações especiais do grupo A Cor do Som, Kleiton & Kledir, Doces Cariocas, Edu Krieger, Vander Lee, Zé Renato, Sá & Guarabyra e Bossacucanova, embrião do projeto “Lula Ribeiro Convida”, lançado em 2010 em Belo Horizonte e há nove anos também em Aracaju, onde já dividiu o palco com Flavio Venturini, Zeca Baleiro, Vander Lee, Fernanda Takai, Flávio Renegado, Roberta Campos, entre outros.    
Em 2018 lançou o CD “O amor é sempre assim”, última produção do baixista Arthur Maia, onde apresenta parcerias com compositores como: Zeca Baleiro, Vander Lee, Pierre Aderne, Gabriel Moura, Paulinho Pedra Azul, Alexandre Nero, e outros, e participações especiais de Zeca Baleiro, Chico César, Flavio Venturini, Fernanda Takai, Tony Bellotto e Flávio Renegado. Durante a pandemia lançou alguns singles e EP’s em parceria com Zeca Baleiro, Kleiton & Kledir, Zé Renato, Sergio Guizé e Paulinho Moska. No final de 2022, Lula Ribeiro, lançou o álbum “Vida haverá”, com todas as canções compostas em parceria com Sérgio Rodrigues, escritor premiado, com vários livros editados. Nesse ano de 2025, no mês de outubro, Lula Ribeiro lançou o single “Sai dor”, composição de Lula Ribeiro, em parceria com Vander Lee e participação especial de Fernanda Takai, dividindo a canção com ele, e Tony Bellotto, tocando as guitarras.
MÚSICAS: 01 – O Amor é Sempre Assim – de Lula Ribeiro e Gabriel Moura – feat Zeca Baleiro  // 02 – Você não tava lá – de Lula Ribeiro e Pierre Aderne  // 03 – Mercê de Você – de Lula Ribeiro e Ismar Barreto – feat Paulinho Moska // 04 – Congênito – de Luiz Melodia – feat Luiz Melodia  // 05 – Sai Dor – de Lula Ribeiro e Vander Lee – feat Fernanda Takai   // 06 – Céu de Santo Amaro – de Bach e Flávio Venturini  // 07 – Paixão – de Kledir Ramil – feat Kleiton & Kledir  // 08 – Carne Tua – de Lula Ribeiro e Alexandre Nero – feat Flávio Venturini  // 09 – Rua da Amargura – de Lula Ribeiro e Zeca Baleiro – feat Chico César  // 10 – Vida Haverá – de Lula Ribeiro e Sérgio Rodrigues 
 
Contatos: