O SUL EM CIMA 32 / 2025

NINA NICOLAIEWSKY nasceu no RJ em 1993 e vive as artes desde sempre. Filha da atriz Márcia do Canto e do cantor e compositor Nico Nicolaiewsky (1957-2014), acompanhou de perto os trabalhos dos pais desde a infância. Em Porto Alegre, estudou música no Projeto Prelúdio. Aos sete anos, já participava de um grupo de canto coral e de uma orquestra infantil, tendo aulas de flauta e violão. Nina é cantora e compositora e já tocou em vários grupos musicais diferentes. A música entrou em sua  vida desde muito cedo, mas só em 2019 começou a compor. Nesse ano, foi selecionada para participar da residência artística do Projeto Concha, uma iniciativa voltada para mulheres compositoras. No ano seguinte, em 2020, ganhou uma bolsa de estudos e foi para a Espanha fazer um mestrado em performance na Berklee College of Music. Em 2021, Nina lançou “Receita de Casa”, seu primeiro EP, com canções autorais e que ela gravou com seus colegas do curso, na Espanha. Em 2022, escreveu um álbum em parceria com a Banda Magda (NY), que foi gravado com os integrantes da banda Snarky Puppy, renomado grupo de jazz norte-americano, e em 2023 escreveu uma parceria com o violonista Sérgio Assad. 
Nina apresentou-se em diversos palcos em Porto Alegre, no Blue Note São Paulo, no Theatro Alberto Maranhão, em Natal, no Festival de Teatro de Curitiba, na Sala Clamores, em Madrid, e no Winnipeg Jazz Festival, no Canadá. Nina está lançando o EP Arrisco Dizer que traz três composições de Nina – CafunéTudo Bem Nem Tudo, as duas primeiras, em parceria com Guilherme Becker, a última, com Rita Zart – e a faixa Você Me Vira a Cabeça, imortalizada na voz de Alcione, costuradas pelas cordas de Clarissa Ferreira e Miriã Farias (violinos), Gabriela Vilanova (viola) e Luyra Dutra (violoncelo), que formam a Sucinta Orquestra.
Músicas: 01 – Pode Ser  – Nina Nicolaiewsky – do EP Receita de Casa (2021) // 02 – Vejo Passar  – Nina Nicolaiewsky  (single) – 2022 // 03 – Cafuné – Nina Nicolaiewsky e Guilherme Becker -// 04 – Tudo Bem – Nina Nicolaiewsky e Guilherme Becker // 05 – Nem Tudo  – Nina Nicolaiewsky e Rita Zart  // 06 – Você me vira a cabeça – Paulo Sérgio Valle · Chico Roque – Músicas 03,04,05 e 06 do novo EP ‘Arrisco Dizer’ gravado ao lado da Sucinta Orquestra 
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PEDRO IACO  aborda temas como vida, morte e renascimento em novo disco ‘Sangria’. Sangria é um grito de liberdade em sua mais plena amplitude. Conjunção de músicos de diversas nacionalidades, a obra cria novos horizontes com produção e arranjos de Elodie Bouny.  A catarse emocional reúne elementos da música erudita, experimental e popular, com instrumentos diversos como o cravo, a harpa e o quarteto de cordas. Corais explosivos se transformam em paz com canções e temas instrumentais: o álbum conta com  André Mehmari, Duo Siqueira Lima (Cecília Siqueira e Fernando de Lima), Ensemble SP, Erika Ribeiro, Guegué Medeiros, Hansi Kürsch, Liuba Klevtsova, Luísa Lacerda, Marcus Siepen, Mû Mbana, Paloma Pitaya e Thiago Lamattina. A magia de Sangria é uma travessia entre corpo e alma que nos conecta ao existir, com a delicadeza furiosa do maior mistério que nos cerca – a própria vida.
Cantor, compositor e artista visual brasileiro, Pedro Iaco dedica-se a expansão da voz como instrumento na música brasileira e além. Pedro tem uma formação clássica, que passa pela Inglaterra a Nova York, e chega às orquestras, sopros e trompetes, trabalhando ao lado de grandes nomes, como Bobby McFerrin. Na hora de construir Sangria (2025), e suas produções anteriores: Rio Escuro (2017) e Pedro Iaco (2019), ele manteve essa sonoridade em mente. Seu próprio nome artístico, Iaco, foi escolhido pelo violonista Guinga e faz referência a mitologia grega, especificamente ao deus Dionísio, uma das divindades mais populares da Grécia Antiga. Muitas faixas falam sobre a pandemia e transmitem, seja pela letra ou somente pela melodia, a incerteza de um período.
“Enquanto eu canto e toco, muitas vezes sinto e percebo cores dentro de mim. E essa aquarela sensorial acaba sendo uma guia, que me ajuda a entender por onde ir: onde clarear, onde escurecer, mais ou menos vermelho, azul ou amarelo. É como se pra mim a voz fosse um pincel e a música uma verdadeira pintura”, diz Pedro Iaco.
‘E eis que ele soa ainda mais audacioso. Suas composições mais libertas e arrojadas na engenhosidade que o ilumina. Desde os ótimos arranjos de Elodie Bouny, com instrumentações feitas na medida para complementar os delírios poéticos de Iaco, tudo nos permite viajar por entre sua voz encantada. E como é bom ver que um jovem cantautor evoluiu de uma forma tão categórica que o seu tempo deixou de ser apenas Sol ou Lua para ser, simplesmente, presente’ (Aquiles Rique Reis) 
Músicas (todas do álbum Sangria): 01 – Sangria  – Pedro Iaco // 02 – Vênus  – Pedro Iaco – Participação Luisa Lacerda e Liuba Klevtsova // 03 – Deus Sol – Pedro Iaco  – Participação Ensemble SP // 04 – Moonvow (The Wind Blows) – Pedro Iaco – Participação: Hansi Kürsch / Marcus Siepen –  ambos da banda alemã de metal Blind Guardian // 05 – Galope em Pé de Vento – Pedro Iaco – Participação Guegué Medeiros e Ensemble SP // 06 – O Voo do Espírito Livre  – Pedro Iaco – Participação André Mehmari
 
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