O SUL EM CIMA 24 / 2025

CATTO –  Catto lançou em maio o álbum Caminhos Selvagens,   disco feito entre São Paulo (SP) e Porto Alegre (RS), com produção musical orquestrada pela artista gaúcha com Fabio Pinczowski e Jojô Inácio, em edição do selo Editsy. Nascida em Lajeado (RS), ela rapidamente ganhou destaque no cenário musical com seu EP de estreia “Saga” (2009). Hoje, sua música transita por gêneros como MPB, pop romântico e rock alternativo, sendo marcada por letras profundas e interpretações hipnotizantes. Todas as músicas do novo álbum foram formatadas com guitarras distorcidas, atmosferas etéreas e arranjos orquestrais. Com uma discografia aclamada, que inclui os álbuns Saga( 2009) “Fôlego” (2010) , o Ao Vivo Entre Cabelos , olhos e Furacões (2012) , Tomada (2015), “CATTO” (2017), O Nascimento de Vênus Tour (2021) e Belezas são Coisas Acesas por Dentro (2023) , disco em que celebra a obra e o espírito transgressor de Gal Costa, Catto reinventou sua imagem e conquistou plateias ao redor do Brasil e do mundo e é considerada uma das figuras mais autênticas e inspiradoras da música nacional atualmente e também um ícone LGBTQIAPN+, sendo uma voz que transcende a música, desafiando as normas de gênero e celebrando a liberdade artística.  
Músicas de Catto: 01 – Eu não aprendi a perdoar // 02 – Eu te Amo // 03 – Solidão é uma festa // 04 – Caminhos Selvagens (Catto e César Lacerda) // 05 – Madrigal 
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ROSA NIKA –  travesti negra nascida no interior do Rio Grande do Sul, é a voz que ressignifica a tradição gaúcha através de corpos queer e periféricos. Em seu EP de estreia, ‘A Flor do Pampa’, ela funde pagodão baiano, bachata e tambores afro-religiosos com a poesia combativa de cantores missioneiros como Noel Guarany – seu manifesto artístico é um feitiço onde o pampa escuta pela primeira vez o amor de uma travesti. Lançado em 4 de julho de 2025, ‘A Flor do Pampa’ é uma jornada sonora entre o asfalto e o pampa. Rosa Nika surge para reivindicar o lugar de travestis, negros e indígenas na cultura gaúcha. Seguindo o legado de cantores como Noel Guarany e Mary Terezinha – que usavam a música para denunciar opressões – ela atualiza a luta a partir da teoria do amor como revolução (Bell Hooks). Levando assim, grupos oprimidos a se sentirem parte viva da cultura rio grandense, evocando delicadeza e se autointitulando A Flor do Pampa. O primeiro EP da artista é só o começo de um projeto que quer florescer não só nos palcos, mas também nas ruas, no ônibus e no imaginário afetivo do Sul.  Música do pgm: 01 – Cavala Xucra – Rosa Nika e Sabrina Mercilus – Feat Queen Sabrina 
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“A VOZ SUPREMA DO SAMBA É A LIBERDADE”, projeto audiovisual autoral. Interpretado por artistas negras e LGBTQIAPN+ da cena musical do Rio Grande do Sul, tem como finalidade, principal, ser mais uma voz antirracista e anti-LGBTQIAPN+fóbica. Nesse propósito, o samba, dialoga com outras sonoridades, outros ritmos contemporâneos e/ou atemporais – para além de sua notória importância cultural e musical – foi escolhido como referencial sonoro e rítmico deste trabalho, já que também foi forjado na resistência contra a intolerância e o preconceito.
Músicas: 01. A nossa dor-  Edison Guerreiro, Negra Jaque e Leo Bracht – Intérpretes: Glau Barros  feat: Negra Jaque e 50 Tons de Pretas // 02. Transradioativa – Edison Guerreiro/Cristal/Valéria Barcellos/Leo Bracht – Intérprete: Valéria Barcellos Participação especial (voz): Cristal // 03.Um sambinha pra você – Edison Guerreiro – é  interpretado por Raquel Leão e, tem como convidadas, as cantoras  Rhosangela Silvério, Maria do Carmo Carneiro e Yara Lemos // 04 -Nesse meu samba –  Edison Guerreiro – interpretado por Marietti Fialho, e com a participação da jovem revelação da cena contemporânea, Jessie Jazz” // 05 – Alice Tantas de Tantas – Edison Guerreiro – Intérprete: Stephanie Soeiro – Participação Especial: Orquestra Villa-Lobos // 06 – A Voz Suprema do Samba é a Liberdade –  Edison Guerreiro – interpretada pelo Ialodê, formado pelas talentosas vozes de Loma Pereira, Nina Fola, Glau Barros e Marietti Fialho, a música celebra, a essência libertária do samba e sua força como instrumento de resistência.
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O SUL EM CIMA 23 / 2025

JULIANO RAVANELLO é cantor e pesquisador autodidata desde 2010. Dedicado à reinterpretação do canto gregoriano sob uma ótica contemporânea e espiritual, seu trabalho une tradição e sensibilidade para conduzir o ouvinte a um estado de introspecção, silêncio e transcendência. Sua voz é um convite à contemplação e ao reencontro com o essencial. Mais do que um resgate musical, sua obra é uma jornada interior traduzida em som — uma ponte entre o sagrado ancestral e a alma do tempo presente. 
O canto gregoriano é a mais antiga manifestação musical do Ocidente e tem suas raízes nas canções das antigas sinagogas, desde os tempos de Jesus Cristo. O período de formação do canto gregoriano vai dos séculos I ao VI, atingindo seu auge nos séculos VII e VIII. Seu nome é uma homenagem ao papa Gregório, o Grande (540-604), que fez uma coleção de peças, publicando-as em dois livros: o Antifonário, conjunto de canções relativas às Horas Canônicas, e o Romano Gradual, contendo as canções da Santa Missa.  Foi através dos cantos gregorianos que a música erudita cresceu com o surgimento da partitura e a união da voz e dos instrumentos musicais.
Nascido em União da Vitória, no Paraná, Juliano Ravanello cresceu em uma família sem tradição artística, mas desde cedo revelou uma profunda sensibilidade musical. Embora já conhecesse o canto gregoriano, foi durante uma missa na Basílica Santa Maria Maggiore, em Roma, que sentiu o chamado de se aprofundar nessa arte e levá-la ao mundo. A partir desse momento, iniciou uma trajetória autodidata marcada por estudo, contemplação e vivência espiritual. Em sua busca, viajou por países como Itália, Israel e Índia, onde expandiu sua visão estética por meio de uma abordagem holística da música sacra. Desde então, construiu uma trajetória singular sempre buscando levar ao público uma experiência musical imersiva e reflexiva, em que o canto gregoriano se encontra com a estética contemporânea. Para Juliano, o canto gregoriano é mais do que uma prática musical: é um portal para o silêncio interior e para o sagrado. Sua proposta é descolar esse canto do contexto estritamente litúrgico e apresentá-lo como uma experiência artística que atravessa religiões, culturas e crenças. Sua obra convida o público a desacelerar, escutar e se conectar com o invisível. Entre raízes antigas e sonoridades modernas, Juliano Ravanello transforma o canto gregoriano em paisagem sonora para o tempo presente — e para além dele.
Músicas: 01-Minha Alma tem Sede de Deus – Álbum: Salve Regina – Gregorian Chants / Produção: Corciolli  / Coro: Fábio Cadore, Demetrius Lulo, Cristiano Santos e Daniel Conti / Voz Soprano: Gracieli Valverde // 02 – Salve Regina // 03 – Regina Caeli – Álbum: Salve Regina – Gregorian Chants / Arranjo, piano: Corciolli  / Coro: Fábio Cadore, Demetrius Lulo, Cristiano Santos e Daniel Conti / Voz Soprano: Gracieli Valverde // 04 – Veni Creator Spiritus -Do álbum Music of Silence // 05 – Kyrie Eleison  (Deus Genitor Alme) // 06 –  Resurrexi 
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CRISTOVÃO BASTOS e ILANA VOLCOV  – Uma coleção de canções de amor baseadas em diálogos imaginários compõe o álbum Acariciando, novo trabalho da cantora Ilana Volcov e do pianista Cristovão Bastos,  lançado no dia 28 de março, pela gravadora Biscoito Fino. 
Radicada em Lisboa há sete anos, a cantora paulistana Ilana Volcov emprestou da literatura fantástica o termo que traduz o conceito do seu novo álbum. “Desde a pandemia, quando estivemos mais interiorizados, passei a reunir ‘canções fantásticas’. Queria cantar o amor a partir de conversas irreais, oníricas, que só poderiam existir na imaginação.” Um dueto musical e textual, em que voz e piano retratam diálogos – ou melhor, conversas imaginárias – , o álbum tem oito canções e um tema instrumental vocalizado. Foi gravado no Porto pelo engenheiro de som Carlos Fuchs, vencedor do Grammy 2023, quando Cristovão Bastos esteve em Portugal para apresentações no norte do país. O pianista, que propôs a gravação do álbum, assumiu a direção musical, enquanto Ilana foi responsável pela direção artística.
Premiada no Brasil, Ilana Volcov iniciou sua carreira no Barbatuques, grupo de percussão corporal, e atuou com compositores, como Vanessa da Mata, Zeca Baleiro, Guinga e Breno Ruiz. Ao lado de Eduardo Gudin, com quem trabalhou por 14 anos, Ilana cantou com Arrigo Barnabé, Elton Medeiros, Paulo César Pinheiro, entre outros. Contemplada pelo Prêmio Funarte de Música Brasileira, realizou, ao lado do trio Improvisado, a turnê “Pelo Teletipo” em cinco capitais do Brasil. Com o prêmio no Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo, ela produziu o seu primeiro projeto solo, “Bangüê”, em 2010.
Cristovão Bastos é compositor, pianista, arranjador, diretor musical e professor. Fez direção musical e arranjos para shows e gravações de muitos artistas como Nana Caymmi, Edu Lobo, Elza Soares, Emílio Santiago, Chico Buarque, etc. Recebeu 16 prêmios como compositor, arranjador e instrumentista e suas músicas foram gravadas pelos maiores artistas da música brasileira. 
Músicas: 01 Odalisca – Guinga e Aldir Blanc // 02 – Saudade Intrusa – Vadico // 03 – Acariciando – Abel Ferreira e Lourival Faissal // 04 – Viola de Cigano – Breno Ruiz e Paulo César Pinheiro // 05 – Uma Canção Inédita – Edu Lobo e Chico Buarque // 06 –  Não me Digas Não – Cristovão Bastos e Paulinho da Viola    
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O SUL EM CIMA 22 / 2025

MÁRIO FALCÃO –  “BORDEJO”, novo álbum de Mário Falcão, chegou dia 12 de maio nas principais plataformas de música digital. A palavra bordejo tem vários significados: passear, navegar conforme o rumo dos ventos. Ao mesmo tempo, bordejar é verbo que se refere à beira, à margem, e, em licença poética, à fronteira. Reunindo oito canções que tem como base violão e voz, o novo “disco” conta também com a participação da cantautora argentina Sol Donati (voz) e dos instrumentistas Luiz Mauro Filho (piano) e Zé Ramos (guitarra). Três canções foram compostas exclusivamente por Mário e cinco são parcerias (Alexandre Vieira, Necka Ayala, Sol Donati, Luiz Mauro Filho e José Martí – em poema musicado). É MPB com sotaque do cone sul da América. São músicas para ouvir em estado de quietude, em um convite à serenidade reflexiva, à valorização da poesia.
Compositor e cantor de Porto Alegre – RS – Brasil, Mário fez shows em diversos espaços culturais e teatros, com uma trajetória de ações colaborativas, em que compartilha palco e/ou gravações com outros artistas. Integrou a Orquestra de Mantra Rudráksha – participando de apresentações no Brasil e em Portugal. Participou como compositor e intérprete do álbum (coletânea) José Martí em Canto  (ACJM-RS), CD lançado com shows no Brasil, Uruguai e Cuba. Com o uruguaio Sebastián Jantos, gravou o álbum Muamba, lançado no Brasil, Uruguai e Argentina. Dividiu show com o cantautor Tiago Rubens em Barcelona, Espanha. Integra o espetáculo Violeta Parra – Uma Atuadora, com Tânia Farias (Ói Nois Aqui Traveiz). Colaborou em shows e gravações com os artistas/parceiros Zé da Terreira, Marcelo Delacroix, Pablo Lanzoni, Johann Alex de Souza, Alexandre Vieira e Carlos Patrício. As músicas de Mário podem ser encontradas nos álbuns autorais Mário Falcão  – vencedor do prêmio Açorianos, 2005, nas categorias Melhor Compositor e Melhor Álbum de MPB –, Amador, Muamba e Bordejo, no Ep Feito em Casas, e em singles distribuídos em plataformas de música e rádios.
Músicas: 01 – Menos ou Mais – Mário Falcão e Necka Ayala // 02 – Bordejo – Mário Falcão // 03 – Frágil Paisage – Mário Falcão e Sol Donati – feat Sol Donati //  04 – Com as Cores de um Sonho – Luiz Mauro Filho e Mário Falcão // 05 – Cultivo uma Rosa Branca – Mário Falcão sobre poema de José Martí 
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PABLO LANZONI – O músico e compositor gaúcho Pablo Lanzoniapresenta Aviso de não lugar, álbum que costura vivências, observações urbanas, afetos e ancestralidades em oito faixas autorais. O disco não parte de um conceito único, mas se organiza como um conjunto de pequenos mundos — canções que funcionam como universos completos dentro de um mesmo cosmos. “Muitos temas se relacionam e retratam meus interesses – mesmo que desinteressados – num pequeno espaço de tempo”, conta o artista. O trabalho é resultado da reunião de composições recentes e outras criadas especialmente para o projeto com produção assinada pelo próprio artista ao lado de Leo Bracht. “Aviso de não lugar, embora não tenha sido a canção germinal do projeto, foi aquela que fundou as estacas mais sólidas desta nova edificação e serviu como norte em muitos momentos: sonoro, poético e interpretativo”, afirma Lanzoni.
Gravado com um time expressivo de artistas da cena contemporânea, o álbum conta com participações de Ana Karina Sebastião, LEME, Beatriz Lima, Stephanie Soeiro, Paola Kirst, Richard Serraria, Tuti Rodrigues, Dessa Ferreira e Pingo Borel. As faixas transitam entre referências que vão de Lenine, Jorge Drexler e Dany López a nomes da cena local como Paola Kirst, Alexandre Vieira e Mário Falcão – com quem Lanzoni colaborou recentemente. O disco também guarda ecos de artistas como Zeca Baleiro e Bebeto Alves. 
Pablo Lanzoni é compositor, professor e regente. Seu álbum de estréia, POA_MVD (2016), foi eleito o Melhor Álbum de MPB no Prêmio Açorianos de Música 2016/17 e citado dentre os dez lançamentos nacionais daquele ano pelo Jornal Zero Hora. Em sua discografia também estão valentia tempo voz (2020), que contou com as participações de Zeca Baleiro e Richard Serraria; e Delírio Geral (2022), em parceria com o violonista Thiago Colombo – disco com participações de Bianca Gismonti, Vitor Ramil, Bloco da Laje, Valéria Barcellos, Celso Loureiro Chaves, Bebe Kramer, Guto Wirtti e Leandro Maia. Lançou ainda os singles Do chão (2021), com Paola Kirst; Miragem (2021) e Pra compensar tua ausência (2024), com Mário Falcão. Além disso, atua como professor de Música do IFRS – Campus Porto Alegre. 
Músicas: 01 – Aviso de Não Lugar – Richard Serraria e Pablo Lanzoni // 02 – Meu Anti-Héroi – Juliano Guerra e Pablo Lanzoni // 03 – Bataclã – Richard Serraria e Pablo Lanzoni // 04 – Bebo a Beijo – Richard Serraria e Pablo Lanzoni  – feat Stephanie Soeiro // 05 – Substância – Leme e Pablo Lanzoni  – Part. Leme (Guilherme Becker) // 06 – Correnteza Rio Abaixo –  Richard Serraria e Pablo Lanzoni
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O SUL EM CIMA 21 / 2025

FELIPE F. – Dono de uma carreira consolidada como produtor, Felipe Fernandes, conhecido no mundo artístico como Felipe F., agora decidiu se arriscar e apostar em sua própria música. Após o lançamento do single de estréia, Samba Elegia, o músico Felipe F. lançou seu álbum de estreia completo dia 11 de julho. O disco Dois traz pela primeira vez o lado artista e compositor de Felipe F., que possui uma longa carreira como músico, trilheiro e cantor e guitarrista de grupos como Bloco do Sargento Pimenta e Bailão. 
“Depois de certo tempo acompanhando e produzindo artistas dos mais variados estilos, comecei a sentir necessidade de fazer algo que mostrasse minha própria identidade, minhas referências estéticas. A maior parte dessas canções foi composta cerca de cinco anos atrás, como uma forma de elaborar minhas experiências pessoais, sem pretensão de algum dia virar um álbum. Foi só durante a pandemia que me vi com tempo de olhar para elas com mais cuidado e percebi que talvez ali tivesse mesmo um disco. E assim ele foi ganhando forma’, conta.
Vencedor do prêmio de Melhor Música no Fashion Film Festival Milano de 2023, Felipe também traz na bagagem trabalhos como as trilhas sonoras do longa-metragem Mãe Só Há Uma, da diretora Anna Muylaert, do programa Seleção Brasileira, Paixão de Um Povo, da HBO, Suburbanos, do Multishow, e das séries As Canalhas, do GNT, e Jogos do Mundo, da Globo.  Músicas do pgm (todas de Felipe Fernandes): 01 – Samba Elegia // 02 – Pra se acordar pra uma paixão // 03 – Nossa história que ainda mal existe // 04 – Recoleta // 05 – A Poesia // 06 – Balada pra um amor que passou 
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TULIPA RUIZ – Tulipa Ruiz Chagas é cantora, compositora e desenhista. Nasceu em Santos e cresceu na cidade de São Lourenço, MG. Estudou canto lírico durante cinco anos com a maestrina Edna de Sousa Neves durante a adolescência. Mudou-se para São Paulo, onde fez o curso de comunicação na PUC/SP. Paralelamente à faculdade, apresentou-se em bandas de amigos e depois, trabalhou em agência de publicidade. Em 2008, dedica-se à carreira musical e à ilustração. Deixa a agência e grava seu primeiro álbum, Efemêra (2010), com capa ilustrada por ela. O disco traz faixas autorais e parcerias com o irmão Gustavo Ruiz, guitarrista e produtor musical, e com o pai, Luiz Chagas, jornalista e guitarrista. Vencedora do Grammy Latino, Tulipa Ruiz é uma das principais vozes da atual música brasileira. Sua música, presente em trilhas sonoras de filmes, novelas e games, conquistou o público e a crítica especializada. A artista já se apresentou nos maiores palcos do mundo, como o Lollapaloza e Montreux Jazz Festival e foi homenageada pelo Women’s Music Event (WME) em 2024.   Músicas do pgm: 01 – Virou – Tulipa Ruiz/Felipe Cordeiro/Gustavo Ruiz/Manoel Cordeiro/Luiz Chagas – Part. Felipe Cordeiro e Manoel Cordeiro – do álbum Dancê (2015) // 02 – Dia a Dia, Lado a Lado – Tulipa Ruiz, Marcelo Jeneci e Gustavo Ruiz – part. Marcelo Jeneci – Single (2015) – Músicas 03, 04 e 05  do álbum Habilidades Extraordinárias (2022): 03 – Samaúma – Tulipa Ruiz e Gustavo Ruiz // 04 – Habilidades Extraordinárias –  Tulipa e Gustavo Ruiz // 05 – O Recado da Flor –  Tulipa Ruiz, Gustavo Ruiz e Celso Sim – Part João Donato
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