O SUL EM CIMA 15 / 2025


SAMANTHA SCHMÜTZ & ADRIAN YOUNGE – Famosa no Brasil por seu talento no humor e na atuação, Samantha Schmütz está dando novos passos na carreira artística. Morando em Los Angeles nos Estados Unidos há cerca de dois anos, a atriz e cantora se dedica a um novo e empolgante projeto musical. Samantha gravou um álbum nos Estados Unidos e notou uma maior abertura para receber seu trabalho musical, já que as pessoas não conhecem seu lado de humorista.  O trabalho conta com a participação de profissionais do projeto Jazz Set, comandado pelo compositor, multi-instrumentista, arranjador e produtor musical  Adrian Younge, uma das lendas do jazz mundial. O álbum Samantha & Adrian tem previsão de lançamento em julho de 2025. “As músicas que estou fazendo com Adrian tem mais espaço lá, mas também é admirado aqui e pode se tornar popular. A música encontra seu público, somos músicos independentes, não temos a força da mídia, mas somos guerreiros e vamos impulsionando”, acrescentou.
Músicas (Samantha Schmütz e Adrian Younge): 01 – Nossa Cor // 02 – Depois do Amor // 03 – Samba Canção 
 
RENATO PANTERA – é cantor, compositor, músico , produtor musical e multiartista. Suas influências musicais vêm da Música Popular Brasileira (MPB) e suas diversas tendências e misturas rítmicas e melódicas como Jazz, Blues, Soul, Reggae, Samba, Rock, Pop e outras tendências musicais e experimentais. Hoje, vivendo há mais de 30 anos na Alemanha, se apresenta com crédito junto ao público brasileiro e europeu diversos que na Alemanha vivem.  Renato já fez e faz turnês em vários países da Europa como Portugal, Itália, Espanha, Polônia, Bélgica, Holanda, Suíça, Áustria, entre outros países.
Músicas: 01 – Nada Mudou – Renato Pantera  – a faixa propõe uma profunda reflexão sobre o estado atual do mundo, seus conflitos, desigualdades e contradições // 02 – Deu Pra Ti – Kleiton Ramil e Kledir Ramil – Deu Pra Ti, uma canção icônica da dupla Kleiton e Kledir, ganha uma nova leitura nas mãos de Renato Pantera, que consegue trazer profissionalismo e cativar o público ao capturar a essência da música original com seu próprio estilo e sua voz bem impostada, afinada, swingada. O arranjo muito bem feito é assinado por Teco Fuchs e os excelentes backing vocais de Nanna Tribuzzy e Dalmo Medeiros fazem somados, com que a melodia, letra e ritmo se transformem em uma experiência musical única e envolvente.
 
GRECCO BURATTO – é músico, compositor, produtor musical e poeta. Nasceu em Caxias do Sul e foi criado em Taquara (RS). Começou a estudar violão aos sete anos de idade; aos 18, se mudou para Los Angeles (Califórnia/EUA) onde se formou musicista no Guitar Institute of Technology. Acompanhou diversos artistas em palcos, turnês e gravações: Gwen Stefani, Lionel Ritchie, Roberto Carlos, Shakira, Gustavo Santaolalla, Sergio Mendes, Airto Moreira, Flora Purim, entre outros. Escreveu e gravou trilhas para filmes e seriados de televisão . “Essas coisas todas”, seu primeiro disco solo, lançado em 2014, foi considerado um dos dez melhores discos latinos do ano pelo jornal Los Angeles Times. Grecco Buratto lançou em outubro / 2023 o livro “Só Palavras” editado pela Editora Versiprosa  junto com o álbum “Sem Palavras”. “Sem Palavras” é o seu segundo disco solo, e cumpre com sua missão. Que é a de trazer paz e tranquilidade ao ouvinte. ‘Só palavras’ e ‘Sem palavras’ são duas metades que se complementam, mas são, ao mesmo tempo, independentes; podem ser apreciadas e desfrutadas juntas ou separadamente.
Novo Single – Império dos Sentidos  – A letra fala sobre alguém que pede um abraço, ajuda, em um momento de vulnerabilidade. Um ombro pra encostar a cabeça e talvez chorar, um colo para deitar, dormir e descansar. Um momento de silêncio e trégua do império de sentidos e sensações com o qual interagimos a cada segundo de cada dia. O refrão invoca imagens de kamikazes a um passo do paraíso, astronautas saltando ao infinito onde a dor não existe e nossos personagens se encontram em segurança. O arpejar hipnótico do violão serve como uma âncora de onde o arranjo se desenvolve, incorporando texturas delicadas de piano, inspiradas em uma improvisação com o tecladista Marc St. Regis, percussão dos colaboradores de longa data Sandro Feliciano e Gilmar Gomes, cordas, sintetizadores e backing vocais de Caro Pierotto.  (trechos do release do novo trabalho) – Músicas 01 e 02 (de Grecco Buratto) do álbum ‘Essas Coisas todas’: 01 – Essas Coisas Todas // 02 – Só Uma Chance // Músicas 03, 04 e 05 (Grecco Buratto) – do álbum ‘Sem Palavras’: 03 – Last Days // 04 – The Glimpse of a Fleeting Moment // 05 – Paz // 06 – Império dos Sentidos – novo single de Grecco Buratto
 
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O SUL EM CIMA 14 / 2025

 
Nessa edição de O SUL EM CIMA, vamos mostrar os trabalhos de BETO SCOPEL e PROJETO CCOMA
 
 
BETO SCOPEL lança “O Sul In Lofi” um tributo ao cancioneiro urbano gaúcho
O trompetista, compositor e produtor musical Beto Scopel apresenta seu mais novo trabalho autoral, “O Sul In Lofi”, um álbum 100% independente criado em home studio que reinventa clássicos da música urbana gaúcha através da estética LoFi. Gravado, arranjado e executado integralmente pelo artista, o projeto utiliza ferramentas de áudio inovadoras para extrair e ressignificar as vozes originais, fundindo-as com batidas eletrônicas, linhas de baixo profundas e seu característico trompete melancólico em uma produção que une tradição e modernidade.
“O Sul In Lofi” é uma experiência imersiva que transporta o ouvinte pelas diversas paisagens do Rio Grande do Sul. Das serras às coxilhas, dos centros urbanos às estâncias, cada faixa traz elementos que remetem à identidade cultural urbano do estado: o clima frio e os dias cinzentos refletidos nas texturas ambientais, a nostalgia das composições traduzida em grooves relaxantes e a modernidade do LoFi combinada com a música urbana gaúcha. “O Sul In Lofi” representa a resistência da produção musical independente e a capacidade de reinventar o cancioneiro regional com sensibilidade e técnica, provando que grandes obras podem nascer da combinação entre talento artístico e domínio tecnológico.
Roberto Scopel é trompetista desde os 10 anos de idade quando começou sua trajetória musical influenciado por sua família de músicos. Nascido em Caxias do Sul/RS, iniciou os estudos musicais em 1990, tendo como primeiro professor e incentivador Gerson Thomas de Carvalho.
Atuando com diversas formações entre eles grupos de câmara, big band e bandas de estilos populares por exemplo The Hard Working Band, Frank Jorge e TNT, Pública, Tonho Crocco e Funkalister onde participou da gravação de Cds e de DVD ao Vivo, também integrou o grupo de jazz Free Note Jazz Quartet onde compôs e gravou um disco em 2002. Atualmente é produtor musical da Tum Tum Produções e trompetista do Projeto CCOMA e do Quimetais e primeiro trompetista da Orquestra Municipal de Sopros de Caxias do Sul. É curador do projeto Tum Tum Instrumental.     
Músicas: 01 –  Telhados de Paris  – Nei Lisboa // 02 – Foi no mês que vem  – Vitor Ramil // 03 – Pra ser Sincero  – Humberto Gessinger – com Engenheiros do Hawai // 04 – Paixão – Kledir Ramil  com Kleiton & Kledir  // 05 – Nuvem Passageira  – Hermes Aquino // 06 – Os Segundos – Dimitrius Gutierrez, Juliano Cortouis, Vinni Gutierrez   – com Cidadão Quem // 07 – Preserve – Ultramen // 08 – Lua Cheia – Leo Henkin – com Papas da Língua // 09 – Nunca Diga – Frank Jorge 
 
PROJETO CCOMA – formado pelo trompetista Roberto Scopel e pelo percussionista e produtor Luciano Balen, a dupla tinha como matéria-prima a música produzida eletronicamente, utilizando-se de elementos orgânicos como percussão, trompete, flugel horn, e acordeom. Tem quatro álbuns lançados – Das CCOMA Projekt em 2009,  Incoming Jazz em 2010, Peregrino, ganhador do 24° Prêmio da Música Brasileira, em 2013, na categoria Álbum Eletrônico e em 2016, lançaram seu 4º disco, Subtropical Temperado. 
Músicas: 01 – Milonga para Los Perros – Luciano Balen e Roberto Scopel – feat. João Luiz Oliveira – do CD Peregrino de 2012 // 02 – Subtropical – Roberto Scopel / Luciano Balen – do CD Subtropical Temperado (2016)
 
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O SUL EM CIMA 13 / 2025

Na edição 13 / 2025 de O Sul em Cima, faremos uma pequena homenagem a Rodi Pedro Borghetti, apresentando músicas de Renato Borghetti e Pedro Borghetti  

Rodi Pedro Borghetti, o Borghettão, apelido carinhoso com o qual era conhecido, nome importante do movimento tradicionalista do Rio Grande do Sul, faleceu aos 92 anos em  17/03/25. Ele foi dirigente do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG) e do Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (IGTF) e era pai do músico Renato Borghetti. Natural de Flores da Cunha (RS), Rodi também atuou como corretor de imóveis, empresário e advogado. Além de Renato, também era pai do produtor Marcos Borghetti e foi responsável pelo setor jurídico do Instituto Renato Borghetti de Cultura e Música. Ele formou-se em direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e em 1961 entrou para o 35 CTG, do qual foi patrão por sete vezes. Também foi presidente do MTG por dois mandatos, diretor do IGT, criador da Confederação Brasileira de Tradição Gaúcha, patrono dos Festejos Farroupilhas e um dos fundadores dos Cavaleiros da Paz, em 1990. Em 2022, recebeu o título de Cidadão de Porto Alegre.

RENATO BORGHETTI – Renato Becker Borghetti, mais conhecido como Borghettinho (Porto Alegre, 23 de julho de 1963) é um músico instrumentista e acordeonista. Renato Borghetti no seu primeiro álbum, gravado em 1984, ganhou o primeiro disco de ouro da história da música instrumental brasileira. Com um estilo único e a sua gaita ponto, tem realizado diferentes leituras de obras da música do Rio Grande do Sul, agregando influências de outros estilos brasileiros e internacionais. Renato mescla folclore e modernidade em suas composições, tendo um estilo inconfundível. Além da agenda exterior, o músico cumpre extensa programação em território nacional, levando a música gaúcha aos mais diversos cantos de nosso Brasil. Tem 26 discos gravados e dezenas de participações em gravações. Idealizado por Borghetti, em 2010 nasceu a Fábrica de Gaiteiros, um projeto de resgate cultural do Instituto Renato Borghetti de Cultura e Música, voltado à educação musical através da gaita para crianças e jovens de 7 a 15 anos. O projeto já possui mais de 20 unidades de ensino até o momento (no RS, SC e Uruguai), tendo a sua sede na Barra do Ribeiro onde são fabricadas as gaitas exclusivamente para atender o projeto, não sendo comercializadas.   Músicas: 01 – MERCEDITAS – Ramón Sixto Ríos // 02 – CAMPEIRA – Renato Borghetti / Daniel Sá e Hilton Vaccari // 03 – ENCONTRO – Renato Borghetti e Sivuca –  Feat Sivuca // 04 – VIRA VIROU – Kleiton Ramil // 05 – MILONGA PARA AS MISSÕES – Gilberto Monteiro 

PEDRO BORGHETTI  é natural de Porto Alegre e com o seu primeiro álbum solo, Linhas de Tempo, lançado em 2019, levou o Prêmio Açorianos de Música de Melhor Compositor MPB. Em  2021 produziu quatro videoclipes de músicas autorais inéditas através do projeto Tempo de Sina. O compositor começou a se envolver com a arte desde cedo nos camarins dos pais, brincando com os figurinos, os cases e instrumentos. Inicialmente aderiu aos instrumentos de percussão, como bombo leguero, cajon e sapateado. Com oito anos de atuação no grupo de dança de sua mãe, Cadica Cia de Dança, participou de festivais internacionais de folclore em países como Chile, China, Portugal e Rússia. Há alguns anos acompanha seu pai nos espetáculos, tocando bombo leguero no Renato Borghetti Trio. Desde 2018 integra o coletivo de artistas, selo e estúdio Pedra Redonda, na Zona Sul de Porto Alegre.  Em maio de 2023, o cantor, compositor e multi-instrumentista Pedro Borghetti lançou seu segundo álbum solo nas plataformas de streaming de música. Intitulado Pendenga, foi gravado em dezembro de 2021 no Estúdio Pedra Redonda, em Porto Alegre, acompanhado pelo trio CeronFlachNeves formado por Guilherme Ceron (contrabaixo e produção musical), Lorenzo Flach (guitarra, efeitos e piano) e Bruno Neves (bateria e beats).  Quase quatro anos após o disco de estréia – Linhas de Tempo, Pendenga carrega conhecimentos e desejos acumulados num período misto de evolução e clausura. Em contraponto ao primeiro trabalho, no qual abordou a família e sonoridades leves apresentando o artista de forma íntima, a densidade agora aumenta e as interpretações ganham forças para gritar o momento crítico, dramático e existencial que passamos com a pandemia. Músicas: 01 – LINHAS DE TEMPO – Pedro Borghetti e Neuro Júnior    – do álbum Linhas de Tempo // 02  – QUEM JÁ NASCE FÊNIX – Tamiris Duarte e Pedro Borghetti   // 03 – LETÍCIA – Paola Kirst e Pedro Borghetti // 04 – PENDENGA DE CHICÓ  – Carlos Medeiros e Pedro Borghetti – feat Jorginho do Trompete // 05 – SOMBRA  – Pedro Borghetti – feat Gabi Lamas // 06 – NÓIA – Paola Kirst e Pedro Borghetti – feat Paola Kirst

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O SUL EM CIMA 12 / 2025

O SUL EM CIMA 12_2025_Dora e Bemti

Nessa edição de O Sul em Cima, vamos mostrar os trabalhos de Dora Morelenbaum e Bemti

DORA MORELENBAUM –  Pique é o  primeiro álbum solo da cantora, compositora, instrumentista e produtora carioca Dora Morelenbaum, filha do violoncelista e arranjador Jaques Morelenbaum e da cantora Paula Morelenbaum. Depois do sucesso com o ‘Bala Desejo’ (banda que, a partir de 2022, deu projeção à artista em quarteto formado com Julia Mestre, Lucas Nunes e Zé Ibarra),  a cantora e instrumentista carioca revela um trabalho que é, ao mesmo tempo, íntimo e expansivo, refletindo uma evolução artística e pessoal. Quando o ritmo da vida se torna uma dança constante, surge a necessidade de uma trilha sonora que capture essa transitoriedade. Pique, primeiro álbum solo de Dora Morelenbaum, é um mergulho profundo na dualidade entre o movimento e o refúgio. Nomeada em homenagem a uma das faixas, a obra não só explora diversas facetas musicais – de MPB, soul, R&B e jazz –, mas também se manifesta como uma afirmação da identidade artística da cantora. Pique reflete a jornada pessoal e artística de Dora, que, após a conquista de um GRAMMY Latino pelo álbum SIM SIM SIM (2022), com o Bala Desejo, e o hiato da aclamada banda, revela um novo capítulo de sua carreira solo, desta vez mais profundo e complexo. Lançado em parceria com os selos Coala Records e Mr Bongo. “São muitas camadas. É um álbum com várias facetas e eu me vejo muito em cada uma delas. Acho que por ser meu primeiro disco solo, existe essa emoção de querer colocar muitas vontades”, explica. Coproduzida por Dora com Ana Frango Elétrico, a obra se define em um alcance de ritmos e gêneros. “Pique é justamente o resultado dessa mistura. Tem na base um quarteto de jazz, com baixo, bateria, teclado e guitarra; e, dentro dessa formação, vai esgarçando um pouco diferentes texturas”, completa.   Músicas: 01 – Venha Comigo – Sophia Chablau // 02 – A Melhor Saída  – Tom Veloso  //    03 – Caco – Dora Morelenbaum e Zé Ibarra // 04 – Petricor  // 05 –  Pique  // 06 – Talvez (As Canções)   // 07 – Nem Te Procurar  –  (Músicas 04, 05, 06 e 07 de Tom Veloso e Dora Morelenbaum) 

BEMTI – Nascido em Serra da Saudade.  no interior de  Minas Gerais, o cantor, compositor e instrumentista Bemti usa a Viola Caipira de dez cordas como base da sua sonoridade emocional e cinematográfica que transita por gêneros como indie pop, MPB e folk. O cantor e compositor também é formado em Audiovisual pela USP e traz as experiências como diretor, roteirista, redator e montador de filmes para seu trabalho na música. Sua estreia autoral, o álbum “era dois” (2018), conta com participações de Johnny Hooker e da banda Tuyo, e foi muito bem recebido pela crítica. Já o segundo disco, “Logo Ali”, conta com participações de Fernanda Takai, Jaloo, Josyara, ÀVUÀ e do músico português Hélio Morais. Este trabalho venceu o edital Natura Musical e foi indicado entre os Melhores Discos de 2021 na lista da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte). A abordagem inédita e contemporânea da viola caipira feita por Bemti já ultrapassou 4 milhões de execuções apenas no Spotify, rendendo inclusões em trilhas sonoras de diversos longas e séries. Desde 2018, o artista mineiro já excursionou por 11 estados brasileiros e por países da Europa e América Latina, com shows esgotados em Lisboa e Buenos Aires. Bemti se posiciona como um artista LGBTQIAPN+ desde o seu primeiro videoclipe, criando inusitadas pontes através da sua música, onde a tradição encontra a modernidade e o rural se aproxima do urbano, sem deixar de lado a habilidade de conectar e emocionar o público. Músicas: 01 – Tango – Bemti  – participação especial de Johnny Hooker – do álbum “Era Dois” // 02 – Livramento  – Bemti e Nina Oliveira  – com Marcelo Jeneci – Co-Produção, Piano Wurlitzer, Sanfona e Vozes Adicionais – do álbum “Logo Ali” // 03 –  Catastrópicos – Bemti e Cauê Lemes – Participação de Jaloo  – do álbum “Logo Ali” // 04 – Samba! Bemti e Cauê Lemes  – Com participação do duo ÀVUÀ, formado por Bruna Black e Jota.pê – do álbum “Logo Ali” // 05 – Quando o Sol Sumir – Bemti, Roberta Campos e Cauê Lemes   – part especial Fernanda Takai – do álbum “Logo Ali” // 06 – Melhor de Três  – Bemti, Luis Calil, Ernesto Djédjé – Single do 3ª disco (a ser lançado)

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