{"id":2983,"date":"2021-12-26T12:02:06","date_gmt":"2021-12-26T15:02:06","guid":{"rendered":"http:\/\/osulemcima.com\/blog\/?p=2983"},"modified":"2021-12-26T12:02:06","modified_gmt":"2021-12-26T15:02:06","slug":"o-sul-em-cima-39-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/osulemcima.com\/blog\/2021\/12\/26\/o-sul-em-cima-39-2021\/","title":{"rendered":"O SUL EM CIMA 39 \/ 2021"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-2984\" src=\"http:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/1-300x300.png\" alt=\"1\" width=\"714\" height=\"714\" srcset=\"https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/1-300x300.png 300w, https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/1-150x150.png 150w, https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/1-768x768.png 768w, https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/1-1024x1024.png 1024w, https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/1-900x900.png 900w, https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/1.png 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 714px) 100vw, 714px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\"><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span>Nessa edi\u00e7\u00e3o de O Sul em Cima, vamos mostrar os trabalhos de Elza Soares, Maria L\u00facia Sampaio, Cardo Peixoto e Cores de Aid\u00ea<\/span><\/p>\n<p><audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-2983-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2021-39a.mp3?_=1\" \/><a href=\"http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2021-39a.mp3\">http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2021-39a.mp3<\/a><\/audio><\/p>\n<p><audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-2983-2\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2021-39b.mp3?_=2\" \/><a href=\"http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2021-39b.mp3\">http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2021-39b.mp3<\/a><\/audio><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\"><strong><u>ELZA SOARES<\/u><\/strong> &#8211; Elza Gomes da Concei\u00e7\u00e3o (RJ 23\/06\/1930) &#8211; Com uma voz rouca inconfund\u00edvel, Elza Soares conquistou o cora\u00e7\u00e3o do Brasil se tornando um dos grandes nomes da nossa m\u00fasica popular.\u00a0<\/span><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">Elza nasceu na favela carioca de Mo\u00e7a Bonita (atual Vila Vint\u00e9m). A menina come\u00e7ou a cantar com o pai, que gostava de tocar viol\u00e3o nas horas vagas.\u00a0Teve uma inf\u00e2ncia dura e subitamente interrompida pelo casamento, pois o pai de Elza\u00a0obrigou a menina a casar-se quando ela tinha apenas 12 anos. Trabalhou como encaixotadora em uma f\u00e1brica de sab\u00e3o no Engenho de Dentro.\u00a0<\/span><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">Em 1953 ingressou na vida art\u00edstica ao fazer seu primeiro teste na R\u00e1dio Tupi, no programa de calouros Ary Barroso, tendo ficado em primeiro lugar. No in\u00edcio da carreira, tamb\u00e9m trabalhou na Orquestra Garam Bailes, como crooner, at\u00e9 1954.\u00a0Em 1959 foi contratada para trabalhar na R\u00e1dio Vera Cruz e em 1960, atuou o Festival Nacional da Bossa Nova. Tr\u00eas anos mais tarde, Elza foi representante do Brasil na Copa do mundo no Chile.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">Elza Soares ficou conhecida por uma s\u00e9rie de sucessos. Em 1999, foi eleita pela R\u00e1dio BBC de Londres como a cantora brasileira do mil\u00eanio. A escolha teve origem no projeto The Millennium Concerts , da r\u00e1dio inglesa,\u00a0criado para comemorar a chegada do ano 2000. Al\u00e9m disso, Soares aparece na lista das 100 maiores vozes da m\u00fasica brasileira elaborada pela revista Rolling Stone Brasil.\u00a0\u00a0<\/span><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">Os altos e baixos t\u00eam se alternado em mais de 60\u00a0 anos de atividade musical, e as sucessivas voltas por cima tornam ainda mais altiva uma trajet\u00f3ria que, em anos recentes, tem se pautado fortemente pela resist\u00eancia feminista, antirracista e anti-homof\u00f3bica. O disco Deus \u00c9 Mulher, de 2018, tornou expl\u00edcita a milit\u00e2ncia feminina, mas a veia lutadora \u00e9 antiga e se esparrama, desde o in\u00edcio, por trabalhos suingados de t\u00edtulos eloquentes como a bossa negra (1961), Somos todos iguais (1985) e Planeta Fome (2019). As palavras de ordem de Elza jamais s\u00e3o proferidas da boca para fora e v\u00eam emolduradas por um dos maiores vozeir\u00f5es da hist\u00f3ria da m\u00fasica brasileira.\u00a0\u00a0<\/span><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">M\u00fasicas: 01 &#8211; O Tempo N\u00e3o P\u00e1ra &#8211; Arnaldo Brand\u00e3o \/ Cazuza\u00a0 \/\/ 02 &#8211; Bla Bla Bl\u00e1 &#8211; Gabriel Contino, DJ Meme, Andr\u00e9 Gomes, Michael Sullivan, Paulo Massadas, Bneg\u00e3o e Pedro Loureiro &#8211; Feat. Bneg\u00e3o e Pedro Loureiro \/\/ 03 &#8211; L\u00edrio Rosa &#8211; Pedro Loureiro e Luciano Mello<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\"><b><u>MARIA L\u00daCIA SAMPAIO<\/u><\/b> (Giba Giba na voz de Maria L\u00facia) &#8211;\u00a0Maria Lucia h\u00e1 muito pretendia divulgar o trabalho do grande compositor e percussionista ga\u00facho, seu amigo Giba Giba.\u00a0Em 2005, apresentou em Porto Alegre o show \u201cUm outro um &#8211; can\u00e7\u00f5es de Giba Giba e seus parceiros\u201d, com a participa\u00e7\u00e3o do compositor.\u00a0Dois anos depois, em 2007, gravou algumas destas can\u00e7\u00f5es, compostas no final dos anos 1970 e in\u00edcio dos 1980\u00a0com a perspectiva de lan\u00e7ar o trabalho em CD.\u00a0\u00a0Mas, a cantora mudou de cidade, abandonou a carreira e o trabalho foi interrompido.\u00a0Em 2014, Giba Giba faleceu.\u00a0Agora, 14 anos depois, a int\u00e9rprete retoma seu projeto de tornar conhecido para o grande p\u00fablico o trabalho musical de Giba Giba e seus parceiros, divulgando nas plataformas digitais dez can\u00e7\u00f5es (em 9 faixas) do compositor em um \u00e1lbum denominado\u00a0<strong>\u201cGiba Giba na voz de Maria Lucia\u201d.\u00a0<\/strong>S\u00e3o seis can\u00e7\u00f5es gravadas em est\u00fadio com a participa\u00e7\u00e3o de Giba Giba em duas delas, na companhia de Toneco da Costa (arranjos e viol\u00e3o), Fernando do \u00d3 (percuss\u00e3o), Franco Salvadoretti (flauta), Thiago Carretero (viol\u00e3o), sob a batuta de t\u00e9cnico de som Bruno Klein, do est\u00fadio Porta da Toca.\u00a0\u00a0A estas seis foram acrescentadas ao \u00e1lbum outras quatro, gravadas ao vivo em 2005, tamb\u00e9m por Bruno Klein, com arranjos e viol\u00e3o de Toneco da Costa, Thiago Carretero no viol\u00e3o, mas desta vez com Giovanni Berti na percuss\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">O pelotense Gilberto\u00a0Amaro do Nascimento, ou melhor, Giba Giba segundo o jornalista Juarez Fonseca \u201cfigura na nossa galeria de personagens eternos\u201d. Para o jornalista Cl\u00e1udio Brito, ele \u201cn\u00e3o era gente, era uma entidade\u201d. Este homem cheio de id\u00e9ias inovadoras era um ativista cultural que fez muito pela nossa cultura.\u00a0Autodidata, al\u00e9m de percussionista, Giba Giba foi um compositor de grande riqueza criativa. Seu trabalho demonstra grande preocupa\u00e7\u00e3o social e \u00e9 atual ainda hoje.\u00a0Suas elaboradas melodias transpiram Brasilidade! Mas, infelizmente, seu trabalho como compositor \u00e9 pouco conhecido pelo p\u00fablico e\u00a0a can\u00e7\u00f5es\u00a0registradas em\u00a0<strong>\u201cGiba Giba na voz de Maria Lucia\u201d<\/strong>\u00a0s\u00e3o s\u00f3 uma pequena amostra de seu trabalho.\u00a0 \u00a0<\/span><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">M\u00fasicas: 01 &#8211; Outro Um &#8211; Giba Giba e Xiko Mestre (com a participa\u00e7\u00e3o de Giba Giba na percuss\u00e3o e vocal) \/\/ 02 &#8211; Sempre Sempre &#8211; Giba Giba e Maria Bet\u00e2nia Ferreira \/\/ 03 &#8211; As e A Velha &#8211; Giba Giba (com participa\u00e7\u00e3o de Giba Giba)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\"><strong><u>CARDO PEIXOTO<\/u><\/strong> \u00e9 m\u00fasico, compositor, produtor musical e professor de canto. Natural de Pelotas, radicado em Caxias do Sul, h\u00e1 12 anos. Sua discografia conta com quatro \u00e1lbuns: Rota da Estrela (2002), Can\u00e7\u00f5es de Armar e Desarmar (2007), As Esta\u00e7\u00f5es (2015) e Menino Brasileiro (2017); al\u00e9m de participa\u00e7\u00f5es em diversas colet\u00e2neas.\u00a0Em junho de 2020 lan\u00e7ou o EP Precis\u00e3o, onde os poemas de Valder Valeir\u00e3o foram musicados por Cardo Peixoto.\u00a0\u00a0<\/span><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">J\u00e1 fez shows em v\u00e1rios estados do Brasil, al\u00e9m de Uruguai, Holanda, B\u00e9lgica e Alemanha. Integra o Projeto Dand\u00f4 \u2013 Circuito de M\u00fasica D\u00e9rcio Marques, j\u00e1 no s\u00e9timo ano e promove, de forma colaborativa e aut\u00f4noma, a circula\u00e7\u00e3o de artistas de raiz brasileira, abrangendo seis estados: al\u00e9m de Uruguai, Argentina, Chile e Venezuela, na Am\u00e9rica Latina; e Portugal, Espanha e Fran\u00e7a, na Europa.\u00a0Atualmente \u00e9 coordenador do Dand\u00f4, no Rio Grande do Sul, onde o circuito passa por 13 cidades.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">Minas + Eu \u00e9 o novo \u00e1lbum de Cardo Peixoto. S\u00e3o 10 can\u00e7\u00f5es, compostas em parcerias com poetas\/letristas mineiros. O projeto \u00e9 uma homenagem \u00e0 m\u00fasica mineira, parte importante nas refer\u00eancias do artista. O \u00e1lbum foi gravado nos meses de julho, agosto e setembro de 2020. Cardo Peixoto executou todos os instrumentos e vozes, exce\u00e7\u00e3o para as violas da m\u00fasica Eiras e Beiras, gravadas por Osni Ribeiro.\u00a0<\/span><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">M\u00fasicas: 01 &#8211; Esquinas de Minas &#8211; Cardo Peixoto e Guer\u00e1 Fernandes \/\/ 02 &#8211; Eiras e Beiras &#8211; Cardo Peixoto e Alexandre Heilbuth &#8211; Participa\u00e7\u00e3o de Osni Ribeiro (viola caipira) \/\/ 03 &#8211; Quando a can\u00e7\u00e3o nos toca &#8211; Cardo Peixoto e Mar\u00edlia Abduani\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\"><strong><u>CORES DE AID\u00ca<\/u><\/strong>\u00a0(Florian\u00f3polis \/ SC)\u00a0 \u2013<em>\u00a0<\/em>Cores de Aid\u00ea nasceu no dia 21 de fevereiro de 2015, no Morro do Quilombo, em Florian\u00f3polis. Um grupo de mulheres se uniu para viver a arte e mergulhar no universo percussivo do Samba Reggae. A partir dessa influ\u00eancia afro brasileira, surgiram composi\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias, arranjos, coreografias e principalmente rela\u00e7\u00f5es baseadas na liberdade e no respeito a uni\u00e3o de etnias.\u00a0Em 2018, lan\u00e7ou o seu primeiro \u00e1lbum, intitulado \u201cQuem \u00e9 essa mulher?\u201d, projeto contemplado pelo Edital Elisabete Anderle de Incentivo \u00e0 Cultura, da Funda\u00e7\u00e3o Catarinense de Cultura, que aborda o protagonismo feminino em sua diversidade.\u00a0\u00a0<\/span><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">M\u00fasicas:\u00a0 01 &#8211; Aid\u00ea Mulher &#8211; Dandara Manoela \/\/ 02 &#8211; Giramundo &#8211; Roberta Funchal e Dandara Manoela \/\/ 03 &#8211; Negra &#8211; Iara Germer\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">Contatos:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">https:\/\/www.instagram.com\/elzasoaresoficial\/<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">https:\/\/www.instagram.com\/marialuciapsampaio\/<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">https:\/\/www.instagram.com\/cardopeixoto\/<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">https:\/\/www.instagram.com\/coresdeaideoficial\/<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; .Nessa edi\u00e7\u00e3o de O Sul em Cima, vamos mostrar os trabalhos de Elza Soares, Maria L\u00facia Sampaio, Cardo Peixoto e Cores de Aid\u00ea http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2021-39a.mp3 http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2021-39b.mp3 ELZA SOARES &#8211; Elza Gomes da Concei\u00e7\u00e3o (RJ 23\/06\/1930) &#8211; Com uma voz [&hellip;]<\/p>\n<a href=\"https:\/\/osulemcima.com\/blog\/2021\/12\/26\/o-sul-em-cima-39-2021\/\" class=\"more-link\">Read More<\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-2983","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2983","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2983"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2983\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2992,"href":"https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2983\/revisions\/2992"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2983"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2983"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2983"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}