{"id":2383,"date":"2020-09-19T17:32:56","date_gmt":"2020-09-19T20:32:56","guid":{"rendered":"http:\/\/osulemcima.com\/blog\/?p=2383"},"modified":"2020-09-19T17:32:56","modified_gmt":"2020-09-19T20:32:56","slug":"o-sul-em-cima-30-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/osulemcima.com\/blog\/2020\/09\/19\/o-sul-em-cima-30-2020\/","title":{"rendered":"O SUL EM CIMA 30 \/ 2020"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">Nessa edi\u00e7\u00e3o de O Sul em Cima, vamos mostrar os trabalhos de Dona Concei\u00e7\u00e3o dos Mil Sambas, Simone Rasslan e Henrique Cazes.<\/span><\/p>\n<p><audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-2383-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2020-30a.mp3?_=1\" \/><a href=\"http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2020-30a.mp3\">http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2020-30a.mp3<\/a><\/audio><\/p>\n<p><audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-2383-2\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2020-30b.mp3?_=2\" \/><a href=\"http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2020-30b.mp3\">http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2020-30b.mp3<\/a><\/audio><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\"><b>DONA CONCEI\u00c7\u00c3O DOS MIL SAMBAS<\/b> &#8211; Na cidade de Pelotas, no Sul do Brasil, Vila Castilhos, h\u00e1 uma compositora que fez mais de mil sambas desconhecidos do p\u00fablico. Concei\u00e7\u00e3o Rosa Teixeira \u00e9 famosa por ter criado mais de cem filhos &#8220;do cora\u00e7\u00e3o&#8221;, como diz, mas nunca foi reconhecida como a not\u00e1vel compositora que \u00e9, apesar da qualidade das suas can\u00e7\u00f5es. Devido \u00e0s quest\u00f5es de vida &#8211; mulher afro-brasileira, m\u00e3e de muitos filhos da comunidade de baixa renda, moradora da periferia de Pelotas e do Brasil, Dona C\u00f4 nunca pode se profissionalizar na m\u00fasica. &#8220;Agora que todos os meus filhos cresceram, \u00e9 o momento de compartilhar com o mundo meus outros filhos, meus filhos de papel&#8221;, disse a C\u00f4, como prefere ser chamada. &#8220;Filhos de Papel&#8221; \u00e9 como ela se refere \u00e0s suas can\u00e7\u00f5es.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">Uma pequena mostra dos seus &#8220;filhos de papel&#8221; ganha o mundo atrav\u00e9s de edi\u00e7\u00e3o especial, vinculada \u00e0 pesquisa de doutorado &#8220;Po\u00e9tica da Can\u00e7\u00e3o: habitus cancional nos processos criativos da m\u00fasica brasileira&#8221;, de Leandro Maia, originalmente em ingl\u00eas. O estudo \u00e9 financiado pela CAPES \/ Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o e a impress\u00e3o do material, composto por songbook e s\u00edtio virtual contendo filme e disco, busca democratizar a pesquisa com recursos da RIME 2017 &#8211; 10\u00aa Confer\u00eancia Internacional de Pesquisa em Educa\u00e7\u00e3o Musical. A confer\u00eancia foi idealizada pela Bath Spa University, no Reino Unido, com projeto coordenado pelas pesquisadoras Mary Stakelum\u00a0e Amanda Bayley.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">O caderno de partituras, diagramado por Eduardo Montagna, da Discoteca L.C. Vinholes da UFPEL, inclui filme dirigido pelo professor Guilherme Carvalho da Rosa e produzido em parceria com os cursos de Cinema da Universidade Federal de Pelotas. A capta\u00e7\u00e3o, a mixagem e a masteriza\u00e7\u00e3o foram feitas pelo A Vapor Est\u00fadio, sob coordena\u00e7\u00e3o de Lauro Santos Maia durante o festival &#8220;Mistura Mundo Sul Generis&#8221;, realizado com m\u00fasicos do Brasil, da Inglaterra e do Zimb\u00e1bue. Este evento foi realizado em novembro de 2017 com recursos do Edital SeCult 008\/2017, proposto por Maria Falkembach, e da premia\u00e7\u00e3o Bath Spa Pioneer Award, recebida por Leandro Maia.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">Dona Concei\u00e7\u00e3o Rosa Teixeira apresenta pela primeira vez uma colet\u00e2nea de treze can\u00e7\u00f5es, dentre mais de mil sambas. Compositora autodidata e intuitiva, Dona C\u00f4 apresentou-se pela primeira vez ao p\u00fablico em Pelotas e Porto Alegre nos dias 22\/11 e 26\/11 de 2017, gravando ao vivo seu CD e DVD acompanhada de um time especial\u00edssimo de m\u00fasicos: Simone Rasslan (piano e voz), Kiti Santos (sax soprano, flauta e voz), Gutcha Ramil (percuss\u00e3o e voz), Aninha Freire (contrabaixo e voz), Juc\u00e1 de Le\u00f3n (percuss\u00e3o), Rafael Veloso (sax tenor e flauta), Marcelo Delacroix (voz), Paulo Gaiger (voz) e Leandro Maia (viol\u00e3o, voz, dire\u00e7\u00e3o musical e arranjos). Este trabalho preenche uma lacuna fundamental na historiografia musical da m\u00fasica popular produzida no sul do Brasil por compositoras afro-brasileiras e aprofunda reflex\u00f5es sobre o processo criativo dos cancionistas.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">M\u00fasicas: 01 &#8211; Aperto de M\u00e3o \/\/ 02 &#8211; Linda Mascarada &#8211; Participa\u00e7\u00e3o de Marcelo Delacroix \/\/ 03 &#8211; Arranca da Minha Alma &#8211; Participa\u00e7\u00e3o de Felipe Karam \/\/ 04 &#8211; Conselho Amigo \/\/ 05 &#8211; Arrepia &#8211; Participa\u00e7\u00e3o de Paulo Gaiger \/\/ 06 &#8211; Azoar &#8211; Participa\u00e7\u00e3o de Simone Rasslan<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ffffff;\">\u00a0.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-2386\" src=\"http:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Simone-Rasslan-300x195.jpg\" alt=\"Simone Rasslan\" width=\"300\" height=\"195\" srcset=\"https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Simone-Rasslan-300x195.jpg 300w, https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Simone-Rasslan.jpg 615w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>SIMONE RASSLAN<\/strong> &#8211; Cantora, instrumentista, compositora e educadora musical com uma carreira art\u00edstica reconhecida em Porto Alegre e no Rio Grande do Sul. Veio de Dourados &#8211; MS para cursar Reg\u00eancia Coral pela UFRGS escolhendo Porto Alegre como a cidade ideal para sua atua\u00e7\u00e3o art\u00edstica desde 1988.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">O trabalho musical &#8220;\u00c1lbum Xaxados e Perdidos&#8221; de 2012 re\u00fane um repert\u00f3rio de can\u00e7\u00f5es brasileiras valorizando, sobretudo, o trabalho criativo dos grandes compositores da nossa cultura que mantiveram a linhagem da can\u00e7\u00e3o, da modinha (origin\u00e1ria de Portugal), do maxixe. Origem da nossa M\u00fasica Popular e da nossa identidade musical. No repert\u00f3rio encontramos compositores das regi\u00f5es Sul, Centro Oeste e Nordeste do Brasil, fazendo um apanhado da produ\u00e7\u00e3o nacional.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">Participam desse trabalho: Simone Rasslan (voz, piano e percuss\u00e3o) \/\/ \u00c1lvaro RosaCosta (vocal, viola caipira e percuss\u00e3o) \/\/ Beto Chedid (vocal, viol\u00e3o, guitarra e percuss\u00e3o)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">M\u00fasicas: 01 -Lugarejo &#8211; Wanderlei\u00a0Falkenberg \/ Giba Giba \/\/ 02 &#8211; Rio de L\u00e1grimas &#8211; Piraci \/ Ti\u00e3o Carreiro \/ Lourival Santos \/\/ 03 &#8211; De Onde vem o Bai\u00e3o &#8211; Gilberto Gil<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ffffff;\">\u00a0.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-2388\" src=\"http:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Henrique-Cazes-ok-300x253.jpg\" alt=\"Henrique Cazes ok\" width=\"300\" height=\"253\" srcset=\"https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Henrique-Cazes-ok-300x253.jpg 300w, https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Henrique-Cazes-ok.jpg 565w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>HENRIQUE CAZES<\/strong> &#8211; Nascido em uma fam\u00edlia de m\u00fasicos amadores do sub\u00farbio carioca do M\u00e9ier, come\u00e7ou a tocar viol\u00e3o com seis anos de idade e gradativamente foi incorporando o cavaquinho, o bandolim, o viol\u00e3o tenor, o banjo, a viola caipira e finalmente a guitarra el\u00e9trica, sempre como autodidata. Estreou profissionalmente em 1976 com o Conjunto Coisas Nossas, que realizou ampla pesquisa sobre a m\u00fasica brasileira dos anos 1920 e 30. Em 1980 passou a integrar a Camerata Carioca, onde trabalhou em contato direto com Joel Nascimento e o maestro Radam\u00e9s Gnattali, duas influ\u00eancias decisivas.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">Iniciou sua carreira de solista de cavaquinho em 1988, com o duplo lan\u00e7amento do LP &#8220;Henrique Cazes&#8221; e do m\u00e9todo &#8220;Escola Moderna do Cavaquinho&#8221;, que se tornou o mais utilizado livro did\u00e1tico do instrumento. Lan\u00e7ou outros discos marcantes como &#8220;Tocando Waldir Azevedo&#8221; de 1990, &#8220;Desde que o Choro \u00e9 Choro&#8221; de 1995, &#8220;Relendo Waldir Azevedo&#8221; de 1998, e &#8220;Uma hist\u00f3ria do cavaquinho brasileiro&#8221; de 2012. Em duo com o violonista Marcello Gon\u00e7alves produziu &#8220;Pixinguinha de Bolso&#8221; em 2000 e &#8220;Vamos acabar com o baile&#8221; de 2007, este \u00faltimo abordando a obra de Garoto.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">Publicou em 1998 o livro &#8220;Choro, do Quintal ao Municipal&#8221;, que resume a hist\u00f3ria de 150 anos de Choro. \u00c9 autor de outros livros como &#8220;Su\u00edte Gargalhadas&#8221; de 2002 e &#8220;Monarco, voz e mem\u00f3ria do samba&#8221; de 2003, al\u00e9m das pequenas biografias de Chiquinha Gonzaga, Jacob do Bandolim e Waldir Azevedo, elaboradas para a cole\u00e7\u00e3o &#8220;Ra\u00edzes da MPB&#8221; EM 2010. Dedicou-se a projetos de amplia\u00e7\u00e3o das fronteiras do choro como &#8220;Bach in Brazil&#8221;, a s\u00e9rie de 4 CDs &#8220;Beatles&#8217;n&#8217;Choro&#8221; e &#8220;EletroPixinguinha\u00a0XXI&#8221;.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">Lan\u00e7ou em 2019 a cole\u00e7\u00e3o &#8220;M\u00fasica Nova para Cavaquinho&#8221;, composta de livro de partituras, CD e 12 clips para a internet com os &#8220;12 Estudos para Cavaquinho Solo&#8221;. Em 2011 obteve o t\u00edtulo de Mestre e em 2019 concluiu o Doutorado em M\u00fasica, ambos pela Escola de M\u00fasica da UFRJ, na qual \u00e9 professor desde 2013 e onde participou da implanta\u00e7\u00e3o do Bacharelado em cavaquinho.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">Apontado como refer\u00eancia do cavaquinho de solo e um dos mais ativos m\u00fasicos de Choro da Atualidade, Cazes tem desenvolvido paralelamente uma premiada\u00a0 carreira de produtor de discos,al\u00e9m de compor trilhas para cinema e televis\u00e3o.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">M\u00fasicas: 01 &#8211; Viravoltando \/\/ Al\u00f4 Paulinho \/\/ 03 &#8211; Sensacional<\/span><\/div>\n<div><span style=\"color: #ffffff;\">\u00a0.<\/span><\/div>\n<div><span style=\"color: #000000;\">Contatos:<\/span><\/div>\n<div><a href=\"https:\/\/donaconceicaodosmilsambas.wordpress.com\/\"><span style=\"color: #000000;\">https:\/\/donaconceicaodosmilsambas.wordpress.com\/<\/span><\/a><\/div>\n<div><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/simone.rasslan\"><span style=\"color: #000000;\">https:\/\/www.facebook.com\/simone.rasslan<\/span><\/a><\/div>\n<div><a href=\"https:\/\/www.henriquecazes.com.br\/\"><span style=\"color: #000000;\">https:\/\/www.henriquecazes.com.br\/<\/span><\/a><\/div>\n<div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nessa edi\u00e7\u00e3o de O Sul em Cima, vamos mostrar os trabalhos de Dona Concei\u00e7\u00e3o dos Mil Sambas, Simone Rasslan e Henrique Cazes. http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2020-30a.mp3 http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2020-30b.mp3 DONA CONCEI\u00c7\u00c3O DOS MIL SAMBAS &#8211; Na cidade de Pelotas, no Sul do Brasil, Vila Castilhos, h\u00e1 uma compositora que fez mais de mil sambas desconhecidos do p\u00fablico. 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