{"id":2262,"date":"2020-06-19T17:36:31","date_gmt":"2020-06-19T20:36:31","guid":{"rendered":"http:\/\/osulemcima.com\/blog\/?p=2262"},"modified":"2020-06-19T17:36:31","modified_gmt":"2020-06-19T20:36:31","slug":"o-sul-em-cima-17-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/osulemcima.com\/blog\/2020\/06\/19\/o-sul-em-cima-17-2020\/","title":{"rendered":"O SUL EM CIMA 17 \/ 2020"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">Nessa edi\u00e7\u00e3o de O Sul em Cima, vamos mostrar os trabalhos de Rhaissa Bittar, Rodrigo Garcia Lopes, Bernardo Pellegrini e Chama o S\u00edndico.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-2262-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2020-17a.mp3?_=1\" \/><a href=\"http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2020-17a.mp3\">http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2020-17a.mp3<\/a><\/audio><\/p>\n<p><audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-2262-2\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2020-17b.mp3?_=2\" \/><a href=\"http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2020-17b.mp3\">http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2020-17b.mp3<\/a><\/audio><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\"><strong><span style=\"color: #333399;\"><span style=\"color: #000000;\">RHAISSA BITTAR<\/span>\u00a0<\/span><\/strong>\u00a0&#8211;\u00a0Cantora, atriz e compositora. Com tr\u00eas\u00a0\u00e1lbuns lan\u00e7ados (Jo\u00e3o-2019; Mat\u00e9ria Estelar-2014; Voil\u00e0-2010), integra diferentes express\u00f5es art\u00edsticas de maneira l\u00fadica. Mais do que um show, uma viagem pela literatura, artes pl\u00e1sticas, audiovisual, moda e m\u00fasica. Como int\u00e9rprete, conduz o p\u00fablico por hist\u00f3rias, personagens, amargas tristezas, doces realiza\u00e7\u00f5es e, ainda, traz uma mistura de g\u00eaneros que passeiam desde o frevo e o samba, at\u00e9 o capricho do jazz e de um folk cantado em chin\u00eas. Em 2017, estreou no cinema nacional ao participar do curta A Ponte de Rafael C\u00e2mara produzido pela TNT BR. Em junho de 2019, lan\u00e7ou seu terceiro \u00e1lbum, Jo\u00e3o.\u00a0Sabe aquele velho ranzinza que mora em cada um de n\u00f3s, que \u00e0s vezes s\u00f3 sabe reclamar da vida, mas em outras \u00e9 capaz de dizer algo simples e s\u00e1bio? Pois bem, a Rhaissa Bittar resolveu viajar para dentro e conversar com esse senhor rabugento que mora l\u00e1. O trabalho est\u00e1 em todas as plataformas digitais.\u00a0 \u00a0<\/span><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">M\u00fasicas do \u00e1lbum JO\u00c3O:\u00a0\u00a001 &#8211; Livro Aberto &#8211; Vitor Ramil \/\/ 02 &#8211; Voc\u00ea t\u00e1 bem? &#8211; Arthur de Faria e Daniel Galera \/\/ 03 &#8211; Toda vez que eu dou um passo o mundo sai do lugar &#8211; Siba\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\"><strong>RODRIGO GARCIA LOPES<\/strong>\u00a0&#8211;\u00a0poeta, cantor, violonista e compositor (Londrina, PR 1965).\u00a0<\/span><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">Reconhecido como escritor e tradutor, um dos poetas mais representativos e relevantes de sua gera\u00e7\u00e3o, reverenciado por seus pares, seu trabalho musical que explora de maneira singular a inter-rela\u00e7\u00e3o da palavra-m\u00fasica-voz, ainda \u00e9 desconhecido do grande p\u00fablico.\u00a0<\/span><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">A proposta est\u00e9tica de Rodrigo Garcia Lopes deve ser contextualizada dentro de uma tradi\u00e7\u00e3o de artistas que se especializaram na arte de combinar palavras e m\u00fasica. De poetas que n\u00e3o resistiram \u00e0 tenta\u00e7\u00e3o da can\u00e7\u00e3o. Afinal, como escreveu o grande Ezra Pound,\u00a0a poesia come\u00e7a a atrofiar quando se afasta\u00a0demais\u00a0da m\u00fasica. Sua pesquisa po\u00e9tico-musical, sintetizada nos \u00e1lbuns &#8220;Polivox&#8221; (2001) e &#8220;Can\u00e7\u00f5es do Est\u00fadio Realidade&#8221; (2013), provoca um di\u00e1logo singular entre a can\u00e7\u00e3o brasileira, o jazz, a &#8220;spoken word&#8221; e a tradi\u00e7\u00e3o trovadoresca medieval, estilos como funk, rap, blues, a MPB e a m\u00fasica instrumental, comprovando a capacidade de reinven\u00e7\u00e3o da m\u00fasica popular brasileira contempor\u00e2nea.\u00a0<\/span><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">Num \u00e1lbum surpreendente, com arranjos primorosos de Andr\u00e9 Siqueira e outros, em &#8220;Can\u00e7\u00f5es do Est\u00fadio Realidade&#8221; ele mostra que a can\u00e7\u00e3o brasileira est\u00e1 mais viva do que nunca, sem perder a capacidade de dialogar de maneira visceral com nosso tempo, de aumentar nossas percep\u00e7\u00f5es, do mundo e de n\u00f3s mesmos.\u00a0 \u00a0\u00a0<\/span><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">M\u00fasicas do \u00e1lbum &#8220;Can\u00e7\u00f5es do Est\u00fadio Realidade&#8221;:\u00a0<\/span><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">01 &#8211; Vertigem (Um corpo que cai) \/\/ 02 -Fugaz \/\/ 03 &#8211; New York<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\"><span style=\"color: #333399;\"><strong>BERNARDO PELLEGRINI<\/strong><\/span>\u00a0&#8211;\u00a0Nasceu em 1958 em Londrina e passou a inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia no norte do Paran\u00e1. Come\u00e7ou sua trajet\u00f3ria musical no Paran\u00e1, nos anos 1970. Fez trilhas para o teatro e apresentou seu primeiro show, Mina D\u2019\u00c1gua, em 1976. Depois mudou-se para S\u00e3o Paulo para ser jornalista \u2013 mas acabou, mais do que nunca, mergulhando de cabe\u00e7a na m\u00fasica. Tanto que em 1980 gravou seu primeiro disco: Humano Demais. Na d\u00e9cada de 1990 viriam mais dois: Dinamite Pura (1994) e Quero Seu Endere\u00e7o (1998). Os 90\u2019s tamb\u00e9m seriam o cen\u00e1rio para uma intensa agenda de peregrina\u00e7\u00f5es e shows, incluindo o espet\u00e1culo Big Bando do C\u00e3o Sem Dono, em que Bernardo se fez acompanhar por uma big band. O ano de 2010 marcaria seu retorno aos palcos ap\u00f3s um hiato na carreira musical, e tamb\u00e9m o lan\u00e7amento do \u00e1lbum \u201c\u00c9 isso que vai acontecer\u201d.\u00a0<\/span><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">Desde 2010 sem gravar, o \u00e1lbum \u201cOutros Planos\u201d lan\u00e7ado em 2018, pode ser considerado o resultado de uma maturidade sonora e po\u00e9tica de Pellegrini.\u00a0\u00a0<\/span><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\"><em>M\u00fasicas do \u00e1lbum \u201cOutros Planos\u201d\u00a0<\/em>: 01 &#8211; A Lua \u00e9 minha &#8211; Bernardo Pellegrini e M\u00e1rio Bortolotto \/\/\u00a0 02 &#8211; F\u00eameo &#8211; Bernardo Pellegrini \/\/ 03 &#8211; Outros Planos &#8211; Bernardo Pellegrini<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\"><span style=\"color: #333399;\"><strong>CHAMA O S\u00cdNDICO<\/strong><\/span>\u00a0 &#8211;\u00a0 O\u00a0bloco Chama o S\u00edndico come\u00e7ou a ocupar as ruas de Belo Horizonte no Carnaval de 2012. Entoando m\u00fasicas de Tim Maia e Jorge Ben Jor, o bloco conquistou o p\u00fablico, arrastando milhares de pessoas ao longo dos anos no Centro da capital.\u00a0\u00a0<\/span><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">Em 2012, surgiram convites para que o bloco tamb\u00e9m se apresentasse nos palcos, fazendo uma esp\u00e9cie de metamorfose para o formato banda. Em julho do mesmo ano, a banda do Chama o S\u00edndico fez seu primeiro show e acabou sendo o primeiro bloco da retomada do carnaval de BH a se apresentar nesse formato.\u00a0\u00a0<\/span><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">De l\u00e1 pra c\u00e1 j\u00e1 foram mais de uma centena de shows, de grandes festivais a formaturas, eventos de rua, ocupa\u00e7\u00f5es, casamentos e festas corporativas, dividindo o palco com grandes artistas como Jorge Ben Jor, Paralamas do Sucesso, Criolo e Planet Hemp, para plat\u00e9ias de mais de 10 mil pessoas, em Belo Horizonte, cidades do interior de Minas Gerais, Bahia e em S\u00e3o Paulo.\u00a0\u00a0<\/span><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">Sempre reverenciando Jorge Ben Jor e Tim Maia, a banda num show apote\u00f3tico promove uma mistura r\u00edtmica de samba-funk-afox\u00e9-xote-soul-carimb\u00f3-reggae-power, em que uma bateria da pesada se junta a cordas, metais e um trio vocal para ecoar os sons de Tim e Ben, num repert\u00f3rio que une uma intensa pesquisa aos grandes sucessos dos mestres.<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">Em 2019 a banda lan\u00e7a\u00a0 \u201cUm Dia Eu Chego L\u00e1\u201d, primeiro disco da carreira. Uma homenagem a Tim Maia.\u00a0 <\/span><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt; color: #000000;\">M\u00fasicas: 01 &#8211; Imuniza\u00e7\u00e3o Racional (Que Beleza) &#8211; Tim Maia \/\/ 02 &#8211; Um dia eu chego L\u00e1 -Tim Maia &#8211; participa\u00e7\u00e3o: Mat\u00e9ria Prima \/\/ Terap\u00eautica do Grito &#8211; Tim Maia &#8211; Participa\u00e7\u00e3o: Bneg\u00e3o<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Contatos:<\/p>\n<div><a href=\"https:\/\/www.rhaissabittar.com\/\">https:\/\/www.rhaissabittar.com\/<\/a><\/div>\n<div><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/RGLoficial\/\">https:\/\/www.facebook.com\/RGLoficial\/<\/a><\/div>\n<div><a href=\"http:\/\/bernardopellegrini.com.br\/\">http:\/\/bernardopellegrini.com.br\/<\/a><\/div>\n<div><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/chamaosindico\/\">https:\/\/www.facebook.com\/chamaosindico\/<\/a><\/div>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nessa edi\u00e7\u00e3o de O Sul em Cima, vamos mostrar os trabalhos de Rhaissa Bittar, Rodrigo Garcia Lopes, Bernardo Pellegrini e Chama o S\u00edndico.\u00a0 http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2020-17a.mp3 http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2020-17b.mp3 RHAISSA BITTAR\u00a0\u00a0&#8211;\u00a0Cantora, atriz e compositora. 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