{"id":1218,"date":"2017-08-10T16:14:02","date_gmt":"2017-08-10T19:14:02","guid":{"rendered":"http:\/\/osulemcima.com\/blog\/?p=1218"},"modified":"2017-08-10T16:24:45","modified_gmt":"2017-08-10T19:24:45","slug":"o-sul-em-cima-yamandu-costa-e-alessandro-penezzi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/osulemcima.com\/blog\/2017\/08\/10\/o-sul-em-cima-yamandu-costa-e-alessandro-penezzi\/","title":{"rendered":"O Sul em Cima &#8211;  Yamandu Costa e Alessandro Penezzi"},"content":{"rendered":"<p><em>O SUL EM CIMA dessa edi\u00e7\u00e3o \u00e9 dedicado a YAMANDU COSTA e ALESSANDRO PENEZZI e mostra em especial as m\u00fasicas do \u00e1lbum QUEBRANTO<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Parte 1<\/p>\n<p><audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-1218-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2017-24a.mp3?_=1\" \/><a href=\"http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2017-24a.mp3\">http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2017-24a.mp3<\/a><\/audio><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Parte 2<\/p>\n<p><audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-1218-2\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2017-24b.mp3?_=2\" \/><a href=\"http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2017-24b.mp3\">http:\/\/www.osulemcima.com\/wa_files\/OSEC2017-24b.mp3<\/a><\/audio><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Yamandu Costa e Alessandro Penezzi<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-1220 aligncenter\" src=\"http:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Alessandro_e_Yamandu-225x300.jpg\" alt=\"Alessandro_e_Yamandu\" width=\"225\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Alessandro_e_Yamandu-225x300.jpg 225w, https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Alessandro_e_Yamandu.jpg 450w\" sizes=\"auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px\" \/><br \/>\nGa\u00facho de Passo Fundo (RS), Yamandu evoca toques portenhos que chegam ao Sul do Brasil atrav\u00e9s da Argentina. J\u00e1 Penezzi, paulista nascido em Piracicaba (SP), embute influ\u00eancia da escola flamenca de viol\u00e3o no toque dos temas deste CD instrumental que une dois virtuoses prestigiados no universo musical brasileiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>YAMADU COSTA<\/strong><\/p>\n<p>Violonista e compositor nascido em Passo Fundo em 1980, Yamandu come\u00e7ou a estudar viol\u00e3o aos 7 anos de idade com o pai, Algacir Costa, l\u00edder do grupo &#8220;Os Fronteiri\u00e7os&#8221;t; e aprimorou-se com L\u00facio Yanel, virtuoso argentino radicado no Brasil. At\u00e9 os 15 anos, sua \u00fanica escola musical era a m\u00fasica folcl\u00f3rica do Sul do Brasil, Argentina e Uruguai. Depois de ouvir Radam\u00e9s Gnatalli, ele come\u00e7ou a procurar por outros brasileiros, tais como Baden Powell, Tom Jobim, Raphael Rabello entre outros. Aos 17 anos apresentou-se pela primeira vez em S\u00e3o Paulo no Circuito Cultural Banco do Brasil, produzido pelo Est\u00fadio Tom Brasil, e a partir da\u00ed passou a ser reconhecido como m\u00fasico revela\u00e7\u00e3o do viol\u00e3o brasileiro.<\/p>\n<p>Revelando uma profunda intimidade com seu instrumento e com uma linguagem musical sem fronteiras, percorreu os mais importantes palcos do Brasil e do mundo, participando de grandes festivais e encontros, vencedor dos mais relevantes pr\u00eamios da musica brasileira. Em 2010, o CD Luz da Aurora com Hamilton de Holanda foi indicado para o Grammy Latino.<\/p>\n<p>Em 2012 ganhou em Cuba o Pr\u00eamio Internacional Cubadisco pelo CD Mafu\u00e1 e uma Men\u00e7\u00e3o do Pr\u00eamio ALBA pelo CD Lida. Yamandu Costa \u00e9 na atualidade o m\u00fasico brasileiro que mais se apresenta no exterior abrangendo os mais diversos pa\u00edses do globo: Fran\u00e7a, Portugal, Espanha, B\u00e9lgica, Alemanha, It\u00e1lia, \u00c1ustria, Su\u00ed\u00e7a, Holanda, Su\u00e9cia, Noruega, Finl\u00e2ndia, Est\u00f4nia, Eslov\u00eania, R\u00fassia,<\/p>\n<p>Litu\u00e2nia, S\u00e9rvia, Gr\u00e9cia, Maced\u00f4nia, Israel, Chipre, \u00cdndia, China, Jap\u00e3o, Cor\u00e9ia do Sul, Zimbabwe, Cabo Verde, Angola, Emirados \u00c1rabes, Austr\u00e1lia, EUA, Canad\u00e1, Equador, Cuba, Col\u00f4mbia, Chile, Argentina, Uruguai e Costa Rica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ALESSANDRO PENEZZI<\/strong><\/p>\n<p>Compositor e arranjador, Alessandro Penezzi toca viol\u00e3o, viol\u00e3o de 7 cordas, viol\u00e3o tenor, cavaquinho, bandolim e flauta. Nascido em Piracicaba, interior de S\u00e3o Paulo, iniciou os estudos de viol\u00e3o aos 7 anos. Formado em viol\u00e3o erudito pela Escola de M\u00fasica de Piracicaba \u2013 sob a orienta\u00e7\u00e3o do Maestro Ernst Mahle e do professor S\u00e9rgio Belluco, que lhe apresentou o choro -, \u00e9 bacharel em M\u00fasica Popular pela Unicamp.<\/p>\n<p>Integrou o Regional de Carlos Poyares, o Trio Quintess\u00eancia e o Grupo Choro Rasgado. Em trio, atuou com Yamand\u00fa Costa e Rog\u00e9rio Caetano, e Siz\u00e3o Machado e Alex Buck. Em duo, com o Maestro La\u00e9rcio de Freitas, Alexandre Ribeiro e Nailor Proveta. Tocou com Dominguinhos, Hermeto Pascoal, Zimbo Trio, Beth Carvalho, S\u00edlvio Caldas, Billy Blanco, Ala\u00edde Costa, D.Ivone Lara e as orquestras Jazz Sinf\u00f4nica de S\u00e3o Paulo e Sinf\u00f4nica de Londres. Participou do Viol\u00f5es do Brasil, projeto dedicado aos mestres do viol\u00e3o brasileiro e abriu o show de Wayne Shorter, na 30\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Spokje Jazz Festival, na Maced\u00f4nia.<\/p>\n<p>Tem composi\u00e7\u00e3o publicada no livro Brasil Ac\u00fastico, pela editora Alfred Music, e m\u00fasicas gravadas por Beth Carvalho, Yamand\u00fa Costa e Danilo Brito. Recebeu homenagens e indica\u00e7\u00f5es por sua atua\u00e7\u00e3o como instrumentista e compositor, e teve destaque nos pr\u00eamios Visa MPB Instrumental, Tim de M\u00fasica Brasileira, Shell de Teatro e Pr\u00eamio da M\u00fasica Brasileira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CD QUEBRANTO (2017)<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1219 size-large aligncenter\" src=\"http:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/CAPA-DIGITAL_Quebranto_YamanduPenezzi-1024x1024.jpg\" alt=\"CAPA-DIGITAL_Quebranto_YamanduPenezzi\" width=\"750\" height=\"750\" srcset=\"https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/CAPA-DIGITAL_Quebranto_YamanduPenezzi-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/CAPA-DIGITAL_Quebranto_YamanduPenezzi-150x150.jpg 150w, https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/CAPA-DIGITAL_Quebranto_YamanduPenezzi-300x300.jpg 300w, https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/CAPA-DIGITAL_Quebranto_YamanduPenezzi-768x768.jpg 768w, https:\/\/osulemcima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/CAPA-DIGITAL_Quebranto_YamanduPenezzi-900x900.jpg 900w\" sizes=\"auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p>Na cultura cigana, quebranto \u00e9 um sortil\u00e9gio que se lan\u00e7a pelo olhar para enfeiti\u00e7ar algu\u00e9m. No CD &#8220;Quebranto&#8221;, Yamandu Costa e Alessandro Penezzi produzem esta magia unindo seus viol\u00f5es em 13 faixas que re\u00fanem seis composi\u00e7\u00f5es da dupla, al\u00e9m de homenagens aos mestres dos dois instrumentistas. O paulista Alessandro Penezzi \u00e9 um multi-instrumentista (bandolim, flauta al\u00e9m do viol\u00e3o) e conheceu Yamandu Costa h\u00e1 15 anos. Yamandu destaca que Penezzi, assim como ele, teve acesso \u00e0 m\u00fasica de fronteira, e que o encontro dos dois se deu de forma muito natural.<\/p>\n<p>Em uma rever\u00eancia aos mestres de ambos, a dupla gravou &#8220;Valsa Seresteira N\u00ba 1&#8221;, de S\u00e9rgio Belluco, um professor que formou muita gente na regi\u00e3o de Piracicaba (SP) e que foi importante no aprendizado de Pennezi. Yamandu, por sua vez, reverenciou seu professor Lucio Yanel, com uma parceria entre ambos, &#8220;Meu Gurizinho&#8221;. Completam o repert\u00f3rio &#8220;Dayanna&#8221; (Alessandro Penezzi), &#8220;Samba pro Rafa&#8221;, &#8220;Bolero Negro&#8221; e &#8220;Saracoteco&#8221;, todas de Yamandu Costa. O t\u00edtulo do CD, &#8220;Quebranto&#8221;, vem de uma composi\u00e7\u00e3o de Penezzi, que assim foi &#8220;batizada&#8221; por Yamandu. E gerou uma bela ilustra\u00e7\u00e3o na capa, resultado de uma pesquisa na obra do artista gr\u00e1fico paulista Stephan Doitschinoff,. &#8220;Esta capa \u00e9 referente \u00e0 linguagem latina de forma geral, uma linguagem cigana, mundana, e que tem a ver com o viol\u00e3o que a gente toca. Por isso n\u00f3s acabamos chegando nesse nome, Quebranto, como se fossem os viol\u00f5es conquistando a mulher na roda de fogo, em um ambiente festivo, z\u00edngaro, gitano&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Contatos:<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"http:\/\/yamandu.com.br\/\">http:\/\/yamandu.com.br\/<\/a><\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"http:\/\/alessandropenezzi.com.br\/\">http:\/\/alessandropenezzi.com.br\/<\/a><\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/yamandu.costa.oficial\/\"><strong>https:\/\/www.facebook.com\/yamandu.costa.oficial\/<\/strong><\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/apenezzi\/\"><strong>https:\/\/www.facebook.com\/apenezzi\/<\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O SUL EM CIMA dessa edi\u00e7\u00e3o \u00e9 dedicado a YAMANDU COSTA e ALESSANDRO PENEZZI e mostra em especial as m\u00fasicas do \u00e1lbum QUEBRANTO &nbsp; Parte 1 &nbsp; Parte 2 &nbsp; Yamandu Costa e Alessandro Penezzi Ga\u00facho de Passo Fundo (RS), Yamandu evoca toques portenhos que chegam ao Sul do Brasil atrav\u00e9s da Argentina. 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